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Adaptação de aparelhos auditivos: a importância da audiometria para a sua audição

A adaptação de aparelhos auditivos costuma não ser tão rápida. Por esse motivo, é de suma importância que você siga todas as recomendações de um médico especialista para alcançar os resultados esperados durante a adaptação.

Nesse sentido, podemos destacar a importância de uma avaliação considerada fundamental nesse processo: a audiometria. Esse exame oferece diversos benefícios para o paciente, os quais vamos mostrar neste artigo.

Explicaremos em detalhes o que é a audiometria e qual a sua importância durante a adaptação do aparelho auditivo. Acompanhe!

O que é o exame de audiometria?

O exame de audiometria vai avaliar como está a capacidade do paciente de ouvir os sons. Normalmente, esse tipo de exame é requisitado quando a pessoa se dirige a uma consulta médica com a queixa de que está com a audição prejudicada, ou seja, ouvindo pouco.

Contudo, isso não significa que a audiometria deva ser feita apenas em pacientes que já apresentam perda de audição. Ela pode ser realizada como uma medida preventiva, pois é por meio desse exame que é possível detectar alterações auditivas que podem comprometer a saúde e a qualidade de vida do paciente.

Além disso, a audiometria também pode servir como um exame complementar para outros diagnósticos, como quando o paciente apresenta quadros de infecção, traumas, condições hereditárias etc.

A audiometria auxilia na identificação do grau da perda auditiva, o qual pode ser analisado isoladamente em cada ouvido. A perda auditiva pode estar ligada ao ouvido interno, médio ou externo, às vias auditivas sensoriais, entre outros fatores.

Quais são os tipos de audiometria?

O profissional responsável pela audiometria é o fonoaudiólogo. O aparelho usado é o audiômetro, e o exame é dividido em dois tipos, os quais vamos explicar a seguir. Confira!

Audiometria tonal

Esse tipo de exame mostra, por meio de frequências, quantos decibéis o paciente escuta. Ou seja, a audiometria tonal avalia os tons puros, os quais são emitidos em diferentes frequências, a fim de possibilitar a detecção do tipo e grau da perda auditiva. Ele é realizado por via óssea e por via aérea.

Pela via óssea, é possível saber o tipo de perda, ou seja, se acontece na condução do som ou se é neurossensorial. De acordo com o resultado, o paciente é classificado com perda leve, perda moderada, perda severa ou perda profunda.

Audiometria vocal

Esse é o teste em que o profissional fala as palavras e o paciente repete do jeito que entender. O objetivo é analisar o grau de entendimento que esse paciente tem. O resultado é a porcentagem da quantidade de palavras que ele acertou.

Em suma, a audiometria vocal avalia a capacidade que o paciente tem de compreender a voz humana. Sendo assim, ele deve demonstrar a sua compreensão e percepção pelo que está sendo dito pelo especialista.

É importante ressaltar que os dois exames são complementares e feitos de uma só vez.

Como ela é realizada?

Ao realizar a audiometria, o fonoaudiólogo não exigirá nenhum preparo prévio, nem mesmo a suspensão do uso de qualquer medicamento ou alimento. A audiometria é um exame simples e não invasivo.

No momento da realização do procedimento, o paciente precisará entrar em uma cabine acústica, a fim de isolar os sons do ambiente. Essa cabine tem uma janela de vidro, para que o especialista possa observar o paciente dentro dela. Com exceção das ocasiões em que o profissional precisa se comunicar com o paciente, todo o exame ocorre em silêncio.

O paciente deverá inserir um fone no ouvido, o qual estará conectado a um microfone. Por meio desse fone, serão emitidos variados sons pelo especialista. Conforme antecipada combinação, o paciente deverá responder aos sons fazendo sinais — levantando as mãos, por exemplo.

Em determinado momento da audiometria, o fonoaudiólogo emitirá algumas palavras que deverão ser repetidas pelo paciente. No caso da audiometria tonal, por via óssea, um vibrador é inserido sobre a base do osso temporal (mastoide) do paciente, o qual se localiza na parte de trás da orelha, com a finalidade de apontar as percepções de vibrações desse osso.

A audição é medida por meio de decibéis e, geralmente, varia entre 0 e 120 decibéis. Vale destacar que uma pessoa com audição normal ouve, no mínimo, 20 decibéis, algumas vezes até menos.

Sendo assim, podemos considerar como perda auditiva:

  • leve: quando o paciente escuta entre 21 e 40 decibéis;

  • moderada: entre 41 e 70 decibéis;

  • severa: entre 71 e 90 decibéis;

  • profunda: acima dos 91 decibéis.

Qual é a importância da audiometria na adaptação de aparelhos auditivos?

Durante o acompanhamento, o paciente pode reclamar que a potência do aparelho está muito baixa. Assim, a avaliação com o exame de audiometria é importante para analisar se há algum problema com o paciente, se a audição dele sofreu alguma alteração ou se o aparelho está apresentando alguma falha.

Por meio da audiometria é possível, também, descobrir condições que vão além da perda auditiva, como um tumor. É um exame importante e que atua de forma preventiva.

Quais são os seus benefícios?

Depois que o paciente começa a usar o aparelho auditivo, a audiometria funciona como uma forma de acompanhamento que auxiliará na adaptação de aparelhos auditivos. É um controle para garantir que o aparelho está fazendo o efeito esperado e proporcionando melhora na qualidade de vida do paciente.

A audiometria deve ser feita uma vez por ano para medir como o cérebro está reagindo ao estímulo feito com o aparelho para melhorar o entendimento.

Se o primeiro exame apresentou resultado de 60% de entendimento, por exemplo, a audiometria vai servir para mostrar se, com o uso constante, houve a melhora esperada e o aumento desse número.

A adaptação de aparelhos auditivos é um processo que demanda muita paciência e dedicação do paciente. É preciso estar atento a todas as orientações do especialista para garantir que a adaptação seja um sucesso. Sendo assim, não negligencie nenhuma visita ou exame. Todos são fundamentais na recuperação auditiva do paciente.

Agora, que você já entendeu a importância da audiometria na adaptação de aparelhos auditivos, entre em contato com a nossa equipe e conheça todos os nossos serviços e produtos!

 

Perda auditiva e as doenças cardiovasculares entenda a relação

Perda auditiva e as doenças cardiovasculares: entenda a relação

O corpo humano é formado por estruturas e sistemas, os quais, juntos, comandam o funcionamento do organismo. Dessa forma, alterações específicas podem causar impacto funcional em outras áreas, como ocorre entre perda auditiva e doenças cardiovasculares.

Tendo em vista tal relação, é fundamental que a população e os profissionais de saúde estejam atentos aos possíveis danos auditivos em decorrência de problemas cardiovasculares, visto que estes últimos ainda representam a principal causa de morte no mundo.

Mas, afinal, por que existe essa associação? Como duas funções aparentemente distintas podem estar correlacionadas? Continue a leitura e descubra!

As causas da perda auditiva

A perda auditiva é dividida, basicamente, em central e periférica. Isso mostra que diferentes componentes são essenciais para que a função seja bem realizada no dia a dia.

Quando se trata da periférica, ela está vinculada a alterações na orelha externa, média ou interna. A orelha externa é composta por estruturas como pavilhão auditivo e o conduto, que vai até a membrana timpânica.

Já a orelha média é representada pelos ossículos responsáveis por transmitir à orelha interna os estímulos mecânicos que as ondas sonoras causam no tímpano. Por fim, a parte interna é composta pela cóclea e pelo sistema vestibular, responsáveis pela audição e equilíbrio, respectivamente.

Por outro lado, a perda auditiva central está diretamente associada ao sistema nervoso, ou seja, às vias sensoriais que direcionam os estímulos para processamento da informação no cérebro.

Parece complexo, certo? Mas para entender a associação com as doenças cardiovasculares, é necessário ter atenção especial com a cóclea, componente da orelha interna. Confira!

A relação entre doenças cardiovasculares e perda auditiva

As doenças cardiovasculares são prejudiciais por si só. As consequências incluem infarto do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais, trombose, acometimento vascular periférico, dentre outros. Sendo assim, é possível perceber que não afetam apenas o coração, mas o organismo como um todo.

Pensando na audição, pessoas que apresentam algum tipo de alteração cardiovascular são 54% mais propensas a desenvolverem também redução auditiva. A principal justificativa para isso está associada à circulação presente nas estruturas da orelha interna.

O sangue é responsável por levar nutrientes e possibilitar o bom funcionamento de cada célula do corpo humano. Dessa forma, representa importante papel no metabolismo, incluindo as interações existentes na audição.

As doenças cardiovasculares acometem a circulação na orelha interna por reduzirem o fluxo sanguíneo no local. Por conseguinte, diminuem também a disponibilidade de oxigênio e de energia, os quais são destinados para as reações na cóclea, fundamentais para a sensibilidade auditiva.

Diante dessa associação, é necessário estabelecer o raciocínio de que a queixa de perda de audição pode ser consequência de problemas sistêmicos. Vale ressaltar que nem sempre há o diagnóstico prévio de doenças cardiovasculares. Portanto, ao detectar sinais de surdez, é importante fazer a triagem de possíveis condições cardíacas e vasculares.

Por fim, outra associação identificada é que a partir de 49 anos há o aumento de problemas auditivos como consequência cardiovascular. Esse problema pode ser mais frequente em razão do envelhecimento populacional, visto que ambas as condições são muito prevalentes na população mais velha.

A influência da diabetes mellitus

Embora tenhamos reforçado quais são os principais problemas cardiovasculares, não podemos nos esquecer da influência que a diabetes apresenta no organismo. A condição em si representa a ausência ou insuficiência de captação de glicose devido a problemas hormonais relacionados à insulina.

A diabetes tratada de forma ineficaz provoca consequências como o aumento dos níveis de açúcar no sangue, bem como aumento do peso, do colesterol, além de importante acometimento vascular e nervoso.

Sendo assim, a diabetes é um fator de risco para doenças cardiovasculares e perdas auditivas. Da mesma forma que alterações provocadas nos vasos sanguíneos podem diminuir o fluxo de sangue na orelha interna, o impacto na inervação pode causar perda auditiva a nível central, com maior dificuldade na captação de estímulos e no processamento das informações.

Quando feita uma análise das células da orelha interna, são identificadas lesões em 50% de pessoas diagnosticadas com diabetes. Outro dado relevante é que pacientes diabéticos e com aumento de peso são 3 vezes mais propensos a apresentarem alterações na audiometria.

A prevenção de doenças cardiovasculares

Conforme reforçado neste artigo, as doenças cardiovasculares representam um dos fatores que influenciam na perda auditiva. Mas não é este o único aspecto acometido por elas.

A alta prevalência na sociedade e as graves consequências geradas, sejam mortes, sejam perdas funcionais ou até mesmo hospitalizações, fazem com que a prevenção torne-se essencial. Confira a seguir algumas maneiras de evitar complicações!

Acompanhe sua pressão

A hipertensão arterial retrata o aumento contínuo nos níveis pressóricos. Caso não tratada, as alterações provocadas na parede dos vasos podem prejudicar o funcionamento de órgãos, como os rins, coração e vascularização periférica.

Sendo assim, é ideal realizar aferições periódicas, a fim de detectar o aumento em tempo hábil para estabelecer uma mudança de hábitos e, se necessário, o tratamento medicamentoso.

Reduza os índices glicêmicos

Como dito, a diabetes é uma condição que requer atenção e acompanhamento, visto que suas complicações são graves e sistêmicas. Dessa forma, é preciso adotar hábitos diários que reduzam os índices glicêmicos, como um padrão alimentar adequado e a prática de atividades físicas, além de, é claro, tomar corretamente a medicação prescrita pelo profissional especializado.

Busque um melhor padrão alimentar

O melhor padrão alimentar mencionado anteriormente não deve ser adotado apenas para pessoas com diabetes. Toda a população deve prezar por uma alimentação que abranja os nutrientes essenciais e tenha quantidade reduzida de alimentos hipercalóricos. Ressaltamos também a importância da hidratação e, caso opte pelo suco, que ele seja feito com a polpa das frutas e sem adição de açúcar.

Pratique atividades físicas

A prática de atividades físicas é fundamental para melhorar o desempenho de diversos aspectos do organismo. Além do fortalecimento muscular, a função cardiorrespiratória é beneficiada, diminuindo o risco de desenvolver doenças cardíacas e reduzindo também os níveis de colesterol.

Concluímos, então, que há uma importante associação entre doenças cardiovasculares e perda auditiva, de modo que os profissionais de saúde devem estar atentos no momento do diagnóstico. Identificar a causa é um ponto fundamental para que sejam estabelecidas as condutas corretas e, neste caso, para que possa ser feito um tratamento sistêmico e não apenas da redução da audição.

E então, percebeu que está sofrendo determinada perda auditiva? Consulte um médico e saiba como nossos produtos podem auxiliá-lo a ter mais qualidade de vida!

O que um centro auditivo é e o que faz?

O que um centro auditivo é e o que faz?

As pessoas que sofrem com a deficiência auditiva precisam de auxílio especializado para conseguir superar esse problema. Embora o apoio da família seja fundamental nesse momento, a ajuda de profissionais se torna indispensável para garantir melhores resultados. Por esse motivo, você precisa entender o que é um centro auditivo e o que ele faz.

Esse espaço é responsável por diagnosticar corretamente a perda auditiva dos pacientes. Dessa forma, é possível indicar o tratamento e o aparelho auditivo mais adequados para cada caso, atendendo, assim, todas as necessidades do usuário.

Continue a leitura deste artigo para entender como funciona um centro auditivo e o que esse espaço é capaz de fazer pelos pacientes que têm perda auditiva. Confira!

O que é um centro auditivo?

O centro auditivo nada mais é que uma empresa especializada em reabilitação auditiva. Eles auxiliam na adaptação do paciente aos aparelhos auditivos. Nessas clínicas, você encontra fonoaudiólogos especializados em audiologia, que visam ajudar os usuários a melhorar a sua audição e, consequentemente, a sua relação com as pessoas que o cercam.

O principal objetivo desses profissionais é melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com algum grau de deficiência auditiva, inserindo-os aos poucos na sociedade por meio de aparelhos e demais produtos com alta tecnologia.

Além disso, o centro auditivo se preocupa com a satisfação dos seus pacientes, respeitando-os e trabalhando em conjunto com eles.

O que faz um centro auditivo?

Depois de entender o que é um centro auditivo, é necessário saber o que é feito dentro desse espaço para melhorar a qualidade de vida do usuário. Veja!

Seleção e adaptação do aparelho auditivo

Em um primeiro momento, os fonoaudiólogos do centro auditivo precisam selecionar o aparelho que mais se adapta às necessidades do paciente. Sendo assim, eles levam em consideração o tipo de perda auditiva que a pessoa tem. Feita a escolha, começa a fase de adaptação que, como dito, não depende apenas dos profissionais, mas também da colaboração do paciente.

Nesse sentido, o fono fará um acompanhamento estruturado para assegurar que o processo de reabilitação auditiva trará bons resultados, sempre orientando o paciente e indicando os acessórios necessários que o ajudarão a otimizar a sua adaptação.

Outro ponto que merece atenção é em relação à experiência domiciliar. O paciente experimentará o aparelho auditivo escolhido na sua casa e no trabalho, a fim de entender como o seu dia a dia pode ser melhorado.

Programas de acompanhamento e benefícios

O centro auditivo também oferecerá programas de acompanhamento e benefícios após a aquisição do aparelho. O programa geralmente consiste em retornos periódicos agendados para verificar se a adaptação está proporcionando os resultados esperados.

Em alguns benefícios são oferecidos dois anos de material — pilhas e outros materiais gratuitos. Outros, já oferecem aparelhos reservas, seguro de perda e roubo e vale-troca — caso o paciente precise trocar uma peça após o término da garantia.

No entanto, tudo depende do centro auditivo escolhido, assim, é válido destacar que nem todos oferecem esses tipos de benefícios, por isso, é importante analisar o que cada um oferece para não se arrepender mais tarde.

Ajustes e regulagens

É importante deixar bem claro para o usuário que o processo de adaptação não ocorre da noite para o dia. Dessa forma, é importante ter paciência e identificar o que tem prejudicado a adaptação. Ao apontar o problema, o fonoaudiólogo conseguirá ajustar o som do seu aparelho auditivo e realizar as demais regulagens necessárias.

Tudo isso é feito com o objetivo de proporcionar melhor conforto ao usuário e, inclusive, melhorar o entendimento da fala em situações em que a acústica não é tão animadora, como em restaurantes e shoppings.

Audiometria anual

Para ter certeza que a adaptação ao aparelho está sendo satisfatória, alguns centros auditivos realizam uma audiometria anual para acompanhar o progresso da audição. Tudo isso faz com que o paciente se sinta mais seguro, pois perceberá que todos os profissionais estão envolvidos para proporcionar a ele o melhor atendimento.

Os exames são indispensáveis para realizar um diagnóstico mais profundo da audição. É por esse motivo que os centros auditivos oferecem essa possibilidade ao paciente, para ter a certeza de uma perfeita adaptação.

Revisão simples e completa

O centro auditivo de qualidade realiza uma revisão simples e completa, tanto do paciente quanto do aparelho auditivo, para se certificar que o tratamento trará bons resultados.

Nesse momento, o profissional realizará a meatoscopia, que nada mais é do que a visualização de uma estrutura chamada meato acústico externo, a fim de avaliar o cerume e demais fatores que interferem na adaptação.

Já o aparelho auditivo passa por uma limpeza, adaptação de moldes, tubos e sondas, teste audível de funcionamento, troca de protetores de cera e leitura dos parâmetros acústicos.

Quais são os benefícios de um centro auditivo?

O centro auditivo, como mencionado, conta com profissionais experientes que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com a deficiência auditiva. Nesse sentido, podemos afirmar que a sua luta diária está relacionada a proporcionar aos seus pacientes uma adaptação mais eficiente e rápida.

Além disso, eles oferecem novas tecnologias que ajudam esses indivíduos a retomar o controle de suas vidas, sem a necessidade de depender de terceiros. Por isso, a cada lançamento e inovação, eles informam seus pacientes a respeito da sua existência, a fim de ajudá-lo a melhorar o seu bem-estar diário.

Como escolher um centro auditivo adequado?

Tenha em mente que, para um centro auditivo ser considerado de qualidade, ele precisa ter em seu time fonoaudiólogos especializados em audiologia. Esse é o primeiro passo para garantir que todos os treinamentos e processos relacionados à adaptação do aparelho auditivo serão eficientes.

Por fim, lembre-se de que a transparência é muito importante. Portanto, verifique como é o diálogo com esses profissionais, se eles são acessíveis e se eles realmente estão dispostos a ajudar as pessoas na reabilitação auditiva.

Agora que você já sabe o que é e o que faz um centro auditivo, está na hora de procurar um que realmente atenda às suas expectativas. Leve em consideração cada dica aqui apresentada para não errar na sua escolha.

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Tudo o que você precisa saber sobre o audiograma

A perda da capacidade auditiva pode surgir inesperadamente. É comum que ela comece tão leve que mal possa ser percebida. Então, com o passar do tempo, a audição vai diminuindo progressivamente, até que a pessoa perceba que já não ouve tão bem. Esse caso soa familiar? Se sim, o melhor a fazer é procurar um médico, pois você pode estar precisando de um audiograma.

O audiograma é uma ferramenta da audiometria, principal exame utilizado para a avaliação da perda auditiva. Ele é o primeiro passo para descobrir se você tem um problema de audição e quais as suas causas. A partir daí, o tratamento pode ser guiado por caminhos diferentes. Gostaria de saber mais sobre o assunto? Então, continue lendo o post!

O que é a audiometria?

A audiometria geralmente é solicitada por otorrinolaringologistas e realizada por fonoaudiólogos certificados. Com esse exame auditivo, o médico pode quantificar a perda da audição, ou seja, descobrir quão bem você está escutando. Além de auxiliar no diagnóstico da doença, a audiometria também estima o grau da perda auditiva.

Durante a audiometria, o paciente se senta em uma cabine à prova de som, que isola o ruído externo. O fonoaudiólogo acompanha o exame por trás de uma janela de vidro, e a comunicação com ele é exclusivamente feita por um microfone. O teste por si só é simples: você colocará um fone de ouvido, que emitirá sons em cada orelha, separadamente. O fonoaudiólogo solicitará, então, que você aperte um botão quando conseguir ouvir o som. Simples assim.

O objetivo desse teste é identificar o chamado “limiar de audição”, ou seja, a intensidade mínima em que você consegue ouvir diferentes frequências. A intensidade é medida em decibéis (dB) e corresponde similarmente ao “volume” do som. Para se ter uma ideia, o trânsito de uma cidade emite um som de aproximadamente 90 dB. Já um sussurro produz apenas 30 dB.

A frequência, por outro lado, mede se o som é agudo ou grave. Para entender o que ela significa, basta imaginar as teclas de um piano: as mais à esquerda têm uma frequência menor, enquanto as mais à direita têm uma frequência maior. Medimos essa frequência em Hertz (Hz). Uma pessoa que ouve normalmente consegue identificar sons entre 20 e 20.000 Hz.

Em seguida, pode ser realizada a audiometria vocal. Nela, você ouvirá uma série de palavras em diferentes volumes, tendo que repeti-las em seguida. Esse procedimento é útil para identificar o entendimento das palavras. Afinal, não é porque você escuta que necessariamente você entende. Após o exame, o fonoaudiólogo reunirá as informações sobre os diferentes limiares de audição e desenhará um gráfico, chamado de audiograma.

O que é um audiograma e como interpretá-lo?

O audiograma é um gráfico construído sob dois eixos, semelhante a um plano cartesiano. No eixo vertical, temos a intensidade do som, medida em decibéis; no horizontal, temos a frequência do som, medida em Hertz. Quanto mais baixa está a linha, maior a intensidade. E, quanto mais à direita, maior a frequência.

Nesse gráfico são desenhadas duas linhas, geralmente vermelha e azul. A linha vermelha corresponde ao ouvido direito, enquanto a azul indica o ouvido esquerdo. Cada ponto da linha indica a intensidade mínima em que um ruído de determinada frequência consegue ser ouvido. Caso as linhas pareçam estar “caindo” no gráfico, por exemplo, temos um indicativo que frequências mais agudas necessitam de uma intensidade maior para serem identificadas.

A informação mais visível que o audiograma nos dá é a simetria da audição: caso as linhas vermelha e azul estejam muito discrepantes, há um indicativo que a perda de audição ocorre mais em um lado do que no outro. É importante termos em mente que uma pequena variação é normal.

Durante uma conversa casual, as frequências variam entre 500 Hz e 3.000 Hz. Por isso, essa faixa é crucial para a interpretação do exame, pois identifica a compreensão da fala. Além disso, o gráfico também ajuda na definição do grau da perda auditiva. A gradação é utilizada a partir do limiar de audição, seguindo os seguintes critérios:

  • audição normal: até 25 dB;
  • perda auditiva leve: entre 26 dB e 40 dB;
  • perda auditiva moderada: entre 41 dB e 55 dB;
  • perda auditiva moderadamente severa: entre 56 dB e 70 dB;
  • perda auditiva severa: entre 71 dB e 90 dB;
  • perda auditiva profunda: acima de 91 dB.

Conforme a classificação do paciente, as medidas terapêuticas podem ser modificadas. Uma perda auditiva leve, por exemplo, pode ser tratada com aparelhos auditivos mais discretos e flexíveis. Uma severa necessita de equipamentos mais potentes. Quando a perda auditiva já é profunda, o transplante coclear pode ser indicado.

O audiograma, no entanto, não é útil apenas para os casos mais graves. Diagnosticando a perda auditiva em seus estágios iniciais, quando os sintomas ainda são inespecíficos, é maior a chance de sucesso do tratamento. Além disso, manter uma audição defeituosa faz com que o cérebro se “acostume”, dificultando a recuperação auditiva.

O que é a banana da fala?

Se você conhece alguém que já passou por uma audiometria ou já tem seu próprio audiograma, deve conhecer a “banana da fala”. Ela corresponde a uma área no gráfico em que as intensidades e frequências da fala geralmente se encontram. O nome peculiar é devido ao formato dessa área, que lembra uma banana.

Ter gráficos no audiograma correspondentes a essa área é um bom sinal: significa que você tem o limiar auditivo semelhante ao da população normal e consegue ouvir e compreender conversações. Caso as linhas estejam muito distantes da banana da fala, a compreensão linguística pode ser afetada.

O audiograma é uma ferramenta rica para a audiometria. Como você pôde observar, ele não apenas diagnostica a perda auditiva, mas também verifica a capacidade de conversação, analisa a simetria da audição e fornece a gradação da perda auditiva. Por esses motivos — e pelo fato de o exame ter se tornado mais eficaz e barato nos últimos anos — o audiograma é tão popular.

Quer se aprofundar um pouco mais no tema? Descubra já o que é o teste auditivo e quais são suas principais funcionalidades!

Consulta com otorrino: o que ele faz e quando procurar esse profissional?

A otorrinolaringologia é uma especialidade médica voltada para atender condições associadas à cabeça e ao pescoço. Diante das diferentes abordagens realizadas pelo profissional, muita gente se questiona: afinal, quando marcar consulta com otorrino?

As patologias, tratadas por esse profissional, acometem desde crianças até os idosos, sendo que cada faixa etária apresenta suas peculiaridades e doenças mais relacionadas. Na infância, por exemplo, as otites são muito encontradas. Por outro lado, na fase adulta, a rinite e a sinusite apresentam alta prevalência.

Neste artigo, vamos abordar sobre os principais aspectos da especialidade em questão, analisando a formação do profissional, suas áreas de atuação e quando deve ser procurado. Continue a leitura e saiba mais!

O que faz um otorrinolaringologista?

Antes de tudo, vamos abordar sobre a formação e as principais áreas de atuação de um otorrino. Para que o profissional seja considerado um otorrinolaringologista, é necessário concluir 6 anos de graduação em medicina e, posteriormente, 3 anos na residência da especialidade.

Para compreender quais são os enfoques da área, basta fazer uma análise do nome, chegando na conclusão que, do grego:

  • “ous”, significa ouvido;
  • “rhinós”, retrata nariz;
  • e “larynx”, engloba laringe.

Portanto, a especialidade realiza o estudo da audição, respiração, deglutição, voz e cordas vocais. Embora sejam temas muito específicos, cada um deles apresenta uma ampla gama de patologias que prejudicam diretamente a qualidade de vida de um indivíduo.

Complementando, um profissional otorrino tem importante papel na assistência em saúde dos principais aspectos relacionados com cabeça e pescoço. Neste texto, vamos direcionar a abordagem para o âmbito auditivo, a fim de esclarecer melhor o papel do especialista nos cuidados com a audição.

Quando marcar uma consulta com otorrino?

Geralmente, existem duas situações que levam o paciente a marcar uma consulta com o otorrino. A primeira delas consiste em um encaminhamento, ou seja, o indivíduo realiza um atendimento com algum outro médico e, nessa consulta, é detectada a necessidade de uma abordagem com o especialista.

A outra situação é quando o próprio paciente identifica algum sintoma associado com as áreas de atuação do otorrino e, por conta própria, já marca a consulta. Contudo, quais sintomas seriam sugestivos para isso?

Veja a seguir uma lista com as principais condições que indicam a necessidade de marcar uma consulta com otorrino!

Zumbido no ouvido

Quem nunca sentiu a sensação de ter um zumbido no ouvido? Esse sintoma retrata a percepção sonora mesmo sem haver nenhum estímulo externo para isso. As causas do problema podem ser as mais diversas, variando desde a exposição excessiva a volumes elevados, como em um show, ou até mesmo a degeneração de estruturas.

Contudo, a etiologia pode envolver condições mais sérias e persistentes, reduzindo a acuidade auditiva e prejudicando a interação do paciente com as demais pessoas do convívio. Por esse motivo, é de suma importância procurar um otorrino para identificar a origem exata e tratá-la corretamente.

Secreções auditivas

As secreções no trato auditivo estão intimamente relacionadas com as infecções causadas por microrganismos ou com a presença de corpos estranhos que desenvolveram um processo inflamatório.

As conhecidas otites provocam o acúmulo de secreções na chamada orelha média, ou seja, na região posterior ao tímpano. Isso prejudica na captação sonora e na vibração das estruturas, diminuindo a acuidade auditiva do paciente.

O tratamento requer o uso de medicamentos, que são determinados de acordo com o microrganismo causador. Além de, por vezes, necessitar de uma limpeza que pode ser realizada apenas pelo especialista.

Falta de equilíbrio

Muita gente não sabe, mas, além da audição, o ouvido também é responsável por manter o equilíbrio do indivíduo. No ouvido interno estão localizadas estruturas como o vestíbulo, o labirinto e a cóclea, sendo que as duas primeiras estão diretamente relacionadas com a manutenção da orientação no espaço.

Sendo assim, labirintopatias também são tratadas pelo médico otorrino. A mais conhecida delas é a labirintite, manifestada, principalmente, por tonturas no paciente. Assim que detectados os sintomas, é essencial a marcação de uma consulta com o especialista. Visto que, principalmente em idosos, as quedas decorrentes da perda de equilíbrio podem resultar em condições mais sérias.

Perfuração timpânica

O tímpano é uma membrana de espessura fina, que limita a orelha externa e a média. Sua principal função é transmitir as vibrações sonoras conduzidas pelo canal auditivo até os ossículos que se localizam posterior a ele.

Contudo, em casos de perfuração da membrana timpânica, o paciente sente uma dor muito forte e aguda na região, de modo que pode causar até a perda auditiva momentânea. Essa condição por ser provocada tanto por secreções como também por corpo estranho no local.

No geral, o tratamento consiste em esperar o próprio organismo regenerar a membrana. Entretanto, é indispensável a ida ao otorrino, a fim de identificar possíveis complicações, além de receber orientações para melhora do quadro.

Quais são exames mais pedidos por esse especialista?

Agora, que você já sabe quais são os principais sintomas associados ao ouvido que predizem a ida ao otorrinolaringologista, vamos abordar dois exames muito solicitados por esse especialista. Confira!

Audiometria

A audiometria é um exame realizado no intuito de detectar a capacidade de ouvir sons. Para tanto, existe dois tipos: a tonal e a vocal.

No primeiro caso, o indivíduo é exposto aos estímulos sonoros emitidos em diferentes frequências, além de estimular a detecção por condução aérea ou óssea. Os resultados podem ser subjetivos, dependendo da interpretação do examinador.

Já a audiometria vocal, é realizada a fim de complementar os resultados obtidos com o primeiro teste. Contudo, nesse segundo momento, é identificada a capacidade de o indivíduo detectar e compreender a fala humana.

Timpanometria

A timpanometria é um exame que avalia a saúde timpânica. Antes de tudo, o examinador analisa o conduto auditivo do paciente, com o intuito de verificar se está livre de alguma obstrução.

Em seguida, é colocado um dispositivo que realiza a mudança de pressão no interior do conduto. A alteração da pressão faz com que o tímpano se movimente e, assim, seja analisada a mobilidade dos ossículos. As alterações no exame direcionam para uma abordagem de doenças do ouvido médio.

Neste artigo, buscamos abordar alguns sintomas prevalentes que indicam a necessidade de marcar uma consulta com otorrino. Vale lembrar de que essa especialidade engloba, ainda, as vias aéreas superiores e a garganta como um todo.

A medicina preventiva também se mostra muito eficaz em evitar complicações e amenizar prejuízos de quadros crônicos. Portanto, os idosos, principalmente, devem adquirir o hábito de frequentar um bom especialista, a fim de manter a saúde auditiva preservada.

Você já sentiu algum sintoma auditivo? Entre em contato com nossos especialistas e tire suas dúvidas!

Por que priorizar o pós-venda numa empresa de aparelhos auditivos?

Contar com uma empresa de aparelhos auditivos que sabe priorizar o pós-venda é fundamental para ter confiança nos serviços e produtos oferecidos por ela. O problema é que muitos profissionais acreditam que o relacionamento com o paciente se encerra quando a venda é concluída, mas eles estão redondamente enganados, pois esse é um dos principais momentos em que a fidelização pode acontecer.

Levando isso em consideração, podemos concluir que o pós-venda precisa fazer parte das estratégias de marketing e atendimento de qualquer empresa de aparelhos auditivos. Se ele não for bem trabalhado, opte por outro negócio que ofereça serviços de melhor qualidade. Afinal, pode acontecer do seu aparelho necessitar de ajustes ou algo do tipo.

Para evitar essa situação, vamos mostrar neste artigo como um pós-venda eficiente precisa ser feito para você não errar na escolha. Acompanhe!

O que é pós-venda?

É muito importante você entender o que é um pós-venda para não ser lesado futuramente após a compra do seu aparelho auditivo. O pós-venda nada mais é que um atendimento ao paciente que é realizado depois que a compra é efetuada. Nesse momento, a empresa reunirá diversas estratégias para melhorar a sua experiência e manter um relacionamento duradouro com o cliente.

O objetivo aqui é fidelizá-lo, e para chegar a esse fim, as empresas que se importam com o bem-estar de seus pacientes não vão medir esforços para estreitar esse relacionamento e fazer com que você se sinta bem com o aparelho adquirido.

Como funciona um pós-venda?

Depois de conhecer o seu conceito, é hora de entender como o pós-venda deve funcionar. Em primeiro lugar, a empresa precisa demonstrar agradecimento pela aquisição que você realizou. Depois disso, ela deve estar disponível para atendê-lo sempre que o aparelho auditivo necessitar de algum ajuste ou reparo. Essa é uma característica que evidencia a credibilidade e preparo da organização.

Após a compra, observe se a empresa se preocupa em se certificar que o produto está proporcionando os resultados esperados, se não apresentou nenhum problema, se você está satisfeito com o aparelho auditivo etc. Por fim, analise também se ela se interessa em mantê-lo atualizado sobre as novidades do mercado, inovações dos aparelhos, entre outros assuntos do seu interesse.

Como identificar um pós-venda eficiente?

A principal característica que um negócio deve ter é o foco no paciente. A A&R Aparelhos Auditivos, por exemplo, está sempre preocupada com que você se sinta bem e faz de tudo para deixá-lo mais seguro. Seus pacientes, geralmente, não têm nenhuma queixa porque a empresa consegue ajustar, adaptar e estar sempre acompanhando o caso de cada um deles bem de perto. Além disso, não perde o contato e vai mantendo-os informados — justamente para que não fiquem abandonados nessa fase.

A dica aqui é priorizar companhias que focam nesse processo de garantir a qualidade, segurança e conforto. Durante a primeira consulta, uma investigação deve ser realizada para você saber se terá direito a retornos, a repetir o exame de audiometria a cada 6 meses etc.

Além disso, a A&R conta com um o programa de benefícios em que o cliente ganha as pilhas e conta com ajuste remoto. A própria empresa já dá sinais de que ele terá um acompanhamento pós-venda — e é muito importante ficar atento, se questionar e questionar as organizações sobre o que será feito por você depois que comprar o aparelho: como será, se você poderá continuar indo nas consultas, se elas terão que ser pagas, se serão sem ônus etc.

Essa investigação é muito importante para garantir uma escolha adequada e que atenda a todas as suas necessidades.

Caso algum aparelho venha a dar problema, precise de ajuste ou da troca, entenda como o processo será feito. Na A&R, os profissionais trabalham com o sistema de agendas. Eles telefonam ou mandam um WhatsApp e as recepcionistas perguntam a preferência de dia e horário — e, de acordo com isso, elas agendam a consulta para realizar os devidos reparos.

Vale ressaltar que os pacientes podem vir a qualquer momento, não só nos dias pré-agendados no dia da consulta.

Qual a importância de priorizar o pós-venda?

O pós-venda é importante porque a empresa precisa garantir a adaptação do paciente. O período de experiência (em que o paciente fica com os aparelhos em casa) serve para ele sentir os benefícios e as melhoras que terá com o acessório. A adaptação em si e a melhora dos resultados auditivos vem com o tempo, e esse período da adaptação pode ser fácil para algumas pessoas, mas pode ser mais demorado para outras.

O pós-venda serve justamente para a empresa continuar dando apoio ao paciente sempre que ele precisar. No caso da A&R, se o paciente tem uma queixa, está tendo alguma dificuldade ou alguma questão que está difícil de entender, eles sempre oferecem todo o apoio necessário para poder fazer os ajustes e adaptar o aparelho da melhor forma possível.

Assim, o paciente consegue usar o aparelho com mais segurança e confiança, pois ele tem todo o apoio necessário.

A A&R tem os retornos programados , que são menos espaçados, de 3 em 3 meses. Depois, passa a fazer de 6 em 6 meses, e isso ajuda com que a empresa consiga deixar o paciente bem-adaptado prontamente.

A A&R Aparelhos Auditivos é líder no Brasil da marca Signia. Ela ganhou o primeiro lugar nas revendas do Brasil e um dos motivos é justamente a assistência no pós-venda, que é o seu maior foco.

Como você pode perceber, contar com uma empresa séria e que se preocupa com o seu bem-estar é fundamental para garantir o sucesso na adaptação ao aparelho auditivo. Você bem sabe que esse período não é nada fácil, pois são muitos desafios que precisam ser enfrentados para melhorar a sua qualidade de vida. Mas quando fazemos isso sozinhos, sem o suporte necessário, tudo se torna mais difícil.

Portanto, contar com uma empresa como a A&R — que tem como foco garantir a boa experiência do usuário — é fundamental para garantir uma adaptação eficaz e segura. Sendo assim, antes de adquirir o seu aparelho auditivo, analise o pós-venda da empresa e opte pela que oferece a melhor assistência.

Ao chegar até aqui, você se convenceu de que a A&R Aparelhos Auditivos é a empresa mais apta a ajudá-lo? Então, entre em contato conosco agora mesmo para conhecer melhor nossos produtos e serviços.

Entenda qual a relação entre o estresse e a perda auditiva

Toda pessoa que sofre com problemas auditivos sabe como isso é difícil lidar com essa situação. Não conseguir compreender o que os outros estão falando dificulta muito a comunicação, a criação de vínculos e até relacionamentos com antigos amigos e familiares. Além disso, para quem tem zumbido no ouvido, a experiência pode ser ainda mais desagradável. Como consequência, tudo isso contribui para a criação de uma relação direta entre estresse e perda auditiva.

Portanto, se você está cada vez mais estressado devido à dificuldade de escutar, este é o post certo para você! Aqui, elencamos as informações mais importantes sobre a surdez e como ela desencadeia o estresse, medidas de prevenção e formas eficientes para solucionar esse problema. Acompanhe!

Como acontece a perda da audição?

Vivemos em uma sociedade cada vez mais barulhenta. É uma mistura de buzina, moto, sirene, TV, rádio, fones de ouvidos com o som muito alto, máquinas de construção, avião etc., o que torna a tarefa de fugir da poluição sonora uma missão quase impossível.

Como consequência, é crescente o número de pessoas que estão começando a apresentar problemas de audição e surdez. A exposição exagerada aos sons altos comprometem a sua saúde auditiva.

Os níveis adequados de exposição sonora giram em torno de 55 decibéis durante o dia e de 50 decibéis no período noturno. Normalmente, um portador de problemas auditivos apresenta histórico de exposição a ruídos bem superiores ao indicado, acima dos 85 decibéis.

Mas não pense que é difícil estourar esses limites: o barulho produzido pelo avião, por exemplo, é de 90 decibéis, a buzina de um carro chega a 110, enquanto um show de rock ultrapassa os 120.

Embora nem todo mundo responda da mesma forma aos ruídos, uma coisa é certa: o número de casos de surdez estão aumentando, o que torna essa questão alarmante, visto que pode desencadear consequências sérias para qualidade de vida de uma pessoa.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 10% da população mundial sofre com problemas auditivos, o que, no Brasil, representa cerca de 30 milhões de pessoas.

Qual a relação entre estresse e perda auditiva?

A maioria das pessoas que sofrem com a perda da audição apresentam como primeiro sinal a dificuldade para escutar as frequências agudas. Assim, surgem problemas para compreender a fala dos outros e o paciente gasta muita energia para conseguir decifrar o que é dito. Isso resulta no comprometimento social no âmbito familiar, entre amigos e até no trabalho, uma situação muito estressante para o paciente.

Passar por esse tipo de conflito diariamente, somado à falta de empatia de pessoas com as quais se comunica, contribui para a piora do quadro, em que o estresse pode evoluir para condições extremas, como a depressão.

Além disso, outra fonte de estresse aos devido problemas de audição é o zumbido. Pessoas que passam por essa experiência, seja ocasionalmente ou por longos períodos de tempo, relatam níveis elevados desse sintoma, o que afeta a saúde mental, física e o seu bem-estar.

Viver estressado não faz bem para o organismo, pois altera a concentração de hormônios, aumenta a pressão arterial e pode até provocar problemas sérios, como Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Como prevenir a surdez e suas consequências negativas?

Para evitar que a sua audição seja prejudicada cada vez mais pelo excesso de barulhos do dia a dia e que esse fato provoque impactos significativos na sua vida, é preciso ficar atento a algumas dicas. Conheça, a seguir, quais são elas.

Não negligencie a perda auditiva

Você já percebeu os primeiros sinais de dificuldade para entender o que os outros estão dizendo, mas ainda não procurou um médico otorrinolaringologista? Pois saiba que você está colocando a sua saúde em risco.

A perda auditiva é cumulativa, ou seja, a surdez vai avançando progressivamente, enquanto medidas de prevenção adequadas não são tomadas para contê-la. Por isso, a consulta com o especialista é indispensável, o qual vai pedir um exame chamado audiometria para avaliar o seu quadro e detectar se algum dano na audição já está presente.

Caso positivo, o profissional vai passar algumas orientações que devem ser seguidas à risca para evitar que esse dano se agrave e comprometa ainda mais a sua audição. Entre elas está o uso de protetores auriculares caso você trabalhe em locais muito barulhentos, como aeroportos, metrô, obras e indústrias, e evitar fatores de risco, como utilizar fones de ouvido.

Para pacientes com perda de audição mais intensa, o médico vai prescrever o uso de um aparelho auditivo. Esse equipamento é um aliado poderoso na recuperação da capacidade auditiva e qualidade de vida.

Siga o tratamento

De nada adianta consultar com o otorrinolaringologista e receber as recomendações adequadas se você não segui-las corretamente.

Cumprir o tratamento é fundamental para conter o avanço da surdez e evitar que ela prejudique a sua rotina, devido ao estresse e problemas nos relacionamentos.

Por isso, siga o tratamento indicado. Use protetores auriculares e afaste-se de barulhos e condições que podem piorar o seu quadro.

Quanto ao aparelho auditivo, é muito importante que você encontre o modelo ideal, que se adapte às suas necessidades e características. Somente assim é possível aumentar as taxas de sucesso quando o assunto é adaptação.

Procure formas de desestressar

No seu caso, se você está sofrendo com o estresse como consequência da perda auditiva, é importante encontrar meios de controlar esse sintoma e relaxar. Você pode começar a fazer uma atividade física, como corrida ou natação, ou iniciar a prática de yoga e meditação, que são ótimas alternativas para reduzir esse sintoma.

E aí, gostou de descobrir qual é a relação entre estresse e perda auditiva? Como você pode ver ao longo deste artigo, procurar um especialista logo após a manifestação dos primeiros sintomas de surdez é essencial para ter um diagnóstico e receber o tratamento adequado para solucionar o seu problema.

Agora, que tal ajudar todos os seus amigos que sofrem com perda auditiva a entender melhor sobre o desenvolvimento dos sintomas de estresse? Compartilhe este post nas suas redes sociais e espalhe esse conhecimento, e não se esqueça de nos seguir no Facebook, Instagram e YouTube

É possível reutilizar o aparelho auditivo de outra pessoa? Entenda

Você sabia que é possível fazer a reutilização dos aparelhos auditivos? Mas para isso, precisamos fazer algumas observações importantes sobre o assunto. Nesse momento, é fundamental que o usuário e o profissional tenham uma conversa bem detalhada para que a reutilização ocorra da melhor forma possível.

Portanto, para que não ocorra nenhum equívoco ou prejuízo às partes, desenvolvemos este artigo para explicar quais são as etapas da reutilização de aparelhos auditivos e mostrar como funciona o programa da A&R Aparelhos Auditivos. Vamos começar?

Reaproveitar aparelhos auditivos

Antes de reaproveitar os aparelhos auditivos é preciso ter alguns cuidados. A A&R, por exemplo, trabalha com dois tipos de aparelho: o retroauricular e o intracanal. No intracanal, o usuário não consegue retirar o aparelho sozinho e repassar para outra pessoa, pois o conduto é diferente — mas isso não significa que ele não pode ser reutilizado.

Nesse caso é indicado um profissional terceirizado, que vai colocar esse chip em outro molde. Isso gerará um custo para o paciente, mas os profissionais da A&R oferecem o auxílio necessário para verificar se isso será financeiramente viável — ou seja, se vale a pena ou não fazer esse procedimento.

Já o aparelho retroauricular pode ser adaptado para outra pessoa. A primeira coisa a se fazer nesse caso é avaliar se o aparelho está em perfeitas condições e comunicando bem com o software. Também é essencial analisar se ele tem sinal de danos, oxidação e, principalmente, se é compatível com a perda de audição do outro usuário.

Vida útil de cada aparelho

É possível identificar a vida útil do aparelho de duas maneiras; a primeira é olhando o estado físico do aparelho. Isso porque existem os contatos elétricos onde fica a pilha. Se esse contato estiver muito longe da cor normal, significa que é um produto mais velho e precisará ser mandado para o laboratório. Lá será feita a limpeza necessária para o aparelho durar mais. Do contrário, ele começa a funcionar e depois para.

Outra questão é em relação aos aparelhos da Siemens. Na A&R, o profissional pode inserir no seu software alguns dados e ver qual é o nome do aparelho. Com essa informação em mãos, é possível ter uma noção do ano em que ele foi lançado. Assim, é viável verificar se é um produto mais novo ou mais velho, se ainda tem peças no laboratório e ter acesso a mais dados que precisam ser levados em consideração.

Para se ter uma ideia, essa marca é bem antiga no mercado. Se hoje, em 2019, o profissional adaptar um aparelho de 2008, ele não tem mais peças no laboratório. Então, nesse caso, é preciso orientar o paciente de que não compensa ele fazer essa adaptação, pois vai gerar mais custos do que benefícios.

Também é importante frisar que antes de fazer essa reutilização de aparelhos auditivos é necessário cumprir certos protocolos para verificar se a adaptação dará certo. Como o aparelho é um produto médico, o profissional precisa fazer uma avaliação médica para ver se é possível adaptar esse produto para outra pessoa.

Isso porque muitas pessoas chegam no consultório querendo que o fonoaudiólogo coloque o aparelho sem passar pelos procedimentos necessários. É preciso seguir com cuidado todos os processos pois, como já abordamos, o aparelho é um produto médico.

Além disso, existe a possibilidade de o paciente não se adaptar ao aparelho, mas isso é possível identificar com esses procedimentos. Para ter uma base do quanto seguir todos esses passos é importante, ressaltamos que, mesmo na adaptação para terceiros, isso gera um custo para o paciente.

Agora, imagina se ele não se adapta a esse aparelho e o profissional cobra a consulta? O paciente ficará no prejuízo, certo? Então, antes mesmo de gerar um custo, a A&R avalia o estado daquele produto para que o usuário não seja lesado financeiramente.

Etapas para reutilizar aparelhos auditivos

Em situações em que o paciente não tem um exame de audiometria, ele precisa ter tempo disponível para realizá-lo. Caso ele já tenha o exame em mãos, é recomendado que esse exame tenha menos de um ano, para possibilitar uma avaliação mais precisa.

É claro que o fonoaudiólogo terá que realizar alguns ajustes, já que é muito difícil encontrar a mesma perda de audição em pessoas diferentes. Então, são necessárias novas modificações, estudar a melhor maneira de adaptação com relação ao molde etc. Assim, depois de toda essa avaliação, o profissional consegue adaptar o aparelho para outra pessoa.

Os cuidados após a aquisição dos aparelhos reutilizados são os mesmos. Na A&R é disponibilizado para o paciente um kit de limpeza, o qual serve para fazer a higienização e junto vai um acessório chamado desumidificador para poder retirar a umidade da prótese.

Programa de reaproveitamento na A&R Aparelhos Auditivos

O programa de reaproveitamento da A&R é novo e se chama “O prazer de ouvir a vida”. Como os profissionais têm muitos pacientes adaptados aos seus produtos, várias trocas de aparelhos são feitas anualmente, já que os pacientes vão adquirindo novos aparelhos ao longo do tratamento.

Quando um aparelho mais moderno era lançado, eles juntavam os aparelhos antigos e perguntavam aos profissionais o que fariam com esse aparelho, pois não conseguiam nem vender e nem doar, e a A&R não tinha como ajudar.

Esse programa, “O prazer de ouvir a vida”, foi desenvolvido com o propósito de receber esse aparelho que o paciente não está usando mais, oferecer um desconto para a compra de um novo e, então, doar o aparelho usado para alguém que realmente precise. É um programa que teve início há pouco tempo e ainda está sendo trabalhado.

Por enquanto eles estão no processo de recolher os aparelhos para a doação e depois avaliar se doa para instituições ou alguma pessoa. Isso se faz necessário porque estão sendo recolhidos aparelhos que até mesmo não são da marca que eles trabalham.

A reutilização de aparelhos auditivos pode beneficiar muitas pessoas, as quais não têm condições financeiras suficientes de comprar um aparelho de qualidade. Além do mais, você também poderá ser beneficiado, tendo em vista que o programa da A&R disponibiliza descontos na compra de um novo para quem oferece o seu aparelho antigo.

O que você acha de marcar uma avaliação gratuita? Entre em contato conosco para conhecer de perto os nossos serviços.

Conheça os diferentes graus de perda auditiva!

A perda auditiva é uma condição que reduz a capacidade do ser humano de escutar os sons, influenciando também na elaboração da linguagem e dificultando o estabelecimento de uma comunicação.

Entretanto, é importante ressaltar a existência de tratamento para as disfunções, sendo fundamental classificar os graus de perda auditiva, a fim de obter o laudo correto da patologia e, assim, definir a conduta adequada para cada caso.

Portanto, abordaremos neste texto sobre a graduação da perda, elucidando as características dos níveis e englobando aspectos biológicos e clínicos referentes às condições envolvidas. Continue a leitura!

Fatores que influenciam na perda auditiva

Antes de tudo, é preciso compreender quais são os motivos mais associados com a perda auditiva. Para tanto, consideramos agora dois aspectos: o anatômico e o sensorial, sendo que ambos podem ocasionar disfunções em níveis diferentes.

A seguir, abordaremos sobre cada um deles. Confira!

Perda auditiva condutiva

O aparelho auditivo é composto por orelha externa, média e interna. As condições associadas à perda auditiva condutiva podem ocorrer nas duas primeiras regiões mencionadas, ou seja, são relacionadas, de fato, com a condução do som para a orelha média.

Neste caso, quando há um bloqueio na transmissão sonora do meato (ouvido externo) auditivo para os ossículos (martelo, estribo e bigorna), a audição fica prejudicada, caracterizando a perda condutiva.

Isso pode ser provocado por alguns fatores, como o acúmulo de cerume ou a introdução de algum corpo estranho. Além disso, outras comorbidades também podem ocasionar a perda em questão, tais como: otite (inflamação com secreções), otosclerose (diminui a mobilidade dos ossículos devido às calcificações), perfuração do tímpano, dentre outras.

Geralmente, quando ocorre esse tipo de disfunção, o grau de perda não vai além do segundo, que será abordado a seguir. O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico e, por vezes, é necessário um aparelho auditivo.

Perda auditiva sensorioneural

Esse tipo de perda envolve a orelha interna e as vias nervosas da condução sonora. Em outras palavras, fica comprometida a transmissão de impulsos para interpretação do sistema nervoso central.

Ressaltamos, aqui, que as estruturas física e anatômica do conduto estão preservadas, ou seja, está mantida a integridade do meato e dos ossículos do aparelho auditivo.

Nesse caso, a perda pode atingir graus mais severos, necessitando, essencialmente, na maioria dos casos, do uso de aparelhos auditivos.

Perda auditiva mista

Por fim, essa perda não é nada menos do que a associação das duas perdas abordadas anteriormente. O tratamento deve envolver medidas que contemplem a solução das disfunções, por meio de aparelhos auditivos, implantes ou procedimentos cirúrgicos.

Graus de perda auditiva

Agora que você já conhece os aspectos relacionados com as condições auditivas, abordaremos a seguir sobre cada nível da classificação da perda, elucidando os decibéis envolvidos em cada um e os tratamentos associados. Veja!

Normal

Ao nível normal são atribuídos de 0 a 20 decibéis. Nesse nível, o indivíduo consegue compreender perfeitamente desde os sons mais altos, como a turbina de um avião, até os sons mais baixos, como as folhas de uma árvore se movimentando na passagem de um vento.

Assim, a pessoa consegue correlacionar bem os sons com o ambiente inserido. Para manutenção disso, é importante preservar as células auditivas, evitando exposição aos sons muito elevados, por longo prazo.

Leve

O nível leve é correlacionado com 21 a 40 decibéis. Nessas condições, torna-se difícil a compreensão de ruídos, como os tons suaves, as falas e os cantos dos pássaros, principalmente quando o ambiente está barulhento.

Devido à dificuldade na compreensão de falas, é possível que as conversas sejam prejudicadas, necessitando, portanto, de um aparelho auditivo que facilite a comunicação.

Moderada

Nesse caso, a faixa de decibéis atribuída é de 41 a 70 decibéis. Os indivíduos com esse grau de disfunção não conseguem ouvir sons mais altos que os mencionados anteriormente.

Dessa forma, apenas sons como o de latidos de animais, bebês chorando ou de aspirador de pó são audíveis. É possível inferir, portanto, que as falas também são menos inteligíveis.

Assim, o aparelho auditivo figura como instrumento fundamental para manutenção da qualidade de vida das pessoas que possuem perda auditiva moderada.

Severa

Para condições severas, os decibéis variam entre 71 a 90 decibéis. Considerando a gravidade do caso, sons como os de telefone e os de falas são inaudíveis.

Para tratamentos desse tipo de caso, os aparelhos de audição oferecem benefícios significativos. Além disso, outras medidas podem ser atribuídas na conduta, como o aprendizado de libras e o desenvolvimento da leitura labial.

Profunda

Por fim, na perda profunda, os decibéis são superiores a 91. Nesses casos, grande maioria dos sons é incompreensível. Apenas sons como o de serras elétricas e motocicletas podem ser audíveis.

Na condição de perda auditiva profunda, é fundamental a utilização de um aparelho para auxiliar na captação do som. Em alguns casos, o paciente representa um bom candidato para receber um implante coclear.

Diagnóstico da perda auditiva

Para finalizar, vamos abordar como é realizado o diagnóstico das condições. Reiteramos a necessidade de o exame ser realizado por um fonoaudiólogo, o qual diagnosticará a condição, classificá-la quanto ao grau e identificar o tipo de perda.

exame complementar utilizado para rastreio é a audiometria. Nele, há a definição do menor limiar que representa a audibilidade do paciente em questão. Assim, são estabelecidos diferentes níveis de sonoridade, a fim de detectar qual representa o limite de audição daquela pessoa.

Por meio do laudo, é definido o melhor tratamento para a resolução do caso, buscando melhorar a qualidade de vida da pessoa, tanto no caso de disfunção causada por fatores genéticos quanto na adquirida ou decorrente do envelhecimento (presbiacusia).

Vale lembrar que a perda auditiva, além de prejudicar nas tarefas diárias, provoca uma dificuldade de comunicação, podendo levar o indivíduo ao isolamento. Com isso, ressalta o fato de que os impactos de condições biológicas também influenciam nas questões psicossociais do paciente.

Com este texto, procuramos elucidar sobre os graus de perda auditiva. Abordamos os principais aspectos vinculados com a condição, explicando questões anatômicas e sensoriais. Complementando, procuramos tornar mais tangível cada grau, associando os sons audíveis e inaudíveis na condição.

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Imitanciometria: tudo o que você precisa saber sobre o exame

A imitanciometria, também conhecida por impedanciometria, é um exame complementar à audiometria para avaliação da audição. É um procedimento fácil, de rápida execução e que auxilia os resultados apresentados ao final do diagnóstico médico.

Atua por meio do imitanciômetro, que avalia a mobilidade do tímpano e de pequenos ossinhos que se ligam a ele: o martelo, a bigorna, e o estribo. Além disso, possibilita a verificação da existência de infecções crônicas na região, disfunções tubárias e outros problemas relacionados à audição e ao bom funcionamento do sistema auditivo.

Sabendo da importância desse procedimento, preparamos um post com as principais informações sobre ele, como sua realização, valores, recomendações e os principais problemas que ele diagnostica.

Quer saber mais? Então, continue a leitura e confira!

Você sabe como funciona o sistema auditivo?

Perceber sonoramente uma melodia ou escutar os sons das mais variadas fontes requer o funcionamento ótimo das partes do ouvido. Sendo assim, o som é captado, conduzido e processado pelo córtex auditivo até se ter a real noção da informação sonora.

A captação é feita pelo pavilhão auditivo, também conhecido como orelha e, em seguida, a informação sonora vibra a membrana do tímpano, que está intimamente ligada aos ossículos martelo, bigorna e estribo.

Após a participação dos ossículos, o som será conduzido para o córtex auditivo, localizado no cérebro, por meio do nervo auditivo. É apenas nesse momento que  o indivíduo percebe o som, e todo esse processo demora poucos segundos.

Tudo isso é orquestrado de forma espontânea e inconsciente. Porém, uma vez que a informação seja um aviso de algo perigoso, o organismo se prepara fisicamente para reagir em situações inesperadas.

Por isso, para verificar qualquer alteração nesse processo os especialistas utilizam ferramentas efetivas para identificar o problema após a queixa do paciente ou em virtude de um traumatismo nessa região.

Por que fazer uma imitanciometria?

A imitanciometria é um exame que complementa o diagnóstico do médico e, por isso, deve ser solicitada para essa finalidade. Como o resultado é imediato, é possível traçar os principais objetivos para cura ou controle do problema, tanto em adultos como em crianças com perda auditiva.

Dessa forma, esse exame facilita a tomada de decisão do médico que avaliou o paciente considerando as causas do problema auditivo, o relato do paciente e a história clínica e medicamentosa prévia.

Também serve para alertar sobre problemas auditivos contínuos como o acúmulo de cera, as infecções recorrentes no ouvido e os comportamentos nocivos que podem piorar a situação clínica já instalada.

Como o exame de imitanciometria funciona?

A imitanciometria é um exame auditivo rápido e indolor que pode ser realizado em pessoas de qualquer idade. Possibilita uma avaliação completa e importante a respeito do funcionamento do sistema auditivo.

Além disso, permite que os profissionais e médicos definam qual é a melhor conduta a ser tomada de acordo com as necessidades de cada paciente, abordando o problema de forma completa e precisa.

Para tanto, requer a manutenção preventiva e corretiva do imitanciômetro, a fim de distinguir adequadamente os resultados e evitar que eles fiquem incompletos ou pouco sensíveis para a avaliação em questão.

Como é realizada a imitanciometria?

Como o exame de imitanciometria normalmente é associado à audiometria, leva cerca de 1 hora para ser concluído. É realizado em ambiente silencioso, com o paciente sentado, dentro ou fora da cabine acústica, e acordado, sem qualquer sedação ou preparação com medicamentos.

O profissional responsável insere um fone especial em um dos ouvidos do indivíduo e, no outro, uma pequena sonda que injeta pressão positiva e negativa no canal auditivo. Em seguida, ele realiza a avaliação das condições de funcionamento e integridade da orelha média.

Logo depois, são emitidos alguns estímulos diretamente captados pelo ouvido externo que fazem com que a membrana do tímpano vibre, movimentando os ossículos e transmitindo os sons para o interno, responsável por transportá-los ao sistema nervoso.

Também são testados os reflexos do músculo estapédio, localizado dentro do ouvido. A propagação do som vai depender da flacidez ou rigidez da membrana; por outro lado, a resposta dependerá da intensidade do estímulo e da condição de sua musculatura.

Após isso, os impedanciômetros avaliam as condições desses locais, a capacidade de entender e ouvir os sons ao seu redor e as informações detalhadas de todo o mecanismo auditivo do paciente.

Se for detectada uma perda significativa da audição, o profissional conseguirá avaliar as condições do ouvido, da tuba auditiva, do músculo estapédio e do tímpano do paciente e, finalmente, identificar se o problema é de origem neurossensorial ou condutiva.

Em quais casos esse procedimento é recomendado?

Os casos mais recomendados para serem avaliados pelo exame de imitanciometria são:

  • no tratamento de controle da otite;
  • para confirmar e auxiliar os resultados do exame de audiometria tonal;
  • como pré ou pós-operatório de uma cirurgia na orelha média;
  • na avaliação do ouvido por conta de paralisia facial;
  • para complementar a triagem auditiva em bebês;
  • na detecção de quadros de vertigem;
  • em casos de alergias respiratórias;
  • no rastreio de alguma patologia;
  • na identificação da causa de dores constantes no ouvido;
  • para saber por que algumas crianças em fase de desenvolvimento falam tão alto.

O que ele diagnostica?

Além da perda auditiva, a imitanciometria também pode diagnosticar várias outras complicações. Vejam a seguir quais são elas!

Otite

As otites, também conhecidas como inflamações no ouvido interno, externo ou médio, são causadas por bactérias ou vírus e acometem pessoas de todas as idades. Podem ser graves ou não, com sangramento e secreções na maioria dos casos.

Devido ao caráter infeccioso, requerem o uso de antimicrobianos tópicos ou sistêmicos prescritos pelo médico. Nesse momento é crucial tirar todas as dúvidas sobre o período de tratamento e como pingar as gotas otológicas.

Labirintite

A labirintite é um tipo de doença do ouvido que afeta uma região conhecida como labirinto. Ela prejudica o equilíbrio do paciente e provoca tonturas, vertigens, náuseas, suor excessivo e, até mesmo, perda da audição.

Essa doença atrapalha as atividades diárias e pode impedir o paciente de executar operações que exigem equilíbrio, concentração e destreza, tais como operar máquinas complexas e, até mesmo, dirigir um automóvel.

Zumbido

Também conhecido como acufeno ou tinnitus, o zumbido no ouvido é caracterizado como um ruído muito incomodativo que não é gerado por nenhuma fonte sonora externa. Está diretamente relacionado à perda auditiva e a alguns outros fatores que exigem cuidados especiais e acompanhamento médico.

Pode ser causado por exposição excessiva a ruídos, idade avançada ou excesso de cera e, por isso, a avaliação clínica é fundamental para instituir a melhor estratégia terapêutica que vai desde uma limpeza da região com o profissional até o uso de aparelhos auditivos.

Disfunção da tuba auditiva

A disfunção da tuba auditiva é a incapacidade de regular adequadamente a pressão de ar no interior da orelha média ou drenar com eficácia as secreções. Ocasionalmente, envolve o refluxo de secreções do nariz e da garganta na orelha média.

Esses problemas podem ser decorrentes de uma variedade de alterações fisiopatológicas que, de alguma forma, impedem a abertura e o fechamento normal do local e comprometem todo o processamento do som.

Como se preparar para esse exame?

A única preparação indicada para o paciente que fará o exame de imitanciometria é manter os condutos auditivos totalmente limpos e evitar a exposição a ruídos muito altos e constantes por, no mínimo, 14 horas antes do procedimento. Esse cuidado deve ser tomado principalmente por quem trabalha se expondo a ruídos constantes.

No entanto, cabe ao especialista explicar sobre o procedimento, as condições que porventura possam gerar desconforto, a duração do processo e qualquer problema após a realização desse exame.

Quanto custa uma imitanciometria e onde ela pode ser feita?

Geralmente, a imitanciometria é encontrada em uma faixa que varia entre R$ 40 e R$ 100. Por não ser uma avaliação tão complexa e ter grande demanda no mercado, pode ser realizada facilmente em clínicas e laboratórios conveniados ou pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Se for feita pela rede pública, deverá ser previamente agendada e poderá levar um tempo para ser feita. Além disso, nem todos os municípios oferecem o diagnóstico por esse meio, o que obriga o paciente a procurar na cidade mais próxima.

No entanto, se o caso exigir certa urgência é interessante arcar com os custos do exame nas clínicas privadas ou conveniadas, a fim de evitar a complicação do problema e diminuição da qualidade de vida.

A imitanciometria é um exame  muito importante para a conservação da audição, uma das partes fundamentais do organismo humano. Afinal, sem ela, não conseguiríamos escutar som algum, alterando totalmente nosso modo e qualidade de vida. No entanto, existem situações que demandam esse exame para identificar doenças, condições clínicas severas no ouvido e outras que necessitam de intervenção.

Portanto, procure visitar um médico otorrinolaringologista regularmente para manter a saúde da região auditiva sempre em dia e garantir o bom funcionamento dos ouvidos, combinado? Seu bem-estar agradece!

E aí, gostou de conhecer as principais informações sobre a imitanciometria? Quer mais novidades sobre saúde e bem-estar? Então, assine a nossa newsletter e receba todas as nossas atualizações em sua caixa de entrada!