Autor - A&R Aparelhos Auditivos

Saiba mais sobre o StreamLine TV

Saiba mais sobre o StreamLine TV

Conviver com a deficiência auditiva não é nada fácil. Apenas quem passa por essa situação sabe o quanto é preciso se dedicar ao tratamento para ter a oportunidade de melhorar a sua qualidade de vida. A boa notícia é que a tecnologia dos aparelhos auditivos têm evoluído muito, e isso tem ajudado as pessoas com problemas de audição a recuperarem o controle de suas vidas. Por falar nisso, você já ouviu falar no StreamLine TV?

Essa inovação tecnológica tem ajudado as pessoas com deficiência auditiva a voltarem a ter seus momentos de lazer de maneira prazerosa. Assistir à TV com a família e amigos agora pode ser uma realidade no seu dia a dia novamente.

Quer saber como o StreamLine TV funciona? Então, continue a leitura deste artigo até o final, pois vamos explicar como utilizar esse acessório tão importante!

O que é o StreamLine TV?

O StreamLine TV é um acessório que auxilia na transmissão de áudio da TV direto para os aparelhos auditivos. A qualidade que ele usa é a Dub Digital, que é considerada muito boa. Esse acessório é bastante simples de usar, pois conta com um sistema de LED muito intuitivo que oferece uma visão geral do status da conexão do StreamLine TV. Veja:

  • LED branco: significa que o StreamLine TV está iniciando;
  • ambos os visores piscam em azul: o StreamLine TV está ligado, mas não está emparelhado com nenhum aparelho auditivo;
  • ambas as telas ficam azuis por cerca de 30 segundos: o emparelhamento está completo;
  • visor de energia verde e visor de status azul: o StreamLine TV é conectado a outro dispositivo eletrônico;
  • ambos os monitores brilham em verde: o StreamLine TV recebe um sinal de áudio por meio da conexão Cinch;
  • visor de energia verde e uma indicação de status verde piscando: indica que o StreamLine TV não está recebendo um sinal de áudio por meio da conexão Cinch, ou o volume está muito baixo;
  • display de energia verde e um display de status vermelho piscando: informa que o formato do sinal não é suportado;
  • display de energia vermelho: o StreamLine TV está ligado, mas não está recebendo sinal de áudio;
  • ambos os visores piscam em vermelho: é sinal de erro. Portanto, você precisa entrar em contato com seu profissional de saúde auditiva.

Quem é o público-alvo?

O StreamLine TV pode ser usado por qualquer pessoa que sofre com a deficiência auditiva. No entanto, para adquiri-lo, o paciente precisa ser usuário Signia da plataforma NX ou da plataforma PX com os aparelhos BT. Em suma, o acessório é indicado para os aparelhos auditivos da Signia que têm conectividade Bluetooth.

Quais as vantagens do aparelho?

Quais as vantagens do aparelho?

O StreamLine TV oferece diversas vantagens ao usuário que melhoram a sua qualidade de vida e permitem que ele possa ter um melhor convívio social com seus familiares e amigos. A seguir, listamos os principais benefícios oferecidos!

Chamadas no celular

O StreamLine TV pode ser conectado no celular para que o usuário possa assistir à TV. Quando o telefone toca, o sistema do acessório pausa o som da TV e transmite o áudio do telefone para o aparelho auditivo. Dessa forma, o usuário não corre o risco de perder uma ligação importante.

Custo do aparelho

Na A&R Aparelhos auditivos, quando o paciente adquire o aparelho unilateral ou bilateral da plataforma NX, ele tem condições especiais para a compra do StreamLine TV. 

Vale destacar que essa não é uma mera promoção. Como 90% dos pacientes da A&R apresentam queixas para assistir à TV, a empresa percebeu que é necessário oferecer aos usuários essa comodidade para melhorar a sua qualidade de vida.

Melhor qualidade do som

Os pacientes que já usam o StreamLine TV ficam maravilhados com a qualidade do som. Independentemente do posicionamento da TV ou do usuário, o som pode ser percebido nitidamente nos dois aparelhos. Sem contar a praticidade. Como o pareamento é muito simples, o paciente consegue fazer tudo sozinho.

Múltiplos ouvintes

Com apenas um aparelho do StreamLine TV, é possível que mais de um usuário de aparelho auditivo transmita o áudio da TV ao mesmo tempo.

Controle remoto fácil via app

Por meio do Signia App, você pode facilmente iniciar e pausar o áudio da sua TV, bem como ajustar o volume como quiser, sem necessidade de um controle integrado.

Compatibilidade com outros acessórios de conectividade Signia

O StreamLine TV é totalmente compatível com outros acessórios de streaming oferecidos pela Signia. Dessa forma, você tem a liberdade para conversar com outras pessoas ao telefone sem precisar interferir na conectividade com a TV.

Quais são as dicas de sua utilização?

De início, é importante destacar que o StreamLine TV é compatível com todas as TVs que têm uma das seguintes conexões:

  • cabo TOSLINK (ótico/digital);
  • cabo cinch (RCA/analógico);
  • adaptador Jack.

Para fazer o pareamento automático, você precisa seguir três passos importantes, que são:

  1. ligar o StreamLine TV;
  2. desligar e ligar os aparelhos auditivos;
  3. conectar os dois aparelhos auditivos ao StreamLine TV

Feito isso, o processo de emparelhamento é iniciado automaticamente. Assim que o processo for concluído, ambos os LEDs ficarão azuis por cerca de 30 segundos.

O emparelhamento só precisa ser executado uma vez. Além disso, é válido destacar que o StreamLine TV pode ser emparelhado com vários aparelhos auditivos ao mesmo tempo.

Usar acessórios que permitem que o usuário possa realizar suas atividades diárias tranquilamente é fundamental para motivá-lo a continuar fazendo o uso do aparelho auditivo. Infelizmente, ainda não existe uma cura completa para todos os tipos de perda de audição, por isso, o melhor a fazer é aprender a conviver com o problema.

Como vimos, o StreamLine TV é uma solução que permite que o usuário possa se reunir com quem ele ama para assistir a um bom filme ou qualquer outro programa favorito. Isso ajuda a melhorar a sua vida emocional, diminuindo, assim, os riscos de desenvolvimento da depressão e ansiedade em razão do isolamento social.

Quer ter acesso ao StreamLine TV? Então, entre em contato agora mesmo com a A&R Aparelhos Auditivos e saiba como podemos ajudar você!

Quais os benefícios da leitura labial com aparelho auditivo para o paciente?

A comunicação é um ponto-chave para as relações interpessoais. No entanto, a deficiência auditiva é um fator que pode resultar na dificuldade de se comunicar. Pensando nisso, existe uma associação importante para facilitar o processo: a leitura labial com aparelho auditivo.

Na verdade, a leitura labial é um hábito praticado até mesmo por quem não tem problemas de audição. Visualizar o formato da boca durante a pronúncia ou mesmo as expressões faciais contribui para o entendimento daquilo que é dito.

Você deve estar se questionando como a comunicação é beneficiada por isso, certo? A fonoaudióloga Tamires Santos vai nos ajudar a entender melhor! Continue a leitura!

Benefícios do uso do aparelho auditivo

Antes de entender como a leitura labial viabiliza a melhor comunicação, vamos ver brevemente quais são os benefícios do aparelho auditivo em si. 

O equipamento é essencial em alguns casos de perda auditiva, pois auxilia a pessoa a ouvir melhor. Após a adaptação, há um maior desempenho em muitas funções que antes estavam prejudicadas. Veja!

Vida profissional

Independentemente do campo de atuação, o profissional precisa se comunicar com outras pessoas, como colegas de trabalho superiores ou clientes do negócio. Nessa perspectiva, compreender o que é dito e oferecer um retorno é fundamental.

A partir do momento que a audição é viabilizada por meio do aparelho, o desempenho no trabalho não fica prejudicado pela perda auditiva. Assim, você pode seguir realizando suas funções e auxiliando os demais.

Vida social

Se no trabalho o aparelho auditivo já ajuda, imagine só na vida social! Em casa, você poderá perceber a diferença, contribuindo para as tarefas domésticas, interagindo com os moradores e até realizando atividades simples, como atender ao chamado do telefone.

Os momentos de lazer também tornam-se mais prazerosos. É possível ir ao cinema e não ter dificuldades para ouvir ou conversar em uma roda de amigos.

Estado emocional

Você já percebeu que a interação com as outras pessoas é beneficiada, certo? Mas o aparelho auditivo também contribui para sua percepção de si mesmo, aumentando a autonomia e a independência.

Tudo isso gera um impacto psicológico positivo, principalmente por melhorar a autoestima e garantir maior liberdade no dia a dia.

Como a leitura labial com aparelho auditivo é benéfica ao paciente

Como a leitura labial com aparelho auditivo é benéfica ao paciente

Viu só como o aparelho auditivo é essencial para melhorar a comunicação? Mas não podemos deixar de ressaltar que a leitura labial figura como um grande reforço para melhorar a adaptação ao equipamento e a compreensão das falas. Entenda!

Agentes facilitadores da comunicação

O ser humano apresenta funções sensoriais que são determinantes para a interação com o mundo. Visão, audição, paladar, olfato, tato… Quando alguma delas é acometida, há a forte tendência de reforçar as outras.

Assim, a pessoa com dificuldade auditiva recorre aos outros sentidos para facilitar a compreensão do que está sendo dito. Frente a isso, existe uma série de agentes que viabilizam o entendimento, como expressões faciais e gestos.

Como vimos, a combinação entre o que é ouvido e o que é visto não é uma estratégia utilizada apenas por pessoas com perda auditiva. Mesmo os ouvintes realizam essa associação com a intenção de decodificar informações.

Leitura labial como agente

A fonoaudióloga Tamires Santos faz uma ressalva para a importância do reforço visual no processo de compreensão. Cada fonema está associado a uma forma não só da boca, mas até mesmo da língua e dos dentes.

Conhecendo essas particulares, o deficiente auditivo consegue diferenciar melhor os fonemas, principalmente para facilitar a diferenciação de letras, considerando que há certa dificuldade para discriminar os sons.

Em ambientes com muitos ruídos, o reforço visual é ainda mais importante. Embora seja possível ouvi-los, há dificuldade em compreendê-los. Nesse aspecto, a leitura labial é essencial para discriminar e entender a mensagem que de fato está sendo passada.

Se por algum motivo a parte visual for anulada, como acontece quando alguém utiliza máscara, resta apenas a parte auditiva. Portanto, o apoio visual é um recurso que complementa o uso do aparelho. Juntos, eles contribuem para a comunicação eficiente.

Como a A&R Aparelhos Auditivos pode ajudar

Agora que você sabe que existe uma associação de sucesso entre aparelho auditivo e leitura labial, vamos entender como é possível potencializar ainda mais os efeitos disso.

A função do sistema auditivo é captar ondas sonoras e transformá-las em impulsos elétricos, os quais são interpretados pelo cérebro. A captação e a amplificação são feitas pelas estruturas da orelha, como ossículos e cóclea. Já o processamento é feito pelo sistema nervoso.

O aparelho auditivo busca aprimorar a capacidade de captar e amplificar as ondas. Por isso, apresenta um microfone, que detecta os sons do ambiente. A partir daí, o amplificador aumenta a potência do sinal captado. Só então, por meio de um receptor, chega à cóclea, onde inicia o processamento.

Tecnologia e desempenho

Basicamente, os aparelhos auditivos funcionam da maneira como explicamos. Porém, quanto mais avançada a tecnologia utilizada na fabricação, melhor o desempenho. Exemplos disso são chips com melhores processadores, microfones mais aprimorados e maior número de canais.

Nessa perspectiva, a fonoaudióloga Tamires reforça que quanto melhor o desempenho do aparelho em trabalhar em prol da pessoa, menor será a necessidade de apoio visual. 

Voltemos então a falar sobre os ambientes ruidosos, também chamados de desafiadores. Lembra como é difícil discriminar o som que deseja ser ouvido? Quando a tecnologia do aparelho é boa, os ruídos serão abafados e a fala será realçada.

Seja com a tecnologia de ponta, seja com o reforço visual, o deficiente auditivo terá importantes aliados para ouvir com menos esforço, mesmo em ambientes desafiadores.

A&R como parceira

Pensando em oferecer o melhor para os clientes, nós, da A&R, buscamos sempre a tecnologia como aliada da reabilitação auditiva. Seja com produtos de ponta, seja com profissionais especializados, valorizamos uma melhor adaptação e qualidade de vida.

Nosso time de especialistas coloca em prática os conhecimentos e, junto com os equipamentos de qualidade, viabiliza a inserção social de pessoas com algum grau de perda auditiva.

Concluímos, enfim, que a leitura labial com aparelho auditivo representa uma estratégia essencial para a comunicação de pessoas com perda na audição. Nós recomendados que todo o processo seja acompanhado por profissionais, desde a avaliação da capacidade auditiva, passando pela melhor escolha do equipamento até a adaptação ao aparelho e aos agentes facilitadores da comunicação.

Agora, que tal conhecer mais sobre nossas soluções? Entre em contato agora mesmo e veja como a A&R pode te ajudar!

Problemas auditivos e perda do paladar: entenda a relação!

Problemas auditivos e perda do paladar: entenda a relação!

Os cinco sentidos — visão, audição, olfato, tato e paladar — são conectados de modo a permitir que os seres humanos tenham uma interação melhor com o mundo externo. Por isso, embora poucas pessoas saibam, a perda do paladar pode estar relacionada a problemas auditivos.

Como o paladar e a audição estão interligados fisiologicamente a partir do nervo chamado corda do tímpano, o ouvido tem conexão direta com as papilas gustativas. Desse modo, ambos os sentidos auxiliam o cérebro a receber informações sobre o alimento.

Se você tem percebido a diminuição do paladar, a causa pode estar na audição. Continue lendo e saiba mais sobre o assunto. Vamos lá?

Como funciona a relação entre audição e perda do paladar?

Existem quatro sabores que o cérebro reconhece: doce, salgado, ácido e amargo. A visão e o olfato são os primeiros sentidos que identificam o alimento, mas a audição e o paladar são os mais importantes em relação ao recebimento das informações sobre gostos.

Isso acontece porque, como mostramos, o paladar e a audição estão diretamente interligados pela corda do tímpano. Esse nervo conecta as papilas gustativas da língua, responsáveis pela identificação dos sabores, ao ouvido.

Assim, problemas auditivos podem significar diminuição ou perda do paladar, considerando a obstrução no canal de comunicação entre ouvido e papilas gustativas. Caso você tenha percebido a diminuição do seu paladar, verifique como anda a saúde de sua audição para reverter esse problema com mais agilidade.

Quais são as causas desse problema?

Quais são as causas desse problema?

Diversos fatores relacionados à audição levam à perda ou diminuição do paladar. Por isso, é preciso consultar um médico otorrinolaringologista para entender o que exatamente o afetou. Quer saber quais são as principais causas desse problema? Confira abaixo.

Infecções

Causadas por vírus ou bactérias, as infecções no ouvido podem ser bastante dolorosas. Geralmente, elas aparecem como sintomas de outra doença, como gripe ou sinusite. A otite, como é chamada, acomete o ouvido médio, localizando-se atrás do tímpano.

Nas infecções, o ouvido médio se enche de líquido. Isso obstrui o canal de comunicação entre as papilas gustativas e o órgão que identifica os sons. Quando são leves, elas desaparecem sozinhas.

No entanto, caso o incômodo não desapareça, pode ser necessário fazer uso de medicamentos e compressas no local. Nessa segunda hipótese, a otite é chamada de crônica ou de longo prazo, merecendo mais atenção para não se tornar recorrente, ou seja, para não acontecer com frequência.

Cirurgias no ouvido

A realização de cirurgias no ouvido também pode provocar a diminuição ou perda do paladar. Isso ocorre porque a corda do tímpano pode ser danificada durante o procedimento cirúrgico, trazendo efeitos relacionados a esse outro sentido.

Entre os tipos mais comuns de cirurgia, podemos citar:

  • timpanoplastia;
  • estapedectomia;
  • mastoidectomia.

A primeira refere-se à reconstrução da membrana do tímpano, responsável por proteger o ouvido e transformar os sons externos em vibração. Essa estrutura também ajuda na identificação de sons agudos, sendo essencial para o bom funcionamento da audição.

A estapedectomia é utilizada para corrigir um problema genético — um distúrbio que atrapalha a chegada do som até o ouvido interno. Já a mastoidectomia tem o objetivo de melhorar a audição do paciente que sofreu infecções crônicas.

Caso você tenha passado por algum desses procedimentos e sentido a perda ou a diminuição do paladar, pode ser que a corda do tímpano tenha sido danificada. Agende uma visita ao médico para verificar o que ocorreu.

Idade avançada

Com o avanço da idade, a audição pode ser prejudicada devido à maior ocorrência de infecções, traumas ou uso de medicamentos. Diante da deterioração natural da corda do tímpano, o paladar também acaba sendo lesado.

Por isso, mesmo sem uma causa específica — como infecções ou cirurgias recentes —, o paciente com mais idade pode sentir a perda do paladar. A razão desse problema pode estar relacionada à audição.

Como os problemas auditivos são tratados?

Como os problemas auditivos são tratados?

A recuperação e o tratamento para reverter a diminuição do paladar relacionada a problemas auditivos são diferentes de acordo com cada causa e a idade do paciente. Eles podem envolver medicamentos, intervenções cirúrgicas ou cuidados específicos.

O tempo de recuperação também varia conforme o histórico de cada paciente, por isso, não há uma regra aplicável a todas as pessoas que apresentem perda do paladar. Desse modo, é fundamental procurar um médico especialista assim que os primeiros sintomas na audição ou no paladar começarem a aparecer para iniciar o tratamento quanto antes.

Apenas o especialista — um médico otorrinolaringologista — é capaz de analisar todo o histórico do paciente e avaliar as possíveis causas da perda do paladar. Tenha em mente que essa situação pode estar relacionada a problemas auditivos e inicie rápido o tratamento indicado.

Viver com qualidade é essencial para realizar todas as tarefas cotidianas, seja para trabalhar, seja para aproveitar momentos com a família ou comparecer a eventos sociais. Para que isso seja possível, é fundamental contar com os cinco sentidos funcionando perfeitamente. Se você perceber qualquer alteração em sua audição ou paladar, procure auxílio médico e garanta um dia a dia mais feliz.

Os problemas auditivos podem ser a causa de deficiências no paladar, o que é uma surpresa para muitas pessoas. Por isso, é importante entender a relação entre a audição e a perda do paladar, saber quais são as possíveis causas desse problema e, além disso, compreender como o tratamento ideal pode ser indicado.

Caso você identifique alteração em seu paladar, não deixe de lado a possibilidade de problemas auditivos serem a raiz do problema. Agende uma visita ao médico o mais rápido possível e encontre a solução para os seus incômodos na audição e no paladar. Depois, aproveite o seu cotidiano com mais qualidade.

As informações do nosso artigo foram úteis? Você ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário aqui no post. Ficaremos felizes em responder a sua solicitação!

Labirintite: conheça suas causas, sintomas e tratamentos

Labirintite: conheça suas causas, sintomas e tratamentos

A labirintite caracteriza-se pela inflamação do labirinto, que nada mais é que a estrutura da orelha interna, a qual é constituída pelos canais semicirculares e vestíbulo (responsáveis pelo equilíbrio) e pela cóclea (responsável pela audição). Geralmente, essa doença se desenvolve após os 40 ou 50 anos. 

Níveis elevados de triglicérides, colesterol e ácido úrico podem gerar modificações nas artérias que diminuem a circulação de sangue no labirinto e em algumas áreas do cérebro, favorecendo o surgimento da doença.

A seguir, vamos explicar com mais detalhes quais são as principais causas da labirintite, seus sintomas, os tratamentos disponíveis e qual é a sua relação com a perda de audição. Acompanhe!

Quais são as principais causas da labirintite?

A labirintite pode ser ocasionada por qualquer situação que envolva a inflamação no ouvido. Por essa razão, é de suma importância identificar a raiz do problema para que o tratamento seja mais eficiente. Entre as principais causas, podemos citar:

  • infecções virais, como sarampo, resfriados, gripes e febre glandular;
  • infecções bacterianas, por exemplo, a meningite;
  • alergias;
  • consumo de aspirina, antibióticos e outros remédios que possam causar algum problema no ouvido;
  • pressão alta;
  • colesterol alto;
  • diabetes;
  • problemas na tireoide;
  • traumatismo craniano;
  • tumor cerebral;
  • doenças neurológicas;
  • disfunção da articulação temporomandibular (ATM);
  • consumo excessivo de cigarro, bebidas alcoólicas e até mesmo de café.

Há situações em que a labirintite é causada pelo desenvolvimento da ansiedade e do estresse. Nesses casos, ela é chamada de labirintite emocional. Ela caracteriza-se pelo surgimento da tontura, alteração no equilíbrio e dores de cabeça que pioram quando movimentos bruscos são realizados.

Além das causas, é importante que você também observe os fatores de risco que podem ocasionar a labirintite, como: 

  • idade acima dos 40 anos;
  • glicose baixa no sangue;
  • otite;
  • uso de alguns medicamentos que causam estresse;
  • má alimentação.

Quais são os sintomas?

Quais são os sintomas?

Vertigens e tonturas são sintomas clássicos da labirintite. Vertigem é quando você tem aquela sensação de que o ambiente está girando ao seu redor. No caso da tontura, você se desequilibra, tem a sensação de pisar no vazio e tem momentos de instabilidade que dão a impressão de queda. Percebeu a diferença?

Quando a labirintite está em sua fase aguda, ela pode levar de minutos a dias para passar. Além da vertigem e das tonturas, o paciente também pode sentir: 

  • náuseas;
  • vômitos;
  • sudorese;
  • alterações gastrointestinais;
  • perda de audição ou audição diminuída;
  • zumbido no ouvido.

Mudar seu estilo de vida é muito importante para evitar as crises de labirintite. Algumas ações que você pode adotar desde já são:

  • evitar a ingestão de álcool;
  • não fumar;
  • controlar os níveis de triglicérides, de colesterol e a glicemia;
  • ter uma dieta saudável para manter o peso equilibrado;
  • alimentar-se regularmente, de preferência, a cada três horas, evitando, assim, intervalos muito grandes entre as refeições;
  • praticar exercícios físicos;
  • beber bastante água;
  • evitar o consumo de bebidas gaseificadas, como a água tônica, pois contêm quinino;
  • administrar, da melhor forma possível, as crises de ansiedade e estresse.

É necessário ressaltar que você não deve dirigir durante as crises ou sob o efeito de remédios para o tratamento da labirintite. Conte sempre com um familiar ou amigo para ajudar você nesses momentos.

Quais os tratamentos disponíveis?

Antes de iniciar o tratamento, é preciso realizar o diagnóstico da labirintite, o qual deve ser feito com um médico especialista, o otorrinolaringologista. Ele indicará os exames necessários para avaliar a presença de inflamações no ouvido, podendo também indicar a realização da audiometria para verificar se o paciente desenvolveu algum tipo de perda de audição.

Além desses exames, o médico também pode solicitar:

  • EEG (Eletroencefalograma);
  • tomografia computadorizada da cabeça;
  • eletronistagmografia;
  • ressonância magnética da cabeça;
  • testes em que o ouvido interno é resfriado e aquecido com ar ou água (estímulo de calor) para verificar os reflexos do olho.

Identificado o tipo de labirintite (emocional, viral ou bacteriana), o médico consegue indicar o tratamento mais adequado para cada caso. Por falar em tratamento, precisamos destacar os mais comuns, certo? Então vamos lá!

Nos casos em que o paciente desenvolve uma crise de labirintite, o médico pode receitar o uso de medicamentos, como:

  • Betaserc;
  • Clopam;
  • Cinarizina;
  • Dramin;
  • Dramin B6;
  • Dramin B6 DL;
  • Labirin;
  • Vertix.

No entanto, se o quadro clínico do paciente apresentar sintomas mais intensos, é possível que o médico indique a necessidade de internação para aplicar as medicações.

Também existe a possibilidade de o profissional indicar uma terapia chamada de reabilitação labiríntica, a qual visa melhorar o equilíbrio do indivíduo com a realização de exercícios específicos, monitorados por um fisioterapeuta ou fonoaudiólogo.

Vale destacar que a automedicação jamais deve ser realizada. A lista de medicamentos deste texto serve apenas como uma informação, ou seja, somente o médico pode indicar o medicamento ideal para cada caso.

Qual é a relação entre labirintite e perda auditiva?

Qual é a relação entre labirintite e perda auditiva?

Como a região afetada pela labirintite também é responsável pelo ato de escutar, ao desenvolver a doença, você corre o risco de ter algum grau de perda de audição. Caso isso aconteça, não se desespere, pois existem no mercado diversos tipos de aparelhos auditivos que podem ser usados para você não perder a sua qualidade de vida. Isto é, eles permitem que o usuário tenha uma rotina normal, sem prejuízos.

No entanto, para que isso aconteça, é importante procurar ajuda profissional (fonoaudiólogo), a fim de fazer o acompanhamento da perda da audição. Do contrário, ela pode se agravar. Existem diversos modelos para você escolher, desde os que são quase invisíveis até os que são à prova d’água. Você também pode adquirir acessórios que dão mais eficácia ao aparelho, podendo ser usados para assistir à TV, falar ao telefone etc.

A labirintite é um problema sério de saúde, uma vez que pode ocasionar outros males mais graves, como a perda de audição. Contudo, ao contar com a ajuda de um profissional especializado, é possível tratar esse problema de maneira eficiente, a fim de ter mais qualidade de vida. Além disso, por meio de um diagnóstico correto, as chances de recuperação aumentam.

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Afinal, qual é a relação entre a cafeína e o zumbido no ouvido?

Afinal, qual é a relação entre a cafeína e o zumbido no ouvido?

Você sabia que há relação entre o consumo de cafeína e zumbido no ouvido? Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), esse problema afeta cerca de 278 milhões de pessoas. Dessas, 28 milhões estão no Brasil.

Então, se você sofre com constantes chiados ou barulhos que lembram abelhas, cachoeiras, apitos, panelas de pressão, a ingestão de alimentos com essa substância pode ser uma das causas.

Pensando nisso, preparamos este artigo para que você entenda melhor sobre o assunto. Você descobrirá por que a cafeína pode causar zumbidos no ouvido, que outras situações geram o problema e, ainda, saberá como manter a saúde da sua audição. Acompanhe!

Como identificar o zumbido no ouvido?

Esse problema, que no meio científico é conhecido como tinnitus, é bastante fácil de ser reconhecido. Conforme mencionamos, as pessoas que sofrem com ele têm a sensação de ouvir barulhos semelhantes aos produzidos por abelha, grilo, apito, sirene, motor de carro, cachoeira, entre outros.

Esses sons não provêm de nenhuma fonte externa e impactam negativamente a qualidade de vida, pois podem causar transtornos de humor e ansiedade, que pioram os sintomas. Além dos ruídos, é possível que o paciente perceba as seguintes situações:

  • volume e intensidade diferentes em cada ouvido;
  • sons em apenas um dos ouvidos.

Por que esse problema surge?

De forma geral, o zumbido ocorre devido à aceleração do ritmo do seu funcionamento como uma tentativa de compensar algum tipo de agressão. Isto é, o ouvido tende a trabalhar mais rápido para suprir algum dano e essa informação é levada ao cérebro, que a interpreta como um som.

Há dois tipos de zumbidos:

  • tinnitus subjetiva — é o mais comum. O som é ouvido apenas pelo paciente e os motivos mais frequentes são problemas estruturais e danos nos nervos auditivos;
  • tinnitus objetiva — esse tipo raro é provocado por problemas estruturais próximos à orelha. Em alguns casos, o som é tão alto que pode ser escutado pelo profissional durante a consulta.

Há diversas causas para o aparecimento do zumbido no ouvido. Então, somente um médico habilitado é capaz de identificar o que o provocou em cada paciente e recomendar o tratamento mais adequado. Entre os fatores que geram esse incômodo está a ingestão de cafeína, como mostraremos a seguir.

Por que a cafeína pode causar zumbido no ouvido?

Por que a cafeína pode causar zumbido no ouvido?

Como você já viu, o zumbido surge quando o ouvido trabalha de forma acelerada. A cafeína é uma substância naturalmente estimulante do sistema nervoso central. Uma vez que o ouvido está diretamente ligado a esse sistema, a cafeína aumenta muito as chances de o zumbido aparecer ou tornar-se ainda mais intenso.

A ocorrência depende da vulnerabilidade da pessoa e da quantidade de cafeína consumida. Isto é, pacientes com ouvidos sensíveis têm mais tendência a sofrer esse transtorno. Quem está nesse grupo pode passar a ouvir os sons em apenas uma hora após o consumo excessivo dessa substância.

Como evitar o consumo de cafeína?

Quando falamos em cafeína, é comum nos lembrarmos especialmente do café. De fato, ele contém altas doses dessa substância. No entanto, ela está presente em diversas outras bebidas e alimentos. É preciso que você saiba quais são para, desse modo, evitá-los. Observe a lista:

  • café (tradicional, solúvel, expresso e, até mesmo, o descafeinado);
  • chá (preto, verde e mate, incluindo o chimarrão);
  • bebidas energéticas;
  • refrigerantes de cola;
  • refrigerantes de guaraná;
  • chocolate e achocolatado.

É interessante ressaltar que a cafeína também está presente em muitos medicamentos, principalmente nos analgésicos que combatem cefaleias e enxaquecas. Por isso, é importante sempre verificar a composição antes de ingeri-los.

Quais são as outras causas do zumbido no ouvido?

Além do consumo excessivo de cafeína, a sensação de ouvir zumbido pode ter outras causas. Veja algumas:

  • bruxismo;
  • envelhecimento;
  • infecções virais;
  • jejum prolongado;
  • consumo de açúcar em excesso;
  • medicamentos, principalmente sedativos, antibióticos, anti-inflamatórios, antidepressivos;
  • problemas cardiovasculares;
  • acúmulo de cera no ouvido;
  • diabetes;
  • exposição a ruídos superiores a 85 decibéis;
  • perda auditiva por ruído.

É fundamental ressaltar que somente um médico poderá identificar corretamente a causa do zumbido no ouvido. Durante a consulta, o profissional realizará testes e várias perguntas clínicas, além de solicitar os exames que julgar determinantes para descobrir o motivo do problema. Com base nisso, prescreverá o tratamento mais adequado.

Sendo assim, se você está com esse problema, não deixe de consultar um especialista para passar pelo tratamento mais apropriado ao seu caso e amenizar ou, até mesmo, acabar com esse transtorno. O ideal é ir ao médico assim que começar a ouvir o zumbido e não deixar que ele piore.

Como prevenir o zumbido no ouvido?

Como prevenir o zumbido no ouvido?

Algumas causas do zumbido são naturais, como o envelhecimento, e não podem ser evitadas. No entanto, conforme apontamos, há diversas outras situações que provocam esse problema e elas podem perfeitamente ser contornadas.

A seguir, saiba o que você pode fazer para manter a saúde da sua audição e prevenir o zumbido:

  • evite barulhos altos, pois o volume excessivo causa mudanças físicas no nervo auditivo, lesionando-o. O recomendado é reduzir o uso de fones de ouvido e, caso a pessoa trabalhe exposta a barulho constante, utilizar protetores auriculares;
  • alimente-se adequadamente e inclua em seu cardápio alimentos ricos em potássio e vitaminas A, C e E, que favorecem a saúde dos ouvidos;
  • evite o jejum prolongado e o excesso de doces, cafeína, sal, açúcar, álcool e nicotina;
  • hidrate-se bem para que seus rins funcionem normalmente, eliminando as toxinas do organismo;
  • pratique atividades físicas para melhorar seu metabolismo e a circulação sanguínea;
  • não se automedique, pois alguns remédios podem agredir a estrutura do ouvido e prejudicar a audição;
  • visite seu médico regularmente e logo que sentir qualquer sintoma.

Agora que você já conhece a relação entre cafeína e zumbido no ouvido, procure reduzir seu consumo ou, melhor ainda, eliminá-lo. Esse problema é angustiante e prejudica muito a rotina do paciente. Sendo assim, é melhor seguir as dicas para manter a saúde da sua audição. Caso perceba qualquer sinal de problema, procure um médico especializado para não agravar a situação.

Quer saber mais sobre esse assunto? Então, aproveite a visita ao blog e leia nosso outro post para entender como a demora na busca por tratamento auditivo pode ser prejudicial!

O que é a síndrome de Ménière e qual o seu tratamento?

O que é a síndrome de Ménière e qual o seu tratamento?

A perda auditiva em seus mais variados graus é um dos principais problemas que levam as pessoas aos consultórios de otorrinolaringologia. Além da dificuldade de ouvir sons, há outros sintomas, como zumbido e sensação de pressão nos ouvidos. Uma das causas pode ser a Síndrome de Ménière, uma patologia que acomete indivíduos de qualquer idade.

Para entender mais sobre esse assunto, conversamos com Tamires Santos, fonoaudióloga e supervisora comercial da A&R Aparelhos Auditivos. Acompanhe este artigo e descubra o que é a Síndrome de Ménière, suas causas, os sintomas apresentados pelos pacientes e quais são seus possíveis tratamentos.

O que é a Síndrome de Ménière?

Clinicamente chamada de hidropsia endolinfática, a Síndrome de Ménière é uma patologia incomum que prejudica o ouvido interno, causando vertigem, zumbido e perda auditiva. Em geral, afeta apenas um dos ouvidos.

Apesar de poder ocorrer em indivíduos de qualquer idade, é mais comum nos que estão na faixa etária de 30 a 50 anos. Além disso, as crises surgem repentinamente e variam de paciente para paciente, podendo durar alguns minutos ou várias horas. A frequência também é bem particular em cada um.

A Síndrome de Ménière surge devido ao desequilíbrio dos líquidos que preenchem o ouvido interno. Em seu interior, há o labirinto, formado por um conjunto de arcos semicirculares que contêm um fluido chamado endolinfa, que tem papel fundamental no equilíbrio e na localização espacial do corpo.

Sempre que nos movimentamos, esse líquido também se desloca. Essa mobilidade produz sinais elétricos que são conduzidos ao cérebro, onde são interpretados para que possamos compreender a posição em que estamos.

Em pessoas com essa patologia, há um aumento do volume desse fluido dentro do labirinto, gerando maior pressão interna e, consequentemente, a dilatação desse compartimento. Isso faz com que os sinais enviados ao cérebro sejam incorretos, provocando sintomas como tontura.

Qual é a diferença entre essa síndrome e a labirintite?

Qual é a diferença entre essa síndrome e a labirintite?

Vale ressaltar que a Síndrome de Ménière não é o mesmo que labirintite, embora possa ser uma de suas causas. Na verdade, a labirintite é um termo popular utilizado para definir um conjunto de sintomas, como perda de equilíbrio, zumbido, tontura, entre outros.

Apesar de os sintomas serem bastante parecidos, a principal diferença entre elas é a causa. A Síndrome de Ménière é provocada pelo aumento da pressão no ouvido e a labirintite ocorre devido ao deslocamento de pequenos cristais que se desprendem e circulam livremente pelos canais labirínticos, causando vertigens sempre que o paciente faz movimentos bruscos com a cabeça.

No entanto, somente um otorrinolaringologista poderá fazer o diagnóstico correto por meio de exames que julgar necessário solicitar.

Quais são os sintomas?

Os sintomas surgem apenas durante as crises e a severidade pode ser diferente em cada uma. Além disso, é possível que nem todos os sintomas estejam presentes. De acordo com a fonoaudióloga da A&R, os principais envolvem:

  • sensação de ouvido entupido;
  • vertigem (tontura rotatória);
  • zumbido;
  • diminuição da audição, que às vezes se apresenta de maneira flutuante, isto é, com alternância de intensidade.

Durante a crise, o paciente fica incapacitado, pois não consegue se manter equilibrado, além de poder apresentar náuseas intensas e, até mesmo, vômitos na fase mais aguda. A sensação de desequilíbrio pode permanecer por alguns dias mesmo após o fim da crise.

Com o passar do tempo e dependendo da frequência e gravidade das ocorrências, o indivíduo pode perder a audição aos poucos. Por esse motivo, é essencial procurar um profissional logo que sentir os primeiros sintomas, fazer um acompanhamento médico e seguir o tratamento indicado para amenizar o desconforto.

O que causa a Síndrome de Ménière?

Como explicamos, essa patologia está relacionada ao aumento da pressão no ouvido interno. As causas disso podem ser diversas. Entre as principais estão:

  • doenças autoimunes (como lúpus e reumatismo), que fazem com que complexos autoimunes se depositem no saco endolinfático, causando uma reação inflamatória no local;
  • traumas físicos, que resultam no descolamento dos órgãos sensoriais no ouvido interno;
  • alergias que afetam as células do ouvido interno;
  • otite média crônica, pois a infecção pode desencadear a produção de toxinas que atingem o espaço endolinfático;
  • má-formação genética, devido à alteração no desenvolvimento do compartimento onde a endolinfa está localizada;
  • otosclerose, que causa a disfunção da reabsorção do fluido do labirinto;
  • doenças preexistentes, como hipertensão, diabetes, herpes e enxaqueca.

Há maneiras de prevenir essa doença?

Os profissionais da saúde afirmam que é necessário manter um bom controle das condições de saúde para evitar o desenvolvimento da Síndrome de Ménière. Desse modo, é importante praticar atividades físicas regularmente, manter uma dieta saudável e buscar formas de diminuir o estresse e a ansiedade. Além disso, é fundamental consultar um profissional de confiança sempre que sentir qualquer sintoma e fazer consultas de rotina.

Há tratamento?

Não há cura para a Síndrome de Ménière, mas há tratamentos efetivos para combater os sintomas na maioria dos casos. Tamires Santos alerta que é preciso tratar todos os sintomas. No caso da perda auditiva, o mais indicado é o uso de aparelhos auditivos, especialmente o modelo RIC (receptor no canal), que permite a troca de receptor para ajustá-lo de acordo com a intensidade da perda auditiva.

Com relação ao zumbido, há a opção de fazer a Terapia Notch, que oferece uma melhor qualidade de vida. Além disso, o médico poderá receitar medicamentos para aliviar vertigens e náuseas ou fármacos como moduladores de fluxo sanguíneo, bloqueadores de canais de cálcio, vasodilatadores, entre outros.

Todos têm diferentes indicações e somente um médico especializado poderá indicar o mais adequado para cada paciente. Para os casos mais graves, há tratamentos invasivos, nos quais é feita uma cirurgia no saco endolinfático para drenar o líquido acumulado.

Como você viu, a Síndrome de Ménière é uma doença causada pelo acúmulo de líquido no labirinto que afeta o ouvido médio e gera diversos incômodos para o paciente. Se não for tratada, pode, inclusive, levar à perda da audição. Sendo assim, procure um profissional especializado e conte com uma empresa de reabilitação auditiva para tratar os sintomas e aumentar sua qualidade de vida.

A A&R Aparelhos Auditivos conta com fonoaudiólogos especializados em Audiologia, produtos altamente avançados e serviços de qualidade para ajudar você a viver melhor. Entre em contato conosco agora mesmo e saiba como podemos ajudá-lo!

O que é colesteatoma e quais os seus principais sintomas?

O que é colesteatoma e quais os seus principais sintomas?

A perda da audição em seus mais variados graus é uma queixa frequente nos consultórios médicos, especialmente os especializados em otorrinolaringologia. Afinal, esse problema afeta bastante a qualidade de vida do paciente e tende a fazer com que ele se prive do convívio social e se torne dependente de outras pessoas.

Há inúmeras causas para os problemas auditivos e entre elas está o colesteatoma, que é o crescimento anormal de pele dentro do ouvido. Para entendermos mais sobre o assunto, conversamos com Tamires Santos, fonoaudióloga e supervisora comercial da A&R Aparelhos Auditivos.

Acompanhe este artigo para conhecer mais sobre esse problema, seus sintomas e possíveis tratamentos!

O que é colesteatoma?

Clinicamente chamado de otite média crônica, o colesteatoma é caracterizado pelo crescimento gradativo de pele (que os especialistas chamam de tecido epitelial) dentro do ouvido em direção ao tímpano. A partir do momento que essa massa se forma, a tendência é continuar aumentando.

Desse modo, as estruturas do ouvido médio são comprimidas e enzimas, que destroem partes do sistema e causam inflamações crônicas, são produzidas. Tamires Santos esclarece que o colesteatoma tem a aparência de um cisto, sendo considerado um tumor benigno. No entanto, vale destacar que não se trata de um câncer.

Se o cisto crescer muito, é preciso uma intervenção cirúrgica para removê-lo e evitar danos mais severos, como destruição dos ossos do ouvido médio, perda da audição, alteração do equilíbrio e da movimentação dos músculos faciais.

Quais são os tipos de colesteatoma?

Dependendo da causa, o colesteatoma pode ser classificado em dois tipos. A seguir, conheça melhor cada um deles:

  • congênito — o indivíduo já nasce com excesso de pele no canal auditivo. Nesse caso, as razões ainda são desconhecidas;
  • adquirido — é a situação mais comum e ocorre quando há uma perfuração ou invaginação (desdobramento da membrana do tímpano) devido a infecções repetidas no ouvido ou não tratadas da forma adequada.

Quais são os sintomas?

5No início, os sintomas são leves. Somente quando o cisto atinge um tamanho maior é que surgem os efeitos mais graves. Os principais sintomas observados pelos profissionais são:

  • desconforto e dores no ouvido;
  • sensação de pressão de ouvido, como se estivesse entupido;
  • vertigem e perda do equilíbrio;
  • zumbido;
  • diminuição da capacidade auditiva;
  • liberação de secreção do ouvido com odor fétido bastante forte.

O crescimento anormal de tecido cria um ambiente propício para o desenvolvimento de fungos e bactérias. Desse modo, pode causar infecções no ouvido com o surgimento de inflamação no local.

Nos casos mais graves, quando o paciente demora a procurar ajuda médica, pode haver perfuração no tímpano, formação de abcessos no cérebro, meningite, danos nos ossos do ouvido, o que coloca a vida do indivíduo em risco.

A fonoaudióloga da A&R comentou sobre o caso de um paciente que procurou o centro auditivo com queixas de perda da audição. Após realizar a audiometria, foi encaminhado a um otorrinolaringologista, que o orientou a utilizar um aparelho auditivo. Porém, teve pouca evolução e as dificuldades continuavam.

Então, o otorrinolaringologista solicitou novos exames e descobriu a existência de um colesteatoma. Foi realizada uma cirurgia para a retirada da massa de tecido no ouvido médio e, posteriormente, o paciente prosseguiu com o tratamento na clínica.

A recuperação desse paciente foi um sucesso justamente porque ele contou com o auxílio de profissionais capacitados e procurou ajuda médica logo nos primeiros sintomas.

O que causa o colesteatoma?

Conforme mostramos, há dois tipos de colesteatoma. Nos casos mais raros, ele pode se desenvolver no bebê durante a gestação e as razões para isso ainda são desconhecidas.

O mais comum é o surgimento causado por infecções repetidas no ouvido ou otites não tratadas corretamente. Entretanto, ele também pode ocorrer por alterações no funcionamento da tuba auditiva, que é um canal que liga a faringe ao ouvido médio. As causas para isso podem ser infecções crônicas nos ouvidos, nos seios nasais (sinusite), alergias ou, até mesmo, resfriados.

Há formas de prevenir o surgimento desse tipo cisto?

Não há como prevenir o colesteatoma congênito, porque ele ocorre durante a formação do bebê. No entanto, alguns casos do tipo adquirido podem ser evitados. Como ele pode surgir em decorrência de infecções tratadas de maneira inadequada, é imprescindível consultar-se com um otorrinolaringologista sempre que sentir qualquer incômodo e obedecer rigorosamente ao que for recomendado por ele.

Como é o tratamento?

Como é o tratamento?

Geralmente, o tratamento é feito em três estágios. No início, o médico pode prescrever o uso de antibióticos e limpeza cuidadosa para tratar a infecção e drenar o ouvido. Em seguida, são analisadas as condições do paciente para a realização de uma cirurgia para remover o cisto, chamada de timpanomastoidectomia.

O objetivo principal é a retirada de todo o tecido que se formou no local, mas, em algumas situações, também é preciso fazer a reconstrução de partes danificadas do ouvido interno. Sessões de radioterapia e quimioterapia também podem ser necessárias, conforme explicou Tamires Santos.

Por se tratar de um procedimento invasivo, o paciente precisará passar por uma reabilitação auditiva. Quando for preciso o uso de aparelhos auditivos, o profissional avaliará as necessidades de cada paciente para indicar o mais adequado. Desse modo, o indivíduo recuperará sua qualidade de vida.

Mesmo após a retirada do cisto, é preciso fazer um monitoramento regular, pois ele pode voltar a aparecer. O recomendado é ter um acompanhamento médico mais minucioso nos cinco primeiros anos após a cirurgia e realizar audiogramas de tempos em tempos.

Como você viu, o colesteatoma é uma condição que pode ocorrer em indivíduos de qualquer idade. Se não for tratada a tempo, pode ter consequências graves. Quanto antes o paciente buscar orientação médica, maior será a probabilidade de preservar a saúde e evitar danos severos à audição. Mas somente um otorrinolaringologista pode dar um diagnóstico definitivo e indicar a melhor forma de tratar essa patologia.

Quer saber mais sobre esse assunto? Então, aproveite a visita ao blog e leia outro post para saber o que faz um otorrinolaringologista e quando procurar esse profissional. Boa leitura!

Medicamentos ototóxicos: saiba o que são e conheça 6 deles!

Medicamentos ototóxicos: saiba o que são e conheça 6 deles!

Você sabe o que significa ototoxicidade? Podemos defini-la como o dano causado ao sistema coclear ou vestibular em virtude da exposição a substâncias químicas. Essas substâncias estão presentes em medicamentos ototóxicos. Na maioria dos casos, esse dano é temporário, no entanto, é importante estar atento ao uso excessivo desse tipo de medicamento, pois ele pode levar ao desenvolvimento de problemas mais sérios, como a perda de audição e zumbido no ouvido.

Neste artigo resolvemos citar os principais medicamentos ototóxicos para você conhecê-los e avisar o seu médico sobre quanto tempo tem usado, caso ainda não o tenha feito. Para explicar melhor o assunto, convidamos a Dra. Tamires Santos, fonoaudióloga e supervisora comercial da A&R Aparelhos Auditivos, para nos trazer informações mais relevantes sobre o tema. Acompanhe!

Por que os medicamentos ototóxicos prejudicam a audição?

Os medicamentos ototóxicos contêm substâncias consideradas tóxicas, as quais normalmente afetam a orelha interna, podendo atingir também outras regiões do corpo. No entanto, as áreas que costumam ser mais afetadas são o vestíbulo, as células ciliadas da cóclea e a estria vascular.

Nesse sentido, alguns desses medicamentos podem causar perda de audição com danos permanentes ao ouvido interno, outros, porém, podem apenas ocasionar apenas uma perda auditiva temporária, sendo esta recuperada quando a medicação é suspensa.

Entre os principais fatores de risco podemos apontar:

  • função renal alterada;
  • dose cumulativa;
  • dosagem sérica;
  • exposição ao ruído;
  • perda auditiva neurossensorial ou zumbido prévio;
  • desnutrição;
  • mau estado geral;
  • idade (geralmente extremos);
  • vertigem ou desequilíbrio;
  • administração concomitante de mais de um ototóxico.

Quais medicamentos podem ser ototóxicos?

Quais medicamentos podem ser ototóxicos?

A lista de medicamentos ototóxicos não é pequena, ela inclui mais de 200 drogas. É claro que não vamos listar todas aqui, apenas as mais comuns, mas vale o alerta para que você seja sempre muito sincero com o seu médico durante a anamnese, indique quais remédios têm tomado para que ele possa fazer o diagnóstico correto.

Sem mais delongas, confira abaixo os 6 medicamentos ototóxicos para você ficar atento.

1. Vancomicina

Esse antibiótico é responsável por combater infecções por S. aureus meticilino resistente e colite pseudomembranosa. O lado bom desse medicamento é que o seu uso via oral não apresenta uma absorção de ototoxicidade significativa, diferentemente de quando ele é ministrado por via parenteral.

2. Diuréticos de alça

Um diurético de alça muito comum é o furosemide, um remédio utilizado para combater a excreção renal. A perda auditiva de quem ingere esse medicamento costuma ser totalmente reversível e transitória, pois a incidência de ototoxicidade é de apenas 6,4%.

3. Alguns medicamentos quimioterápicos

Alguns medicamentos quimioterápicos, como cisplatina, ciclofosfamida, carboplatina e bleomicina, incluem componentes ototóxicos em sua composição, o que, nesses casos, pode causar danos permanentes na audição do paciente.

4. Neomicina

Esse medicamento apresenta maior efeito cocleotóxico quando comparado aos demais antibióticos. Isso porque, quando grandes doses são ministradas por irrigação do cólon ou até mesmo por via oral, existe a possibilidade de o remédio afetar a audição do paciente, principalmente se houver lesões da mucosa difusa do cólon. 

Sendo assim, esse medicamento ototóxico não pode ser usado para irrigação intraperitoneal, intrapleural ou para a irrigação de feridas, devido à grande quantidade de ototoxicidade que pode ser absorvida e, consequentemente, causar a perda de audição.

5. Salicilatos

Esse é um tipo de medicação mais utilizado na prática clínica. Nesse caso, a ototoxicidade é limitada à cóclea, manifestando-se como perda auditiva simétrica, neurossensorial bilateral, em todas as frequências e zumbido.

A perda auditiva, devido ao uso desse medicamento, é proporcional ao índice de ototoxicidade da droga, podendo ser de leve a moderada. Em sua maioria, os casos conseguem apresentar uma reversão completa após a suspensão do medicamento, podendo levar de 2 a 3 dias para total recuperação.

6. Estreptomicina

Esse medicamento tende a ocasionar mais danos ao vestíbulo que à orelha interna. Nesse caso, também é possível que o paciente apresente sintomas como falta de equilíbrio e vertigem, mas essas condições costumam ser temporárias. Entre 4% e 15% dos pacientes que recebem 1g/dia dessa medicação apresentam uma perda mensurável da audição, piorando o quadro clínico caso o tratamento seja mantido por mais tempo.

Como é feito o diagnóstico da perda auditiva causada pelos medicamentos ototóxicos?

Como é feito o diagnóstico da perda auditiva causada pelos medicamentos ototóxicos?

De acordo com a fonoaudióloga Tamires, “durante a anamnese, o profissional vai perguntar ao paciente se ele já fez algum tratamento, se ele toma remédio para diabetes, para o coração etc. Essa investigação faz parte da nossa anamnese. Caso o paciente informe que toma algum desses medicamentos, o profissional já identifica se há alguma relação com a perda auditiva”.

Na A&R Aparelhos Auditivos, a anamnese é primeira coisa que o paciente faz antes mesmo de saber qual é o seu grau de perda auditiva. Ela é muito importante para identificar o que ocasionou a perda de audição, facilitando, assim, o diagnóstico e a indicação do tratamento mais adequado ao paciente.

É importante destacar que esse tipo de diagnóstico é sempre feito com o otorrinolaringologista. Isto é, ao receber o paciente em seu consultório, os fonoaudiólogos da A&R sempre entram em contato com o otorrino para saber há quanto tempo o paciente tem tomado determinado medicamento, explica a ele que o remédio tem grau de ototoxicidade e pergunta se esse profissional acha que vale a pena começar o tratamento agora.

“Isso é importante porque o remédio fica no sangue, ou seja, o efeito dele pode levar anos. Por exemplo, hoje, o paciente tem uma perda auditiva leve, mas pode acontecer de piorar com o passar do tempo por conta do efeito do remédio. Por isso, pode ser que não seja o momento de ele colocar o aparelho auditivo.

Nesse caso, é preciso esperar o efeito do medicamento parar para saber quando a perda auditiva vai se estabilizar para entrar com o tratamento certo. Assim, sabemos que a perda auditiva já está estável.”, explica a fonoaudióloga.

É claro que todos os remédios apresentam efeitos colaterais, mas é importante estar atento aos medicamentos ototóxicos para não desenvolver problemas permanentes, como é o caso da perda auditiva. Mais uma vez, voltamos a destacar a importância de sempre cooperar com o fonoaudiólogo para que o profissional possa realizar um diagnóstico preciso do seu caso.

Você percebeu que o fonoaudiólogo precisa trabalhar com o otorrinolaringologista para identificar os possíveis efeitos dos medicamentos ototóxicos, certo? Então, agora saiba qual a melhora hora de procurar o otorrino!

Aparelho auditivo wireless: vantagens e conforto que a tecnologia oferece

Aparelho auditivo wireless: vantagens e conforto que a tecnologia oferece

Grande parte das pessoas com perda na audição tem dificuldades para falar ao telefone, utilizar smartphones, assistir à TV e usar outros dispositivos por causa da má recepção do sinal, interferência na conexão ou ausência de uma entrada direta de áudio. Isso se torna ainda mais evidente atualmente, pois estamos inseridos em um cenário digital.

Desse modo, a solução para pacientes com problemas de audição também precisou adaptar-se e o avanço da tecnologia possibilitou o desenvolvimento do aparelho auditivo wireless. Trata-se de uma opção que traz ainda mais conforto e qualidade de vida ao usuário.

Neste artigo, você conhecerá melhor os aparelhos auditivos wireless, entenderá como essa tecnologia funciona e de que forma ela impacta a vida de pessoas que necessitam de equipamentos auditivos. Acompanhe!

Como surgiu o aparelho auditivo wireless?

Ao longo dos anos, profissionais envolveram-se para encontrar formas de corrigir a perda auditiva de diversos tipos e graus. Assim, desenvolveram vários modelos de aparelhos para aumentar o bem-estar dos pacientes, devolver-lhes a independência e permitir que participem mais ativamente das interações sociais.

Os aparelhos auditivos evoluíram muito e continuam avançando. A tecnologia foi um fator fundamental para isso. As inovações permitiram o desenvolvimento de dispositivos mais eficientes, com redução de ruídos e microfones combinados com multicanais que aperfeiçoam o processamento.

Além disso, passou-se a utilizar a tecnologia sem fio nos dispositivos auditivos para oferecer maior flexibilidade nas formas de comunicação. Ao mesmo tempo que a evolução tecnológica transformou as necessidades dos pacientes (utilizar celulares, por exemplo), ela também trouxe as devidas soluções.

Como funciona essa tecnologia?

A conexão wireless via Bluetooth permite que os usuários conectem seus aparelhos a vários dispositivos móveis, que têm se tornado essenciais na vida moderna, como smartphone, TV, reprodutor de músicas e GPS veicular. Desse modo, os pacientes com perda de audição ficam conectados ao mundo ao seu redor.

Os aparelhos auditivos wireless precisam de um acessório, que é bastante discreto e parecido com um colar, sendo posicionado no pescoço. Então, o som que sai do celular, por exemplo, é enviado via Bluetooth para esse dispositivo no pescoço, em que é convertido e transmitido para o aparelho auditivo na orelha.

Em alguns modelos, o caminho inverso também é possível. Isto é, a voz do usuário é enviada ao acessório e posteriormente repassada ao celular, sem que seja preciso qualquer tipo de fio, cabo, ou toque no dispositivo. Para tudo isso basta pressionar um dos botões do acessório.

Quais são as vantagens de um aparelho auditivo wireless?

Ao conectar o aparelho auditivo aos equipamentos eletrônicos, o usuário amplia sua interação com o mundo, utilizando todos os recursos do smartphone, ouvindo as músicas de que tanto gosta e sente falta em seu dia a dia, fazendo videochamadas com seus familiares e amigos.

A utilização de aparelhos convencionais melhora muito a rotina do paciente. No entanto, apresenta certas limitações. Muitos não conseguem falar ao telefone com os familiares que estão longe, pois não ouvem a ligação. No caso da TV ou vídeos em outros dispositivos, precisam aumentar demais o volume para ouvirem e isso incomoda quem deseja assistir junto.

Ao optar por um aparelho wireless, o paciente poderá aproveitar todos os recursos da tecnologia, como as outras pessoas, porque o pareamento do sinal de áudio torna a transmissão perfeita.

Se você tem problema de audição, imagine-se podendo falar com quem quiser pelo celular, ouvir os áudios e vídeos das redes sociais, conversar em videochamadas, assistir aos filmes e programas preferidos na TV sem dificuldade.

Isso melhora suas funções no ambiente de trabalho, permite que você viaje ouvindo suas músicas preferidas, tenha mais independência, consiga interagir melhor com todos e sinta-se mais incluído na sociedade.

Quais aparelhos têm essa tecnologia?

O mercado conta com alguns modelos que já têm a tecnologia wireless embutida. A seguir, conheça os detalhes dos principais.

easyPocket

easyPocket

O easyPocket tem um visor grande e fácil de ler que oferece acesso a todas as funcionalidades do aparelho auditivo, em que também é possível visualizar programas, alarmes configurados, status da bateria e informações de contatos. Nas laterais, há botões de volume e mudança de programa, que facilitam muito o seu uso.

easyTek

O dispositivo do easyTek é leve, elegante e conecta-se a diferentes equipamentos via Bluetooth. O som das TVs, telefones, equipamentos de áudio e mp3 é transmitido diretamente para ambos os aparelhos auditivos com extrema qualidade. O botão com múltiplas funções é totalmente intuitivo, tem detecção de situação automática e ajuste de funções.

miniTekTM

miniTekTM

O miniTekTM é um transmissor automático pequeno e cheio de estilo que sincroniza todos os seus equipamentos eletrônicos com seus aparelhos auditivos, permitindo que você tenha uma experiência auditiva extremamente rica tocando apenas um botão. O grande diferencial dele é a possibilidade de conectar-se a dois celulares ao mesmo tempo.

touchControl

touchControl

O touchControl é um aplicativo totalmente gratuito, fácil e rápido de utilizar. É compatível com Android e iOS. Por meio dele, você pode trocar os programas do aparelho auditivo, ajustar volumes, sons graves e agudos direto do seu smartphone.

Para facilitar o uso, é possível renomear os programas para que façam mais sentido para você. A transmissão de dados tem alcance de um metro e é feita de forma confiável. Além disso, não é necessário nenhum hardware extra, basta baixar o aplicativo em seu smartphone.

Esses modelos têm a capacidade de aumentar o som e expandir as experiências auditivas a novos níveis para que o usuário sinta-se habilitado a realizar todas as atividades do dia a dia, desde trabalho, entretenimento e convívio social até aproveitar as maravilhas que a tecnologia nos oferece.

A capacidade auditiva está fortemente ligada à qualidade de vida. Assim, quando um paciente opta por utilizar um aparelho auditivo wireless, está investindo em seu conforto, sua confiança e independência. Porque aumenta as possibilidades de comunicação e traz mais praticidade para o dia a dia, coisas que não seriam possíveis sem a utilização desse modelo.

Quer saber onde comprar um aparelho wireless com tecnologia de ponta? Então, entre em contato conosco da A&R Aparelhos Auditivos e saiba como podemos ajudar!

Entenda como a demora na busca por tratamento auditivo pode ser prejudicial

Entenda como a demora na busca por tratamento auditivo pode ser prejudicial

Não é todo mundo que costuma buscar ajuda médica diante de pequenos desconfortos de saúde que surgem no dia a dia. Dores no ouvido, zumbidos que ocorrem sem causa aparente e secreções, por exemplo, são sintomas que podem indicar algum tipo de problema. Nesse caso, a falta de tratamento auditivo correto pode levar a quadros de infecções e, até mesmo, perda da capacidade de ouvir.

Por isso, é mais que recomendável sempre procurar um médico, mesmo que seja um clínico geral, ao perceber que algo não está normal. Muitas vezes, ao subestimar os sintomas leves, comprometemos a eficiência de um tratamento que poderia ser realizado em menos tempo ou sem o uso de medicamentos, apenas seguindo alguns cuidados recomendados.

Neste post, explicamos por que demorar a buscar ajuda profissional ou deixar de fazer isso pode comprometer a sua saúde, prejudicando, inclusive, sua capacidade auditiva. Confira logo abaixo!

Por que é importante buscar tratamento auditivo?

A perda de audição, ou seja, a diminuição gradativa da capacidade de ouvir, pode surgir por diversos fatores. Influência genética, exposição constante a ruídos intensos, envelhecimento e infecções são alguns dos quadros que podem comprometer a audição.

No entanto, quando o problema é percebido a tempo e um médico especialista faz um diagnóstico, as chances de se recuperar ou encontrar soluções que garantam a qualidade de vida do paciente são muito maiores.

O otorrinolaringologista é o especialista que cuida do ouvido, mas é importante buscar a ajuda de um médico, mesmo que seja um clínico geral, ao perceber os primeiros sintomas de que há algo errado.

Hoje, os médicos usam diferentes ferramentas e exames que conseguem dar um diagnóstico preciso. Isso é essencial para fazer o tratamento adequado de acordo com a complexidade e necessidade de cada caso.

Quando procurar a ajuda de um médico?

Imagine que, em um belo dia, você acorda e percebe que uma secreção está saindo do seu ouvido. Como não há nenhum tipo de dor, você segue a vida normalmente, expondo-se ao frio e nadando no fim de semana. Alguns dias depois, além da secreção, você pode notar também um zumbido ou dor no ouvido e decide procurar um médico.

No consultório, é identificado que o seu tímpano está perfurado e, por causa de uma infecção, será necessário tomar antibiótico, além de seguir outras recomendações para que a sua audição não seja comprometida.

Se você tivesse procurado um médico ao perceber o primeiro sintoma (no caso, a secreção), o médico provavelmente recomendaria apenas alguns cuidados como não se expor ao frio e evitar banhos de mar, piscina e mergulhos. Entretanto, com a evolução do quadro, é preciso tomar antibióticos.

Claro que essa é uma situação hipotética, mas perceba que, pela falta de cuidados corretos desde o começo, um problema leve que poderia ter sido tratado sem medicação precisa ser resolvido com o uso de antibióticos. Por isso, o mais indicado é procurar um médico imediatamente ao perceber qualquer mudança na sua saúde.

A quais sintomas é preciso prestar atenção?

Alguns sintomas indicam que algo no seu ouvido não está bem e requerem atenção. Eles podem indicar problemas simples ou mais graves, como a perda de audição. Por isso, é importante sempre procurar um médico de confiança.

Entre os sintomas mais comuns aos quais é preciso prestar atenção, podemos destacar:

  • dificuldade para ouvir e conversar em ambientes com muitos ruídos;
  • saída de sangue ou outras secreções do ouvido;
  • ouvir zumbidos sem causa aparente;
  • dores no ouvido.

Existem vários outros fatores que podem indicar uma infecção de ouvido, resultando na perda auditiva, como náuseas. Um dos problemas mais comuns que acontecem no ouvido é o rompimento do tímpano e, muitas vezes, por causa dos sintomas leves, as pessoas não procuram um médico.

O que é perda auditiva e como preveni-la?

De maneira geral, a perda auditiva se caracteriza pela dificuldade que uma pessoa tem para escutar sons e suas causas são inúmeras. Entre as mais comuns, podemos citar a exposição constante a ruídos, herança genética, infecções, certos medicamentos, micróbios, hipertensão e, até mesmo, diabetes.

A perda auditiva também recebe diferentes classificações de acordo com a estrutura do ouvido que foi comprometida. Vale lembrar que o ouvido é separado em três estruturas distintas, que são: orelha externa, orelha média e orelha interna.

Os tipos de perda auditiva são:

  • neurossensorial — acontece por causa de lesões na orelha interna ou no nervo auditivo;
  • condutiva — ocorre quando há algum problema na região da orelha média, impedindo que o som seja conduzido até a estrutura interna e chegue ao cérebro. Infecções ou acúmulo excessivo de cera são alguns dos problemas que podem resultar nesse quadro;
  • neural — é um caso mais severo e acontece no nervo auditivo, impedindo que as informações cheguem ao cérebro;
  • mista — tem esse nome por ser caracterizada pela combinação das perdas auditivas neurossensoriais e condutiva, ou seja, o problema está tanto na orelha externa quanto na interna.

Quais são os tratamentos possíveis?

Quanto mais rápida for a busca por ajuda médica e tratamento adequado, maior será a eficiência dos resultados. Assim, um possível comprometimento da audição pode ser evitado.

Claro que, em alguns casos, o paciente não terá de volta 100% da capacidade auditiva. Entretanto, mesmo diante desses quadros, um médico especialista poderá encontrar soluções, como o uso de aparelhos específicos, que vão ajudar o paciente a recuperar as funções do ouvido.

Hoje, os avanços da tecnologia e as novas descobertas no campo da medicina possibilitam que cada problema auditivo, oriundo das mais variadas causas, possa ser diagnosticado e tratado de forma eficiente.

No entanto, para que os resultados sejam bons, é preciso ter uma combinação destes fatores: busca de ajuda profissional diante dos primeiros sintomas, tratamento auditivo adequado e, quando necessário, uso de aparelhos de qualidade.

Se você gostou deste artigo sobre tratamento auditivo, aproveite para entrar em contato conosco e conheça as soluções de aparelhos auditivos que oferecemos!