Autor - A&R Aparelhos Auditivos

Por que ocorre microfonia no aparelho auditivo? Entenda!

Uma das principais reclamações dos pacientes com deficiência auditiva está relacionada a uma espécie de apito que eles ouvem, estamos falando da microfonia no aparelho auditivo. Apesar de muito comum, esse problema precisa ser eliminado o quanto antes para garantir o bem-estar e qualidade de vida do usuário. Com o avanço da tecnologia nesses aparelhos, essa reclamação teve uma boa reduzida, no entanto, elas ainda existem.

No caso da A&R Aparelhos Auditivos, seus usuários de 2007 até 2010 se queixam que o aparelho apita ao abraçar as pessoas ou ao mexer no cabelo, por exemplo, e isso causa um incômodo. Como eles não podem reduzir o ganho do aparelho por conta da perda auditiva, os profissionais sugerem a troca por um dispositivo mais tecnológico, que tenha mais recursos para suavizar esse desconforto.

Neste artigo, vamos explicar a você por que a microfonia ocorre, como identificar esse problema e, ainda, mostramos os benefícios de contar com um aparelho auditivo de qualidade. Acompanhe!

Por que ocorre a microfonia?

A microfonia ocorre quando o som volta pelo próprio conduto e pelo próprio aparelho auditivo, causando o incômodo. O som amplificado que sai do aparelho não dá conta porque está sendo muito amplificado no conduto e, então, retorna.

Isso acontecia antigamente, quando ainda não tínhamos uma evolução do aparelho auditivo. Quando falamos antigamente, nos referimos aos dispositivos anteriores a 2010. A partir daquele ano para cá, isso não tem acontecido mais porque os algoritmos, que são os recursos do aparelho auditivo, estão cada vez mais avançados para evitar essa retroalimentação.

Existem alguns casos em que não há a influência do aparelho auditivo, tais como:

  • cera no ouvido que causa obstrução;
  • tubinho danificado, que é uma peça do molde do aparelho;
  • bip de bateria fraca, muitas vezes identificado pelo paciente como microfonias.

 

Como identificar se o aparelho está com microfonia?

Existem diversas formas de identificar se o aparelho auditivo está com microfonia. Quando o paciente chega para a análise com o fonoaudiólogo, na clínica mesmo é possível identificar a origem do problema.

Caso seja algo do aparelho, os profissionais identificam a microfonia assim que o usuário chega, pois eles realizam uma análise, checando o dispositivo, as condições e o ouvido.

Existe também a possibilidade de ser algo que não está relacionado ao aparelho, como algum corpo estranho no ouvido. Nesse momento, o fonoaudiólogo consegue identificar o problema por meio da meatoscopia (análise do conduto auditivo) e fazem o encaminhamento para o otorrino.

Quais problemas a microfonia no aparelho auditivo pode causar?

Para a audição a microfonia não causa problemas, até mesmo porque o paciente não consegue utilizar o aparelho auditivo e, assim, o retira do ouvido. É válido ressaltar também que nesse período em que o usuário fica sem usar o recurso, geralmente por horas ou no máximo um dia, a sua audição é prejudicada.

Existem algumas ações que podem ser feitas nos aparelhos mais antigos para evitar a microfonia, nesse momento, a limpeza e demais cuidados é fundamental. Deve-se olhar o tubinho e as partes do aparelho em geral, como:

  • tubo life;
  • sonda;
  • tubinho;
  • molde.

Após esses cuidados com o aparelho, o paciente deve se dirigir à clínica para fazer o atendimento, a fim de verificarmos a condição de seu ouvido, pois a presença de cera ou secreção pode causar microfonia.

Por fim, fazer acompanhamento regular com fonoaudiólogo para que o profissional verifique a questão da regulagem, já que às vezes é preciso aumentar o ganho do aparelho porque aquele ouvido já acostumou com o estímulo.

Então, para evitar esses contratempos, os profissionais da A&R Aparelhos Auditivos estão sempre acompanhando e vendo o que é possível ser feito para melhorar o conforto do paciente. E quando se chega naquele limite em que é preciso aumentar o ganho, mas o dispositivo não comporta mais essa necessidade, o fonoaudiólogo indica a adaptação de um outro modelo.

Isso aconteceria como um último recurso, embora nunca tenha acontecido a necessidade de se trocar um aparelho por apresentar muita microfonia.

Qual é a importância de um aparelho auditivo de qualidade?

Ao chegar até aqui, você percebeu que os aparelhos auditivos mais recentes dificilmente apresentam problemas com microfonia, certo? Pois bem, agora vamos mostrar o que o usuário tem a ganhar investir em um modelo de qualidade. Confira!

Melhor qualidade de vida

É claro que não podemos ignorar a eficiência dos aparelhos auditivos antigos, mas fato é que as novas tecnologias apresentam funcionalidades mais eficientes que facilitam o dia a dia do usuário. Isso faz com que eles se sintam mais dispostos a realizar suas atividades rotineiras e, inclusive, conseguem enxergar melhores resultados no processo de adaptação, o que os motiva a persistir no tratamento.

Maior independência

Além das novas funcionalidades, também não podemos deixar de mencionar os acessórios que facilitam a vida dos usuários. Eles permitem que a pessoa que sofre com a deficiência auditiva possa falar ao celular e, ainda, assistir TV.

Sendo assim, essa é mais uma oportunidade para que o usuário recupere aos poucos a sua independência, pois, nesse caso, ele não precisará da ajuda de terceiros para realizar tarefas básicos, como atender uma ligação.

Melhoria na capacidade cognitiva

A deficiência auditiva costuma contribuir para o aumento dos problemas cognitivos. Nesses casos, o uso de um aparelho auditivo de qualidade ajudará a reduzir as chances da instalação desse tipo de transtorno, como a doença de Alzheimer e demência.

Além disso, o aparelho auditivo também aumenta a expectativa de vida, promovendo uma grande melhora na concentração e no bem-estar físico.

Em suma, podemos afirmar que em casos de microfonia no aparelho auditivo é importante que o paciente entre em contato imediatamente com o seu fonoaudiólogo. Pode ser algo simples de ser resolvido, até mesmo por telefone. Muitas vezes, uma limpeza ou um ajuste já resolve o problema.

Dessa forma, é possível evitar todo esse incômodo, já que o paciente costuma ficar bem irritado com a microfonia, bem como os seus familiares.

No caso da A&R, o paciente só precisa entrar em contato rapidamente com os profissionais. Eles contam com uma equipe bem treinada que sabe orientar acerca dessa questão, muitas vezes, sem a necessidade de deslocamento até a clínica.

Também quer ter acesso a esse atendimento de qualidade? Então, entre em contato com a A&R Aparelhos Auditivos e saiba o que eles podem fazer por você!

Perda auditiva e as doenças cardiovasculares entenda a relação

Perda auditiva e as doenças cardiovasculares: entenda a relação

O corpo humano é formado por estruturas e sistemas, os quais, juntos, comandam o funcionamento do organismo. Dessa forma, alterações específicas podem causar impacto funcional em outras áreas, como ocorre entre perda auditiva e doenças cardiovasculares.

Tendo em vista tal relação, é fundamental que a população e os profissionais de saúde estejam atentos aos possíveis danos auditivos em decorrência de problemas cardiovasculares, visto que estes últimos ainda representam a principal causa de morte no mundo.

Mas, afinal, por que existe essa associação? Como duas funções aparentemente distintas podem estar correlacionadas? Continue a leitura e descubra!

As causas da perda auditiva

A perda auditiva é dividida, basicamente, em central e periférica. Isso mostra que diferentes componentes são essenciais para que a função seja bem realizada no dia a dia.

Quando se trata da periférica, ela está vinculada a alterações na orelha externa, média ou interna. A orelha externa é composta por estruturas como pavilhão auditivo e o conduto, que vai até a membrana timpânica.

Já a orelha média é representada pelos ossículos responsáveis por transmitir à orelha interna os estímulos mecânicos que as ondas sonoras causam no tímpano. Por fim, a parte interna é composta pela cóclea e pelo sistema vestibular, responsáveis pela audição e equilíbrio, respectivamente.

Por outro lado, a perda auditiva central está diretamente associada ao sistema nervoso, ou seja, às vias sensoriais que direcionam os estímulos para processamento da informação no cérebro.

Parece complexo, certo? Mas para entender a associação com as doenças cardiovasculares, é necessário ter atenção especial com a cóclea, componente da orelha interna. Confira!

A relação entre doenças cardiovasculares e perda auditiva

As doenças cardiovasculares são prejudiciais por si só. As consequências incluem infarto do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais, trombose, acometimento vascular periférico, dentre outros. Sendo assim, é possível perceber que não afetam apenas o coração, mas o organismo como um todo.

Pensando na audição, pessoas que apresentam algum tipo de alteração cardiovascular são 54% mais propensas a desenvolverem também redução auditiva. A principal justificativa para isso está associada à circulação presente nas estruturas da orelha interna.

O sangue é responsável por levar nutrientes e possibilitar o bom funcionamento de cada célula do corpo humano. Dessa forma, representa importante papel no metabolismo, incluindo as interações existentes na audição.

As doenças cardiovasculares acometem a circulação na orelha interna por reduzirem o fluxo sanguíneo no local. Por conseguinte, diminuem também a disponibilidade de oxigênio e de energia, os quais são destinados para as reações na cóclea, fundamentais para a sensibilidade auditiva.

Diante dessa associação, é necessário estabelecer o raciocínio de que a queixa de perda de audição pode ser consequência de problemas sistêmicos. Vale ressaltar que nem sempre há o diagnóstico prévio de doenças cardiovasculares. Portanto, ao detectar sinais de surdez, é importante fazer a triagem de possíveis condições cardíacas e vasculares.

Por fim, outra associação identificada é que a partir de 49 anos há o aumento de problemas auditivos como consequência cardiovascular. Esse problema pode ser mais frequente em razão do envelhecimento populacional, visto que ambas as condições são muito prevalentes na população mais velha.

A influência da diabetes mellitus

Embora tenhamos reforçado quais são os principais problemas cardiovasculares, não podemos nos esquecer da influência que a diabetes apresenta no organismo. A condição em si representa a ausência ou insuficiência de captação de glicose devido a problemas hormonais relacionados à insulina.

A diabetes tratada de forma ineficaz provoca consequências como o aumento dos níveis de açúcar no sangue, bem como aumento do peso, do colesterol, além de importante acometimento vascular e nervoso.

Sendo assim, a diabetes é um fator de risco para doenças cardiovasculares e perdas auditivas. Da mesma forma que alterações provocadas nos vasos sanguíneos podem diminuir o fluxo de sangue na orelha interna, o impacto na inervação pode causar perda auditiva a nível central, com maior dificuldade na captação de estímulos e no processamento das informações.

Quando feita uma análise das células da orelha interna, são identificadas lesões em 50% de pessoas diagnosticadas com diabetes. Outro dado relevante é que pacientes diabéticos e com aumento de peso são 3 vezes mais propensos a apresentarem alterações na audiometria.

A prevenção de doenças cardiovasculares

Conforme reforçado neste artigo, as doenças cardiovasculares representam um dos fatores que influenciam na perda auditiva. Mas não é este o único aspecto acometido por elas.

A alta prevalência na sociedade e as graves consequências geradas, sejam mortes, sejam perdas funcionais ou até mesmo hospitalizações, fazem com que a prevenção torne-se essencial. Confira a seguir algumas maneiras de evitar complicações!

Acompanhe sua pressão

A hipertensão arterial retrata o aumento contínuo nos níveis pressóricos. Caso não tratada, as alterações provocadas na parede dos vasos podem prejudicar o funcionamento de órgãos, como os rins, coração e vascularização periférica.

Sendo assim, é ideal realizar aferições periódicas, a fim de detectar o aumento em tempo hábil para estabelecer uma mudança de hábitos e, se necessário, o tratamento medicamentoso.

Reduza os índices glicêmicos

Como dito, a diabetes é uma condição que requer atenção e acompanhamento, visto que suas complicações são graves e sistêmicas. Dessa forma, é preciso adotar hábitos diários que reduzam os índices glicêmicos, como um padrão alimentar adequado e a prática de atividades físicas, além de, é claro, tomar corretamente a medicação prescrita pelo profissional especializado.

Busque um melhor padrão alimentar

O melhor padrão alimentar mencionado anteriormente não deve ser adotado apenas para pessoas com diabetes. Toda a população deve prezar por uma alimentação que abranja os nutrientes essenciais e tenha quantidade reduzida de alimentos hipercalóricos. Ressaltamos também a importância da hidratação e, caso opte pelo suco, que ele seja feito com a polpa das frutas e sem adição de açúcar.

Pratique atividades físicas

A prática de atividades físicas é fundamental para melhorar o desempenho de diversos aspectos do organismo. Além do fortalecimento muscular, a função cardiorrespiratória é beneficiada, diminuindo o risco de desenvolver doenças cardíacas e reduzindo também os níveis de colesterol.

Concluímos, então, que há uma importante associação entre doenças cardiovasculares e perda auditiva, de modo que os profissionais de saúde devem estar atentos no momento do diagnóstico. Identificar a causa é um ponto fundamental para que sejam estabelecidas as condutas corretas e, neste caso, para que possa ser feito um tratamento sistêmico e não apenas da redução da audição.

E então, percebeu que está sofrendo determinada perda auditiva? Consulte um médico e saiba como nossos produtos podem auxiliá-lo a ter mais qualidade de vida!

Conheça 4 benefícios da bateria de lítio para aparelhos auditivos

Conheça 4 benefícios da bateria de lítio para aparelhos auditivos

Desde que foram inventados, os aparelhos auditivos melhoraram a vida de muitas pessoas com diversos níveis de perda auditiva, isso não há como negar. Entretanto, as versões mais antigas tinham algumas falhas, como: serem grandes e desconfortáveis, a bateria acabava rápido e não existiam aparelhos à prova d’água.

A boa notícia é que, graças aos avanços da tecnologia, esses problemas foram resolvidos. Os aparelhos auditivos mais modernos contam com uma bateria de lítio e é essa pequena mudança que permitiu tantas melhoras no desempenho.

Neste texto, falaremos mais sobre as baterias de lítio, explicaremos como elas funcionam, quais são as suas vantagens e desvantagens. Ficou curioso? Então continue lendo!

Como funcionam as baterias tradicionais para aparelhos auditivos?

As baterias tradicionais são divididas em categorias e cada uma delas recebe um selo diferente, eles indicam em qual modelo de aparelho a bateria pode ser usada. Resumidamente, os selos das baterias representam os tamanhos. Uma marca de aparelhos auditivos pode ter um modelo com vários tamanhos para que o mesmo possa ser usado com baterias diferentes.

O tamanho das baterias tradicionais é proporcional à sua duração, portanto, quanto menor a bateria, menor será o seu tempo de uso. Confira a seguir a nomenclatura das baterias e a estimativa de sua duração:

  • 675 (selo azul) — 15 a 20 dias;
  • 13 (selo laranja) — 10 a 15 dias;
  • 312 (selo marrom) — 7 a 10 dias;
  • 10 (selo amarelo) — 4 a 6 dias.

Os usuários costumam comprar um kit com aparelhos de tamanhos variados. Eles geralmente usam os aparelhos grandes dentro de casa e guardam os mais discretos para serem usados em alguma ocasião especial. O grande problema é que essas baterias, logicamente, precisam ser trocadas.

As baterias de selo azul já são pequenas e difíceis de serem manuseadas, agora imagina só o sacrifício que é trocar as de selo amarelo! Considerando que muitos idosos usam os aparelhos auditivos, a dificuldade na troca das baterias é, de fato, um ponto negativo que deve ser considerado.

Quais são as vantagens das baterias de lítio?

A grande novidade no mercado de aparelhos auditivos são as baterias de lítio. Elas vêm embutidas no aparelho auditivo e são similares àquelas que encontramos em nossos celulares. Conheça agora as vantagens dessa novidade:

1. São recarregáveis

Outra semelhança com os celulares é que os aparelhos com bateria de lítio podem ser recarregados e chegam a armazenar o dobro (e até o triplo) de energia das demais baterias disponíveis no mercado.

Você deve estar se perguntando se essa bateria recarregável não vicia e a resposta é: não! Os íons de lítio não armazenam memória, logo, você não precisa esperar o aparelho zerar a bateria ou carregar até 100% para usá-lo.

2. A vida útil da bateria é maior

O lítio também suporta centenas de ciclos de carga e descarga, perdendo sua capacidade minimamente. Por exemplo, enquanto as demais baterias perdem, por mês, 20% de carga devido ao uso, as de íons de lítio perdem apenas 5%. É claro que o tempo de vida útil do seu aparelho auditivo com bateria de lítio vai depender da forma de uso. Quanto maior for o seu cuidado com o aparelho, mais tempo ele vai durar.

3. São mais leves e confortáveis

As baterias de íons de lítio costumam ser bem mais leves e menores que as demais, o que significa que os aparelhos auditivos ficam muito mais confortáveis. Além disso, o lítio é um material mais maleável, o que significa que a bateria pode ser feita em outros formados que possibilitem a criação de um aparelho menor e mais anatômico.

4. Pode ser usado na água

Isso não se aplica a todos os modelos, mas os mais modernos e arrojados podem até mesmo ser usados debaixo d’água. O usuário pode fazer um mergulho de até um metro de profundidade por 30 minutos.

Quais são as desvantagens das baterias de lítio?

Embora o uso das baterias de lítio sejam um grande avanço na fabricação de aparelhos auditivos, existem, sim, algumas desvantagens. Afinal, essa é uma novidade muito recente no mercado, portanto, o uso dos íons de lítio ainda precisa ser estudado por mais tempo para ser aprimorado.

Uma das desvantagens da bateria de lítio é que ela envelhece mesmo se não estiver em uso. Armazenar os aparelhos auditivos em um lugar fresco e não deixar a carga zerar totalmente retarda o efeito de envelhecimento. Contudo, não se deixe desanimar por isso, essa é uma característica presente em todos os tipos de aparelhos eletrônicos, afinal, todos eles têm vida limitada e, infelizmente, ainda não inventaram uma fonte de energia infinita.

A fabricação das baterias de íons de lítio é mais cara, o que acaba afetando no preço final dos aparelhos auditivos. Entretanto, o ponto negativo que mais merece atenção é que o abuso da bateria aumenta a sua temperatura e pode causar danos ao aparelho como rupturas. Nos casos mais graves, a bateria de lítio pode incendiar, igual aos que muitos de nós já vimos acontecer com as baterias dos celulares.

Você não precisa ficar com medo de usar um aparelho auditivo de bateria de lítio por causa desse último tópico. Se o produto foi fabricado, é claro que ele é seguro. As leis jamais permitiriam que uma empresa fabricasse um aparelho que corre o risco de explodir na sua orelha.

Nós apenas estamos falando com sinceridade sobre as desvantagens do lítio, o que pode acontecer se o usuário do aparelho não cuidar corretamente a bateria. Lembrando de que esses são casos extremos e raríssimos. Se você não deixar o seu aparelho esquentar, nada de ruim acontecerá.

É por isso que é tão importante usar baterias originais (sejam elas de lítio ou tradicionais) em seus aparelhos auditivos. Saber a procedência do produto garante que as baterias passaram por testes, aprovação e não vão causar problemas, como vazamentos ou rupturas, tão facilmente. Portanto, invista em produtos de marcas confiáveis, mesmo que seja um pouco mais caro. É melhor pagar um pouco mais e ter segurança que economizar e ter que lidar com algum problema depois.

Agora que você já conhece os aparelhos de bateria de lítio, você não precisa mais sofrer usando as baterias convencionais. A bateria de lítio permite que o usuário seja muito mais livre e confiante. Mesmo tendo algumas desvantagens, todos os benefícios da bateria de lítio compensam todos os problemas citados. Invista o seu dinheiro nessa novidade e você não vai se arrepender.

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Quais os problemas causados pelo uso do cotonete? Saiba aqui

Quais os problemas causados pelo uso do cotonete? Saiba aqui

Antigamente, era comum que se recomendasse o uso do cotonete para a limpeza dos ouvidos. Afinal, principalmente na infância, o acúmulo de cera no canal auditivo era visto como um possível causador de diversos problemas — otites e diminuição na acuidade auditiva eram alguns deles.

Atualmente, no entanto, isso mudou. O desenvolvimento da ciência possibilitou aos médicos a compreensão de que os cotonetes podem trazer mais danos do que benefícios no cuidado com a audição.

Por isso, falaremos a seguir sobre alguns dos principais problemas causados pelo uso do cotonete. Ao final, você compreenderá por que essa ferramenta pode ser inadequada e como ela pode ser substituída. Quer saber mais? Então, continue lendo o post!

Quais os problemas causados pelo uso do cotonete?

Perfuração do tímpano

A fina membrana timpânica — ou tímpano —  separa o ouvido externo do ouvido médio. Ela atua na transmissão do som para pequenos ossos presentes no interior do ouvido, o que possibilita a audição.

Como o cotonete é uma haste dura de plástico, sua inserção na cavidade auditiva pode causar lesões no tímpano. A principal delas é a perfuração, que ocorre quando a membrana perde a sua integridade. Com isso, ela não vibra mais em conformidade com o som e pode gerar perda abrupta da audição. Essa é considerada uma perda auditiva condutiva.

A perfuração timpânica é o principal motivo da modificação nas recomendações do uso do cotonete. Atualmente, caso ele seja utilizado, deve ser restrito à parte de fora do ouvido, para secá-lo. Nunca insira a haste dentro do canal auditivo.

Infecções

O objetivo da limpeza com o cotonete é retirar o cerume, popularmente conhecido como “cera”. No entanto, essa substância, secretada pelas células que revestem o canal auditivo, não está lá por acaso: ela contém anticorpos e substâncias antifúngicas, que protegem o ouvido contra infecções.

Por isso, a retirada excessiva do cerume pode levar à desproteção do ouvido contra infecções. A mais comum delas é a Otite Média Aguda (OMA), que é causada majoritariamente por vírus e bactérias. Se existirem complicações, essas infecções também podem progredir para a perfuração timpânica ou disseminar bactérias pela corrente sanguínea.

Impactação de cerume

Lembra que mencionamos que o uso do cotonete costumava ser recomendado para evitar o acúmulo de cera? Atualmente, sabemos que ele pode, inclusive, piorar esse quadro. Isso porque o uso inadequado do cotonete é capaz de, em vez de retirar a cera do ouvido, empurrá-la para dentro. Quando o cerume se condensa, como se fosse um tampão, dizemos que ele está “impactado” no ouvido.

O principal problema da impactação de cerume é a perda auditiva e a possibilidade de infecções. Afinal, quando ele perde o contato com a superfície do canal auditivo, suas propriedades antimicrobianas também são perdidas.

Dor

A perfuração timpânica é uma complicação que, além da perda auditiva, também leva a uma dor lancinante. No entanto, mesmo se o tímpano não for atingido, o uso do cotonete também pode gerar dor. Isso ocorre porque a superfície do canal auditivo sofre com microtraumas causados pela haste de plástico, podendo também sangrar.

Zumbido no ouvido

Mesmo que as complicações não sejam evidentes, como as que mencionamos acima, elas podem também surgir a longo prazo. É o caso, por exemplo, da perda auditiva gradual e do zumbido no ouvido. São várias as causas que levam a esse último sintoma, variando desde a impactação de cerume até os traumas no tímpano e na parede do ouvido.

Por serem mais tardios, esses sinais podem passar despercebidos, não sendo associados ao uso do cotonete. Por isso, é melhor ficar alerta. Caso você note algo estranho, pode ser necessário procurar outras estratégias para a limpeza do ouvido, que substituam o cotonete. Saiba mais sobre elas a seguir.

Como substituir o cotonete para a limpeza do ouvido?

Em primeiro lugar, é necessário esclarecer que a limpeza do ouvido não é tão necessária quanto parece. Como mencionamos, o cerume é uma substância saudável para o corpo humano e tem entre suas funções a proteção de infecções no ouvido.

Algumas pessoas, no entanto, têm uma produção excessiva de cera. Isso pode levar à impactação mesmo sem o uso do cotonete, causando dor, incômodo e diminuição na acuidade auditiva. Nesses casos, em específico, outros métodos de limpeza podem ser recomendados.

Em situações extremas, é importante procurar um médico. Ele mesmo realizará a limpeza e averiguará se há alguma outra lesão ou problema no ouvido. Para crianças, um pediatra é o mais indicado; adultos podem se beneficiar de uma consulta a um otorrinolaringologista.

Limpeza externa

Para a limpeza externa do ouvido, no pavilhão auditivo, uma toalha de rosto já pode ser suficiente para a tarefa. Reserve as hastes de plástico para casos em que você não consiga secar completamente o pavilhão, mas lembre-se de não as inserir no canal auditivo.

Limpeza do cerume

Caso a impactação de cerume esteja incomodando, outras abordagens podem ser utilizadas nos casos mais leves. Substâncias como o soro fisiológico ou o Cerumin, por exemplo, podem ser pingadas com delicadeza no ouvido até que a cera seja dissolvida.

Para evitar a desproteção da área, no entanto, esse método só deve ser usado na dosagem e na frequência estabelecidas por um médico. Sempre procure um profissional de confiança antes de programar as limpezas do seu ouvido.

O uso do cotonete, embora seja frequente em nossa população, pode trazer diversas complicações para a saúde auditiva. Trouxemos, neste artigo, as principais delas. No entanto, ainda estamos progredindo na descoberta dos efeitos adversos das hastes de plástico. Por isso, considere que, caso você sofra com algum problema auditivo, isso pode ser devido ao uso do cotonete. Não hesite em procurar um profissional para ser orientado(a) em relação ao melhor método para a limpeza dos ouvidos.

Se você gostou de saber mais sobre os problemas do uso do cotonete, certamente seus conhecidos também se beneficiarão desse conhecimento. Por que não aproveitar a oportunidade e compartilhar este texto nas suas redes sociais? Ajude-nos a disseminar as informações e levar a saúde e o bem-estar a outras pessoas!

Conheça os malefícios do uso do fone de ouvido em excesso

Conheça os malefícios do uso do fone de ouvido em excesso

O uso do fone de ouvido é um comportamento crescente nos dias de hoje. Muitos indivíduos começam o dia ouvindo música pelo celular dentro de ônibus, em estações de metrô ou compartilhando esses acessórios com os amigos.

No entanto, o uso excessivo e sem o cuidado necessário tem causado dificuldades de audição, principalmente naqueles indivíduos que utilizam o fone para escutar música em volume elevado para o ouvido humano.

Pensando nisso, é importante saber quais são os malefícios do uso de fone de ouvido e como isso pode ser evitado, para que o sistema auditivo não sofra lesões e atrapalhe a vida das pessoas.

Quer saber quais são os malefícios do mau uso do fone de ouvido? Então, fique por aqui e conheça-os!

Quais são os principais desconfortos do fone de ouvido

A inserção do fone de ouvido não deve causar desconforto no indivíduo. Aqueles que estão mais desgastados e já perderam a espuma auricular protetora devem ser evitados.

Outros dispositivos pouco recomendados são aqueles menores que se encaixam no canal auricular, pois podem causar irritação local e propiciarem o aparecimento de infecções no local da inserção, dependendo do formato da orelha.

Na tentativa de melhorar essa situação, muitos indivíduos adquirem a versão maior, com glóbulos mais potentes para que a informação sonora chegue limpa e sem ruídos durante sua utilização, porém muitos reclamam do peso do aparelho.

Quais são os malefícios do fone a saúde auditiva?

O fato é que, independentemente do tipo de fone utilizado, além do incômodo relatado pelas pessoas, o volume do som ouvido por meio fone, somado ao tempo diário excessivo utilizando esse aparelho, pode causar danos sérios à saúde auditiva.

Esses danos, que podem ser mais intensos nos indivíduos com sensibilidade auditiva, contribuem também para o desenvolvimento da perda auditiva leve ou de outros tipos de surdez e levar à necessidade do uso de aparelho auditivo para minimizar o problema.

Por isso, é recomendável que o uso do fone de ouvido seja entre o intervalo de 30 a 60 minutos diariamente, pois, acima disso, é possível que a exposição contínua às células auriculares possam causar danos no processamento auditivo.

Também é fundamental que o volume escutado dentro do fone não seja muito alto, para evitar a crescente destruição das células auditivas e ter dificuldades para encontrar um som que seja agradável a todos.

Como evitar os malefícios do uso excessivo do fone?

Já dizia a máxima: “tudo em excesso faz mal!”. Por isso, é recomendável que tanto o uso do fone quanto do volume escutado dentro dele sejam moderados. Para aqueles que não vivem sem esse dispositivo, é possível tentar substituí-lo por outras distrações, como os jogos no celular.

Além disso, é importante fazer consultas periódicas ao otorrinolaringologista quando o indivíduo suspeitar de problemas advindos do uso excessivo do fone de ouvido, tais como a dificuldade para ouvir e interagir com as pessoas no mesmo tom de voz que elas estão usando.

Outro ponto fundamental nessa questão é manter os fones sempre limpos e higienizados, evitar o compartilhamento desse dispositivo com outras pessoas e adquirir aqueles recomendados por especialistas devido ao conforto.

Como utilizar adequadamente o fone de ouvido?

A lesão auditiva pode ocorrer com o uso excessivo do fone de ouvido. Por isso, além dos cuidados em relação ao volume dentro do dispositivo, é imprescindível mantê-los em bom estado de conservação.

Além do mais, com a venda crescente por celulares de última geração, é comum a grande utilização desse acessório. No entanto, conforme dados da Organização Mundial de Saúde, é possível que aproximadamente 10% da população mundial já tenha dano auditivo.

Sendo assim, um das recomendações é guardar o fone de ouvido em local seco, para não absorver umidade e danificar suas estruturas, de preferência em caixas bem-acondicionadas para essa finalidade.

Quando for utilizar o fone do tipo auricular, principalmente para os esportistas que precisam de movimento, é aconselhável não introduzir demais na cavidade auditiva para não lesar suas estruturas.

Para aqueles que preferem um maior isolamento do som, são indicados os fones intra-articulares. Nesse caso, é fundamental verificar se a borracha de silicone ainda está intacta e utilizá-los somente em ambientes mais calmos.

Para os fones supra-auriculares, ou seja, aqueles que ficam em cima da orelha, é interessante observar se as partes não estão perfuradas, o que pode comprometer a escuta do som proveniente do aparelho.

Como manter a saúde auditiva com o uso do fone?

Agora que você já sabe que o uso excessivo do fone de ouvido pode causar problemas auditivos devido à intensidade e exposição frequente do som, além do desconforto causado pela inserção desses acessórios, mostraremos que existe um caminho de cuidados preventivos.

Por isso, para quem gosta de começar o dia escutando notícias, podcasts, músicas etc., é importante escolher o fone de ouvido que mais se encaixa ao perfil de uso, adequando com as atividades cotidianas.

Lembre-se de que o volume proveniente do aparelho deve estar na metade do ponto máximo, o que equivale a aproximadamente 60 decibéis. Em situações esporádicas, é possível ouvir em um volume mais elevado, porém o tempo não pode ultrapassar 7 minutos.

Se o indivíduo já tiver dificuldades para baixar o volume do som proveniente do fone de ouvido, é importante procurar ajuda médica e tentar diminuir gradativamente até chegar a um volume mínimo.

Caso o indivíduo precise ficar atento à informação advinda do fone de ouvido, como no caso de estudos para concursos, recomenda-se que não utilize esses acessórios em locais barulhentos, pois fatalmente será necessário aumentar o volume.

Outro ponto fundamental é não dormir com os fones de ouvido, por causa do tempo de exposição ao som e porque esse hábito pode danificar o aparelho e diminuir a funcionalidade dele em longo prazo.

O uso do fone de ouvido pode causar malefícios em situações abusivas, tais como:  manter tempo superior ao recomendado, aumentar o volume em ambientes muito barulhentos, utilizar durante o sono etc. E nesses casos, a lesão auditiva pode se desenvolver. Todavia, se for utilizado com os devidos cuidados tanto pela boa audição quanto pela durabilidade do aparelho, é possível desfrutar de bons sons para relaxar nos momentos de tensão.

Agora que já entendeu tudo sobre uso correto dos fones de ouvido, não deixe de nos seguir no Facebook e Youtube e ficar por dentro de assuntos sobre este tema!

O que um centro auditivo é e o que faz?

O que um centro auditivo é e o que faz?

As pessoas que sofrem com a deficiência auditiva precisam de auxílio especializado para conseguir superar esse problema. Embora o apoio da família seja fundamental nesse momento, a ajuda de profissionais se torna indispensável para garantir melhores resultados. Por esse motivo, você precisa entender o que é um centro auditivo e o que ele faz.

Esse espaço é responsável por diagnosticar corretamente a perda auditiva dos pacientes. Dessa forma, é possível indicar o tratamento e o aparelho auditivo mais adequados para cada caso, atendendo, assim, todas as necessidades do usuário.

Continue a leitura deste artigo para entender como funciona um centro auditivo e o que esse espaço é capaz de fazer pelos pacientes que têm perda auditiva. Confira!

O que é um centro auditivo?

O centro auditivo nada mais é que uma empresa especializada em reabilitação auditiva. Eles auxiliam na adaptação do paciente aos aparelhos auditivos. Nessas clínicas, você encontra fonoaudiólogos especializados em audiologia, que visam ajudar os usuários a melhorar a sua audição e, consequentemente, a sua relação com as pessoas que o cercam.

O principal objetivo desses profissionais é melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com algum grau de deficiência auditiva, inserindo-os aos poucos na sociedade por meio de aparelhos e demais produtos com alta tecnologia.

Além disso, o centro auditivo se preocupa com a satisfação dos seus pacientes, respeitando-os e trabalhando em conjunto com eles.

O que faz um centro auditivo?

Depois de entender o que é um centro auditivo, é necessário saber o que é feito dentro desse espaço para melhorar a qualidade de vida do usuário. Veja!

Seleção e adaptação do aparelho auditivo

Em um primeiro momento, os fonoaudiólogos do centro auditivo precisam selecionar o aparelho que mais se adapta às necessidades do paciente. Sendo assim, eles levam em consideração o tipo de perda auditiva que a pessoa tem. Feita a escolha, começa a fase de adaptação que, como dito, não depende apenas dos profissionais, mas também da colaboração do paciente.

Nesse sentido, o fono fará um acompanhamento estruturado para assegurar que o processo de reabilitação auditiva trará bons resultados, sempre orientando o paciente e indicando os acessórios necessários que o ajudarão a otimizar a sua adaptação.

Outro ponto que merece atenção é em relação à experiência domiciliar. O paciente experimentará o aparelho auditivo escolhido na sua casa e no trabalho, a fim de entender como o seu dia a dia pode ser melhorado.

Programas de acompanhamento e benefícios

O centro auditivo também oferecerá programas de acompanhamento e benefícios após a aquisição do aparelho. O programa geralmente consiste em retornos periódicos agendados para verificar se a adaptação está proporcionando os resultados esperados.

Em alguns benefícios são oferecidos dois anos de material — pilhas e outros materiais gratuitos. Outros, já oferecem aparelhos reservas, seguro de perda e roubo e vale-troca — caso o paciente precise trocar uma peça após o término da garantia.

No entanto, tudo depende do centro auditivo escolhido, assim, é válido destacar que nem todos oferecem esses tipos de benefícios, por isso, é importante analisar o que cada um oferece para não se arrepender mais tarde.

Ajustes e regulagens

É importante deixar bem claro para o usuário que o processo de adaptação não ocorre da noite para o dia. Dessa forma, é importante ter paciência e identificar o que tem prejudicado a adaptação. Ao apontar o problema, o fonoaudiólogo conseguirá ajustar o som do seu aparelho auditivo e realizar as demais regulagens necessárias.

Tudo isso é feito com o objetivo de proporcionar melhor conforto ao usuário e, inclusive, melhorar o entendimento da fala em situações em que a acústica não é tão animadora, como em restaurantes e shoppings.

Audiometria anual

Para ter certeza que a adaptação ao aparelho está sendo satisfatória, alguns centros auditivos realizam uma audiometria anual para acompanhar o progresso da audição. Tudo isso faz com que o paciente se sinta mais seguro, pois perceberá que todos os profissionais estão envolvidos para proporcionar a ele o melhor atendimento.

Os exames são indispensáveis para realizar um diagnóstico mais profundo da audição. É por esse motivo que os centros auditivos oferecem essa possibilidade ao paciente, para ter a certeza de uma perfeita adaptação.

Revisão simples e completa

O centro auditivo de qualidade realiza uma revisão simples e completa, tanto do paciente quanto do aparelho auditivo, para se certificar que o tratamento trará bons resultados.

Nesse momento, o profissional realizará a meatoscopia, que nada mais é do que a visualização de uma estrutura chamada meato acústico externo, a fim de avaliar o cerume e demais fatores que interferem na adaptação.

Já o aparelho auditivo passa por uma limpeza, adaptação de moldes, tubos e sondas, teste audível de funcionamento, troca de protetores de cera e leitura dos parâmetros acústicos.

Quais são os benefícios de um centro auditivo?

O centro auditivo, como mencionado, conta com profissionais experientes que visam melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com a deficiência auditiva. Nesse sentido, podemos afirmar que a sua luta diária está relacionada a proporcionar aos seus pacientes uma adaptação mais eficiente e rápida.

Além disso, eles oferecem novas tecnologias que ajudam esses indivíduos a retomar o controle de suas vidas, sem a necessidade de depender de terceiros. Por isso, a cada lançamento e inovação, eles informam seus pacientes a respeito da sua existência, a fim de ajudá-lo a melhorar o seu bem-estar diário.

Como escolher um centro auditivo adequado?

Tenha em mente que, para um centro auditivo ser considerado de qualidade, ele precisa ter em seu time fonoaudiólogos especializados em audiologia. Esse é o primeiro passo para garantir que todos os treinamentos e processos relacionados à adaptação do aparelho auditivo serão eficientes.

Por fim, lembre-se de que a transparência é muito importante. Portanto, verifique como é o diálogo com esses profissionais, se eles são acessíveis e se eles realmente estão dispostos a ajudar as pessoas na reabilitação auditiva.

Agora que você já sabe o que é e o que faz um centro auditivo, está na hora de procurar um que realmente atenda às suas expectativas. Leve em consideração cada dica aqui apresentada para não errar na sua escolha.

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Conheça os cuidados no uso de aparelho auricular

Conheça os cuidados no uso de aparelho auricular

O aparelho auricular é uma estratégia terapêutica indicada pelo profissional otorrinolaringologista com função de melhorar a capacidade auditiva e facilitar a interação dos indivíduos com o ambiente social e profissional.

Porém, o uso inadequado ou sem os devidos cuidados pode diminuir a sua funcionalidade, o que, algumas vezes, requer a aquisição de um novo aparelho auditivo, gerando mais custos ou solicitando novo financiamento.

Por isso é essencial cuidar corretamente desses dispositivos para evitar perdas de função e retorno da limitação auditiva do indivíduo com diversos tipos de surdez, piorando a qualidade de vida.

Quer conhecer os principais cuidados para manter a integridade de seu aparelho auricular? Então, veja nossas dicas!

Entenda que o aparelho auricular é muito precioso

A tecnologia associada a um profundo conhecimento sobre os tipos de surdez e suas causas propiciou a elaboração de aparelhos simples, discretos, eficientes e muito bem adaptados ao contorno da orelha.

Sendo assim, muitos indivíduos que antes sentiam vergonha por usá-lo, hoje se sentem mais seguros e dispostos para colocarem o aparelho em todas as situações do cotidiano social e profissional.

Porém, para que esse processo seja eficiente e devolva a capacidade de escuta, é fundamental entender o aparelho auricular como um bem precioso, principalmente devido às mudanças positivas que ocorreram após a sua utilização.

Dessa forma, é fundamental ter cuidado para que o aparelho auricular não entre em contato com artefatos pontiagudos, com substâncias corrosivas ou que estejam ao alcance das crianças que o entendem como um brinquedo.

Mantenha uma rotina de cuidados diários

Após a utilização do aparelho auricular, no momento de dormir, é interessante manter uma rotina diária de cuidados, incluindo o local correto de armazenamento e a execução matinal para inseri-lo novamente.

Portanto, o indivíduo deve guardar esses dispositivos em caixas apropriadas para essa finalidade, de preferência no armário do banheiro, local com acesso frequente tanto no período noturno quanto ao acordar.

Isso porque, quando se propõe a inclusão de uma nova atividade diária, é imprescindível que ela seja executada automaticamente e não cause transtornos. Caso contrário, será recomendável rever esse processo.

Evite situações que possam danificar o aparelho

Além dos cuidados diários para manter o aparelho em perfeitas condições de uso, é aconselhável evitar situações que possam danificá-lo. Acompanhe, a seguir, como contornar essas condições.

Evite o contato com a água

O aparelho auricular é uma tecnologia muito sensível e, por isso, o contato com a água pode causar corrosão e estragá-lo, além de impedir a passagem adequada do som pelas suas estruturas, danificando-o permanentemente.

Por isso, é aconselhável retirá-los sempre que o indivíduo for entrar em piscinas, saunas ou mesmo quando estiver no banho. Sabe-se que existem aparelhos com recursos avançados que podem reduzir o dano quando em contato acidental com ambientes úmidos, mas a prevenção ainda é mais eficiente.

Dessa forma, fica sempre o alerta para o indivíduo se lembrar de retirar o aparelho quando estiver em contato com umidade, em locais que há respingos de água constantemente ou que exista a possibilidade de os pingos serem absorvidos no canal auditivo.

Mantenha o ouvido seco

Além de manter os aparelhos auriculares longe do contato com a água, é importante manter o ouvido seco. Nesse caso, até o uso do desumidificador é fortemente recomendado para todos que são propensos a reter mais umidade.

Outra justificativa para manter os ouvidos sem umidade é a fim de evitar qualquer tipo de contaminação que pode comprometer a capacidade auditiva e causar um avanço da infecção para outras partes do corpo.

Essa recomendação é importante, pois a água é um veículo que favorece a contaminação microbiana e pode carregar essa infecção para diversas partes do organismo, tornando o tratamento mais desafiador.

Faça manutenção antes de viajar

Quando o indivíduo decide viajar, ele programa o roteiro de passeios, o tipo e a quantidade de roupas e a documentação necessária para visitar localidades diferentes. No entanto, muitos se esquecem de verificar as condições de uso dos aparelhos auriculares.

Um ponto fundamental nesse processo é verificar as condições climáticas nas localidades para analisar quais medidas protetivas serão adotadas a fim de evitar danos nos aparelhos.

Também é fundamental observar a voltagem da localidade para recarregar os dispositivos auriculares, principalmente aqueles que dependem de bateria para sua plena funcionalidade.

Observe a composição dos cosméticos

Os cosméticos e protetores solares fazem parte do cotidiano de quem gosta de cuidar da aparência física e manter a vitalidade. Todavia, esses produtos devem ser utilizados no ambiente externo.

Acontece que algumas pessoas têm a falsa ideia de que é preciso espalhar cremes hidratantes e protetores solares nas regiões mais internas do ouvido, o que não é verdade. Esse processo, além de possibilitar o acúmulo de resíduos, pode danificar o aparelho auricular acoplado.

Por isso, não é recomendável que o paciente utilize produtos em creme próximos da região da orelha. Até porque eles não foram fabricados e idealizados para essa finalidade.

Fique seguro durante as viagens de avião

As viagens de avião costumam incomodar as pessoas que usam aparelho auricular devido à pressão interna sentida dentro desses lugares. Para diminuir esse desconforto, alguns especialistas sugerem o bocejo como alternativa.

Além disso, é uma técnica que não causa prejuízo ao indivíduo, diferentemente daquelas em que se pressiona o aparelho no canal auricular durante o voo, forçando para dentro e causando pequenos ferimentos.

Utilize o aparelho auricular conforme as orientações

Quando se adquire um aparelho auricular, todas as especificações técnicas são descritas, bem como a funcionalidade de componente desse dispositivo. Contudo, muitas pessoas não estudam adequadamente as orientações do fabricante e solicitam revisão do fabricante.

Assim, elas podem utilizá-lo de forma incorreta e não atentam para os cuidados básicos de manutenção, proteção das áreas mais sensíveis e comunicação com o fabricante em casos de desvio de qualidade.

O aparelho auricular é um dispositivo que recupera as funções auditivas ora perdidas pelos indivíduos que o utilizam. No entanto, existem considerações importantes a respeito da manutenção do aparelho, critérios para evitar danificações que comprometem a funcionalidade desses dispositivos, entre outras possibilidades.

Por isso, se você ainda tem dúvidas em relação à correta utilização dos aparelhos auriculares, entre em contato conosco que resolveremos seu problema!

Perda auditiva tem relação com tratamento para câncer

Perda auditiva tem relação com tratamento para câncer

O combate ao câncer inaugura uma nova jornada na vida dos pacientes oncológicos. Em um momento tão importante, podem aparecer mais dúvidas do que soluções. Uma preocupação especial é em relação aos medicamentos e procedimentos utilizados para o tratamento para o câncer: você já se perguntou qual a sua relação com a perda auditiva?

Alguns efeitos colaterais são mais conhecidos e difundidos pela sociedade, como a perda de cabelo e as náuseas. Por isso, a diminuição na audição pode passar despercebida — e, se descoberta tarde demais, seu tratamento pode ser ainda mais difícil.

Por isso, responderemos, a seguir, as principais perguntas sobre a perda auditiva relacionada ao tratamento do câncer. Se você está passando por esse momento e não sabe as influências da terapia na sua audição, continue lendo para saber mais.

Quais são os efeitos colaterais da terapia antineoplásica?

Os medicamentos e procedimentos utilizados no tratamento para o câncer compõem, em conjunto, a chamada terapia antineoplásica. Para saber quais são os seus efeitos colaterais, precisamos conhecer brevemente o que acontece durante o câncer — e, portanto, como esses remédios atuam.

O câncer é caracterizado por uma proliferação descontrolada das células do corpo. Quando elas perdem o controle de sua reprodução, os tecidos crescem demais, formando “nódulos” ou “tumores”, que afetam os demais órgãos. O estágio mais grave do câncer é a metástase, que ocorre quando essas células crescem em outras regiões do corpo.

Para combater esse crescimento exagerado, contamos hoje com um leque amplo de alternativas terapêuticas. As principais delas são as drogas antineoplásicas, que, grosso modo, impedem a replicação celular. Com elas é possível frear a proliferação das células do câncer.

O problema é que esses medicamentos não atuam apenas no tumor: eles também afetam todo o corpo. Por esse motivo, outras células também têm seu crescimento prejudicado. As células mais afetadas são aquelas que precisam se renovar frequentemente, principalmente no trato intestinal, no folículo piloso e na medula óssea.

Isso explica os efeitos colaterais mais conhecidos do tratamento do câncer. Quando as células dos folículos pilosos não se renovam, os cabelos caem; o efeito das medicações no intestino causa náuseas, vômitos e diarreias; e a medula óssea pouco eficaz diminui as defesas do corpo contra infecções e causa outros problemas, como anemia.

Isso não significa, no entanto, que outros efeitos colaterais não possam ocorrer. Um caso possível — e que ainda necessita de mais pesquisas para ser totalmente compreendido — é a perda auditiva. Falaremos, a seguir, sobre como ela ocorre.

O que causa a perda auditiva?

Existem dois tipos principais de perda auditiva: a condutiva e a sensorineural. A primeira ocorre quando algo bloqueia a passagem do som pelas estruturas do ouvido, como no acúmulo de cera. A sensorineural, por outro lado, ocorre quando há acometimento das estruturas que captam ou que transmitem o som.

Quem faz essa tarefa são as células ciliadas da cóclea, localizada no ouvido interno. Como são estruturas microscópicas, são elas as principais alteradas quando há alguma perda auditiva por medicamentos — e, no caso do tratamento do câncer, não é diferente. No entanto, como veremos a seguir, dependendo da modalidade da terapia, também pode ocorrer a perda auditiva condutiva.

O tratamento do câncer realmente causa perda auditiva?

Na área da saúde, procuramos evitar a palavra “causa”; como os fatores que levam a um agravamento são vários, na maioria dos casos é mais adequado dizer que algo “aumenta o risco” de determinada complicação.

Tendo isso em mente, estudos recentes nos indicam que sim, o tratamento para câncer pode causar perda auditiva. Algumas classes de medicamentos estão mais associadas a esse desfecho do que outras — como os remédios baseados em platina, por exemplo, que atingem o ouvido interno. A ciclofosfamida é outro medicamento associado à perda auditiva durante a terapia antineoplásica.

Com o avanço da ciência, novos medicamentos são criados com cada vez menos efeitos colaterais. Por isso, é sempre válido conversar com o seu médico sobre possíveis efeitos indesejados dos medicamentos. A seguir, falaremos sobre as principais modalidades da terapia antineoplásica que podem gerar perda auditiva.

Quimioterapia

Como mostramos, a quimioterapia (seja ela injetável ou oral) está associada a um aumento no risco de perda auditiva. Isso ocorre porque as medicações atacam as células ciliadas da cóclea, diminuindo sua função de transmissão do estímulo auditivo. Essa perda geralmente se inicia com frequências maiores, as dos ruídos mais agudos, e ocorre em ambos os lados.

Radioterapia

A radioterapia, principalmente quando ocorre na região da cabeça, também pode levar à perda auditiva. Em alguns casos, ela gera um inchaço local — causado pela destruição das células do câncer — que impede a passagem do ar. Em outros casos, ela causa o acúmulo de líquido dentro das câmaras do ouvido, o que também prejudica a audição. É nesses casos, principalmente, que vemos a perda auditiva condutiva no tratamento do câncer.

É possível evitar essa perda auditiva?

O tratamento da perda auditiva depende de sua classificação: as condutivas geralmente são reversíveis, bastando uma punção para retirar o acúmulo de líquido ou aguardar que a área inchada volte ao normal. As causas sensorineurais, no entanto, são geralmente irreversíveis, pois a cóclea perde suas células funcionais.

Isso não significa, no entanto, que o paciente perderá para sempre sua audição. Hoje em dia, contamos com soluções cada vez melhores e mais discretas. Estamos falando dos aparelhos auditivos, que amplificam o som e podem trazer de volta uma audição muito semelhante à que era antes do tratamento.

Com essa possibilidade, os aparelhos auditivos podem melhorar a qualidade de vida e reduzir a angústia relacionada ao tratamento para o câncer. Com o avanço da tecnologia, eles se tornaram cada vez menores e mais potentes; hoje, já contamos com modelos que se conectam com os celulares e televisões via bluetooth, sendo muito mais versáteis no dia a dia.

Se você está procurando por uma solução de qualidade para sua perda auditiva, a A&R pode ser ideal para você. Somos especializados em reabilitação auditiva em qualquer grau, desde a mais leve até a mais severa. Dentre nossos diferenciais está o relacionamento com fonoaudiólogos capacitados para oferecer a você o melhor em termos de saúde auditiva — inclusive no tratamento do câncer. Além disso, estaremos ao seu lado durante todo o período de pós-venda.

Está interessado em saber mais? Se sim, não perca tempo: entre já em contato conosco e tire suas dúvidas sobre o tratamento da perda auditiva! Estamos à sua disposição.

Você sabe como funciona um aparelho auditivo

Você sabe como funciona um aparelho auditivo?

Saber como funciona um aparelho auditivo é importante para quem tem necessidade de usá-los e para aqueles que podem auxiliar esses indivíduos. Além disso, o funcionamento do conjunto depende da preservação das peças que compõem o aparelho. Por isso, uma das formas de entender seu funcionamento é avaliar a função de cada componente para protegê-lo de certos fatores que podem prejudicar o aparelho.

Outro ponto crucial em entender o funcionamento do aparelho auditivo é que, a partir desse conhecimento, o indivíduo detectará qualquer problema que demandará ajuste ou assistência técnica. Quer saber como funciona o aparelho auditivo? Então, fique por aqui e descubra mais sobre esse assunto!

Quais são as principais partes de um aparelho auditivo?

Existem diversos modelos de aparelhos auditivos, sendo alguns mais simples e que necessitam de pilhas, enquanto outros mais modernos usam baterias com duração de longo prazo. Nesse caso, a decisão pela aquisição desse item dependerá da avaliação médica e do custo. No entanto, todos os instrumentos auriculares de escuta ativa são compostos por alguns destes componentes e têm as seguintes funções:

  • microfones — são pequenos fones que captam os ruídos mais ao fundo, capturando o som e transmitindo para outro componente chamado processador;
  • processador — após a captação, a informação sonora é convertida em sinais elétricos que são direcionados ao amplificador;
  • amplificador — serve par aumentar a sensibilidade do som e está conectado aos alto-falantes que serão transmitidos para o ouvido interno por meio de diversos tipos de moldes e o fio que chegará dentro da orelho;
  • bateria ou pilha — dependendo da versão do aparelho, o funcionamento ocorre por meio de pilhas ou baterias recarregáveis.

No ouvido interno, os impulsos auditivos chegarão ao córtex auditivo, região cerebral que interpretará esse processo, o que resultará na capacidade de ouvir. A partir daí, a pessoa conseguirá discriminar os sons, interagir com seus familiares e colegas de trabalho e aproveitar melhor a vida.

No caso dos aparelhos que usam pilhas, é importante que o indivíduo perceba, com o passar do tempo, quando chega a hora de trocar. Já os aparelhos que utilizam bateria costumam durar quase que o dia todo antes de precisar recarregar, o que pode ser uma vantagem para os indivíduos.

Ressalta-se que existem aparelhos auditivos indicados para os diferentes tipos de surdez, mas todos necessitam desses componentes para que o caminho sonoro seja adequado e melhore a capacidade auditiva do indivíduo.

Quando usar o aparelho auditivo?

Uma vez que esse instrumento tenha sido previamente indicado e discutido com o profissional clínico, é fundamental se atentar aos cuidados durante o uso para aproveitar os benefícios da escuta. Nesse sentido, os indivíduos devem higienizar previamente as mãos com água corrente e sabão antes de inserir o aparelho atrás da orelha. Em seguida, certifique-se de que o artefato ficou bem encaixado para evitar machucados durante o dia.

O ideal é que o paciente adapte o aparelho no período da manhã, de preferência após o banho matinal e somente o retire quando for se deitar ou se forem realizar atividades aquáticas durante o dia. Esse processo ajuda na adesão da rotina de sempre colocá-lo e retirá-lo no mesmo horário. Veja aqui quais são as outras atividades diárias que necessitam do uso do aparelho.

Durante o expediente de trabalho

Os indivíduos que precisam usar o aparelho auditivo devem fazê-lo em todas suas atividades, principalmente naqueles serviços que carecem de atenção, concentração e comunicação com seus colegas, como atividades de escrita e desenvolvimento operacional. Além disso, é importante usá-lo em reuniões de trabalho, almoço de negócios, treinamentos de novas rotinas, atividades repetitivas que são condicionadas por som, trabalhos manuais e alimentícios etc.

Nos contextos escolares

Existe uma forte relação entre depressão e perda auditiva, por isso, é essencial avaliar se capacidade de ouvir não interfere nos comportamentos sociais e afetivos dos indivíduos. Nesse caso, é importante saber como funciona um aparelho auditivo e usá-lo conforme informações médicas e do fabricante.

Além disso, é preciso ajustá-lo para aperfeiçoar o processo de aprendizagem tanto na pré-escola quanto na faculdade. A habilidade em ouvir complementa os demais sentidos e garante a consolidação dos ensinamentos que os professores e tutores repassam no ambiente escolar para os indivíduos durante as aulas.

Nas atividades recreativas

Existem algumas situações em que o uso do aparelho auditivo é necessário, como em algumas atividades recreativas e esportivas. No entanto, naquelas que envolvem respingos de água ou em ambientes de ruídos muito altos, não é recomendado.

Dessa forma, é importante usar o aparelho para fazer esportes coletivos como vôlei, basquete ou individuais como corridas, caminhadas, crossfit, dentre outras, desde que não haja incômodo para a pessoa. Nas atividades recreativas é possível usar o aparelho auditivo para facilitar a interação com as pessoas e aproveitar os momentos. Nessas situações se enquadram as viagens, excursões, visitas a museus etc.

Quais os cuidados para manter a funcionalidade do aparelho?

Saber como funciona o aparelho auditivo é um ponto importante para o indivíduo entender as peças que podem danificar o processo para captação de sons e como isso pode estragar permanentemente esse dispositivo. Conhecendo a função de cada componente é possível prever, mediante o problema apresentado, o que ocorrerá no processamento do som e quais medidas devem ser tomadas para evitar um dano maior.

Contudo, se o problema for detectado poucas semanas após a aquisição do produto e ainda estiver na garantia estabelecida pelo fabricante, é aconselhável solicitar a troca devido a um defeito de fabricação. Também é possível adquirir outro produto mais moderno mediante a complementação financeira, que seja mais discreto, mais potente e seja compatível com as atividades cotidianas do usuário.

Saber como funciona um aparelho auditivo é um dos conhecimentos que o indivíduo deve conhecer, pois facilita a identificação de falhas na captação e processamento do som e ajuda o usuário a entender a importância dos componentes do dispositivo. Dessa forma, quando detectar algo estranho, é interessante entrar em contato com o fabricante e tirar as suas dúvidas ou buscar informações com um profissional clínico.

E você, entendeu com funciona o aparelho auditivo? Já identificou algum problema nesse dispositivo? Deixe seu comentário!

Dormir com aparelho auditivo não pode! Saiba o que mais evitar

Dormir com aparelho auditivo não pode! Saiba o que mais evitar

Dormir com o aparelho auditivo não é um procedimento correto porque danifica o dispositivo, diminuindo a sua vida útil. Outros comportamentos também podem afetar o funcionamento dessa tecnologia.

O aparelho auditivo tem a função primordial de resgatar a capacidade de ouvir daquelas pessoas com deficiência auditiva diagnosticada, facilitando a interação social e evitando o isolamento.

Para manter a efetividade desse dispositivo é preciso fazer ajustes que evitem a necessidade de aquisição de outro produto. Além disso, é essencial tomar alguns cuidados durante as atividades diárias e questionar qualquer problema ao médico.

Quer saber quais são as práticas que podem danificar o aparelho auditivo? Então, fique por aqui e entenda!

Posso dormir com o aparelho auditivo?

Não é recomendado dormir com o aparelho auditivo porque esse dispositivo é fabricado com peças muito delicadas. Esses componentes podem sofrer desgaste durante a noite de sono, a partir dos movimentos do indivíduo.

Apesar da grande evolução dos aparelhos auditivos, não existe um consenso sobre a incapacidade de causar danos durante o sono do paciente, mesmo quando falamos de modelos mais modernos.

Além disso, existe a possibilidade de alguma parte do aparelho ferir o usuário, principalmente se houver constante movimentação da cabeça sobre o travesseiro. Posteriormente, isso pode afetar a capacidade de ouvir.

Diante da falta de indicação em manter o aparelho durante o período noturno, visto que não será requerida a capacidade de distinguir ruídos do cotidiano, não é aconselhável o seu uso para dormir.

Posso tomar banho com o aparelho?

Tomar banho com o aparelho auditivo é outra prática que deve ser desaconselhada por conta da possibilidade de penetração de partículas de água durante esse processo. O contato com respingos pode umedecer algumas partes do dispositivo.

O excesso de água pode passar despercebido pelo paciente. Porém, com o acúmulo constante durante os banhos diários, tende a gerar problemas. Em determinado momento não será possível escutar por meio do aparelho auditivo.

Nesse sentido, muitas vezes o paciente conclui que o aparelho está danificado e pode solicitar a assistência técnica. No entanto, como não está utilizando o dispositivo conforme as orientações do fabricante, dificilmente haverá a troca.

Às vezes as pessoas se esquecem de retirar os aparelhos durante o banho e, quando lembram, já estão dentro do box se ensaboando. Uma dica para reduzir esse descuido é colocar lembretes em locais estratégicos para impedir a prática.

Posso limpar com panos úmidos?

Enquanto alguns comportamentos são prejudiciais por conta da falta de disciplina para retirar os aparelhos nas atividades cotidianas, a precaução demasiada de outros pacientes também pode ser prejudicial.

Nesse caso, a limpeza com pano úmido é um exemplo de ação que favorece o desenvolvimento de micróbios que percorrerão o canal auditivo, com grande possibilidade de provocar otites infecciosas. Dependendo da condição clínica, o paciente precisará se tratar com antibióticos tópicos ou sistêmicos.

A limpeza dos aparelhos deve seguir as recomendações do fabricante. No geral, elas estão associadas à higienização com pano seco, armazenamento nas próprias caixas ou em local sem contato com produtos cosméticos, de limpeza ou que exalam muito odor.

Quais são os principais cuidados a seguir?

Para manter a funcionalidade do aparelho auditivo é importante protegê-lo de situações cotidianas que danificam mecanicamente as peças e deterioram as superfícies mais frágeis. Tais consequências podem ocorrer durante o banho, por exemplo.

No entanto, além de evitar esses perigos, é aconselhável intensificar alguns cuidados para manter a durabilidade dos dispositivos, bem como fazer o acompanhamento periódico com um profissional.

Conheça agora algumas práticas importantes para cuidar do aparelho.

Evitar quedas

Por menor que seja o aparelho ou a distância até o chão, não se deve menosprezar o impacto de uma queda das mãos ou de superfícies mais altas. Afinal, o atrito pode contorcer as pequenas estruturas e, com o tempo, inviabilizar a escuta.

Por isso, o ideal é manter o aparelho nos ouvidos ou em caixas hermeticamente fechadas para que nada consiga penetrar em seu interior. O usuário deve ter atenção para guardá-lo fora do alcance de crianças pequenas, que tendem a ser curiosas.

Não expor a temperaturas discrepantes

A alta temperatura deixa o dispositivo mais quente para ser utilizado posteriormente, o que pode ser incômodo para o indivíduo. Também pode dilatar algumas partes e causar danos em longo prazo.

Ainda assim, não se deve guardar os aparelhos em locais com temperaturas mais baixas. Nesses casos, é comum que as superfícies fiquem endurecidas, facilitando a quebra de partes mais sensíveis. Por isso, tanto o excesso de calor quanto o de frio devem ser evitados.

Avaliar a manutenção

Enquanto alguns aparelhos necessitam de pilhas para funcionar, outros demandam o carregamento das baterias. O importante é conhecer o tempo de duração desses componentes para saber quando fazer a troca periódica.

Muitos aparelhos, quanto estão com pouca atividade, têm como problema a falta de energia da pilha ou da bateria. Acontece que muitos indivíduos forçam seus componentes na esperança de obter melhorias.

Por isso, ao detectar qualquer anormalidade no dispositivo, desde que não tenha tido contato com ambientes nocivos, o usuário deve cogitar a possibilidade de trocar as pilhas ou de carregar a bateria.

Também é interessante fazer ajustes com os médicos quando o problema não for resolvido pela troca das cargas. Nesse caso, outro componente pode estar prejudicando o funcionamento do aparelho.

Eliminar sujeiras próximas

A sujeira é algo que está presente em qualquer lugar e pode ser proveniente de poeiras circulantes, respingos de desodorante ou de outros cosméticos, produtos alimentícios etc.

Sendo assim, cabe ao usuário avaliar a sujidade próxima ao aparelho, evitando sua exposição. Outro ponto fundamental é sempre lavar as mãos antes de inseri-lo no ouvido, de modo a evitar a introdução de contaminantes durante o procedimento.

Dormir com o aparelho auditivo não é uma prática recomendada, assim como utilizá-lo durante o banho ou em atividades que envolvem água. Dessa forma, para impedir danos em suas estruturas sensíveis, é importante mantê-lo longe das alterações de temperatura e da sujeira, sempre armazenando-o em local seguro e arejado.

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