Autor - A&R Aparelhos Auditivos

Integração para ouvir melhor: saiba como conectar aparelhos auditivos

Integração para ouvir melhor: saiba como conectar aparelhos auditivos

Quem sofre com a perda auditiva sabe que, infelizmente, fazer uso de smartphone ou outro aparelho eletrônico não é uma tarefa tão simples. A boa notícia é que a tecnologia tem evoluído cada vez mais, oferecendo novos acessórios para melhorar a qualidade de vida das pessoas que têm deficiência auditiva.

Nesse sentido, a integração dos aparelhos auditivos a esses acessórios tem beneficiado muito a rotina de quem não consegue ouvir direito. Voltar a ter o prazer de falar com alguém ao telefone ou ouvir uma mensagem de voz já é uma realidade na vida dessas pessoas.

Neste artigo, vamos ensinar a você como fazer essa integração ao aparelho auditivo. Continue lendo e confira!

Integração dos aparelhos auditivos

A maioria dos pacientes têm muita dificuldade para falar ao telefone e assistir televisão. As situações de conflito se desenvolvem de várias formas. No telefone, por exemplo, o paciente não consegue falar com o filho que mora longe porque não consegue ouvir a ligação. Já no caso da TV, ele se sente frustrado porque quer assistir com a família, mas precisa aumentar demais o volume para poder ouvir, prejudicando a diversão dos outros acompanhantes.

A evolução da tecnologia veio para integrar todo mundo, devolvendo a qualidade de vida aos usuários. Estamos falando de um sistema simples e rápido em que é possível fazer o pareamento com o sinal de áudio, tornando a transmissão simplesmente perfeita. 

Os profissionais desenvolveram um aparelho mais simples com uma linguagem amigável para facilitar uma nova integração em caso de mudança de telefone. O passo a passo é tão fácil que o usuário pode fazer sozinho. No entanto, vale destacar que todo paciente sai da A&R Aparelhos Auditivos com o acessório integrado ao seu aparelho. A configuração é feita sempre com o paciente no consultório do fonoaudiólogo.

O objetivo desses aparelhos auditivos e acessórios é justamente oferecer às pessoas que sofrem com a deficiência auditiva e, inclusive, às que convivem com ela, a possibilidade de melhorar a sua qualidade de vida por meio de inovações que permitem ouvir, entender e conhecer diferentes sons.

Tecnologia

Tecnologia

A plataforma da A&R Aparelhos Auditivos evolui a cada seis meses ou a cada ano. Uma das últimas evoluções na plataforma PX foi o lançamento de um aparelho que recebe a transmissão diretamente do telefone do paciente.

O sistema operacional que conseguiu fazer isso foi o iOS. Assim que a integração é feita entre os dispositivos — eles se reconhecem por Bluetooth — todo sinal de áudio no celular é transmitido para o aparelho auditivo. Incrível, não? A tecnologia Bluetooth funciona como um sinal de Wi-Fi: os sons são enviados ao aparelho auditivo à curta distância por meio de um sinal eletrônico invisível.

Isso aconteceu em 2017. A A&R tinha um aparelho exclusivo que fazia essa transmissão apenas a partir do iOS. Como o perfil dos usuários varia muito entre iOS e Android, a empresa desenvolveu um aplicativo e um acessório por meio do qual o paciente poderia realizar a integração, fazendo com que ele atendesse todos os sinais de áudio.

Com o tempo, essa tecnologia evoluiu. Existia, até então, só o aparelho disponível para o iOS, depois, passou-se a ter um aparelho com o acessório para o Android. A plataforma evoluiu novamente em 2019 e, a partir daí, não foi apenas um aparelho que conseguiu fazer essa transmissão: hoje, são todos os aparelhos da A&R.

Eles têm conectividade direta com o iOS. No entanto, é válido destacar que o acessório para fazer a transmissão aos usuários do Android continua o mesmo, sem perder a sua eficiência.

É muito simples. Assim que a integração é feita por Bluetooth e o telefone celular toca, o paciente o atende, mas não precisa colocá-lo no ouvido, pois o aparelho auditivo transmite o som como se fosse um fone de ouvido. Desse modo, o usuário consegue entender qualquer sinal de áudio: chamadas, WhatsApp, música etc. 

Benefícios dessa tecnologia

Entre os principais benefícios dessa tecnologia podemos citar:

  • possibilidade de falar ao celular mesmo em ambientes ruidosos, como shoppings e restaurantes;
  • possibilidade de integrar o aparelho a vários dispositivos, como computador, celular, TV etc.;
  • possibilidade de estar antenado à modernidade, abrindo mais chances no mercado de trabalho;
  • o Bluetooth ajuda a diminuir os ruídos e outras interferências dos aparelhos auditivos tradicionais.

Serviços e produtos

Como informamos, o aparelho auditivo e o acessório que possibilitam a integração também podem ser utilizados no computador graças ao Bluetooth. Sendo assim, o paciente pode entrar no YouTube e receber o sinal no aparelho. Em suma, podemos afirmar que qualquer dispositivo que se conecte ao Bluetooth consegue fazer essa integração.

Hoje, a A&R tem dois acessórios: o StreamLine TV e o StreamLine Mic. O StreamLine Mic é o que se conecta ao Android. O StreamLine TV é indicado para quando o paciente não usa muito o telefone, mas quer ouvir melhor a televisão. Desse modo, é possível fazer a integração entre o aparelho auditivo e esse acessório da televisão para ouvir o som da TV direto no ouvido.

A integração da tecnologia aos aparelhos auditivos têm revolucionado a maneira como os usuários encaram a sua rotina. Quando o diagnóstico da perda auditiva é revelado, muitos pacientes pensam que nunca mais poderão ter um convívio social como antes e, com isso, desenvolvem problemas emocionais seríssimos.

O lado bom é que existem profissionais focados em devolver a esses pacientes a sua independência e bem-estar. Assim, eles desenvolvem tecnologias que ajudam o usuário a entender integralmente o conteúdo de uma mensagem sem perder nenhum tipo de informação.

Tudo isso motiva os pacientes a continuarem o tratamento, visitarem seu fonoaudiólogo periodicamente, realizarem os ajustes necessários, melhorarem seu convívio social e superarem seus problemas emocionais desenvolvidos por causa da perda de audição.

Quer saber mais sobre quais são os aparelhos que oferecem esse tipo de funcionalidade? Confira quais são os produtos vendidos pela A&R e como eles podem atuar no seu dia a dia.

Você sabe o que é fadiga auditiva Conheça os principais sintomas

Você sabe o que é fadiga auditiva? Conheça os principais sintomas

A audição é um dos sentidos vitais na comunicação com o mundo. Para que ela funcione bem, existem estruturas anatômicas que geram uma série de estímulos para o cérebro processar os sons. Mas o que acontece se alguma dessas estruturas se esgotar?

A fadiga auditiva geralmente ocorre após exposição a um número elevado de decibéis. Seja na infância, na vida adulta ou, até mesmo, durante o envelhecimento, todas as pessoas podem ser expostas a uma fonte sonora além do que suportam.

Afinal, como saber se está com fadiga auditiva? Existe algum tratamento para essa condição? Continue lendo e entenda mais sobre o assunto!

O que é fadiga auditiva?

Conforme dito, o sistema auditivo é composto por estruturas responsáveis pela captação e processamento do som. As ondas sonoras que chegam ao pavilhão, conhecido popularmente como orelha, são direcionadas para o interior do canal auditivo.

Ao chegarem na membrana timpânica, as ondas produzem uma variação de pressão, que gera uma movimentação nos ossículos da orelha. Estes últimos transmitem para a cóclea os estímulos mecânicos recebidos.

É justamente a cóclea a grande responsável por converter os estímulos em impulsos elétricos para processamento no cérebro. A fisiologia do processo é complexa, mas é importante entender uma estrutura essencial: as células ciliadas.

Na cóclea, existem canais preenchidos por líquidos, conhecidos como endolinfa e perilinfa. Cada um deles apresenta características químicas específicas determinantes para a geração do estímulo.

A pressão dos ossículos causa a movimentação do líquido e, consequentemente, das células ciliadas. Contudo, diante da exposição ao barulho excessivo, essas células podem morrer, o que caracteriza a fadiga auditiva.

Então, além de exercerem a função de transmissão do impulso, as células ciliadas também protegem contra a exposição inadequada. Existe, ainda, a possibilidade de essas células se regenerarem. O processo requer, em média, 14 horas de descanso.

Embora exista essa possibilidade, de nada adianta caso haja uma agressão constante ao sistema auditivo. Nessa situação, o problema vai além da fadiga, podendo causar um dano permanente.

Quais são os principais sintomas?

Como mostramos, a exposição ao barulho excessivo é o principal fator para causar fadiga auditiva. Desse modo, os sintomas costumam aparecer após a permanência em ambientes ruidosos, como shows, bares, academias, estádios, entre outros.

Porém, nem sempre o vilão é uma caixa de som potente. Às vezes, o causador do problema cabe dentro do bolso: o fone de ouvido. Um estudo realizado mostrou que, mesmo em pessoas saudáveis, o uso diário de fones, com média de uma a duas horas, causa efeitos nocivos à audição ao longo do tempo.

Entre as queixas dos usuários, há dois sintomas importantes: a sensação de abafamento nos ouvidos e o rebaixamento da capacidade de ouvir. Ressaltamos que a perda auditiva é progressiva, ou seja, um quadro leve pode se tornar pior posteriormente.

Com a menor capacidade auditiva, a comunicação também é prejudicada, uma vez que há diminuição da habilidade de compreender as palavras e intolerância cada vez maior a sons que antes não causavam desconforto.

Outros sintomas relatados são dores no ouvido e zumbidos, que são percepções de som sem que haja, de fato, um estímulo proveniente de fonte sonora. Também existem sintomas que não têm relação direta com a audição, porém, retratam a fadiga auditiva. Isso acontece porque as células vizinhas às lesadas buscam compensar o rebaixamento atuando de forma intensificada. São eles:

  • distúrbios de sono;
  • estresse e tensão;
  • cansaço e desatenção;
  • irritabilidade e nervosismo;
  • dores de cabeça.

Quais são os problemas dessa condição?

Ao analisar cada sintoma, é possível perceber como a fadiga auditiva prejudica o dia a dia das pessoas. A sensação de abafamento e menor audição prejudica diretamente a comunicação.

Desse modo, diferentes núcleos sociais podem ser atingidos, desde a família até amigos e colegas de trabalho. Uma pessoa que não escuta bem passa a evitar situações de interação pessoal, consequentemente socializando menos. Isso pode gerar impactos psicológicos, resultando, até mesmo, em depressão.

Falando sobre trabalho, além da dificuldade de se comunicar com outras pessoas, ainda há a possibilidade de queda no desempenho de tarefas. Nesse caso, é preciso reforçar um ponto importante: nem sempre a perda auditiva acomete apenas a audição.

A sobrecarga exercida no cérebro após a intensificação da atividade das células ciliadas diminui a disposição para realização de tarefas, gerando uma fadiga severa. Além disso, o estresse e a irritabilidade aumentados também causam impacto na qualidade de vida.

Ainda é importante dizer que esses sintomas não são exclusivos de uma fadiga auditiva em grau elevado, ou seja, um quadro leve já aumenta o cansaço, a desatenção e o nervosismo. Portanto, cuidado com a exposição ao barulho!

Qual é a melhor forma de resolver o problema?

Qual é a melhor forma de resolver o problema?

Percebeu que já apresenta alguns dos sintomas relatados? Nesse caso, a orientação que fica é buscar por ajuda especializada. O otorrinolaringologista é o médico responsável por tratar distúrbios auditivos.

Em trabalho conjunto com o fonoaudiólogo, é possível realizar testes que graduam o nível da perda e, assim, estabelecer o melhor tratamento para tentar reverter os danos. A busca por ajuda especializada e o acompanhamento constante são cruciais para o sucesso da intervenção.

Além disso, existem dicas práticas para minimizar os efeitos nocivos da exposição prolongada ao barulho. A primeira delas é evitar esse tipo de situação. Não estamos dizendo para evitar ir a shows ou outras atividades, mas, sim, sugerindo tentar diminuir o impacto quando fizer isso, seja se posicionando longe das caixas de som, seja utilizando abafadores de orelha.

Esses abafadores podem ser supra-auriculares ou intra-auriculares. O importante é diminuir a entrada das ondas sonoras. Por fim, é indispensável o cuidado com o uso de fones de ouvidos.

Novamente, não estamos dizendo para não utilizar, mas, sim, racionalizar o uso. Desde a escolha do modelo do fone, busque equipamentos que preservem a audição o máximo possível, evitando os intra-auriculares. Além disso, tenha atenção tanto ao volume estipulado como ao tempo de exposição ao ruído.

A fadiga auditiva mostra que a atenção à saúde da audição não deve ser restrita aos idosos. De fato, o envelhecimento é determinante para começarem as dificuldades para ouvir, mas, cada vez mais, os jovens apresentam queixas associadas ao sistema auditivo. Isso acontece, principalmente, devido à contribuição dos hábitos de vida para problemas relacionados. Por isso, não deixe de buscar ajuda assim que perceber os sintomas para que seja possível realizar o tratamento em tempo hábil.

Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Comente abaixo e vamos esclarecer!

Quais são os melhores aparelhos auditivos do mercado

Quais são os melhores aparelhos auditivos do mercado?

A escolha dos melhores aparelhos auditivos influencia diretamente a qualidade de vida: seja para aproveitar melhor os momentos em família ou facilitar as tarefas do dia a dia, o uso do aparelho auditivo é sinônimo de muito mais comodidade.

Por isso, é preciso que o consumidor faça uma boa análise dos produtos disponíveis no mercado para optar pelo aparelho mais adequado ao seu perfil.

Se você deseja saber mais sobre esse assunto, continue lendo e veja quais são os melhores aparelhos auditivos do mercado. Vamos lá?

Qual é a importância de escolher um aparelho auditivo de qualidade?

Existem quatro graus de deficiência auditiva (leve, moderada, severa e profunda). As suas características são estas:

  • leve — a primeira delas não impede o convívio social ou a realização de tarefas cotidianas, mas é marcada pela dificuldade de entender sons baixos;
  • moderada — atividades como falar ao telefone ou assistir à televisão tornam-se um pouco mais difíceis, havendo a necessidade de usar um volume mais alto que o habitual;
  • severa — o grau severo é marcado pela dificuldade de manter uma conversa no tom usual (60 dB). Nesse grau, é preciso usar um tom de voz muito mais alto para que a compreensão seja possível;
  • profunda — a audição torna-se restrita a sons em volume bastante alto (entre 110 e 130 dB), como os de uma buzina ou britadeira.

Como cada um desses graus de surdez requer atenção a pontos específicos, é importante escolher um aparelho auditivo de qualidade para que ele seja eficaz. Ou seja, de nada adianta adquirir um produto se a perda auditiva não for suprida.

Além disso, a escolha do aparelho auditivo de qualidade tem relação direta com qualidade de vida. Afinal, com uma melhor audição, é possível contar com mais convívio social, facilidade nas tarefas diárias e conforto no cotidiano.

Por isso, se você está em busca do melhor aparelho, avalie com atenção os produtos existentes no mercado para fazer a escolha mais acertada.

Quais são os melhores aparelhos auditivos?

O mercado de aparelhos auditivos têm se desenvolvido cada vez mais a partir do uso de novas tecnologias. O resultado desse crescimento é a oferta de muito mais conforto aos consumidores além da variedade de aparelhos interessantes para aquisição. Confira alguns aparelhos excelentes.

Pure BT

O grande destaque do Pure BT é a sua conectividade via tecnologia Bluetooth, habilitando a transmissão direta de áudio por meio do controle myControl App. Esse sistema de conexão permite a interação entre a central de controle e o cotidiano do consumidor, proporcionando mais qualidade auditiva inclusive quando o paciente está em movimento.

Em outras palavras, a partir da exposição sonora do dia a dia, o aparelho Pure BT armazena os dados encontrados para, então, melhorar cada vez mais a experiência do usuário.

Outro ponto de destaque é a possibilidade de ouvir chamadas telefônicas diretamente do aparelho Pure BT. Desse modo, o usuário pode contar com uma experiência incrível e ter muito mais comodidade.

Silk

Indicado para quem prefere discrição, o aparelho Silk é praticamente invisível. Com dimensões pequenas, o Silk se adapta aos mais diferentes tipos de orelha de modo a não ficar aparente.

Isso só é possível a partir das tecnologias usadas nas sondas. O aparelho conta com três tamanhos diferentes de sonda justamente para oferecer adaptação e comodidade aos seus usuários.

Portanto, o Silk reúne discrição, alta qualidade e agilidade. Como não há necessidade de esperar por um molde personalizado, o usuário passa a contar com os benefícios do aparelho imediatamente.

Cellion

O aparelho Cellion apresenta uma grande inovação ao universo dos aparelhos auditivos: a ausência do uso de pilhas. Para utilizá-lo, basta realizar uma recarga. É possível, inclusive, usar baterias portáteis para a recarga.

O Cellion também é discreto, oferece alta performance em ambientes com muitos ruídos e é resistente à água. Ou seja, é um aparelho que reúne diversas vantagens. Conte com o Cellion, abandone as pilhas e tenha o seu aparelho sempre pronto para uso. A comodidade de ter o dispositivo carregado durante todo o dia é incomparável.

Pure

O aparelho Pure tem alta performance em ambientes com muitas pessoas, como festas, restaurantes e eventos. Por isso, ele é recomendado, principalmente, para situações como essas. A razão de sua alta performance é a existência dos chamados microfones direcionais, que auxiliam o usuário a ter mais foco na conversação. Bastante interessante, não é?

Também é possível gerenciar o zumbido a partir do sistema de gerenciamento de som, melhorando ainda mais a experiência do usuário. Para completar, todas essas vantagens são apresentadas em um design elegante, oferecendo discrição a quem opta pelo aparelho Pure.

Motion

O Motion é sinônimo de uma palavra: tranquilidade. Isso se deve ao fato de esse aparelho ter o diferencial de funcionar de forma automática. A cada experiência do usuário, o aparelho se adapta para oferecer mais, ou menos, volume.

Também é possível controlar o aparelho de forma manual e conectá-lo a dispositivos sonoros por meio da conexão Bluetooth. Bastante versátil, o Motion é indicado para qualquer idade, orelha ou grau de perda auditiva. Por isso, ele é bastante procurado.

Insio

O aparelho Insio apresenta um design mínimo, por isso, faz bastante sucesso com quem preza por discrição e conforto. Com a conectividade sem fio, o usuário também conta com a chegada de um áudio excelente. O Insio apresenta dois modelos diferentes a partir de um design ergonômico e utiliza a tecnologia Windscreen para eliminar ruídos do vento.

Não é uma tarefa simples escolher os melhores aparelhos auditivos, mas ela se torna muito mais tranquila quando o paciente conhece os produtos existentes no mercado. Realize o teste auditivo para verificar o seu grau de perda auditiva e, por fim, conte com uma empresa de renome, como A&R Aparelhos Auditivos, para auxiliá-lo nessa missão. Depois, aproveite o seu dia a dia com muito mais conforto!

Gostou de saber como escolher os melhores aparelhos auditivos? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato conosco. Ficaremos felizes em responder a sua solicitação!

Confira a relação entre declínio cognitivo e perda auditiva

Confira a relação entre declínio cognitivo e perda auditiva

O envelhecimento populacional é uma realidade que o mundo vive. No Brasil, isso não é diferente, visto que, de 1991 até 2010, a população acima de 65 anos cresceu de 4,8 para 7,4%.

A adoção de medidas que viabilizem um envelhecimento de qualidade é tão importante quanto o aumento da expectativa de vida. Sendo assim, uma das grandes missões é preservar as funções cognitivas e minimizar os impactos da redução delas.

Muitas vezes, o declínio cognitivo é acompanhado pela perda auditiva, o que pode comprometer o bem-estar e a qualidade de vida do idoso. Mas, afinal, o que são as funções cognitivas? Qual é a relação dela com a audição? Continue lendo e descubra!

Entenda o que é declínio cognitivo

Entenda o que é declínio cognitivo

Ao longo da vida, o ser humano desenvolve uma série de funções cognitivas, como percepção, raciocínio, linguagem, atenção e memória. Todas essas funções auxiliam na compreensão do mundo.

Além de auxiliarem na compreensão propriamente dita, elas também permitem aos indivíduos planejar e executar ações em resposta a estímulos. Embora sejam aprimoradas ao longo do tempo, essas funções começam a declinar conforme as pessoas envelhecem.

O grau de acometimento causado pelo declínio varia de pessoa para pessoa, podendo ser mais acentuado em uns e mais brando em outros. Desse modo, surge a dificuldade para compreender situações, sejam de fala, sejam relacionadas à percepção como um todo. 

O comprometimento cognitivo leve já foi estudado por algumas instituições a fim de identificar possíveis consequências do quadro. Dentre elas, podemos destacar:

  • declínio amnésico, com maior risco para desenvolvimento de Alzheimer;
  • declínios em funções múltiplas, com maior risco para síndromes demenciais;
  • comprometimento de funções exceto a memória, como demência frontotemporal.

O lobo temporal do cérebro está diretamente envolvido no processamento de informações auditivas. Por isso, a comunicação é um dos aspectos mais acometidos nesse sentido.

É natural que a capacidade de ouvir seja reduzida a partir do envelhecimento, condição chamada de presbiacusia. Diante disso, há um esforço muito maior por parte dos idosos para realizar tarefas cognitivas.

Além da perda auditiva, o processamento das informações também é prejudicado devido ao deficit cognitivo. Seja pela menor capacidade auditiva, seja pelo declínio das funções, surgem os chamados distúrbios da comunicação.

Saiba qual é a relação dele com perda auditiva

Conforme mostramos, a presbiacusia é a redução da capacidade auditiva diretamente associada ao envelhecimento. Vale ressaltar que distúrbios auditivos estão entre os problemas que mais causam impactos na qualidade de vida de pessoas idosas.

A princípio, a percepção das frequências de som mais altas é afetada de maneira bilateral. Consequentemente, também acontecem alterações nas chamadas vias auditivas centrais. Para compreender isso melhor, é preciso considerar o sistema auditivo periférico e o central.

No primeiro caso, estamos falando sobre a orelha, que é dividida em três partes: externa, média e interna. Em cada uma delas existem estruturas responsáveis por captar e amplificar as ondas sonoras, que são convertidas em estímulos nervosos pela cóclea.

Esses estímulos são enviados ao cérebro, onde a informação será processada, por meio das vias auditivas. O processamento permite a compreensão e a elaboração de respostas ao estímulo.

Na população acima de 60 anos, há um declínio gradativo no reconhecimento de fala e no processamento de informação. Em ambientes ruidosos, por exemplo, é ainda mais difícil concluir esses processos. Com o avançar da idade, o deficit auditivo e cognitivo piora.

Vale ressaltar que a queixa não está associada apenas a não ouvir os sons. Na verdade, em muitos casos, há, sim, capacidade auditiva, mas não cognitiva, de modo que a pessoa escuta, porém, não compreende.

Nessa perspectiva, não podemos nos esquecer de dois fatores: memória e atenção seletiva. Caso haja um deficit na memória, a capacidade de armazenar informações durante a comunicação também diminui. Já a atenção seletiva, associada à memória, auxilia a pessoa a focar a informação e retê-la melhor, beneficiando a análise das estruturas linguísticas.

Em suma, embora a presbiacusia seja inerente ao envelhecimento, pode ser ainda mais intensificada pelo declínio cognitivo. Assim, é preciso adotar medidas para diminuir os efeitos negativos de ambas as condições.

Descubra os benefícios do aparelho auditivo

Como mostramos, a comunicação é o aspecto mais afetado pela perda auditiva e pelo declínio cognitivo. Mas, afinal, qual é o impacto disso no dia a dia? Para um idoso, isso pode representar a perda de autonomia, uma vez que ele precisará de alguém por perto para mediar as interações.

Para qualquer pessoa, estar sob cuidados constantes e vigilância de terceiros é algo que reduz a independência. Por isso, tratar a perda auditiva deve ir muito além de estabelecer um mediador para a comunicação. Na verdade, é preciso buscar medidas que façam o idoso recuperar sua autonomia.

Pensando nisso, uma das medidas mais indicadas para a reabilitação da audição é o uso de aparelhos de amplificação sonora, também conhecidos como aparelhos auditivos. Para obter sucesso no tratamento, é fundamental contar com profissionais especializados.

Seja o otorrinolaringologista, seja o fonoaudiólogo, todos os envolvidos atuarão em prol de fazer o diagnóstico correto da condição, bem como do grau de acometimento por meio de testes específicos. A partir dos exames, é possível adequar o equipamento para obter os melhores resultados.

Ressaltamos que o resultado da amplificação sonora nem sempre é percebido de imediato, uma vez que pode requerer tempo para adaptação — 6 a 12 semanas em uso do aparelho. Promover melhorias na relação entre sinal e ruído é mais uma maneira de a tecnologia atuar em prol da qualidade de vida.

Então, não espere que a perda auditiva seja intensa a ponto de retirar sua autonomia. Ao perceber sinais de declínio cognitivo e comprometimento da audição, procure um profissional especializado a fim de receber orientações para o melhor tratamento. Se for indicado o uso de um equipamento, conte com a A&R Aparelhos Auditivos, que apresenta tecnologia de ponta para levar de volta a qualidade de vida que seus usuários merecem.

Não perca mais tempo! Entre em contato conosco agora mesmo e conheça nossas soluções de aparelhos auditivos.

Você sabe qual a vida útil do aparelho auditivo? Descubra aqui!

Você sabe qual a vida útil do aparelho auditivo? Descubra aqui!

Lidar com o diagnóstico da perda auditiva não é fácil. Afinal, esse sentido é importante não apenas para compreendermos o que está a nossa volta, mas também para o convívio social. No entanto, recursos como o aparelho auditivo podem significar uma melhora na qualidade de vida de quem precisa encarar o problema. Por ser algo tão importante na rotina de muitas pessoas, entender sobre a vida útil do aparelho auditivo é essencial.

No dia a dia de quem tem a audição comprometida, nos mais variados níveis, o aparelho auditivo é um acessório muito importante. Por isso, é preciso saber como limpá-lo, guardá-lo e em qual momento ele não deve ser usado. Além disso, é necessário também entender quando o aparelho deve ser substituído por um modelo novo, afinal, ele tem uma vida útil — que pode ou não ser prolongada de acordo com os cuidados tomados.

Para você que tem dúvidas sobre como usar o aparelho e a sua duração, neste post, explicamos quais os cuidados necessários e mostramos alguns pontos que merecem a sua consideração. Confira!

Qual é a vida útil do aparelho auditivo?

De maneira geral, um aparelho auditivo não tem um prazo de validade exato e suas funcionalidades vão depender de inúmeros fatores, como a qualidade do produto, a manutenção e a forma como ele é usado. O tempo médio de durabilidade dos aparelhos, em geral, é de 3 a 5 anos. Alguns sinais podem ser percebidos quando chega a hora de escolher um novo.

Para quem procura por um produto de alta durabilidade, o primeiro passo é descobrir quais são as melhores marcas disponíveis no mercado, pois a qualidade deve ser o primeiro fator a ser levado em consideração. Aliás, essa é uma regra para qualquer bem que você queira adquirir, seja uma peça de roupa ou um componente eletrônico.

Depois de fazer algumas pesquisas e optar por um determinado aparelho, o ideal é que você aprenda também como fazer a sua manutenção correta no dia a dia. Com apenas alguns cuidados simples, a vida útil de um bom aparelho auditivo pode ser longa. Assim, por um bom tempo, você não vai precisar se preocupar em fazer um novo investimento.

Além de seguir as recomendações de cuidados do próprio fabricante, sempre que surgirem dúvidas sobre a manutenção do aparelho, é indicado também consultar um médico. Afinal, ele tem experiência no assunto e consegue avaliar o que o paciente pode ou não fazer na sua rotina de cuidados.

Como prolongar a vida útil do aparelho?

Como prolongar a vida útil do aparelho?

No dia a dia, não é preciso fazer nada de muito complicado para cuidar muito bem do aparelho auditivo e, consequentemente, garantir a sua qualidade e durabilidade por um bom tempo. O cuidado mais básico está relacionado à limpeza, que pode ser feita semanalmente, tendo muita atenção para não molhar a parte eletrônica.

Para isso, devem ser usados panos limpos e macios. Não é recomendável que estejam molhados por conta dos problemas de umidade que podem causar. Caso necessário, o que for desconectado da parte eletrônica pode ser lavado com água e sabão neutro. Contudo, antes de montar o aparelho novamente, é preciso ter certeza de que tudo já está bem seco.

Quem tem o hábito de praticar exercícios físicos deve consultar o médico para descobrir se é possível ou não fazer a atividade usando o aparelho. Certas modalidades, em que o contato físico é mais intenso, podem não ser apropriadas por conta dos riscos de danos. Quanto ao uso no banho, a prática não é recomendada de maneira alguma, em vista dos males que podem ser causados pelo contato com a água.

Outra recomendação muito importante é se certificar de que o aparelho esteja desligado antes de o usuário ir dormir e, claro, é preciso tirá-lo na hora do sono. Em algumas situações específicas, como quando o paciente mora sozinho, às vezes é preciso usar o aparelho durante a noite. Mas, em geral, o melhor é sempre desligá-lo e não usá-lo até o dia seguinte.

Por último, não se esqueça de seguir as recomendações do médico ou outro especialista em saúde quanto à periodicidade das manutenções. A prática deve ser regular para garantir que o aparelho esteja funcionado plenamente, de acordo com as suas funções. Basicamente, seguindo essas dicas, já é possível prolongar a vida útil de qualquer equipamento. 

Quais cuidados não podem faltar?

Sem dúvidas, a qualidade de vida de quem tem perda auditiva depende muito do uso do aparelho auditivo. Essa pequena ferramenta ajuda as pessoas a conquistarem novamente a autoestima e, inclusive, pode ser fundamental no processo de cura de doenças mentais, como a depressão — que pode facilmente surgir diante de um diagnóstico de perda auditiva ou mesmo da falta de interesse em socialização que o indivíduo pode ter diante do comprometimento da audição.

Nesse sentido, vale a pena ter alguns cuidados extras que fogem dos básicos, como manter a limpeza e a manutenção em dia. Entre eles, podem ser destacados os seguintes:

  • sempre remova a cera do aparelho para que suas funções não sejam comprometidas;
  • sempre faça o manuseio com o máximo de cuidado, inclusive, para evitar quedas;
  • para manter o aparelho limpo, não utilize nenhuma ferramenta pontiaguda ou que não faça parte do kit de limpeza;
  • use sempre pilhas ou baterias de qualidade e com boa procedência;
  • não exponha o aparelho a temperaturas exageradas, como calor ou frio intenso;
  • ao usar produtos de cabelo, como tinturas ou sprays, o ideal é sempre remover o aparelho antes de iniciar o procedimento. 

Por que é importante cuidar do aparelho e quando trocá-lo?

Por que é importante cuidar do aparelho e quando trocá-lo?

Até aqui, já deu para entender que o aparelho auditivo não tem um prazo de duração exato, mas que muitos cuidados ajudam a aumentar a sua durabilidade. Além de garantir que trocas desnecessárias antes do prazo não sejam feitas, cuidar do aparelho garante que ele funcione corretamente, ajudando nas funções da audição, que é tão importante no dia a dia.

Mesmo assim, uma hora a troca do aparelho será necessária, e é preciso estar atento aos sinais que indicam isso. Quando a necessidade de manutenção costuma ficar mais frequente, certamente, esse é o primeiro indício de que algo já não está funcionando muito bem. Outro indicativo é a perda de potência do aparelho, mesmo quando pilhas ou baterias novas estão sendo usadas.

Mais um ponto a ser observado é quanto à tecnologia usado no aparelho auditivo, que pode já estar ultrapassada. Lembre-se de que as novas tecnologias na área da medicina surgem a todo instante.

Como você pôde conferir neste post, os cuidados no dia a dia com o aparelho auditivo são simples, mas fundamentais para garantir a sua durabilidade. Então, siga sempre as recomendações do fabricante e do médico para utilizar o equipamento da melhor forma possível.

Se você gostou deste post sobre a vida útil do aparelho auditivo, aproveite para compartilhar o conteúdo nas suas redes sociais!

Aparelho auditivo Pure Charge&Go: vale a pena?

Aparelho auditivo Pure Charge&Go: vale a pena?

A tecnologia está sempre em evolução quando se trata de aparelhos auditivos: dispositivos cada vez mais discretos, confortáveis e tecnológicos chegam ao mercado trazendo qualidade de vida para pessoas com diferentes graus de perda auditiva.

Uma das novidades é o Pure Charge&Go da marca Signia, um aparelho auditivo recarregável que tem transmissão direta via Bluetooth e ainda permite que o usuário tenha uma audição mais natural da própria voz.

Ficou interessado em saber mais sobre essa inovação? Então fique por dentro dos detalhes do dispositivo neste post, descubra para quem esse modelo é indicado e conheça os diferenciais de atendimento da A&R!

Quais são as principais características do aparelho Pure Charge&Go?

Quais são as principais características do aparelho Pure Charge&Go?

Sabe o inconveniente de precisar trocar as pilhas para poder continuar usando o aparelho auditivo? É algo que atrapalha usuários que não têm uma boa destreza manual ou apresentam alguma dificuldade visual.

Pois bem, a grande vantagem do Pure Charge&Go — além do seu design sofisticado — é justamente a alta durabilidade por causa da bateria recarregável de íons de lítio: basta colocar o aparelho no carregador.

Sempre pronto para ser utilizado

A bateria não vicia, então, caso seja necessário, a pessoa pode chegar em casa à noite, retirar o aparelho auditivo para colocar no carregador enquanto toma um banho e voltar a usá-lo mesmo que tenha carregado por apenas 15 minutos — ele funcionará normalmente. É uma praticidade e tanto!

Função de desumidificação

O Pure Charge&Go é um aparelho de alta tecnologia no mercado: nos primeiros 90 minutos de carregamento ele faz a função de desumidificação, que é importante, pois o dispositivo fica atrás da orelha e tem contato com suor, umidade e oleosidade da pele.

Conectividade

O Pure Charge&Go tem, ainda, outros diferenciais:

  • transmite ligações telefônicas do smartphone ao aparelho auditivo, proporcionando praticidade e conforto ao usuário;
  • permite que você escute sua música ou podcast favorito do seu smartphone;
  • traz conforto para assistir a seus programas de TV, pois o som do televisor é transmitido diretamente ao aparelho.

É possível utilizar o aparelho o dia todo carregando somente à noite?

O usuário pode ficar tranquilo e realizar todas as atividades da rotina, pois o Pure Charge&Go continuará funcionando perfeitamente se ele o deixar carregando somente durante a noite.

Caso a pessoa utilize algum dispositivo para áudio ou televisão, por exemplo, o aparelho chega a ter 16 horas de uso. Para quem não usa esses recursos — porque não tem ou não gosta de celular — a bateria pode durar 19 horas.

Ao carregar por 30 minutos, a carga é suficiente para 7 horas de uso. Após 2 horas no carregador, o aparelho auditivo fica completamente carregado.

O Pure Charge&Go é eficiente em locais muito barulhentos?

O Pure Charge&Go é eficiente em locais muito barulhentos?

É importante destacar que estamos falando de um aparelho de alta performance, ou seja, que apresenta diversos recursos que trazem melhor audibilidade. Um diferencial, por exemplo, é que a pessoa consegue ouvir a sua própria voz de uma maneira natural, permitindo, dessa forma, uma experiência mais agradável.

Isso ocorre porque os microfones do Pure Charge&Go são desenvolvidos com alta tecnologia para o paciente conseguir perceber qual voz é mais importante e ter um bom entendimento, inclusive em ambientes desafiadores, como shoppings, ruas movimentadas e palestras.

Ele também conta com os redutores de ruído de som fraco e de som forte: o aparelho faz isso de forma automática sem prejudicar a percepção da fala.

Quem pode utilizar esse modelo de aparelho auditivo?

O paciente chega com indicação médica e resultado da audiometria. Então, ao buscar o aparelho auditivo, é avaliado o tipo de perda e o que ele busca no dispositivo. Se ele quer praticidade e está cansado de comprar pilhas, o mais indicado é o Pure Charge&Go.

Mas é claro que existem restrições a esse modelo: ele não é indicado para algumas patologias, já que seu receptor é inserido dentro do ouvido. Desse modo, não é recomendado para quem tem muita cera ou infecções no ouvido.

Nessas situações, há outros modelos mais indicados, como o Motion Charge&Go, visto que a parte do dispositivo que fica dentro do ouvido pode ser lavada e higienizada da maneira adequada.

Como são feitas as manutenções?

A manutenção do aparelho vai depender dos cuidados do usuário. Assim, se ele colocar o aparelho para carregar e desumidificar, evitar que ele caia ou molhe, a durabilidade será maior e nem será necessário fazer a manutenção.

A garantia dos aparelhos auditivos varia de dois a cinco anos dependendo do modelo. Dentro desse prazo, é sempre bom saber se a pessoa quer enviar o aparelho para manutenção, visto que nesse período não há custo.

Quando esse processo é feito depois da garantia, é cobrado um valor fixo: o aparelho é enviado ao laboratório, onde será avaliada a necessidade de fazer ou não a troca.

Quais são os diferenciais do atendimento da A&R?

Quais são os diferenciais do atendimento da A&R?

A A&R tem um compromisso com a saúde e qualidade de vida do usuário. Por atender públicos variados, busca indicar o melhor aparelho de acordo com as preferências e o estilo de vida de cada paciente. Existem pessoas que são mais práticas e jovens, aquelas que são práticas e já estão na terceira idade, quem é mais jovem e busca algo mais simples.

Dessa maneira, em primeiro lugar, a equipe da A&R investiga o que o usuário precisa de acordo com a audiometria. Depois, é feito um estudo para saber o que ele busca no aparelho auditivo, como praticidade, questões estéticas e conectividade, por exemplo. Por fim, a pessoa faz uma experiência em sala com um fonoaudiólogo para ver todos os benefícios da tecnologia.

O Pure Charge&Go é um aparelho auditivo estético, prático e com tecnologia para proporcionar uma boa experiência e conforto para todos os tipos de perda. Se você busca um dispositivo inovador, não deixe de conferir esse modelo e viva melhor.

Gostou de conhecer os detalhes do Pure Charge&Go? Busca mais esclarecimentos sobre essa tecnologia? Entre em contato conosco e tire suas dúvidas.

Imitanciometria: entenda a sua importância e como ele é realizado

Imitanciometria: entenda a sua importância e como ele é realizado

Por vezes, o cuidado com a audição requer a realização de exames complementares. Um deles é a imitanciometria, também chamada de impedanciometria, capaz de avaliar a integridade de estruturas fundamentais do sistema auditivo.

Tal exame pode ser realizado sozinho ou com o intuito de complementar a audiometria. É interessante, também, que ele é determinante em todas as faixas etárias, desde a infância até a terceira idade.

Seja para triagem,

seja para diagnóstico, a imitanciometria é decisiva para estabelecer diagnósticos. Que tal entender mais sobre o assunto? Continue a leitura!

Entenda o que é imitanciometria

A capacidade de ouvir e compreender os sons exige a integridade das estruturas que compõe o sistema auditivo. Para entender melhor, vamos fazer uma breve revisão anatômica, começando pela divisão em orelhas externa, média e interna.

A parte externa é composta pelo pavilhão, conhecido popularmente como orelha, e pelo conduto auditivo, que vai até na membrana timpânica. É justamente o tímpano que marca a divisão entre orelha externa e média, sendo que a segunda é composta pelos chamados ossículos — martelo, bigorna e estribo.

Quando as ondas sonoras atingem a membrana timpânica, elas causam pressões, as quais movimentam os ossículos que transmitem os impulsos para a orelha interna, onde se localiza a cóclea. A partir daí, as ondas serão convertidas em estímulos elétricos e enviadas para o cérebro.

A imitanciometria avalia como está a transmissão do som durante o trajeto, principalmente entre a membrana timpânica e os ossículos da orelha. Além disso, também identifica alterações na tuba auditiva, um canal que liga a orelha média ao nariz e à garganta, fundamental para manter a pressão do ouvido em níveis ideais.

Por meio da avaliação, consegue detectar disfunções na movimentação da membrana, infecções auditivas ou mesmo nasais, além de diagnosticar perda auditiva.

Saiba quais são as etapas para realização

Saiba quais são as etapas para realização

Antes de tudo, não é necessário nenhum preparo especial para fazer o exame, apenas é recomendado evitar exposição a volumes muito elevados nas 14 horas antes do procedimento. Contudo, o exame em si dura, em média, 1 hora, sendo bem simples e não provocando dor.

Durante toda a realização, o paciente se mantém sentado e acordado, sem nenhum tipo de sedação ou medicação. O profissional que executa utiliza um fone de ouvido modificado, pois em uma das extremidades encontra-se uma sonda.

A função da sonda é ser introduzida no canal auditivo externo, onde vai injetar pressões positivas e negativas. Além disso, tal sonda é conectada a um microfone que, posteriormente, vai emitir sons em frequências predeterminadas.

O intuito do processo é provocar uma variação de pressão capaz de movimentar a membrana timpânica, avaliando como está a transmissão dos estímulos para os ossículos. Não se esqueça de que a tuba auditiva também está envolvida no processo de controlar a pressão na orelha média.

A propagação do som dependerá do quão flácida ou rígida a membrana está, bem como da movimentação dos ossículos, os quais estão associados à musculatura também avaliada. Para que tudo isso seja feito, a imitanciometria é divida em algumas etapas, que serão abordadas a seguir.

Timpanometria

A primeira etapa do exame é a timpanometria, que avalia, a princípio, se o canal auditivo que chega até no tímpano está desobstruído. Em seguida, identifica como está a resistência da membrana timpânica de acordo com os estímulos que recebe. Assim como é avaliada a pressão no tímpano, também é detectada como está a transmissão para o martelo, bigorna e estribo.

Teste do reflexo acústico

Após ser exposta às diferentes pressões, chegou o momento de expor a orelha média às diversas intensidades de som. Nesse caso, avalia o desempenho nas frequências médias e altas. Novamente, a sonda tem a função de medir a resposta.

Vale ressaltar que a avaliação não é exclusiva para a membrana timpânica e ossículos, mas também aos músculos conectados a esses ossos, principalmente no que diz respeito à resposta simultânea. Embora o teste seja feito unilateralmente e só depois bilateralmente, as duas orelhas respondem aos estímulos caso o som esteja entre 70 e 100 decibéis.

Teste de decaimento do reflexo acústico

Por fim, amplia a intensidade do estímulo e mantém por 10 segundos, a fim de avaliar a complacência da membrana, ou seja, se está mais rígida ou mais flácida. Dessa forma, verifica o desempenho ao longo do tempo.

Descubra a importância do exame

Descubra a importância do exame

A grande importância da imitanciometria consiste em diagnosticar causas para a perda auditiva. Por isso, é um dos exames essenciais ao longo do envelhecimento, quando a audição dos idosos se torna reduzida.

Entretanto, o exame não é utilizado apenas com essa finalidade. Como dito no início, todas as faixas etárias podem usufruir do recurso, tanto que uma das funções dele é realizar a triagem auditiva em bebês.

Neste caso, é fundamental fazer a triagem até os 3 meses de vida, de modo que o tratamento possa ser iniciado, caso necessário, ainda no primeiro semestre. Vale ressaltar que a incidência da perda auditiva neonatal é de 1 a 6 afetados a cada 1.000 nascidos, sendo mais frequente que doenças como anemia falciforme e fenilcetonúria.

Outra condição que acomete bastante as crianças são as otites, ou seja, infecções auditivas. A posição da tuba auditiva na infância favorece que infecções nasais sejam disseminadas para o ouvido, diferentemente dos adultos. Sendo assim, a imitanciometria é fundamental para avaliar a integridade das estruturas.

O zumbido no ouvido representa uma queixa frequente nas consultas com o otorrinolaringologista. Esse sintoma é uma percepção sonora sem que haja, de fato, um estímulo auditivo. A imitanciometria auxilia a esclarecer as causas.

Outros sintomas, como vertigem e dor de ouvido, também podem ser esclarecidos pelo exame. Em suma, a imitanciometria é indispensável, em todas as idades, para esclarecer condições auditivas, auxiliar no diagnóstico, graduar os acometimentos e possibilitar tratamento em tempo hábil.

Portanto, ao perceber qualquer sintoma, não deixe de procurar por um profissional especializado a fim de receber as melhores orientações. Seja o médico, seja o fonoaudiólogo, o especialista estará apto para realizar corretamente o exame e direcionar para as condutas adequadas em cada caso. Lembre-se, a imitanciometria é simples, rápida e indolor, então não tenha medo caso seja necessário fazer o exame.

Caso a conduta indique a necessidade de utilizar um aparelho auditivo, qual deve ser o próximo passo? Confira a média de preço do equipamento!

Como desentupir o ouvido? Saiba os cuidados necessários

Como desentupir o ouvido? Saiba os cuidados necessários

Escutar perfeitamente colabora para nossa qualidade de vida, facilitando a comunicação e a execução de atividades rotineiras. Dessa maneira, quando o ouvido fica entupido — quadro chamado de autofonia — o incômodo é grande, pois a pessoa tem a sensação de ouvir um som abafado.

Diante disso, o mais comum é buscarmos formas de como desentupir o ouvido para resolver a situação o mais rápido possível. Acontece que o problema pode ter diversas causas e o ouvido é um órgão que merece cuidados especiais para evitar lesões ou consequências mais graves.

Preparamos este post para que você saiba o que fazer caso sofra com o ouvido entupido. Descubra os fatores que levam a esse problema e a importância de procurar um médico especialista para não prejudicar sua saúde auditiva.

O que causa o entupimento do ouvido?

Muita gente nem desconfia, mas há diferentes fatores que podem deixar o canal auditivo entupido. Acompanhe as principais a seguir.

Água

Um dia de diversão na praia ou na piscina, a prática da natação ou até mesmo o banho podem causar o entupimento pela entrada de água nos ouvidos. O problema costuma se resolver sozinho, principalmente se a pessoa se deitar virada para o lado do ouvido entupido para que a água escorra.

Entretanto, se o incômodo persistir, o ideal é procurar otorrinolaringologista para evitar infecções. Para quem pratica natação, a dica é utilizar protetores auditivos que vão bloquear a entrada de água, evitando o transtorno.

Excesso de cera

O corpo produz cera naturalmente para manter os ouvidos lubrificados, limpos e protegidos contra poeira e microrganismos, sendo que seu acúmulo é eliminado para a região externa do ouvido.

Contudo, muitas pessoas têm o costume de limpar esse excesso de maneira exagerada, fazendo com que o organismo produza mais dessa substância, o que pode levar ao entupimento do ouvido.

A limpeza com hastes flexíveis — hábito comum de muita gente — também contribui para o problema, pois mais cera é empurrada para dentro, o que pode causar a obstrução do canal. A higienização na parte externa do ouvido pode ser feita após o banho com o uso de uma toalha.

Diferença de altitude

A maioria das pessoas já ficou com a sensação de ouvido tampado após a decolagem de avião ou mesmo no carro ao descer a serra naquela viagem com a família para a praia. Isso ocorre por conta da mudança de altitude, que leva a uma diferença de pressão entre a orelha externa e a média. Para quem viaja bastante, existem alguns truques para prevenir o incômodo, como mastigar um alimento, mascar chicletes ou fazer movimentos de bocejar.

Infecções

Infecções no ouvido — decorrentes, muitas vezes, de gripes e resfriados — podem levar ao acúmulo de secreção no ouvido, o que causa seu entupimento. Nessas situações, é imprescindível a orientação médica, que vai prescrever o medicamento correto para o problema.

Bruxismo

O bruxismo é um hábito involuntário de ranger os dentes, principalmente durante o sono. Como leva a uma pressão no maxilar, pode ter como consequência a sensação de entupimento no ouvido.

Essa condição exige o acompanhamento odontológico para que seja feito o tratamento para conter o distúrbio, que pode trazer prejuízos para a saúde bucal, além de também causar dor de cabeça.

Objeto estranho

Crianças podem colocar objetos pequenos dentro do ouvido, o que exige o atendimento médico para que a remoção não cause nenhuma lesão. O uso de hastes flexíveis na limpeza também pode soltar pedaços de algodão no canal auditivo, causando seu entupimento.

Disfunção nas trompas de Eustáquio

A trompa de Eustáquio faz a ligação do ouvido médio até a garganta, canal por onde passam fluidos e muco. Quando ela fica obstruída, o fluido e o muco podem ficar presos no ouvido médio, causando sua obstrução. É uma condição geralmente acompanhada de uma infecção, como resfriado, gripe ou sinusite e que exige tratamento médico, pois pode levar à perda auditiva.

Como desentupir o ouvido?

Existem diversas receitas caseiras de como desentupir o ouvido, mas o alerta que fazemos é: fuja de todas elas! O ouvido é um órgão com estruturas delicadas e que, por isso, merece um cuidado especial, afinal, garante nossa audição.

Então, não tente desobstruí-lo por conta própria com o uso de óleos, azeites ou outras substâncias. A automedicação e o uso de objetos dentro do ouvido para sanar o problema também são contraindicados.

Abandone, ainda, o hábito de utilizar hastes flexíveis para conter o problema, pois esses objetos podem causar lesões nas estruturas internas. Acha que é exagero? Pois, saiba que a Academia Americana de Otorrinolaringologia alertou que o uso desse item na limpeza pode levar a cortes nos canais auditivos, perfurar os tímpanos e, até mesmo, deslocar os ossos auditivos.

Em muitos casos, nem é preciso pensar em técnicas de como desentupir o ouvido, pois ele acaba voltando ao normal em algumas horas. A questão é quando o problema persiste, quando a obstrução foi causada por um objeto estranho ou, ainda, por alguma infecção: nessa hora é fundamental procurar ajuda médica, como mostraremos a seguir.

Qual a importância de procurar o médico especialista nesse caso?

Qual a importância de procurar o médico especialista nesse caso?

Se você quer saber como desentupir o ouvido sem riscos, saiba que é necessário procurar um atendimento especializado, como o otorrinolaringologista. O médico fará a avaliação de cada caso, realizando o exame com o otoscópio — instrumento que possibilita a visualização do tímpano dentro do canal auditivo — diagnosticando o problema e indicando o tratamento mais adequado.

Se a obstrução for causada pelo acúmulo de cera, por exemplo, a limpeza pode ser feita no próprio consultório, o que vai aliviar o incômodo e garantir a boa saúde auditiva.

Agora você já sabe como desentupir o ouvido por conta própria pode ser bastante arriscado. Desse modo, caso esteja sofrendo com esse incômodo, não hesite em procurar um médico especialista para evitar lesões ou outros problemas no órgão auditivo.

Gostou das informações que trouxemos neste post? Já que estamos falando na saúde dos ouvidos, descubra também quais cuidados é preciso ter com a audição!

Fadiga e indisposição: por que podem ser sintomas de perda auditiva?

Fadiga e indisposição: por que podem ser sintomas de perda auditiva?

Deficiência auditiva e surdez são dois termos que as pessoas comumente usam para descrever a ausência da audição. Entretanto, a deficiência auditiva pode ocorrer ao longo da vida por causa de alguma doença, hábitos ruins e lesões que podem se manifestar de diversas maneiras, como fadiga, dificuldade para ouvir sons mais intensos e isolamento de atividades sociais.

Já a surdez é um problema congênito, ou seja, por alguma razão o indivíduo já nasce surdo. Apesar de as consequências das duas situações serem parecidas, é preciso entender suas diferenças, quais são as possíveis causas e o que fazer diante do aparecimento de algum sintoma. Pode parecer bobagem, mas sinais simples como fadiga e cansaço não devem ser ignorados e um médico deve ser procurado.

Para quem tem dúvidas sobre o assunto, explicamos abaixo quais são os principais sintomas da perda auditiva, quais providências devem ser tomadas e o que pode ajudar o paciente a ter mais qualidade de vida no dia a dia. Confira!

O que é a perda auditiva?

O que é a perda auditiva?

A perda auditiva, muitas vezes associada ao avanço da idade, também está relacionada a outros fatores, como infecções ou, até mesmo, problemas de saúde que acompanham o paciente desde a infância. De maneira geral, o comprometimento do sentido da audição pode ocorrer em diferentes níveis, do mais leve ao profundo.

Boa parte dos casos podem ser definidos como perda auditiva leve, mas ela também pode ocorrer em outros níveis, que são: moderado, severo e profundo. Quando o indivíduo tem a perda de audição classificada como leve, seu principal problema é a dificuldade para entender o que outra pessoa está falando e também alguns tipos de sons.

No caso de quem tem perda de audição considerada moderada, a dificuldade é para ouvir sons e ruídos um pouco mais altos, como o choro de um bebê, um aspirador de pó em funcionamento ou o latido de um cachorro. Para aqueles que têm perda auditiva severa, o problema é mais intenso: quase não é possível compreender o que o outro está falando ou escutar o toque de um telefone.

O último nível é a perda de audição profunda, em que a pessoa não consegue ouvir nem mesmo sons considerados altos, como aqueles emitidos por um caminhão ou avião. Mas, independentemente de qual seja o grau, é importante buscar um diagnóstico correto e, em seguida, fazer as correções que forem necessárias.

O que pode causar a perda auditiva?

As perdas auditivas podem ser divididas entre os seguintes tipos: neurossensorial, condutiva ou mista. O primeiro caso é definido como perda auditiva no ouvido interno e acontece quando as fibras localizadas no interior da orelha sofrem algum dano, o que normalmente pode ocorrer por causa da idade avançada ou exposição a ruídos.

A perda auditiva condutiva acontece devido a problemas na área externa da orelha que impossibilitam a chegada dos sons ao ouvido. Os principais fatores para o surgimento desse problema são perfurações nos tímpanos, excesso de cera no canal auditivo e questões ósseas. Por último, temos a perda de audição mista, que é originada tanto por fatores causadores da perda neurossensorial como da condutiva.

De forma geral, podemos classificar como os principais fatores que ocasionam a perda auditiva:

  • causas naturais devido ao envelhecimento, principalmente após os 65 anos;
  • exposição excessiva a ruídos, sobretudo em atividades de trabalho em fábricas e na área de construção civil, por exemplo;
  • infecções como a otite, que podem ser causadas tanto por vírus como por bactérias;
  • perfurações no tímpano que, normalmente, são causadas por hábitos que parecem inofensivos, como o uso de hastes flexíveis ou canetas durante a limpeza dos ouvidos;
  • uso de certos medicamentos;
  • excesso de cera nos ouvidos;
  • acidentes na cabeça;
  • fatores genéticos.

A partir disso, entendemos que nem sempre é possível evitar a perda da audição, já que ela pode acontecer por causa do envelhecimento. Mas também há outros fatores que podem, e devem, ser controlados, como exposição excessiva a músicas e ruídos altos. 

Quais são os principais sintomas?

Os sintomas da perda da audição podem ser diversos, mas, dentre os principais que requerem atenção, podemos citar os seguintes:

  • dificuldade para ouvir e identificar sons, precisando aumentar o volume da televisão acima do normal, por exemplo;
  • necessidade de as pessoas sempre repetirem o que dizem;
  • dificuldade para entender conversas em grupo;
  • necessidade de fazer leitura labial durante uma conversa;
  • fadiga, indisposição e, até mesmo, isolamento social que, inclusive, pode levar a um quadro depressivo.

Resumindo, se você sente dificuldade para acompanhar conversas em meio a ruídos e outros sons intensos, se é preciso se esforçar para escutar o que os outros estão dizendo e se a televisão ou o rádio precisam estar sempre em um volume alto, certamente é necessário buscar a ajuda de um médico especialista para fazer uma audiometria e/ou outros exames. 

Por que fadiga e indisposição podem ser sintomas?

Pode parecer bobagem e, para quem não sabe muito sobre o assunto, o cansaço e a fadiga nada têm a ver com a perda auditiva. Porém, esses fatores devem ser sinais de alerta, pois estão relacionados ao grande esforço que muitas pessoas precisam fazer todos os dias para ouvirem o mundo a sua volta.

Quem tem dificuldades para ouvir pode desenvolver o hábito de evitar o convívio social porque, além do fator psicológico, há também o problema do cansaço excessivo, que resulta em fadiga e falta de disposição no dia a dia. Mas isso não significa que somente quem tem perdas severas pode sentir esse cansaço. Pelo contrário, até mesmo nos casos leves esse quadro de falta de disposição é comum.

Não é difícil entender o porquê de isso acontecer, afinal, quem tem dificuldades para ouvir precisa fazer um esforço mental além do necessário para compreender o que as pessoas dizem, inclusive, precisando recorrer à leitura labial.

O que fazer para ter mais qualidade de vida?

O que fazer para ter mais qualidade de vida?

Como mencionamos, a primeira coisa a fazer diante de algum sintoma da perda auditiva é procurar um médico. Somente esse profissional poderá atestar o problema e, consequentemente, indicar o melhor tratamento para que o paciente tenha melhora na sua qualidade de vida.

Um exame comum para identificar a perda de audição é a audiometria, em que são medidos os níveis de decibéis que a pessoa consegue ouvir. Caso o diagnóstico seja positivo, não é preciso entrar em pânico, já que os recursos oferecidos pela medicina estão cada dia melhores.

O aparelho auditivo é um dos principais recursos que devem ser usados nessa situação. Claro que ele não restaura o sentido do paciente, mas torna o processo da audição mais fácil. O resultado é a melhora no bem-estar em geral, relacionado tanto à saúde física como à mental.

É importante estar sempre atento aos menores sinais de mudanças relacionadas à saúde. Afinal, quanto mais cedo um diagnóstico for feito, menores serão as consequências sentidas pelo paciente, uma vez que ele terá a possibilidade de realizar tratamentos ou usar o que for necessário para melhorar a sua saúde.

Já conhecia todas essas informações sobre perda auditiva, fadiga e cansaço? Aproveite para conferir o post que elaboramos sobre perda auditiva neurossensorial!

Entenda o que é o exame BERA e como é realizado

Entenda o que é o exame BERA e como é realizado

A audição é um dos sentidos mais complexos do corpo humano. Por isso, para testá-la, diversos exames podem ser solicitados. Audiometria, imitanciometria, audiograma e BERA são alguns exemplos dos quais você já deve ter ouvido falar. Mas, afinal, o que é o exame BERA e como ele é realizado?

Esse termo deriva do nome do exame (do inglês, Brainstem Evoked Response Audiometry), que também pode ser chamado de PEATE (Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico). Embora as siglas pareçam complexas, adiantamos que, de difícil, ele só tem o nome. Continue lendo para saber mais sobre o BERA!

Como funciona a nossa audição?

Como funciona a nossa audição?

Antes de nos aprofundar no exame, é necessário compreender resumidamente o funcionamento normal do nosso aparelho auditivo. O som proveniente do meio externo atinge a orelha externa, passa pela média e chega à orelha interna. Nesse trajeto, o som faz alguns pequenos ossos e membranas vibrarem. Esses estímulos mecânicos se transformam em impulsos elétricos, que, então, são transportados a uma estrutura chamada tronco cerebral.

Uma vez que chegam ao cérebro, esses estímulos são interpretados em áreas específicas, dando origem ao que chamamos de audição. Se houver alguma anormalidade em qualquer ponto desse trajeto, a audição pode ficar prejudicada. Dentre as causas mais comuns de perda de audição, podemos citar:

  • infecções;
  • doenças cardiovasculares;
  • exposição crônica a ruídos e poluição sonora;
  • desarticulação dos ossículos do ouvido;
  • envelhecimento, pois as estruturas do ouvido interno sofrem danos;
  • acúmulo de cera;
  • lesão do nervo auditivo;
  • lesão na cóclea;
  • lesões cerebrais.

Saber a causa e a localização exata do problema é o primeiro passo para buscar a melhor solução. Nesse contexto, os exames confirmam a hipótese do médico e indicam onde pode estar a lesão, levando a um tratamento mais direcionado e eficaz.

O que é o exame BERA?

O que é o exame BERA?

O objetivo do BERA é avaliar a resposta elétrica que ocorre no trajeto até o tronco encefálico em reação a um estímulo acústico. Lembra que dissemos que o nosso corpo tem o potencial de transformar as ondas sonoras em impulsos elétricos? Baseando-se nessa capacidade, o BERA consegue relacionar o som com a nossa percepção auditiva e verificar a integridade de nossas vias auditivas.

O BERA é indicado sempre que houver suspeita de perda ou deficiência auditiva em qualquer faixa etária. Ele é uma ferramenta importante na Pediatria Neonatal, por exemplo, pois consegue avaliar e discriminar lesões importantes no recém-nascido. Nos primeiros anos de vida, anomalias auditivas podem ter repercussões graves para a criança, por isso, necessitam de maior atenção.

No BERA, os impulsos elétricos no cérebro são captados por eletrodos e analisados por um fonoaudiólogo ou otorrinolaringologista. O objetivo é compará-los com os estímulos sonoros e verificar se há alguma dissociação entre eles, identificando possíveis problemas na audição.

Como é feito o exame?

Como é um exame para avaliar a integridade do trato auditivo, alguns cuidados devem ser tomados: os aparelhos são específicos para o exame e a sala deve ser tratada acusticamente para evitar ruídos externos. Portanto, esse procedimento deve ser feito em um consultório ou clínica especializada.

Primeiramente, a pele da orelha e a da testa devem ser limpas com um gel especial, pois os eletrodos serão colocados nessas áreas. Os cabelos devem estar secos e sem excesso de produtos cosméticos, que podem atrapalhar o exame. Em seguida, o paciente é deitado e são colocados fones de ouvido para o início do exame.

Uma vez que o exame é muito sensível, qualquer movimento do corpo ou da musculatura facial pode atrapalhar sua execução e interpretação. Logo, é fundamental que o paciente fique de olhos fechados, o mais relaxado possível e em silêncio durante o exame. Assim, a precisão é maior e os riscos de interferência no resultado diminuem.

Durante o exame, sons de diferentes intensidades e frequências são emitidos nos fones de ouvido. Assim que esses sons são convertidos em estímulos elétricos e chegam ao cérebro, os eletrodos captam os sinais e os transmitem para o computador.

Desse modo, o examinador consegue diagnosticar com um grau de certeza muito grande uma possível doença. Se a atividade elétrica registrada for menor que o esperado, por exemplo, fica claro que há comprometimento em algum local. Nesse caso, com a interpretação correta, podemos saber em qual parte do trajeto encontra-se o problema.

O exame dura aproximadamente 30 minutos. Após esse tempo, o paciente retira os aparelhos e está liberado. Não é necessário internação, jejum ou medicações prévias e o paciente pode retomar suas atividades no mesmo dia. O BERA é considerado um exame pouco invasivo, sem efeitos colaterais.

O BERA é seguro?

Naturalmente, encarar um exame desconhecido pode gerar apreensão. Entretanto, no caso do BERA, não há o que temer: ele exige apenas o uso de eletrodos e fones de ouvido, sem utilizar anestesia ou injeções.

Nos casos em que o paciente é muito agitado, como crianças muito apreensivas, pode-se utilizar sedativos para que ele não se mexa durante o exame. Não existem contraindicações quanto à idade, condição prévia de saúde e uso de medicações crônicas. Portanto, o BERA é um exame altamente seguro e pode ser indicado em qualquer caso de suspeita de perda auditiva.

Seja na infância ou na vida adulta, as perdas auditivas devem sempre ser analisadas com atenção. A Medicina e a Fonoaudiologia trabalham em conjunto para oferecer soluções eficazes e definitivas. Para alcançar esses resultados, é necessário que o diagnóstico seja feito precocemente e da maneira correta.

Nesse contexto, o BERA se tornou uma solução pouco invasiva e muito útil na avaliação da perda auditiva. Além de oferecer dados importantes sobre os impulsos elétricos no cérebro, ele é independente da subjetividade — ou seja, não causa variação dos resultados devido à nossa percepção individual da audição.

Outro receio relacionado ao BERA é a preocupação com o seu resultado: afinal, caso ele indique alguma perda auditiva, existe tratamento para esse problema? Saiba mais e garanta a melhor terapia auditiva!