Autor - AeR Audiologia

10 perigosas doenças que causam surdez!

A perda da audição pode comprometer a qualidade de vida, trazendo constrangimento, sensação de impotência e tristeza. Muitas pessoas, principalmente os idosos, deixam de conviver socialmente, desenvolvendo, até mesmo, um quadro de depressão.

No entanto, o que muitas pessoas não sabem é que essa condição pode ser evitada. Descubra, portanto, quais são as principais doenças que causam surdez e como preveni-la com alguns cuidados diários bem simples!

Entenda a surdez

A surdez pode ter uma infinidade de causas. Por exemplo, a pessoa já pode nascer com a deficiência — que recebe o nome de surdez congênita. No entanto, essa condição também pode ser adquirida ao longo da vida, seja por falta de cuidados, predisposição genética, acidente ou doença.

Há casos em que a perda auditiva é ocasionada por excesso de cera, determinadas infecções, rompimento do tímpano e até pela introdução de algum objeto. Nesses casos, ela recebe o nome de surdez por condução e pode ser possível recuperá-la por meio de um tratamento medicamentoso ou cirúrgico.

Já quando ela é resultado do agravamento de uma doença, como a toxoplasmose, a sífilis ou o sarampo, é chamada de surdez de percepção ou neurossensorial. Nessas condições, forma-se uma lesão nas células responsáveis por levarem o som até o cérebro. Por isso, raramente é possível reverter o quadro.

Por fim, a perda auditiva também pode se dar por consequência da idade — é a chamada surdez presbiacusia. No entanto, apesar de ocorrer em função do desgaste natural do corpo, pode ser uma condição evitável, ou seja, é possível retardar o processo se a pessoa, ao longo dos anos, tiver adotado bons hábitos.

Entre os principais cuidados auditivos, estão:

  • evitar ruídos muito altos. Se não for possível, utilizar tampões;
  • realizar um pré-natal adequado para evitar problemas de surdez no bebê;
  • tomar todas as vacinas do calendário nacional para evitar doenças que possam desencadear tal condição;
  • jamais administrar remédios sem prescrição médica.

Confira 10 doenças que causam surdez

O conhecimento sobre as principais doenças que podem causar a perda auditiva também faz parte da prevenção. Veja quais são elas.

1. Rubéola

Não é à toa que toda gestante deve ser vacinada contra a rubéola. Ela é a principal causa de deficiência auditiva em bebês durante o pré-natal. Geralmente, ela é transmitida pelo ar e é repassada para o feto por meio da placenta. Nesse caso, mais de 50% dos bebês nascem com deficiência auditiva. Além disso, a criança ainda corre o risco de desenvolver problemas cardíacos, neurológicos e até visuais.

Normalmente, os primeiros sintomas são febre, coriza e conjuntivite. Por isso, nesse estágio inicial, ela pode ser facilmente confundida com outras doenças, como o sarampo. No entanto, logo depois surgem manchas avermelhadas pelo corpo.

2. Toxoplasmose

Outra doença capaz de ser transmitida para o feto por meio da placenta é a toxoplasmose. Nesse caso, ela pode causar sérias complicações ao bebê, principalmente nos três primeiros meses de gestação. A perda auditiva está entre essas consequências — além de problemas neurológicos e de visão. Dor muscular, febre e dor de cabeça estão entre os principais sintomas. Por isso, pode ser facilmente confundida com uma gripe.

3. Sarampo

O sarampo é caracterizado por febre alta, coriza, conjuntivite e manchas vermelhas no corpo. No entanto, também pode provocar deficiência auditiva e problemas de visão. A doença, que é mais comum no inverno, é extremamente contagiosa. Por isso, é importante tomar a vacina como forma de prevenção.

4. Sífilis

O principal sintoma da sífilis é uma pequena ferida que não dói, não coça e não arde. Esse tipo de infecção também pode ocasionar a perda da audição. Além disso, pode ser transmitida para o feto logo no início da gestação. No entanto, quanto mais cedo for detectada, mais chances terá de evitar sérias complicações.

5. Herpes

Considerada uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns, a herpes é facilmente reconhecida por suas feridinhas em diferentes partes do corpo. No caso das gestantes, a transmissão do vírus para o bebê pode acontecer no momento do parto normal e causar sérias complicações, como a perda auditiva — pode, inclusive, levar à morte.

6. Diabetes

Além de todas as complicações já conhecidas da doença, como cegueira, problemas nos rins e complicações cardiovasculares, quem tem diabetes ainda tem mais chances de perder a audição — em comparação com pessoas saudáveis. A explicação pode estar nos altos níveis de açúcar no sangue, que danificam os vasos sanguíneos da região dos ouvidos e causam surdez.

7. Pressão alta

A pressão é considerada alta quando está acima ou igual a 14 por 9. Ela pode se elevar por vários motivos. No entanto, a explicação está na contração dos vasos por onde circula o sangue. Além de ser uma doença silenciosa e extremamente perigosa, já que pode causar, por exemplo, AVC e insuficiência cardíaca, a ciência já comprovou que ela também é capaz de agir como fator de aceleração da degeneração do aparelho auditivo.

8. Meningite

A meningite é caracterizada pela inflamação das membranas que cobrem o cérebro e outros órgãos do Sistema Nervoso Central. Sua causa pode ser bacteriana, viral ou fúngica. O tipo de doença causado pela bactéria meningococo é considerado o mais grave. Dor de cabeça intensa, cansaço, abatimento e vômitos são alguns dos principais sintomas. No entanto, uma das complicações mais frequentes é a deficiência auditiva em ambos os ouvidos, principalmente em crianças.

9. Caxumba

A doença, que é viral, atinge as glândulas salivares, provocando um inchaço no local. Entre as principais complicações, estão: inflamação dos testículos ou ovários, infecção do pâncreas, meningite e, com frequência, deficiência auditiva.

10. Síndrome de Usher

A doença, de origem genética, é considerada a principal causa da surdez combinada com a cegueira. Nesse caso, a perda da audição acontece de forma gradual e é resultado de uma mutação genética que afeta as células nervosas da cóclea, que fica no ouvido interno. É possível chegar a um diagnóstico apenas com uma avaliação clínica de um médico.

Agora que você já sabe quais são as principais doenças que causam surdez, fica mais fácil adotar hábitos de prevenção, certo? Mantenha sua saúde sempre em dia com hábitos saudáveis. Faça consultas e exames periódicos e procure atendimento quando surgir qualquer sintoma.

Este artigo foi útil para você? Então, para ajudar outras pessoas, compartilhe-o em suas redes sociais!

9 cuidados com a saúde auditiva que você não pode deixar de ter!

Existem alguns cuidados que ninguém abre mão, como manter os dentes sempre bem limpinhos, comer alimentos saudáveis e hidratar a pele. Mas e os ouvidos, o que você costuma fazer por eles? Saiba que existem, sim, diversos cuidados para manter a saúde auditiva sempre em dia. Para ajudá-lo, listamos 8 hábitos que são indispensáveis para evitar complicações a longo prazo. Confira!

A importância da saúde auditiva

É claro que, em alguns casos, existe predisposição genética ou problemas decorrentes da gestação que podem afetar a saúde auditiva. No entanto, a exposição prolongada a ruídos muito altos e outros hábitos inadequados também estão entre os principais fatores que contribuem para a perda da audição.

A deficiência auditiva, em especial, é um dos problemas que causa mais impacto no processo da comunicação, limitando uma pessoa a realizar diversas atividades não só sociais, mas do cotidiano. Por isso, quanto mais cedo os cuidados forem iniciados, mais chances de evitar problemas e chegar na terceira idade  quando a perda auditiva se torna mais comum em função do desgaste natural do corpo  com a saúde em dia.

Como cuidar da saúde auditiva

Os hábitos que envolvem a saúde auditiva são mais simples do que você imagina. No entanto, eles devem ser diários. Listamos os 8 principais para você começar a colocar em prática desde já.

1. Monitore o volume dos sons

Fique sempre atento ao volume da televisão e aos aparelhos de som na sua casa. A recomendação é não acostumar o ouvido com barulhos excessivos. O mesmo vale para o som alto no carro. Se tiver dúvidas quanto a situação ideal, deixe o volume do aparelho na metade.

2. Faça a limpeza correta dos ouvidos

Há algum tempo os médicos vêm alertando quanto aos riscos da utilização de hastes de algodão na limpeza diária. Além de empurrar a cera para dentro, o que já é ruim, há a possibilidade de se atingir a parte interna do órgão, causando perda auditiva. Portanto, o correto é limpar apenas até onde o seu dedo alcança, ou seja, na parte externa.

3. Evite usar fones de ouvido

Fones de ouvido potencializam ainda mais o som, então, é bom evitar o uso. Se isso não for possível, tente manter o volume médio. Para se ter uma ideia, 85 decibéis por 45 min é o máximo que o seu ouvido pode escutar sem que haja danos. Uma boa maneira de saber se o volume está adequado é verificar se você consegue conversar com alguém mesmo ouvindo música.

Além disso, prefira os modelos que são usados do lado de fora da orelha, pois são menos nocivos. Além disso, manter os fones sempre limpos e não compartilhá-los com outras pessoas também são medidas importantes para evitar contaminações.

4. Carregue protetores auriculares com você

A orientação é clara, evite se expor a ruídos excessivos, mesmo que seja em um ambiente aberto. Caso contrário, minimize o tempo de exposição ou use protetores auriculares. Pode parecer exagero, mas essa é uma medida importante.

Em alguns momentos, pode ser difícil se manter longe de ambientes com sons muito altos. Por exemplo, quem normalmente está exposto a barulhos como de shows musicais e aeronaves não deve abrir mão desse acessório. Além disso, quanto maior a intensidade do som, menor deve ser o tempo em contato com o barulho. Até mesmo uma exposição esporádica é capaz de matar a célula auditiva.

5. Realize os tratamentos adequadamente

Tratamentos para infecções, como otites e gripes, devem ser realizados corretamente, ou seja, até o final. Quando mal curadas, além de diversas outras complicações, podem levar a uma deficiência auditiva. No entanto, é importante que todos os medicamentos sejam administrados conforme a orientação médica, já que alguns também podem ser prejudiciais aos ouvidos.

Algumas medidas para prevenir as infecções de ouvido são tomar as vacinas contra vírus e bactérias que causam infecções respiratórias, não permanecer muito tempo em ambientes fechados e com aglomeração de pessoas, bem como em locais com fumaça de cigarro, e evitar o contato com pessoas doentes.

6. Evite ficar muito tempo ao telefone

Sim, saiba que conversas longas ao celular também podem ser prejudiciais aos seus ouvidos. E não somente pelo volume e intensidade do som. Dessa vez, os problemas são os riscos que as ondas eletromagnéticas emitidas pelo aparelho podem causar à saúde.

7. Realize consultas periódicas

É indispensável que todas as pessoas realizem consultas periódicas em um especialista. No entanto, em caso de histórico de perda auditiva na família, essa visita se torna ainda mais importante. As avaliações devem ser, no mínimo, anuais.

8. Mantenha hábitos saudáveis

Alimente-se de forma saudável, de 4 a 6 vezes ao dia, e evite o excesso de cafeína e alimentos muito doces ou muito salgados, além do álcool e do tabaco. Outra dica é tomar bastante água durante o dia, pois isso ajuda a eliminar as toxinas e melhora o funcionamento do organismo. Além, é claro, da prática de exercícios físicos periodicamente, que auxiliam o metabolismo e favorecem a circulação.

9. Tenha momentos de silêncio

Por fim, possibilite aos seus ouvidos períodos de descanso. Isto é, sempre que possível, vá para um lugar silencioso. O ideal é que esses “repousos” sonoros sejam feitos de uma a duas vezes ao dia. Saiba que esses tipos de lesões ocorrem de maneira lenta, gradual e, muitas vezes, podem ser irreversíveis. Por isso, ao menor sinal de problema, procure um médico otorrinolaringologista para realizar uma avaliação da função auditiva.

Dificuldades para conversar ao telefone, aumentar o volume da TV e pedir para que as pessoas repitam o que acabaram de falar são sinais de que sua saúde auditiva está em risco. Além disso, sensação de ouvido tampado, chiado, zumbidos, apito ou dores também são sinais de estimulação excessiva.

Atualmente, existem diversos tratamentos que podem ser feitos por meio de medicamentos, procedimentos cirúrgicos ou até mesmo pelo uso de aparelhos auditivos. Todos eles, se realizados de maneira adequada, são capazes de melhorar significativamente a audição, possibilitando uma comunicação mais efetiva e, consequentemente, promovendo a qualidade de vida.

Agora que você já sabe tudo sobre saúde auditiva, que tal compartilhar este artigo nas suas redes sociais? Assim, você permite que mais pessoas tenham acesso à informação e possam prevenir problemas futuros.

Conhece as causas do zumbido no ouvido? Descubra 7 delas agora!

Muitas pessoas já sentiram algum zumbido nos ouvidos, por exemplo, depois de um show, quando se deita após um dia cansativo ou quando se levanta de repente. Se ele ocorre esporadicamente nessas situações, pode até ser considerado normal. Já se for persistente, ou não tem razão aparente, é um sintoma que pode ser a expressão de alguma doença. Você sabe quais são as causas do zumbido no ouvido?

“Zumbido” é definido como qualquer ruído que é ouvido na ausência de um estímulo sonoro no ambiente. Ele pode se manifestar como cliques, estalos, chiados ou ser percebido como o ruído de um mosquito próximo ao ouvido.

Neste artigo, falaremos sobre 7 causas do zumbido no ouvido e quando suspeitar deles. Lembre-se que, para uma avaliação mais acurada, visitar um médico especialista ou um fonoaudiólogo pode ser de grande ajuda. Vamos lá?

1. Excesso de barulho

A causa mais comum de zumbido no ouvido é o excesso de barulho. Quem nunca ficou com o sintoma após uma noite na balada ou em algum show? É importante, no entanto, observar se o sintoma é passageiro: em um ou dois dias, espera-se que o zumbido no ouvido devido ao excesso de barulho já passe.

2. Envelhecimento

Popularmente, há uma conexão muito clara entre o zumbido no ouvido e o envelhecimento. Algumas pessoas acham, inclusive, que é comum pessoas idosas apresentarem o sintoma. Mas a relação não é tão simples quanto aparenta e não é normal que o zumbido esteja presente constantemente.

O que acontece é que o zumbido pode ser a primeira manifestação da diminuição na acuidade auditiva. Como essa perda geralmente ocorre na terceira idade, é comum que seu primeiro sintoma seja o zumbido. É importante ficar atento à progressão da intensidade do sintoma e procurar um médico para estabelecer o diagnóstico.

3. Uso excessivo de medicamentos

Essa é outra causa que tende a acometer mais pacientes na terceira idade, que frequentemente fazem uso de vários remédios. Alguns antibióticos, antidepressivos, diuréticos e drogas utilizadas para o câncer podem ser responsáveis pelo zumbido no ouvido. Atente para a prescrição médica e leia a bula para saber se o sintoma é devido ao uso de medicamentos.

4. Acúmulo de cera

A cera é fundamental na saúde do nosso ouvido. Ela protege a mucosa auditiva e o tímpano, prevenindo contra infecções e objetos estranhos que possam se alocar no órgão. Quando ela está em excesso, no entanto, pode ser uma das causas do zumbido no ouvido.

Caso o canal auditivo seja obstruído pelo acúmulo de cera, toda a função da audição pode estar prejudicada. Daí surge o zumbido. Nesse caso, ele também estará acompanhado de dor, perda da audição, coceiras e episódios de tontura.

5. Lesões no ouvido

Qualquer lesão localizada no ouvido pode gerar o zumbido como um de seus sintomas. Objetos inseridos no canal auditivo, produtos químicos e exposição ao calor são algumas das causas de lesões e a mais comum delas é a perfuração timpânica.

Inflamações ou infecções na área também podem causar zumbidos, mas por outra razão. Ocorre, nesse caso, rigidez dos ossículos do ouvido médio, prejudicando a diferenciação de estímulos sonoros. Como os zumbidos geralmente se intensificam no silêncio, a diminuição da acuidade auditiva os amplifica.

No caso de qualquer lesão no ouvido, o zumbido geralmente estará acompanhado de sintomas típicos. como dor repentina, sangramentos ou diminuição da audição. No caso de infecções ou inflamações, os sintomas que podem acompanhar são febre, dor localizada e mal-estar geral.

6. Problemas odontológicos

Embora possam parecer desconectados, problemas odontológicos causam zumbidos no ouvido. Isso ocorre porque a mandíbula está muito próxima à região do ouvido, principalmente na porção próxima à sua articulação.

Os sintomas que acompanham essa causa, é claro, estão relacionados aos dentes: dor, sensibilidade aumentada e infecções podem indicar precocemente algum problema na área. O zumbido causado por problemas odontológicos geralmente se manifesta com estalos ao abrir a boca. 

7. Doenças sistêmicas

As doenças sistêmicas são aquelas que acometem todo o corpo e não apenas o ouvido. Pacientes que sabidamente as possuem devem ter atenção redobrada com o zumbido no ouvido, pois ele pode significar avanço da doença ou alguma complicação. Confira, a seguir, algumas doenças sistêmicas que podem causar o zumbido no ouvido.

Diabetes

A diabetes é caracterizada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue e resistência à ação da insulina. Um dos danos é o acúmulo de sorbitol dentro dos neurônios, que prejudica sua função e gera a neuropatia diabética. Como o estímulo auditivo é levado para o cérebro através de nervos específicos, diabetes descompensada pode gerar o zumbido.

Doenças cardiovasculares

Entre as principais doenças cardiovasculares estão a hipertensão arterial e a insuficiência cardíaca. Essas doenças podem diminuir o aporte sanguíneo para as estruturas do ouvido, fazendo com que elas funcionem mal. O zumbido surge, portanto, como um sintoma de alerta de que a perfusão sanguínea não está adequada para o ouvido.

Depressão

A depressão está relacionada a alterações de neurotransmissores em nosso cérebro. Entre os sintomas que ela pode causar está o zumbido no ouvido, justamente pelas disfunções na comunicação neuronal. Entre os sintomas que o acompanham, nesse caso, estão o desânimo, a prostração e alterações no sono e no apetite.

Estresse

Estresse contínuo pode causar o zumbido no ouvido por um mecanismo que chamamos de multifatorial, quando estão envolvidas várias alterações que levam ao sintoma. Nesse caso, perceber o gatilho para o zumbido é fácil, devendo ele estar associado a picos de ansiedade ou irritação. Tonturas também podem estar associadas.

Como vimos, as causas do zumbido no ouvido são várias. Algumas delas podem ser simples e de resolução espontânea; outras indicam doenças mais sérias e necessitam de investigação. Se há a progressão da intensidade dos sintomas e a presença de comorbidades, é preciso ficar alerta. Na dúvida, o melhor a fazer é procurar um profissional para realizar o diagnóstico e prosseguir ao tratamento.

Gostou de saber as causas do zumbido no ouvido? Gostaria de saber mais sobre saúde auditiva e cuidados com aparelhos auditivos? Então siga-nos nas redes sociais! Estamos no Facebook e no YouTube.

Você sabe se está na hora de trocar de aparelho auditivo?

Será que já está na hora de trocar de aparelho auditivo? Essa é uma pergunta que atormenta os usuários porque muitos não sabem identificar essa questão.

Os aparelhos auditivos são de grande valia para as pessoas com esse tipo de deficiência, e isso não é segredo para ninguém. No entanto, a adaptação é um caminho longo e que exige paciência, pois os resultados aparecem devagar, de acordo com os ajustes que serão realizados pelo especialista.

Como qualquer outra ferramenta, o aparelho auditivo tem uma vida útil, que varia de acordo com vários fatores. É isso que vamos explicar para você neste post. Continue a leitura até o final e descubra se está na hora de trocar de aparelho auditivo!

Como escolher o aparelho auditivo?

Depois que o tempo de vida útil do aparelho auditivo excede, ele não proporciona mais os benefícios de antes. Nesse momento, é hora de optar por um novo, a fim de atender às necessidades do paciente. Estética, recursos e conforto são fatores que precisam ser levados em consideração no momento da escolha.

Geralmente o profissional sugere a troca do aparelho quando há uma evolução na tecnologia e as melhorias atendem às necessidades do paciente.

O paciente pode apresentar um agravamento  de audição, por exemplo, sendo preciso utilizar um aparelho mais potente. No entanto, isso pode gerar um incômodo por diversas razões — a principal delas é a estética. Nesses casos, é oferecida a troca para aparelhos potentes e ainda discretos e que atendam às necessidades do paciente.

Como superar as fases de adaptação?

Em todos os acompanhamentos são dadas orientações tanto para o usuário quanto para a família. Uma das orientações mais básicas é a necessidade de usar o aparelho auditivo por pelo menos 8 horas ao dia para a estimulação central. Além disso, também são repassadas algumas estratégias em casa para favorecer o entendimento sobre o assunto. São dicas simples, que fazem toda a diferença no dia a dia.

A adaptação varia de pessoa para pessoa e do nível de processamento de cada um, mas geralmente leva de 6 meses a um ano.

Para superar essa fase de adaptação é preciso que o paciente siga à risca todas as instruções repassadas pelo fonoaudiólogo, desde os exercícios em casa até o comparecimento a todas as consultas. Dessa forma, a adaptação se torna mais eficaz.

Por que trocar pode ser a melhor solução?

Todo ano são desenvolvidos produtos cada vez mais tecnológicos, que vão melhorar a adaptação e a qualidade de vida dos pacientes. Os aparelhos revolucionários de agora são ótimos exemplos disso, visto que não usam pilha.

Aos pacientes que viajam muito ou têm dificuldade em manusear uma pilha, é oferecido esse tipo de tecnologia, que permite que ele tire o aparelho do ouvido e coloque no carregador, tire do carregador e coloque no ouvido, aumentando a praticidade do processo.

Um paciente novo, que não conhece os dispositivos, é incapaz de diferenciar os recursos que existem em uma linha mais tecnológica porque ele nunca vivenciou isso. Sendo assim, o ideal é começar com uma plataforma que tem um custo mais baixo para que ele possa vivenciar tudo e, com o passar dos anos, oferecer plataformas com mais recursos — pois nesse momento ele já vai saber diferenciar as opções, entendendo as vantagens de cada uma.

Para as trocas, o profissional sempre pensa no benefício do paciente. Quando a pessoa já é usuária de aparelhos auditivos, ela sabe o custo-benefício do primeiro investimento, e quando ela tem a experiência de uma nova plataforma e entende todos os diferenciais, esse novo custo-benefício faz ainda mais sentido.

Qual é o momento certo para trocar de aparelho auditivo?

O momento certo para realizar a troca do aparelho auditivo varia de pessoa para pessoa. Sendo assim, não podemos dar um prazo exato para que a troca aconteça. No entanto, alguns sinais precisam ser observados:

  • quando o som parece ficar mais fraco;

  • quando o aparelho exige muitas manutenções em um curto espaço de tempo.

É importante salientar que a troca não vai acontecer porque o aparelho está danificado, pois apesar de parecer, esse não é um item delicado.

O objetivo do profissional é colocar todos os seus pacientes dentro de um perfil mais tecnológico, para que possam aproveitar melhor as experiências do dia a dia.

Muitos deles têm à sua disposição um banco de dados com todos os seus pacientes, e quando ocorre o lançamento de uma nova tecnologia, eles selecionam os pacientes que atendem com maior frequência ou os que demonstraram alguma dificuldade e chamam essas pessoas para uma apresentação formal da nova tecnologia na empresa.

Por que trocar pode ser a melhor solução para a qualidade de vida do usuário?

Com o aprimoramento da fabricação dos aparelhos auditivos, os pacientes têm muito mais chances de recuperar a oportunidade de realizar suas atividades rotineiras mais simples e que fazem muita falta por causa da perda de audição. O simples fato de poder assistir TV ou falar ao telefone já é uma grande vitória para os pacientes.

Além disso, por mais que a relação com seus familiares seja a mais tranquila possível, ninguém gosta de depender de terceiros para tomar conta da sua própria vida. No momento da troca do aparelho, a independência do paciente é recuperada e ele pode voltar a ter uma vida sem a ajuda de terceiros.

Não podemos esquecer de mencionar a questão financeira. Hoje, o mercado oferece diversos tipos de aparelhos auditivos, desde os mais simples até os mais sofisticados tecnologicamente. 

Por isso, a pessoa pode iniciar a sua adaptação com um aparelho mais barato e, depois, mudar para outro que ofereça mais recursos tecnológicos, que facilitarão ainda mais a rotina. Assim, também será possível avaliar qual aparelho é mais adequado para o paciente dentro das suas condições financeiras. 

Levando tudo isso em consideração, podemos perceber o quanto a troca do aparelho auditivo pode melhorar a qualidade de vida do usuário e proporcionar a ele uma experiência positiva em relação ao uso do aparelho.

Esses pontos que mencionamos são muito importantes na hora de identificar se está na hora de trocar de aparelho auditivo. No entanto, é válido ressaltar que comparecer às consultas com o fonoaudiólogo é essencial para garantir uma boa adaptação, seja com um aparelho de tecnologia inferior, seja com um aparelho mais moderno.

Agora que você já sabe mais sobre o assunto, entre em contato conosco e conheça as alternativas que oferecemos para melhorar a qualidade de vida das pessoas com problemas auditivos!

Descubra o que é meatoscopia e como ela é realizada!

Você já ouviu falar em meatoscopia? Esse é um exame específico sobre o qual a maioria das pessoas ainda não ouviu falar. O prefixo “meato” significa qualquer canal, enquanto o sufixo “oscopia” indica visualização. Na prática, portanto, é um exame que verifica algum canal.

O nome pode se referir a uma série de exames na área da saúde. Na urologia, por exemplo, ele se refere à visualização da uretra por aparelhos específicos. Quando falamos em saúde auditiva, no entanto, mencionamos o exame como a visualização de uma estrutura chamada meato acústico externo.

A orelha é dividida em três partes: externa, média e interna. A parte externa é a que fica em maior contato com o ambiente, tendo o papel de conduzir o estímulo auditivo. Sua visualização serve a vários propósitos, como avaliação do cerume e possibilidade de realização do teste auditivo.

Neste artigo, falaremos sobre os conceitos gerais da meatoscopia. Iniciaremos falando sobre as várias doenças auditivas que podem ser identificadas com o exame e, em seguida, sobre como ele ajuda a manter o desempenho e a aumentar a vida útil do aparelho auditivo. Está preparado? Vamos lá!

Como é realizada a meatoscopia?

O procedimento é simples e não requer nenhuma preparação prévia. O aparelho utilizado na meatoscopia é o otoscópio, composto por uma lente, uma fonte de luz e uma cânula. Ele facilita o afastamento das paredes do meato acústico externo e a visualização do tímpano e de outras estruturas.

O médico ou fonoaudiólogo que realizar o exame pode fazê-lo ambulatorialmente. Os cuidados para a realização são os mesmos de qualquer procedimento usual: as mãos devem ser lavadas cuidadosamente e, se possível, higienizadas com álcool. O uso de luvas evita a transmissão de micro-organismos e o contato com possíveis secreções.

O incômodo na realização do exame é mínimo. Principalmente em crianças, o otoscópio pode trazer certo desagrado, mas que é passageiro e não causa lesões. A visualização tende a demorar no máximo alguns minutos.

Quando pode ser realizado o exame?

A meatoscopia pode ser realizada de rotina nas consultas com qualquer profissional da saúde. Ela é mais comum em crianças pela alta prevalência de doenças no aparelho auditivo, mas também é realizada em adultos. As principais especialidades que fazem uso dela são a otorrinolaringologia e a fonoaudiologia.

Por ser um exame simples, pode ser realizado em ambulatório, sem necessidade de maior complexidade. Não necessita de anestesia nem qualquer outro produto químico. Devido à sua alta utilidade no diagnóstico e acompanhamento de pacientes, ele pode ser realizado toda vez que você for a um profissional de saúde.

Qual é a importância da meatoscopia?

A maioria das afecções otológicas cruza com alterações na meatoscopia. Isso ocorre porque, direta ou indiretamente, as alterações são visíveis durante o exame: infecções, por exemplo, podem apresentar abaulamento da membrana timpânica, vermelhidão e secreção. Traumas oculares podem cursar com perfuração da membrana timpânica e sangramentos.

Um dos usos mais populares da meatoscopia é quando ela é realizada anteriormente ao teste auditivo. Como esse teste busca mensurar a capacidade auditiva do paciente, é importante que o seu meato acústico externo esteja pérvio. Portanto, presença de corpos estranhos ou cera em excesso pode dificultar o exame e dar resultados falseados.

Muitas vezes, a meatoscopia pode auxiliar também no diagnóstico de uma possível perda auditiva. Complementarmente ao teste auditivo, ela identifica alterações que indicam causas específicas.

Uma das doenças que impactam negativamente a qualidade de vida dos pacientes, e está relacionada à saúde de aparelhos auditivos, é o cerume. Trata-se do nome dado à cera que geralmente fica em nossos ouvidos, que pode causar obstruções. Além de causar prejuízo na audição, ele também é prejudicial a aparelhos auditivos e pode impactar seu funcionamento.

Qual é a influência nos aparelhos auditivos?

Os aparelhos auditivos configuram, atualmente, uma revolução na medicina. Eles têm a capacidade de reverter alguns quadros de surdez e trazer a qualidade de vida dos pacientes. Um de seus objetivos principais é trazer a capacidade funcional de indivíduos com problemas auditivos.

A saúde dos aparelhos auditivos, no entanto, necessita de alguns cuidados. A manutenção deve ser frequente e o paciente que os utiliza deve estar disposto a frequentar consultas de rotina.

Por se tratar de dispositivos eletrônicos, os aparelhos auditivos necessitam de cuidados semelhantes aos demais instrumentos. Eles não podem se submeter a calor excessivo e umidade constante, por exemplo.

Entre os principais defeitos que causam reclamação dos pacientes está o ruído de fundo do aparelho. Distorções no som e alterações no volume também podem ocorrer, dependendo do defeito que o acomete.

Por esses motivos, o acompanhamento estreito da saúde auditiva deve ser realizado com rotina nesses pacientes. Quem usa aparelhos auditivos está constantemente em risco de prejudicá-los: infecções, traumas e acúmulo de líquido podem ser facilmente identificados pela meatoscopia e corrigidos precocemente, evitando danos irreversíveis ao aparelho.

Para pacientes que já apresentam algum mau funcionamento do aparelho, a meatoscopia também pode auxiliar. Ela identifica possíveis falhas físicas do aparelho, como quebras e trinados, que podem interferir no seu funcionamento. Se a meatoscopia não evidenciar nenhuma alteração, deve-se prosseguir a uma investigação posterior.

A meatoscopia é um exame de fácil realização, barato e de grande utilidade diagnóstica e propedêutica. Ele pode ser útil na averiguação da maioria das doenças do ouvido, assim como na avaliação de aparelhos auditivos. Pacientes que fazem uso desses dispositivos estão em especial indicação para a realização do exame.

Devido à sua relativa simplicidade, a meatoscopia não exige cuidados prévios e tem geralmente uma boa tolerabilidade. Ela não deixa sequelas, não é dolorosa nem invasiva. Em condições normais, o exame não ultrapassa mais de alguns minutos.

Se você faz uso de algum aparelho auditivo ou observa sintomas no seu ouvido, não demore a solicitar sua meatoscopia. Ela pode identificar doenças subjacentes e manter a saúde de seu dispositivo sempre em alta.

Ficou interessado na meatoscopia ou em alguma outra consulta ou exame? Entre em contato conosco! Somos especializados em reabilitação auditiva por meio da adaptação de aparelhos auditivos de alta tecnologia. Será um prazer atender você!

Do analógico ao digital: a evolução dos aparelhos auditivos

A evolução dos aparelhos auditivos propiciou melhoria acústica e qualidade de vida para os indivíduos com diagnóstico dos diversos tipos de surdez. Isso aconteceu em decorrência das inovações tecnológicas que foram incorporadas a esses dispositivos.

Esse fato é evidente, pois atualmente apenas os aparelhos digitais são comercializados, uma vez que os modelos analógicos perderam sua eficácia e foram gradativamente substituídos por versões inovadoras.

Além disso, os recursos tecnológicos trouxeram benefícios para esses dispositivos que vão além da segurança e qualidade acústica, como evidenciado nos aparelhos com chip que auxiliam no processamento do som.

Quer entender mais sobre a evolução dos aparelhos auditivos? Então, não perca as informações que daremos neste post!

A ineficácia do aparelho auricular analógico

Antigamente, os pacientes com surdez necessitavam de ajustes periódicos do aparelho analógico feitos pelos profissionais clínicos, pois esses dispositivos não eram programados por softwares específicos.

Sendo assim, muitos indivíduos se queixavam da inconstância na qualidade do som e desistiam de usar os aparelhos, além de relatarem desconforto quando posicionados no pavilhão auditivo.

Essa situação era consequência dos recursos limitados e do pouco conhecimento científico a respeito do processamento do som, condições que dificultavam a elaboração de terapias mais eficazes.

Com o passar dos anos e com mais estudos sobre a fisiologia do som, foi possível desenhar artefatos mais condizentes com o sinal acústico e desenvolver produtos direcionados a essa finalidade.

Devido a isso, os aparelhos analógicos foram substituídos pelos dispositivos digitais que agregavam mais segurança e sensibilidade para o processamento de informações sonoras durante os diálogos.

A tecnologia na evolução dos aparelhos auditivos

Aparelho auditivo de carbono

Visando à segurança e ao conforto do paciente com déficit auditivo, e considerando o advento tecnológico em todos os âmbitos, foram surgindo aparelhos com funcionalidades diversas e melhoria na condição acústica.

Isso pode ser evidenciado desde os primeiros aparelhos feitos com carbono que foram lançados no mercado concomitante à invenção do microfone e do telefone feitos do mesmo material.

Assim, os aparelhos feitos de carbono eram fabricados com até quatro microfones, porém a transformação acústica era lenta e ineficiente, com muitos pacientes relatando dificuldades na utilização.

Além disso, produziam sons com muitos ruídos, o que causava irritabilidade nos indivíduos que utilizavam esses aparelhos e falhas na comunicação com o ouvinte, acarretando má adesão ao dispositivo.

Aparelho auditivo a vácuo

Devido à inefetividade dos aparelhos de carbono, novas possibilidades foram surgindo até a inserção dos tubos a vácuo. Nesse caso, um pequeno tubo de vácuo era utilização para amplificar o som dos aparelhos de carbono.

A vantagem desses novos dispositivos foi o reduzido tamanho do dispositivo, fato que agradou aos pacientes que sentiam vergonha de mostrar os aparelhos inseridos na orelha. Todavia, o uso de duas baterias para alimentar os tubos de vácuo foi a questão desmotivadora, pois o período de utilização era muito pequeno.

Assim, era preciso recarregar periodicamente as baterias internas, o que desagradava àqueles que perdiam a comunicação em eventos importantes, atrapalhando inclusive nas questões profissionais.

Ainda foram modificados esses problemas, com a inserção de baterias internas e únicas, além da redução do tamanho do dispositivo, fato que incomodava significativamente os pacientes. Diante de outras adversidades, esse modelo foi caindo em desuso.

Aparelho retroauricular

Uma das maiores evoluções dos aparelhos auditivos veio com a chegada do tipo retroauricular, no qual era possível fazer a amplificação bianual, benefício que foi melhorado nesses dispositivos que já continham os transistores.

Além disso, a versão em miniatura dessa tecnologia também facilitava a comunicação dos pacientes diagnosticados com perda auditiva severa, possibilitando a melhoria da qualidade de vida desses indivíduos.

Atualmente, a versão desse dispositivo apresenta microchips e microprocessadores, reduzindo o tamanho do dispositivo e facilitando a colocação por pessoa de qualquer faixa etária.

Neste momento, pode-se inferir que a revolução tecnológica gerou um grande impacto por ter reduzido significativamente o tamanho dos dispositivos e aumentado a eficiência sonora, agregando mais qualidade a esses aparelhos.

Aparelho auditivo híbrido

A substituição do tubo de vácuo pelo transistor foi a principal modificação dos fabricantes para avançarem na melhoria do processamento sonoro, uma vez que a drenagem da corrente foi reduzida para 1/3.

Sendo assim, os dispositivos híbridos, que acoplavam o transistor e os tubos a vácuo, tiveram aceitação melhor, tanto pela comunidade científica quanto pelos indivíduos que dependiam dessa tecnologia.

Contudo, essa categoria de aparelhos auditivos permaneceu até meados da década de 1980, quando os dispositivos retroauriculares vieram como uma revolução para o tratamento da perda auditiva.

Aparelho digital

Até a década de 1980 ainda era predominante o uso dos aparelhos analógicos. Sendo assim, o primeiro aparelho digital surgiu em 1987, e desde então vendo sendo aprimorado com diversas funcionalidades e inovações. Hoje em dia, a tecnologia desses aparelhos permite a redução do ruído digital, além da inserção de microfones combinados com multicanais que aperfeiçoam o processamento.

Dessa forma, as partes dos aparelhos mais modernos incluem o microfone que capta os sons do ambiente e os processam em chips internos. Em seguida, a informação sonora é aumentada pelo amplificador e posteriormente transmitida para o receptor.

Além dos componentes básicos, os aparelhos digitais são indicados conforme as condições clínicas específicas, tais como o microcanal (CIC), o intracanal (ITC), o intra-auricular (ITE), o retroauricular(BTE) e o receptor no canal (RIC).

Outro ponto relevante na evolução dos aparelhos auditivos é o maior número de empresas que prestam assistência técnica e comercializam diversas marcas e produtos, o que facilita a rotina de quem necessita de um aparelho. Essa inovação gerou autonomia dos pacientes que necessitavam dessas ferramentas auriculares.

Assim, ao adquirir um aparelho auditivo, o paciente terá um produto de qualidade referenciada e poderá tirar dúvidas com os atendentes ou com os profissionais clínicos que o assistem para garantir a sua utilização correta.

A evolução dos aparelhos auditivos possibilitou melhorias na comunicação de pacientes com perda auditiva leve a severa, que apresentam condições socioeconômicas variadas e esperam mudança na qualidade acústica. Além disso, as mudanças estruturais e de processamento da informação sonora surgiram concomitantes à evolução tecnológica em geral.

E você, o que espera de um aparelho auditivo digital? Quer conhecer os diferentes modelos? Então, entre em contato conosco e escolha o ideal para você!

Como saber quando contratar um cuidador de idosos?

O tempo passa voando e a idade vai chegando — quando menos esperamos — para avós, pais, sogros, tios e gerações mais antigas da nossa família. Eles, que antes eram ativos e independentes, precisam cada vez mais de ajuda e companhia. A saúde também começa a preocupar e se torna necessário ter mais tempo e dedicação.

A rotina atribulada — que envolve casa, trabalho e filhos — muitas vezes impede que os parentes consigam estar tão presentes quanto gostariam. Assim, muitas pessoas se questionam sobre quando contratar um cuidador de idosos.

Para ajudá-lo a identificar o momento certo, listamos os principais indicativos de que a hora chegou. Confira!

Sinais de que está na hora de contratar um cuidador de idosos

Se colocá-lo em uma casa de repouso não é uma alternativa, a melhor opção é contratar um cuidador de idoso. O profissional treinado e capacitado poderá, além de fazer companhia, assumir todos os cuidados, como banho, alimentação, medicação, banhos de sol e mobilidade. A seguir, confira os sinais que indicam que chegou a hora de contratar um cuidador.

Dificuldade de mobilidade

Quando uma pessoa começa a ter dificuldades, por exemplo, para levantar da cama, preparar as refeições, descer ou subir alguns degraus de escadas, é fundamental ter uma pessoa para prestar auxílio. Essas dificuldades podem ser decorrentes de alguma doença ou então de limitações do corpo provenientes da idade avançada.

Problemas com higiene pessoal

Quando um idoso começar, por exemplo, a utilizar fralda, a presença de um cuidador se tornará indispensável. Dessa forma, é possível garantir que a higiene diária, que inclui banhos e curativos indispensável para manter a saúde e evitar infecções, seja realizada por pessoas especializadas.

Dependência do familiar para tarefas simples

Muitas vezes, o idoso consegue fazer todas as atividades cotidianas dentro de casa, como se alimentar, tomar banho e se vestir. No entanto, é preciso estar atento também às tarefas do dia a dia fora de casa.

Muitos idosos passam a ter medo de atravessar a rua sozinhos e a apresentar dificuldades para fazer compras — e, nesse caso, uma simples ida ao supermercado já necessita de auxílio. É importante também estar atento aos esquecimentos e à perda auditiva, os quais podem comprometer o retorno para casa com segurança.

Segurança

Em caso de emergência, como um mal-estar, nada melhor do que contar com o apoio de uma pessoa capacitada para acionar a emergência médica e entrar em contato com os familiares, certo?

Um cuidador representa um grande apoio para as urgências. Além de ser treinado para tais situações, tem controle emocional e prático — e por isso sabe como agir e o que fazer. Assim, pode proporcionar uma sensação de segurança e tranquilidade não só para o idoso, mas para todos os familiares.

Necessidade de companhia

É comum que pessoas com idade mais avançada — principalmente quando perdem o companheiro, os filhos saem de casa ou se aposentam do trabalho — comecem a se sentir sozinhas. O risco, nesses casos, é do desenvolvimento de doenças, como depressão, síndrome do pânico, ansiedade e até transtornos alimentares.

Por isso, os familiares precisam estar atentos à necessidade de se fazer mais presente ou contratar um profissional para fazer companhia. O cuidador, além de auxiliar as tarefas diárias, afasta o isolamento e a solidão, bem como melhora a sociabilidade e o humor.

Medicação com horário determinado

Na medida em que a idade avança, surgem também os problemas de saúde. Tanto as complicações mais leves quanto as mais graves necessitam do uso frequente de medicações. Para que seja eficiente, todo remédio deve ser administrado corretamente. Deixar essa tarefa sob a responsabilidade de um cuidador é a garantia de que a medicação será tomada no horário certo e na quantidade correta.

Necessidades pontuais

Mesmo que o idoso seja independente física e mentalmente — e tenha uma vida bastante ativa —, contar com o apoio de um cuidador em determinados momentos pode evitar a sobrecarga de tarefas para familiares.

A companhia é essencial em algumas situações, como pós-operatório, longos trajetos, tratamentos com medicamentos mais fortes que possam afetar o desempenho físico e mental, perdas e abalos emocionais.

Cuidados ao contratar um cuidador

Antes de contratar um cuidador de idoso, é importante tomar alguns cuidados para se certificar de que se trata de um profissional realmente sério, capacitado e preparado. Para auxiliá-lo, listamos algumas dicas:

  • busque referências com antigos e atuais pacientes, assim como informações na internet;
  • exija o certificado específico para cuidador de idosos;
  • se for uma empresa, consulte o histórico e a credibilidade perante o mercado;
  • verifique a capacitação do profissional, como a realização de graduação em enfermagem, cursos e treinamentos psicológicos;
  • pergunte sobre certas habilidades, como banho, curativo, alimentação, medicação, auxílio na locomoção etc.;
  • esteja atento ao perfil. Para cuidar de idosos, é fundamental que o profissional seja dedicado, gentil e pontual;
  • conheça a legislação, pois a melhor forma de garantir uma boa contratação é conhecer todos os direitos e deveres do empregador e do empregado.

Além disso, antes da contratação, é fundamental conversar com o idoso e trabalhar o processo de aceitação. É importante mostrar a ele qual é o papel do cuidador — em vez de simplesmente impor sua presença.

Muitas vezes, a contratação de um cuidador pode ser um assunto delicado, um sinal para o idoso de que ele deixou de ser capaz de viver sozinho e desempenhar atividades simples do cotidiano. Portanto, nesse momento, a dica é garantir muito diálogo e compreensão.

Garantias para a vida do idoso

O auxílio de um cuidador pode ser a melhor opção diante da impossibilidade dos familiares de estarem presentes 24 horas por dia. Além da capacitação, do conhecimento teórico e prático e da habilidade técnica para desempenhar determinadas atividades, a companhia do profissional pode fazer com que o idoso se sinta mais acolhido e amparado.

Mesmo assim, é importante lembrar que a visita constante de familiares é indispensável e insubstituível para as pessoas em idade mais avançada. Dessa forma, com todas as necessidades básicas atendidas e um bom suporte emocional, é possível oferecer qualidade de vida ao idoso.

Agora que você já sabe quando contratar um cuidador de idosos, que tal continuar aprendendo? Confira também o nosso artigo sobre os principais sintomas da perda auditiva.

Conheça 8 mitos e verdades sobre a audição

Com tanta informação circulando por aí, fica muito difícil diferenciar os mitos e verdades sobre a audição, não é mesmo? Por esse motivo, é sempre importante sanar suas dúvidas em fontes confiáveis para não correr o risco de se desesperar desnecessariamente.

É bem verdade que quem sofre com a perda de audição tem inúmeras dúvidas e que, muitas delas, causam insegurança e fazem com que o paciente fique resistente ao uso do aparelho auditivo. Sendo assim, é preciso buscar informações seguras e concretas para ajudar a quebrar essas objeções e mostrar que é possível ter qualidade de vida mesmo com essa condição.

Pensando em ajudá-lo a esclarecer, de uma vez por todas, quais são os mitos e verdades sobre a audição, listamos neste artigo os principais deles. Confira a seguir!

1. Perda auditiva não tem solução

Não permita que alguém diga isso ao portador de deficiência auditiva, pois, além de não ser verdade, existe uma grande probabilidade de deixar o paciente desmotivado e triste. Atualmente, os aparelhos auditivos têm contribuído muito para que a pessoa com deficiência auditiva possa ter uma vida normal, sem depender de terceiros para realizar suas atividades diárias.

Nesse sentido, podemos afirmar que a perda auditiva tem, sim, solução. No entanto, é preciso procurar ajuda de um especialista para que ele possa orientar sobre o tratamento mais adequado para cada caso.

2. É melhor esperar o máximo de tempo possível para colocar o aparelho para não deixar o ouvido “preguiçoso”

Mito! Por favor, não caia nessa cilada! Não existe essa história de ouvido “preguiçoso”. Após identificada a perda de audição, o paciente deve procurar um fonoaudiólogo imediatamente para não agravar o seu quadro clínico.

Quanto mais tempo a pessoa esperar para ir ao especialista, maiores serão os danos causados à função cerebral. E, aí sim, o processo de reabilitação se tornará mais complexo, pois será necessário reacostumar o cérebro a identificar os sons. Quando a ajuda é procurada logo no início dos sintomas, o paciente tem a chance de não perder sua qualidade de vida e independência.

3. A melhor forma de se comunicar com uma pessoa com perda auditiva é gritar

Esse é um erro que as pessoas cometem até sem perceber. Quem sofre com a deficiência auditiva consegue fazer a leitura labial. Dessa forma, quando você grita para falar, o som se distorce e a leitura labial se torna ainda mais difícil. Sendo assim, tenha em mente que gritar não vai adiantar, apenas causará incômodo para o paciente.

Nesse momento, para se comunicar com a pessoa que sofre com a perda de audição é preciso falar em tom normal e articular muito bem os lábios, sempre olhando para o interlocutor.

4. Apenas idosos perdem a audição

Estima-se que, em todo o mundo, cerca de 32 milhões de crianças sofrem com a perda de audição. Esse fato faz com que você entenda que não são somente os idosos que podem desenvolver essa condição.

A perda de audição pode afetar pessoas de todas as idades, inclusive as crianças.

Sendo assim, sempre que notar que a criança, adolescente ou jovem está com dificuldades no rendimento escolar e apresenta os sintomas da perda de audição, como assistir TV com o volume muito alto e parecer desatencioso, é preciso levá-lo a um especialista para que os exames sejam feitos, a fim de se certificar de que tudo está bem.

5. Pessoas com dificuldade auditiva sempre terão dificuldades de falar ao telefone

Isso já foi verdade, mas há muito tempo! A tecnologia tem evoluído constantemente com o objetivo de proporcionar às pessoas com deficiência auditiva uma vida mais normal possível. Existem acessórios para aparelhos auditivos que melhoram a experiência do usuário.

No caso do telefone, a chamada é transmitida para os dois aparelhos auditivos simultaneamente, assim, a pessoa consegue compreender melhor o que é dito. Esse acessório também funciona com bluetooth, fazendo a conexão direta entre o aparelho auditivo e o celular, facilitando o entendimento.

6. A perda auditiva tem cura

Infelizmente, essa ainda não é uma realidade, principalmente se for diagnosticada qualquer lesão nas partes internas do sistema auditivo. Dessa maneira, o uso do aparelho auditivo é a melhor solução para diminuir os impactos causados pela perda auditiva.

É fundamental comparecer em todas as consultas com o fonoaudiólogo. Nesse momento, serão realizados ajustes no aparelho para eliminar os ruídos e outros entraves que podem prejudicar a boa experiência do usuário.

Sendo assim, é importante conversar com o paciente e explicar porque ele precisa colaborar com o tratamento, realizando todos os exercícios prescritos pelo fono.

7. Cera de ouvido em excesso pode deixar a pessoa surda

Já ouviu falar em rolha de cera? É um acúmulo de cera que impede o som de chegar ao tímpano, fazendo-o vibrar e causando, assim, um tipo de surdez. Mas, geralmente, esse não é o caso de fazer uso do aparelho auditivo. Nesse momento, o especialista removerá esse acúmulo de cerume e, depois desse procedimento, o paciente conseguirá ouvir melhor.

8. Muitos casos de zumbido no ouvido podem estar relacionados à surdez

Sim, esse é um dos sinais de alerta da perda de audição. No entanto, não vale se desesperar, pois cada caso é um caso e somente um especialista está apto para diagnosticá-lo.

Se, porventura, o indivíduo estiver com algum problema de audição, o fono indicará o tratamento adequado e, se necessário, apontará qual aparelho auditivo é o ideal para determinada situação. Mas lembre-se de que, embora o diagnóstico seja algo difícil, é importante manter a motivação na certeza que a qualidade de vida não será perdida.

Conseguimos listar os principais mitos e verdades sobre a audição que você não podia deixar de conhecer. Isso porque, conforme mencionado no início, informações equivocadas podem trazer uma preocupação desnecessária para o paciente e, inclusive, para quem cuida dele.

Dessa forma, antes de acreditar em tudo o que dizem, dê uma boa pesquisada sobre o tema e, claro, pergunte ao especialista de sua confiança.

Vamos ajudar outras pessoas a quebrarem suas principais objeções e desmistificar as suas dúvidas sobre perda de audição? Então compartilhe este artigo nas suas redes sociais!

7 dicas práticas para melhorar o planejamento financeiro dos idosos

O planejamento financeiro dos idosos deve garantir tranquilidade para arcar com os custos diários e um valor extra para aproveitar os momentos com a família e os amigos. Todavia, muitos indivíduos enfrentam problemas para atingir esse equilíbrio.

As causas desse entrave são diversas e relacionam-se tanto com os custos como com a assistência médica e, até mesmo, com a ajuda financeira para os filhos, além dos gastos inesperados com a velhice, como a aquisição de aparelhos ou a realização de adaptações em casa.

Sendo assim, é essencial organizar as contas diárias, fazer um planejamento financeiro adequado, arcar com as dívidas e permitir pequenos prazeres após o equilíbrio desejado a fim de buscar satisfação na velhice.

Quer saber como fazer o planejamento financeiro dos idosos? Então, não perca as dicas que daremos a seguir!

1. Mantenha as contas organizadas para facilitar o pagamento

O primeiro passo para melhorar o planejamento financeiro é levantar todas as contas a pagar e organizá-las conforme a forma de quitação. Nesse sentido, é fundamental arquivá-las em um mesmo local, utilizando pastas plásticas e caixas organizadoras, ou digitalizá-las para salvar no computador.

Além disso, as contas devem ser mantidas agrupadas por tipo e data de vencimento, para, depois, serem avaliadas quanto à ordem de quitação, considerando os recursos financeiros existentes para essa finalidade.

Sendo assim, os boletos das operadoras de planos de saúde são os primeiros a serem quitados, seguidos pelas contas de água, luz, telefone, cartões de crédito, e assim sucessivamente.

Outra recomendação importante é guardar, em um local de fácil acesso, apenas as contas do ano corrente, e retirar os boletos do ano anterior para armazenamento em caixas identificadas.

2. Destine um valor mensal para custos com saúde

A terceira idade traz consigo algumas alterações fisiológicas que podem demandar a utilização de medicamentos, mesmo para aqueles que não sofrem com doenças crônicas, situação em que alguns idosos já destinam o orçamento para essa finalidade.

Para os idosos que sofrem com doenças crônicas, é fundamental fazer um levantamento fiel dos custos com medicamentos e artigos médicos e destinar uma reserva para situações de aumento de preço ou falta de remédios na rede pública.

Para aqueles indivíduos que têm boa saúde, é interessante manter recursos financeiros destinados à prática de exercícios físicos recomendados pelo médico e para a realização de exames médicos periódicos não cobertos pelos planos de saúde.

3. Diferencie a quitação das contas conforme importância

O planejamento financeiro dos idosos deve incluir a separação das faturas conforme a necessidade e a urgência no pagamento.

As contas importantes são aquelas que envolvem saúde, prestação de aluguel, acordos judiciais, e as de sobrevivência no lar, como água, luz, telefone, mensalidade do condomínio etc.

Em seguida, deve-se levantar os custos daquelas contas que não são essenciais, mas que também são importantes para a qualidade de vida. Nessas, incluem-se a mensalidade de um clube, os encontros com os amigos em restaurantes, os presentes para o neto etc.

4. Evite comprometer o orçamento com dívidas extensas

Os idosos que mantêm uma renda mensal constante conseguem analisar o quanto podem destinar financeiramente para cada situação, até mesmo para os imprevistos. Contudo, alguns que recebem uma renda mensal flutuante apresentam dificuldades para quitar as dívidas.

Uma das alternativas às quais eles recorrem é o parcelamento das dívidas ou dos empréstimos bancários, situação que deve ser evitada ao máximo para não acumular mais despesas no orçamento final. Todavia, muitos idosos estão utilizando o FGTS para aquisição de produtos de que necessitam.

Caso não haja outra possibilidade, deve-se optar por empréstimos em poucas parcelas para evitar a extensão demasiada da dívida, pois a falta de quitação incorre em taxas de juros elevadas.

5. Previna-se contra os golpes aplicados em idosos

Os idosos são pessoas mais vulneráveis a conversas de fraudadores e estelionatários, que prometem investimento rápido ou maldade com os entes queridos. Por isso, é essencial orientá-los sobre esses acontecimentos.

Sendo assim, o primeiro conselho a ser dado é para que sempre desconfiem das propagandas via contato telefônico e nunca aceitem a proposta sem, antes, consultar um familiar de confiança.

Feito isso, é interessante ficar atento a novos golpes e orientar os idosos a não dar muitas informações a respeito da vida financeira para os conhecidos ou amigos, mantendo-se discretos quanto a isso.

6. Analise o estado cognitivo dos idosos

O envelhecimento traz consigo limitações físicas e cognitivas para alguns, enquanto para outros, nada se altera. Por isso, é interessante perceber o estado cognitivo desses indivíduos e como isso impacta no controle financeiro.

Uma das formas para analisar essa questão é verificando se ele consegue lembrar-se das senhas bancárias, se sabe pagar contas em caixas eletrônicos ou se utiliza corretamente os aplicativos instalados no celular.

Se essas habilidades estão sendo perdidas ou se existe um desinteresse próprio da personalidade do indivíduo, é aconselhável orientá-lo a repassar as senhas ou a delegar essa atividade para alguém de confiança.

Porém, existem idosos que consideram a ida ao banco como um passeio e gostam de realizar essa tarefa. Caso o familiar não identifique nenhum problema quanto a isso, é importante verificar posteriormente se todas as contas foram quitadas após o retorno da agência bancária.

7. Avalie o investimento financeiro para essa faixa etária

A velhice para os idosos é uma fase para desfrutar dos prazeres da vida, manter o envelhecimento saudável e aproveitar o montante financeiro acumulado ao longo dos anos. Além disso, o valor recebido da aposentadoria e de outras fontes de renda torna o envelhecimento menos traumático.

Contudo, é preciso pensar adequadamente sobre o melhor investimento para essa faixa etária, considerando o tempo de retorno, a finalidade da aplicação e os interesses pessoais dos idosos para escolher a melhor proposta.

Dessa forma, é crucial que os familiares acompanhem essa situação, discutam com especialistas bancários e optem por uma proposta menos ousada e que não comprometa um grande montante financeiro.

O planejamento financeiro dos idosos é uma prática que deve ser bem organizada para quitar as contas essenciais, destinar recursos para atividades de lazer e manter a velhice sem preocupações nesse assunto. Para tanto, cabem um acompanhamento e a paciência dos familiares para averiguar se as contas estão sendo quitadas e se existe alguma pendência financeira e para orientar sempre os idosos sobre os golpes que ocorrem nessa idade.

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Aparelho auditivo discreto: entenda o que é e como funciona

Se você tem problemas de audição ou lida com pessoas próximas que tenham, é muito importante conhecer melhor sobre os aparelhos, para que você possa escolher ou mencionar as opções existentes. Há três tipos principais: RIC (receiver in canal), BTE (behind the ear) e ITE (in the ear). O BTE fica atrás da orelha e o ITE dentro da orelha. Por conta disso, eles não são tão confortáveis quanto o RIC, conhecido como aparelho auditivo discreto.

Se você quer saber mais sobre o RIC, continue a leitura deste post e confira!

O que é o aparelho discreto?

O aparelho auditivo discreto RIC é o tipo mais tecnológico do mercado. Isso porque o receptor fica fora da caixa do aparelho, onde se localiza a bateria e outras partes, e é encaixado no canal auditivo diretamente.

Essa estrutura torna-os mais anatômicos, o que significa um maior conforto e discrição. Muitas pessoas preferem não aparentar que precisam utilizar aparelho para surdez e, nestes casos, é fundamental optar pelo RIC.

Como ele funciona?

Todos os AASI (Aparelhos de Amplificação Sonora Individual) funcionam de maneira semelhante, sendo que tanto o RIC quanto o BTE e o ITE são AASIs.

Qualquer aparelho auditivo possui um microfone, um amplificador e um receptor. O microfone capta as ondas sonoras, o amplificador as altera, para serem mais fáceis de ouvir, e o receptor transmite para o ouvido.

É importante frisar que os aparelhos auditivos funcionam para quem tem a audição seriamente prejudicada, mas não são ideais para aos que são totalmente surdos, ou devem ser usados por quem sofreu perda gradativa da audição, devido à idade avançada.

Qual a tecnologia usada?

No aparelho auditivo discreto, a grande diferença tecnológica é que o receptor fica dentro do ouvido, enquanto o microfone e o amplificador ficam atrás da orelha. Isso permite que ambas as partes sejam menores e mais confortáveis.

Na parte principal do aparelho, isto é, onde ficam o microfone e o amplificador, também é possível encontrar a bateria e os controles do aparelho. Neles o usuário pode ajustar o volume, programas e outras preferências.

Que benefício possui por ser mais discreto?

A tecnologia do aparelho auditivo do tipo RIC é mais avançada, o que permite que ele seja menor e, ainda assim, mais eficaz. Como o receptor fica diretamente conectado ao ouvido, é possível evitar ruídos de fundo.

Além disso, geralmente, o aparelho auditivo discreto conta com uma bateria menor, o que proporciona mais conforto. Só é preciso ficar atento quanto à frequência de troca ou carregamento da bateria, que, por seu tamanho, pode durar menos.

Para que casos ele é indicado?

Como já mencionamos, esse tipo de aparelho é indicado para casos de surdez leve a moderada, ou seja, quando a perda da audição é parcial. Quem tem surdez grave e bilateral se beneficiará muito mais do IC ou Implante Coclear.

O RIC também é o tipo de aparelho ideal para quem tem as orelhas sensíveis ou pequenas, por proporcionar mais conforto. É recomendado especialmente para crianças, que podem se recusar a usar aparelhos maiores e menos estéticos.

Quais os tipos?

Apesar de serem menos discretos que o RIC, os modelos BTE e ITE também são relativamente discretos e podem ser a opção ideal para algumas pessoas. Por isso, não deixe de consultar o modelo ideal para você.

Além da localização na orelha, também é possível classificar os aparelhos de surdez pela sua fonte de energia: há aqueles que funcionam com pilha, os que usam bateria, mas ela precisa ser trocada com frequência, e os com bateria recarregável.

Um aparelho com bateria recarregável é mais prático, pois a troca das pilhas, em alguns casos, pode ser feita até duas vezes por semana — tudo dependerá da capacidade dela e da rotina de uso. Ainda, há as tecnologias, como filtro do som de vento, redução do ruído funcional (o ruído de fundo feito pelo próprio aparelho), entre outras.

Como começar a usar?

Se você notou uma redução na qualidade da sua audição ou de alguém de sua família, o primeiro passo é procurar um otorrinolaringologista. Esse é o profissional mais indicado para avaliar seu canal auditivo.

A seguir, você também deve se consultar com um fonoaudiólogo, que ajudará a entender as suas necessidades funcionais em relação à sua audição.

É o fonoaudiólogo quem indicará o uso de aparelho de surdez e qual o melhor tipo para você. Este é o momento de tirar todas as suas dúvidas e pedir recomendações de modelo.

Lembre-se que, mesmo que um dos ouvidos esteja mais prejudicado que o outro, é importante usar o aparelho de surdez em ambos, para uma melhor qualidade dos sons e para haver estímulo aos dois lados.

Como cuidar do aparelho?

O aparelho auditivo traz muita qualidade de vida para o usuário, porém, é um produto caro. Desta forma, é fundamental que você o manuseie com extremo cuidado, para que dure por muito tempo.

Ao adquirir um aparelho de surdez, você terá acesso a um manual completo, indicando os cuidados com armazenamento, reparos e limpeza, que deve ser realizada com frequência, para evitar danos ao produto ou infecções.

Além disso, o ideal é evitar umidade e contato com cosméticos e colocá-lo com calma e cuidado, sempre na cama ou próximo a superfícies macias, para evitar danos caso o aparelho caia de suas mãos ou orelha.

Onde comprar seu aparelho?

Existem muitas empresas que trabalham com aparelho auditivo discreto no mercado. É importante encontrar uma fabricante de confiança, que ofereça garantia para o produto, suporte e acompanhamento.

É importante dirigir-se a uma loja especializada e conversar com um vendedor capacitado sobre as suas necessidades e preferências, além das indicações do seu otorrinolaringologista.

Com esses dados em mãos será possível determinar qual o melhor modelo: aquele que é preciso, confortável e prático, com comandos intuitivos e uma boa duração de pilha ou bateria.

Se você ainda tem dúvidas e quer saber mais sobre aparelho auditivo discreto, entre em contato conosco e comece a melhorar a sua qualidade de vida hoje mesmo!