Autor - A&R Aparelhos Auditivos

Afinal, qual a relação entre diabetes e perda auditiva? Entenda aqui

Você sabia que o diabetes e perda auditiva têm relação? De acordo com uma pesquisa divulgada no portal de notícias O Estadão, pessoas que sofrem com o diabetes têm duas vezes mais chances de perderem a audição quando comparados a indivíduos saudáveis. O alerta é redobrado à população mais jovem que já desenvolveu a doença, pois o risco para essa parcela de pessoas é maior.

Tendo isso em mente, é importante ter cuidado para evitar o surgimento do diabetes e, consequentemente, das complicações originadas pela doença. Lembre-se de que sua saúde é o seu bem mais precioso, por isso é necessário criar hábitos saudáveis para diminuir ao máximo o surgimento dessa e de outras patologias.

Neste artigo vamos explicar melhor como a perda auditiva se caracteriza. Depois, mostraremos qual é a ligação entre esses dois problemas, além de apresentar algumas dicas sobre como prevenir as complicações do diabetes. Acompanhe!

Como se caracteriza a perda auditiva?

Quando a capacidade auditiva do indivíduo é reduzida, impossibilitando a compreensão de diálogos ou sons, podemos dizer que temos um quadro de perda de audição. No entanto, é importante ressaltar que a perda auditiva apresenta quatro graus, os quais são:

  • leve: o nível auditivo é de 25 a 40 decibéis, que corresponde à perda de até 25% da audição. Nesses casos, capacidade de ouvir e entender é comprometida. O indivíduo até consegue participar de rodas de conversas, mas ele apresenta dificuldades para ouvir sussurros;
  • moderada: o nível auditivo é de 41 a 70 decibéis, que corresponde a até 70% da audição. Os barulhos provocados pela movimentação dentro da casa ou qualquer outro ambiente já não são mais ouvidos pelo paciente;
  • severa: o nível auditivo é de 71 a 90 decibéis, que corresponde a praticamente toda a audição. O locutor apenas consegue ouvir se a outra pessoa gritar;
  • profunda: nível auditivo é acima dos 90 decibéis, isto é, a única coisa que o interlocutor ouve são ruídos, nada além disso.

Qual é a relação entre diabetes e perda auditiva?

O diabetes tem relação com a perda auditiva porque a doença afeta os vasos sanguíneos e os nervos dos ouvidos. De acordo com os pesquisadores, 54% das pessoas que sofrem com o diabetes apresentam dificuldades para ouvir altas frequências, quando apenas 32% das pessoas que não têm a doença têm essa mesma dificuldade.

A recomendação dos especialistas é que os diabéticos realizem exames auditivos e consultem um especialista para verificar a possibilidade do comprometimento da audição.

Como se prevenir do diabetes?

Conheça alguns cuidados essenciais que ajudam a prevenir o diabetes e que precisam fazer parte do seu dia a dia.

Tenha uma alimentação saudável

Desenvolver uma alimentação saudável é o primeiro passo para evitar o surgimento do diabetes. Mas não são apenas os alimentos doces que precisam ser evitados nesse momento, mas aqueles que são ricos em gordura também. Isso porque a gordura potencializa a resistência à insulina e faz com que os níveis de açúcar no sangue aumentem.

Existem outros alimentos que também fazem com que os níveis de açúcar disparem, como:

  • molhos prontos;
  • sucos industrializados;
  • salgadinhos industrializados;
  • embutidos;
  • alimentos que são confeccionados com farinha branca, como pão, bolo e bolacha;
  • frituras em geral.

Isso acontece porque a glicose presente na composição desses alimentos é digerida muito rápido, e com a mesma rapidez ela entra na circulação. Outros produtos que escondem esse é perigo é o arroz branco e a batata inglesa cozida.

Diminua o consumo de refrigerante

É claro que apenas diminuir o consumo de refrigerante já é uma grande vantagem para quem quer se prevenir do diabetes, mas o ideal mesmo é abolir essa bebida da sua dieta. Isso porque os refrigerantes são ricos em substâncias que prejudicam o nosso organismo. Além da alta quantidade de açúcar, ele também apresenta corantes e sódio.

Sendo assim, dê preferência para bebidas naturais, isotônicos ou até mesmo a água, pois os sucos de caixinha também apresentam muitos conservantes e corantes.

Evite ingerir bebidas alcoólicas em excesso

Além do álcool, as bebidas alcoólicas são compostas por carboidratos. Esse tipo de bebida não apresenta nenhum nutriente, sendo, portanto, um alimento nutricionalmente pobre. Além disso, ela ajuda a elevar os níveis de glicose no sangue, principalmente se você acompanhá-la de qualquer tipo de alimentação. Incrível, não?

Mas quando a situação é inversa o problema se agrava. Isso porque o fígado é responsável por diversas tarefas no organismo e uma delas também é controlar os níveis de glicose no sangue. No entanto, quando a pessoa bebe de estômago vazio, o fígado fica muito ocupado tentando desativar o álcool e, devido a isso, não consegue regular a quantidade de açúcar na corrente sanguínea.

O resultado disso? Queda nas taxas de açúcar, elevando o risco de a pessoa desenvolver uma hipoglicemia.

Faça exercícios físicos

Acredite, os exercícios físicos são tão importantes quanto o medicamento que é ministrado para o tratamento do diabetes, pois eles melhoram o controle do metabolismo. Sendo assim, é de suma importância realizar, pelo menos, trinta minutos de exercícios por dia.

Se você não é adepto a ir a academias, procure fazer algo seu interesse, como aulas de dança, andar de bicicleta, nadar ou fazer uma caminhada pelo seu bairro.

Cuide da saúde bucal

A saúde bucal também merece atenção nesse momento, pois quando o diabetes se desenvolve, o paciente está mais sujeito a desenvolver a periodontite, que é a doença que afeta os dentes, gengivas e, até mesmo, os suportes dentários, podendo levar até a infecções generalizadas.

Portanto, sempre escove seus dentes após as refeições e faça uso do fio dental. Não se esqueça também de visitar o seu dentista, pelo menos, uma vez a cada seis meses para evitar futuras complicações.

Depois de entender a relação entre diabetes e perda auditiva e, inclusive, saber como evitar o desenvolvimento da primeira doença, você está preparado para criar hábitos que o ajudarão a ter uma vida mais saudável. Lembre-se de que apenas a adoção desses hábitos não é o suficiente, também é preciso visitar o seu médico regularmente e realizar check-ups para garantir que tudo está em perfeitas condições.

Agora que você já entendeu a relação entre diabetes e perda auditiva, acesse nosso artigo para entender se existe tratamento para perda de audição. Boa leitura!

Tudo o que você precisa saber sobre o audiograma

A perda da capacidade auditiva pode surgir inesperadamente. É comum que ela comece tão leve que mal possa ser percebida. Então, com o passar do tempo, a audição vai diminuindo progressivamente, até que a pessoa perceba que já não ouve tão bem. Esse caso soa familiar? Se sim, o melhor a fazer é procurar um médico, pois você pode estar precisando de um audiograma.

O audiograma é uma ferramenta da audiometria, principal exame utilizado para a avaliação da perda auditiva. Ele é o primeiro passo para descobrir se você tem um problema de audição e quais as suas causas. A partir daí, o tratamento pode ser guiado por caminhos diferentes. Gostaria de saber mais sobre o assunto? Então, continue lendo o post!

O que é a audiometria?

A audiometria geralmente é solicitada por otorrinolaringologistas e realizada por fonoaudiólogos certificados. Com esse exame auditivo, o médico pode quantificar a perda da audição, ou seja, descobrir quão bem você está escutando. Além de auxiliar no diagnóstico da doença, a audiometria também estima o grau da perda auditiva.

Durante a audiometria, o paciente se senta em uma cabine à prova de som, que isola o ruído externo. O fonoaudiólogo acompanha o exame por trás de uma janela de vidro, e a comunicação com ele é exclusivamente feita por um microfone. O teste por si só é simples: você colocará um fone de ouvido, que emitirá sons em cada orelha, separadamente. O fonoaudiólogo solicitará, então, que você aperte um botão quando conseguir ouvir o som. Simples assim.

O objetivo desse teste é identificar o chamado “limiar de audição”, ou seja, a intensidade mínima em que você consegue ouvir diferentes frequências. A intensidade é medida em decibéis (dB) e corresponde similarmente ao “volume” do som. Para se ter uma ideia, o trânsito de uma cidade emite um som de aproximadamente 90 dB. Já um sussurro produz apenas 30 dB.

A frequência, por outro lado, mede se o som é agudo ou grave. Para entender o que ela significa, basta imaginar as teclas de um piano: as mais à esquerda têm uma frequência menor, enquanto as mais à direita têm uma frequência maior. Medimos essa frequência em Hertz (Hz). Uma pessoa que ouve normalmente consegue identificar sons entre 20 e 20.000 Hz.

Em seguida, pode ser realizada a audiometria vocal. Nela, você ouvirá uma série de palavras em diferentes volumes, tendo que repeti-las em seguida. Esse procedimento é útil para identificar o entendimento das palavras. Afinal, não é porque você escuta que necessariamente você entende. Após o exame, o fonoaudiólogo reunirá as informações sobre os diferentes limiares de audição e desenhará um gráfico, chamado de audiograma.

O que é um audiograma e como interpretá-lo?

O audiograma é um gráfico construído sob dois eixos, semelhante a um plano cartesiano. No eixo vertical, temos a intensidade do som, medida em decibéis; no horizontal, temos a frequência do som, medida em Hertz. Quanto mais baixa está a linha, maior a intensidade. E, quanto mais à direita, maior a frequência.

Nesse gráfico são desenhadas duas linhas, geralmente vermelha e azul. A linha vermelha corresponde ao ouvido direito, enquanto a azul indica o ouvido esquerdo. Cada ponto da linha indica a intensidade mínima em que um ruído de determinada frequência consegue ser ouvido. Caso as linhas pareçam estar “caindo” no gráfico, por exemplo, temos um indicativo que frequências mais agudas necessitam de uma intensidade maior para serem identificadas.

A informação mais visível que o audiograma nos dá é a simetria da audição: caso as linhas vermelha e azul estejam muito discrepantes, há um indicativo que a perda de audição ocorre mais em um lado do que no outro. É importante termos em mente que uma pequena variação é normal.

Durante uma conversa casual, as frequências variam entre 500 Hz e 3.000 Hz. Por isso, essa faixa é crucial para a interpretação do exame, pois identifica a compreensão da fala. Além disso, o gráfico também ajuda na definição do grau da perda auditiva. A gradação é utilizada a partir do limiar de audição, seguindo os seguintes critérios:

  • audição normal: até 25 dB;
  • perda auditiva leve: entre 26 dB e 40 dB;
  • perda auditiva moderada: entre 41 dB e 55 dB;
  • perda auditiva moderadamente severa: entre 56 dB e 70 dB;
  • perda auditiva severa: entre 71 dB e 90 dB;
  • perda auditiva profunda: acima de 91 dB.

Conforme a classificação do paciente, as medidas terapêuticas podem ser modificadas. Uma perda auditiva leve, por exemplo, pode ser tratada com aparelhos auditivos mais discretos e flexíveis. Uma severa necessita de equipamentos mais potentes. Quando a perda auditiva já é profunda, o transplante coclear pode ser indicado.

O audiograma, no entanto, não é útil apenas para os casos mais graves. Diagnosticando a perda auditiva em seus estágios iniciais, quando os sintomas ainda são inespecíficos, é maior a chance de sucesso do tratamento. Além disso, manter uma audição defeituosa faz com que o cérebro se “acostume”, dificultando a recuperação auditiva.

O que é a banana da fala?

Se você conhece alguém que já passou por uma audiometria ou já tem seu próprio audiograma, deve conhecer a “banana da fala”. Ela corresponde a uma área no gráfico em que as intensidades e frequências da fala geralmente se encontram. O nome peculiar é devido ao formato dessa área, que lembra uma banana.

Ter gráficos no audiograma correspondentes a essa área é um bom sinal: significa que você tem o limiar auditivo semelhante ao da população normal e consegue ouvir e compreender conversações. Caso as linhas estejam muito distantes da banana da fala, a compreensão linguística pode ser afetada.

O audiograma é uma ferramenta rica para a audiometria. Como você pôde observar, ele não apenas diagnostica a perda auditiva, mas também verifica a capacidade de conversação, analisa a simetria da audição e fornece a gradação da perda auditiva. Por esses motivos — e pelo fato de o exame ter se tornado mais eficaz e barato nos últimos anos — o audiograma é tão popular.

Quer se aprofundar um pouco mais no tema? Descubra já o que é o teste auditivo e quais são suas principais funcionalidades!

Consulta com otorrino: o que ele faz e quando procurar esse profissional?

A otorrinolaringologia é uma especialidade médica voltada para atender condições associadas à cabeça e ao pescoço. Diante das diferentes abordagens realizadas pelo profissional, muita gente se questiona: afinal, quando marcar consulta com otorrino?

As patologias, tratadas por esse profissional, acometem desde crianças até os idosos, sendo que cada faixa etária apresenta suas peculiaridades e doenças mais relacionadas. Na infância, por exemplo, as otites são muito encontradas. Por outro lado, na fase adulta, a rinite e a sinusite apresentam alta prevalência.

Neste artigo, vamos abordar sobre os principais aspectos da especialidade em questão, analisando a formação do profissional, suas áreas de atuação e quando deve ser procurado. Continue a leitura e saiba mais!

O que faz um otorrinolaringologista?

Antes de tudo, vamos abordar sobre a formação e as principais áreas de atuação de um otorrino. Para que o profissional seja considerado um otorrinolaringologista, é necessário concluir 6 anos de graduação em medicina e, posteriormente, 3 anos na residência da especialidade.

Para compreender quais são os enfoques da área, basta fazer uma análise do nome, chegando na conclusão que, do grego:

  • “ous”, significa ouvido;
  • “rhinós”, retrata nariz;
  • e “larynx”, engloba laringe.

Portanto, a especialidade realiza o estudo da audição, respiração, deglutição, voz e cordas vocais. Embora sejam temas muito específicos, cada um deles apresenta uma ampla gama de patologias que prejudicam diretamente a qualidade de vida de um indivíduo.

Complementando, um profissional otorrino tem importante papel na assistência em saúde dos principais aspectos relacionados com cabeça e pescoço. Neste texto, vamos direcionar a abordagem para o âmbito auditivo, a fim de esclarecer melhor o papel do especialista nos cuidados com a audição.

Quando marcar uma consulta com otorrino?

Geralmente, existem duas situações que levam o paciente a marcar uma consulta com o otorrino. A primeira delas consiste em um encaminhamento, ou seja, o indivíduo realiza um atendimento com algum outro médico e, nessa consulta, é detectada a necessidade de uma abordagem com o especialista.

A outra situação é quando o próprio paciente identifica algum sintoma associado com as áreas de atuação do otorrino e, por conta própria, já marca a consulta. Contudo, quais sintomas seriam sugestivos para isso?

Veja a seguir uma lista com as principais condições que indicam a necessidade de marcar uma consulta com otorrino!

Zumbido no ouvido

Quem nunca sentiu a sensação de ter um zumbido no ouvido? Esse sintoma retrata a percepção sonora mesmo sem haver nenhum estímulo externo para isso. As causas do problema podem ser as mais diversas, variando desde a exposição excessiva a volumes elevados, como em um show, ou até mesmo a degeneração de estruturas.

Contudo, a etiologia pode envolver condições mais sérias e persistentes, reduzindo a acuidade auditiva e prejudicando a interação do paciente com as demais pessoas do convívio. Por esse motivo, é de suma importância procurar um otorrino para identificar a origem exata e tratá-la corretamente.

Secreções auditivas

As secreções no trato auditivo estão intimamente relacionadas com as infecções causadas por microrganismos ou com a presença de corpos estranhos que desenvolveram um processo inflamatório.

As conhecidas otites provocam o acúmulo de secreções na chamada orelha média, ou seja, na região posterior ao tímpano. Isso prejudica na captação sonora e na vibração das estruturas, diminuindo a acuidade auditiva do paciente.

O tratamento requer o uso de medicamentos, que são determinados de acordo com o microrganismo causador. Além de, por vezes, necessitar de uma limpeza que pode ser realizada apenas pelo especialista.

Falta de equilíbrio

Muita gente não sabe, mas, além da audição, o ouvido também é responsável por manter o equilíbrio do indivíduo. No ouvido interno estão localizadas estruturas como o vestíbulo, o labirinto e a cóclea, sendo que as duas primeiras estão diretamente relacionadas com a manutenção da orientação no espaço.

Sendo assim, labirintopatias também são tratadas pelo médico otorrino. A mais conhecida delas é a labirintite, manifestada, principalmente, por tonturas no paciente. Assim que detectados os sintomas, é essencial a marcação de uma consulta com o especialista. Visto que, principalmente em idosos, as quedas decorrentes da perda de equilíbrio podem resultar em condições mais sérias.

Perfuração timpânica

O tímpano é uma membrana de espessura fina, que limita a orelha externa e a média. Sua principal função é transmitir as vibrações sonoras conduzidas pelo canal auditivo até os ossículos que se localizam posterior a ele.

Contudo, em casos de perfuração da membrana timpânica, o paciente sente uma dor muito forte e aguda na região, de modo que pode causar até a perda auditiva momentânea. Essa condição por ser provocada tanto por secreções como também por corpo estranho no local.

No geral, o tratamento consiste em esperar o próprio organismo regenerar a membrana. Entretanto, é indispensável a ida ao otorrino, a fim de identificar possíveis complicações, além de receber orientações para melhora do quadro.

Quais são exames mais pedidos por esse especialista?

Agora, que você já sabe quais são os principais sintomas associados ao ouvido que predizem a ida ao otorrinolaringologista, vamos abordar dois exames muito solicitados por esse especialista. Confira!

Audiometria

A audiometria é um exame realizado no intuito de detectar a capacidade de ouvir sons. Para tanto, existe dois tipos: a tonal e a vocal.

No primeiro caso, o indivíduo é exposto aos estímulos sonoros emitidos em diferentes frequências, além de estimular a detecção por condução aérea ou óssea. Os resultados podem ser subjetivos, dependendo da interpretação do examinador.

Já a audiometria vocal, é realizada a fim de complementar os resultados obtidos com o primeiro teste. Contudo, nesse segundo momento, é identificada a capacidade de o indivíduo detectar e compreender a fala humana.

Timpanometria

A timpanometria é um exame que avalia a saúde timpânica. Antes de tudo, o examinador analisa o conduto auditivo do paciente, com o intuito de verificar se está livre de alguma obstrução.

Em seguida, é colocado um dispositivo que realiza a mudança de pressão no interior do conduto. A alteração da pressão faz com que o tímpano se movimente e, assim, seja analisada a mobilidade dos ossículos. As alterações no exame direcionam para uma abordagem de doenças do ouvido médio.

Neste artigo, buscamos abordar alguns sintomas prevalentes que indicam a necessidade de marcar uma consulta com otorrino. Vale lembrar de que essa especialidade engloba, ainda, as vias aéreas superiores e a garganta como um todo.

A medicina preventiva também se mostra muito eficaz em evitar complicações e amenizar prejuízos de quadros crônicos. Portanto, os idosos, principalmente, devem adquirir o hábito de frequentar um bom especialista, a fim de manter a saúde auditiva preservada.

Você já sentiu algum sintoma auditivo? Entre em contato com nossos especialistas e tire suas dúvidas!

Terapia Notch: conheça o tratamento para zumbido no ouvido

O tratamento para zumbido no ouvido é extremamente importante para oferecer ao paciente uma melhor qualidade de vida. No entanto, vale ressaltar que o zumbido é um sintoma comum da perda auditiva e não uma doença, mas isso não significa que o paciente não deve procurar ajuda.

Levando isso em consideração, escrevemos este artigo para apresentar a você a Terapia Notch, que tem oferecido diversos benefícios aos pacientes em relação ao desconforto que o zumbido no ouvido causa. Continue a leitura para entender mais sobre ela!

O que é e o que pode causar zumbido no ouvido?

O zumbido é um som percebido no ouvido sem uma fonte sonora. Existem várias causas do zumbido, as quais são investigadas por uma equipe multidisciplinar. Essa equipe começa com o otorrino que, na análise clínica, avaliará fisicamente o paciente e pedirá alguns exames para diagnosticar a causa.

Hoje em dia, o que é muito comum são pacientes com perda de audição e zumbido. Na perda de audição, é normal a alteração gerar o zumbido, porque temos, na parte interna do ouvido, as células que perdem a mobilidade com o tempo. Como as informações sonoras chegam pelo nervo auditivo no cérebro, essa falta de informação em nível central acaba causando o zumbido no paciente.

Muitos pacientes acham que o zumbido é no ouvido, mas ele é em nível central. É por isso que a atuação do fonoaudiólogo vem depois que o médico otorrinolaringologista faz todo o levantamento do exame físico e da parte de exames clínicos do paciente.

O que é a terapia Notch?

A terapia Notch tem como objetivo reduzir os efeitos do zumbido e até mesmo é capaz de fazer com que eles desapareçam. Esse tratamento é feito da seguinte forma: em nível central, aquela região no cérebro que não está recebendo informação começa a dar estímulos para que as regiões vizinhas consigam suprir a falta de informação naquela outra região.

A Terapia Notch vai conseguir eliminar essa frequência para que as outras duas frequências, anterior e posterior, não sintam a necessidade de compensar. Feito isso, não é gerado mais zumbido em nível central.

Mesmo com o tratamento, o paciente precisa utilizar o aparelho por causa da audição, mas a melhora do zumbido é bem perceptível. A A&R Aparelhos Auditivos, por exemplo, tem casos em que o zumbido já desapareceu.

Diferencial da Terapia Notch

Hoje, A&R conta com uma equipe de fonoaudiólogos totalmente treinados e engajados nessa questão do zumbido e a Terapia Notch veio para acrescentar resultados positivos para o paciente que precisa de um alívio para esse incômodo.

Como dito, o zumbido não é uma doença, é um sintoma de que alguma coisa no organismo não está legal, e a A&R, com toda a sua equipe multidisciplinar, consegue tratar cada vez melhor esse problema do paciente.

Além disso, eles realizam todo o acompanhamento, isso porque a terapia não é simplesmente receber o paciente, colocar o aparelho e ligar a terapia, é preciso oferecer ao paciente aconselhamentos, orientações, sessões de terapia fonoaudiológica voltada para o tratamento do zumbido, enfim, a empresa tem todo um cuidado por trás desse serviço.

Existem outras alternativas que tratam o zumbido. A A&R disponibiliza mais dois tipos de terapia para poder tratar esse problema. Hoje, eles recebem pacientes com perda e sem perda de audição. Aqueles que não têm perda de audição, muitas vezes, não colocam o aparelho auditivo somente com o gerador de som. Então, nesse momento, é oferecido a eles o gerador de som de mesa — que é um som que ele fica escutando constantemente para poder trabalhar em nível central o zumbido.

Nos casos em que os pacientes têm perda de audição é preciso avaliar como é o zumbido. Dependendo do resultado, o profissional pode acionar a Terapia Notch ou, então, ele pode acionar o gerador de som do aparelho auditivo sem ser Notch.

É importante ressaltar que a Terapia Notch é para um tipo específico de zumbido que o profissional tem que avaliar, e ele não tem som. O interessante dessa terapia é que não é emitido outro som no ouvido do paciente, ou seja, ela é silenciosa.

Como saber se o paciente pode realizar a terapia?

Todo tratamento que envolve saúde tem que ser com uma equipe multidisciplinar. Ao tratar do nosso tema — que é o zumbido —, é importante que o paciente não atropele as fases. Ele deve passar primeiro pelo otorrino, fazer o tratamento que esse profissional solicitar e, por fim, ir ao fonoaudiólogo. Depois de tudo isso é que será possível conseguir um sucesso no tratamento contra o zumbido.

No caso da A&R, por ser uma empresa renomada no mercado, muitos pacientes chegam até eles porque veem no site que ela é uma revenda de referência no tratamento do zumbido. Nesse momento, a equipe orienta o paciente sobre a necessidade de procurar um otorrino para depois realizar o tratamento.

Apenas temos que lembrar que a Terapia Notch só pode ser usada em paciente que tem perda de audição com um tipo específico de zumbido, por isso, é muito importante que o fonoaudiólogo avalie o paciente para saber se o melhor tratamento é a Notch.

Existe alguma empresa referência na reabilitação de pacientes com zumbido?

A A&R Aparelhos Auditivos é uma empresa especializada em reabilitação auditiva por meio da adaptação de aparelhos auditivos de alta tecnologia. Além disso, a empresa conta com profissionais altamente capacitados e apaixonados pelo que fazem. Seu principal objetivo é devolver a qualidade de vida para as pessoas que sofrem com algum grau de perda auditiva.

Os profissionais da A&R são muito bem orientados sobre a Terapia Notch, eles conhecem como o zumbido deve ser para direcionar o paciente para a terapia mais adequada para o seu caso.

Percebeu como o tratamento para zumbido no ouvido é eficiente? No entanto, não esqueça que alguns passos precisam ser seguidos antes de realizá-lo. Dessa forma, é possível ter resultados mais satisfatórios, os quais são capazes de melhorar a sua qualidade de vida.

Quer conhecer um pouco mais sobre essa terapia e outras soluções oferecidas pela A&R Aparelhos Auditivos? Entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas!

Você conhece o aparelho Styletto Connect? Confira os seus benefícios!

Perda auditiva é um assunto sério, pois faz com que as pessoas se isolem e percam a sua qualidade de vida. Em virtude disso, os riscos de desenvolverem problemas emocionais como depressão e ansiedade aumentam, agravando o quadro clínico do paciente.

Os aparelhos auditivos, por sua vez, são responsáveis por mudar esse cenário. A tecnologia tem possibilitado que esse acessório se torne cada vez mais eficiente. Por falar nisso, você já ouviu falar do Styletto Connect?

Quando falamos em inovação em aparelhos auditivos, o Styletto Connect é uma das mais recentes tecnologias que ajudam o usuário a ter uma melhor qualidade de vida e, ainda, em razão dos seus excelentes resultados, incentiva as pessoas com deficiência auditiva a superarem seus limites dia após dia.

Neste artigo vamos explicar como ele funciona, seus benefícios e diferenciais. Continue a leitura para entender mais sobre essa tecnologia que é capaz de mudar — para melhor! — a vida do usuário!

O que é o aparelho Styletto Connect?

O aparelho Styletto Connect foi lançado recentemente e carrega o conceito de ser mais do que um aparelho auditivo. Veio para trazer mais design, mais tecnologia e ainda conta com a pilha recarregável de íons de lítio, que proporciona mais conforto e praticidade para o paciente.

O aparelho está cada vez menor e mais estético, sendo bem fininho e com o receptor no canal, adaptável para as perdas de leve a moderada . Além disso, tem um carregador tão pequeno que chega a caber no bolso. Apesar do seu tamanho, ele garante para o usuário uma carga de 16 horas e até mais.

Considerado um novo conceito de aparelho no mercado, o Styletto está perdendo aquele formato de aparelho auditivo, se parecendo mais com um acessório. Inclusive, ele é muito similar com o AirPod — fone de ouvido da Apple — com a diferença de ficar não na frente, mas atrás do ouvido. Ele é fininho e bem delicado, com um design diferenciado. Não existe nada parecido no mercado.

Quais são os seus benefícios?

Além do design e da estética, ele é rico em tecnologia por ser considerado um aparelho premium com vários recursos para tratar o conforto e a audibilidade. Ainda, acompanha a bateria recarregável.

Aprofundando a questão dos recursos, para o conforto temos redutores de ruídos cada vez mais rápidos. Em um ambiente desafiador, com muito barulho e fala envolvidos, a rápida redução de ruídos proporciona conforto e maior entendimento em uma conversação.

No quesito audibilidade, uma série de microfones realizam a função de localização sonora para que o paciente não perca nenhuma informação.

Onde quer que você vá, seus aparelhos auditivos Styletto Connect o acompanham. Se deseja realizar uma corrida matinal, por exemplo, é possível transmitir sua playlist de músicas favoritas diretamente do seu telefone para seus ouvidos, graças à tecnologia Bluetooth confiável do Styletto Connect.

Com esse modelo de aparelho auditivo, você sempre pode  ficar em contato com todas as pessoas que são importantes para você — seja para melhorar suas relações profissionais, seja para conversar com seus amigos ou familiares.

Quais são os seus diferenciais?

O usuário sentirá muito mais conforto, terá prazer de ficar com o aparelho no ouvido por conta dos recursos disponíveis, trazidos pela plataforma NX, a mais nova que a Siemens tem no mercado. Além disso, ele é muito simples de ser conectado. Com conectividade direta via Bluetooth, o usuário tem a possibilidade de se conectar aos seus dispositivos eletrônicos, não importa onde ele esteja!

Com o Styletto Connect, o usuário consegue atender uma ligação telefônica, ouvir música, assistir TV e, inclusive, fazer uma videoconferência com excelente qualidade sonora. Incrível, não? Quando você imaginou que isso seria possível?

A recarga do Styletto Connect é bem diferente dos demais, pois ela acontece de maneira inteligente por meio de um estojo portátil, o qual possibilita diversas cargas adicionais. O estojo traz facilidade para a rotina do usuário, assim, se ele estiver com pressa, só precisa carregar seu aparelho auditivo por trinta minutos para ter mais cinco horas de uso.

Como adquirir esse aparelho?

O primeiro fator que você precisa considerar na hora de escolher uma empresa para comprar o aparelho auditivo Styletto Connect é se a empresa trabalha em conjunto com a marca Siemens Signia. Depois disso, é importante que ela também seja especialista em reabilitação auditiva. Dessa forma, você poderá realizar acompanhamentos direto com o fonoaudiólogo e realizar os ajustes sempre que for necessário.

Também é importante que a empresa tenha credibilidade no mercado. Para saber se ela tem essa característica, analise os feedbacks de outros pacientes que tiveram experiência com ela.

Como funciona o processo de manutenção e troca em caso de defeito?

Existem dois tipos de manutenção em aparelhos auditivos. Veja!

Manutenções feitas no próprio consultório

Cada vez que os pacientes vão à clínica para realizar os ajustes, o fonoaudiólogo faz um checklist do aparelho, verificando se está em bom estado de conservação e como estão o receptor, a sonda e a regulagem. Tudo isso é feito no consultório e é possível realizar melhorias para o paciente ali mesmo — com algumas ferramentas disponíveis, fazer limpeza e regulagem, por exemplo.

Casos em que o aparelho sofreu estragos

Quando as avarias são provenientes de danos por animais (“o meu cachorro comeu” é a queixa mais recorrente), por falta do devido cuidado, deixando o aparelho exposto, será necessário enviá-lo para análise no laboratório em São Paulo, após recolher o produto. Nesse caso, o paciente precisa aprovar o custo, pois caracteriza quebra de garantia.

Ainda não foi identificado para esse aparelho qualquer dano que pode ocorrer dentro da garantia, sem custo para o paciente. Até mesmo porque é um aparelho resistente, tem a proteção de IP68, sendo resistente a queda, transpiração e umidade. Logo, não apresenta defeitos.

O aparelho auditivo Styletto Connect veio para revolucionar o mercado. Seu objetivo é proporcionar mais qualidade de vida ao usuário, possibilitando que ele recupere a sua independência e não precise se privar das coisas boas da vida, como se reunir com sua família e amigos, ir ao cinema, restaurantes e outros lugares que antes não poderia frequentar.

Quer conhecer esse e outros tipos de aparelhos auditivos que a A&R tem para oferecer? Entre em contato conosco para escolher o que mais se adapta às suas necessidades!

Você sabe o que é a sensibilidade auditiva?

Você sente certo incômodo quando escuta o som de uma buzina de carro, vozes em um autofalante ou um bebê chorando? Não se preocupe, isso é normal.

Porém, se você se sente incomodado por sons que geralmente outras pessoas toleram naturalmente, isso pode ser sintoma de sensibilidade auditiva, uma condição que pode trazer transtornos em seu dia a dia.

A sensibilidade auditiva pode ter diversas causas, desde uma má formação do canal auditivo até mesmo o estresse gerado pelo uso de fones de ouvido em altas frequências.

Quer saber mais detalhes sobre esse assunto? Acompanhe este texto e descubra como funciona o aparelho auditivo, quais os sintomas e as razões para sensibilidade auditiva, além de qual o tratamento mais indicado. Confira!

O funcionamento do ouvido humano

O aparelho auditivo, concentrado no interior da cabeça, é dividido em três partes. A primeira parte é o ouvido externo, onde se encontra o canal auditivo. A segunda parte é ouvido médio, também conhecido como cavidade timpânica, onde se localiza o tímpano e os ossículos. A terceira parte é o ouvido interno, onde se concentra a cóclea o nervo auditivo.

Para que consigamos fazer a recepção do som, é preciso que a onda sonora entre pelos ouvidos externos e percorra um canal auditivo até chegar ao tímpano. Com a presença dessas ondas sonoras, o tímpano começa a vibrar. Nesse momento, os dois ossos da cavidade timpânica, o martelo e a bigorna acionam outro osso chamado de estribo, que transfere essa informação ao ouvido interno.

Ao passar por cada um desses obstáculos, as ondas sonoras são aplicadas e vão em direção ao caracol do ouvido. Neste local existem células nervosas do nervo auditivo que enviam os sinais das ondas sonoras ao cérebro. É nesse instante que temos a percepção do som.

Apesar da sua grande complexidade, o aparelho auditivo não consegue identificar todas as frequências sonoras que existem no universo. O ser humano consegue captar pequenas variações de frequências que variam de 20 hertz a 20.000 hertz.

Para se ter uma ideia, o sistema auditivo humano não consegue captar frequências sonoras de ultrassons e infrassons, pois estes operam de 20 k-hertz até vários giga-hertz.

Quem possui sensibilidade auditiva tem essa forma de captação e recepção do som de maneira alterada. Geralmente, isso ocasiona uma sensibilidade anormal aos sons de baixa e média intensidade, de modo que apresente baixa tolerância em relação à ruídos diários.

As causas da sensibilidade auditiva

São várias as origens da sensibilidade auditiva. Ela pode ser adquirida, por exemplo, como resultado de alguma má formação genética do ouvido interno. Há casos em que existe má formação do músculo tensor do tímpano ou dos músculos estapedianos. Esses são responsáveis pelos reflexos auditivos, que também podem estar vinculado a danos causados ao cérebro ou ao sistema neurológico.

Outra causa da sensibilidade auditiva está relacionada às questões emocionais, como estresse e a ansiedade. Isso ocorre porque instabilidades emocionais podem causar a diminuição da serotonina, neurotransmissor que atua no cérebro e em outros sistemas do corpo e proporciona a sensação de bem-estar, podendo afetar também a audição.

É importante destacar outra causa que talvez seja a mais imediata em relação a sensibilidade auditiva: a superexposição a níveis excessivos de decibéis. Isso acontece quando as pessoas passam a ser submetidas repentinamente à sons muito altos, como no disparo de uma arma, fones de ouvido com volume não recomendável, o desdobrar de um air bag ou o estouro de um pneu.

Ainda deve-se considerar que a sensibilidade auditiva é comum nos casos de consumo de drogas e outras doenças, como, por exemplo,  a doença de Meniére e a disfunção de articulação temporomandibular.

Principais sintomas físicos ocasionados pela sensibilidade auditiva

Os sintomas podem variar de acordo com cada organismo, já que cada pessoa tem um grau de afetação diferente. Porém, geralmente eles envolvem dor de ouvido, desconforto e intolerância a ações que geralmente outras pessoas toleram naturalmente.

Sabe-se que pessoas com sensibilidade auditiva podem ter ataques de pânico e, na maioria dos casos, zumbido no ouvido. A sensibilidade auditiva também tem como sintomas tonturas, náuseas e até mesmo perda do equilíbrio quando o indivíduo entra em contato com sons altos.

Outros sintomas estão relacionados ao comportamento emocional. Por exemplo, as pessoas com sensibilidade auditiva têm alto grau de ansiedade, estresse e fonofobia, de modo que isso ocasiona em falta de disposição para reagir a determinados níveis sonoros.

Possibilidade de tratamento para sensibilidade auditiva

A sensibilidade auditiva não pode ser tratada com medicamentos ou cirurgias. Alguns recursos terapêuticos são os mais recomendados para eliminar o desconforto e melhorar a qualidade de vida de quem sofre desse problema. Um deles, por exemplo, é a terapia sonora durante o sono.

Esse procedimento trabalha com o mecanismo existente no funcionamento do nosso cérebro, exercitando as conexões cerebrais na parte auditiva e modulando as conexões do cérebro, realizando uma espécie de musculação.

Nesse tipo de tratamento, os sons começam em baixa intensidade e vão aumentando gradativamente, de modo que o cérebro passa a ser educado até que não se incomode mais com volumes que antes eram incômodos.

O procedimento consiste em deixar a pessoa com sensibilidade auditiva exposta a um som tranquilo enquanto dorme, que pode vir de uma fonte de água ou até mesmo de barulhos da natureza. No entanto, ainda assim esses sons não podem ser ouvidos em fone de ouvido.

O mais recomendável é colocar um aparelho ou uma fonte de água, por exemplo, que fique ligada o tempo todo naquele espaço, de modo que a pessoa não tenha necessidade de ligar e desligá-lo.

Essas foram algumas informações sobre sensibilidade auditiva. É importante estar atento à saúde dos ouvidos para não prejudicar a capacidade de escutar.

Como forma de prevenção, é preciso ter alguns cuidados em qualquer idade, como, por exemplo, evitar volumes muito altos, limpar os ouvidos de maneira correta e visitar periodicamente o otorrino.

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Veja agora o que valorizar em uma empresa de aparelho auditivo

A empresa de aparelho auditivo deve prestar uma assistência que vai além da comercialização dessas tecnologias. É preciso ter conhecimento de mercado para consolidar o nome após anos de experiência.

Isso porque os aparelhos auditivos são dispositivos sensíveis, que têm diversas funcionalidades e carecem de cuidados tanto no processo de adaptação do paciente quanto na substituição do produto, se necessário. Portanto, é essencial buscar por companhias idôneas e comprometidas em prover os recursos tecnológicos para o paciente.

Também é necessário que prestem esclarecimentos aos especialistas que os indicam e avaliem constantemente a percepção do usuário. Quer saber o que valorizar em uma empresa de aparelho auditivo? Então, não perca as dicas que daremos a seguir!

Por que é essencial escolher um bom aparelho auditivo?

Os indivíduos com perda auditiva, ao compreenderem o problema, solicitam aparelhos que sejam discretos e eficientes, com reduzida geração de ruídos e durabilidade significativa. Isso porque tais dispositivos serão seus companheiros para todas as atividades pessoais e profissionais, resgatando a capacidade auditiva perdida por diversas condições clínicas.

Na ansiedade de iniciar o uso desses aparelhos, porém, alguns optam por tecnologias de menor custo e abrem mão do acompanhamento de um profissional. Como resultado, essas pessoas frustram suas expectativas durante o tratamento.

Por isso, é essencial buscar referências de empresas que comercializam os aparelhos auditivos. Investigue o tipo de suporte que é fornecido aos usuários e quais são as opções disponíveis para aquisição.

O que valorizar em uma empresa de aparelho auditivo?

Sabendo da importância da aquisição de um aparelho auditivo, é fundamental buscar referências pessoais e profissionais de instituições especializadas nesse nicho de atendimento. Também é interessante atentar a outros fatores que contribuem para a escolha e manutenção do aparelho mais indicado ao tipo de perda auditiva do paciente. Veja mais sobre isso a seguir.

Especialidade no nicho

A empresa de aparelho auditivo deve demonstrar especialidade na área e em todas as variáveis relacionadas à recuperação da capacidade de ouvir melhor do indivíduo.

Para tanto, é preciso que sejam especialistas no ramo e comercializem também acessórios que facilitam a manutenção e o ajuste dessas tecnologias. Isso favorece a maior durabilidade e atrai aqueles indivíduos que queiram adquirir produtos diferenciados.

Uma das formas de verificar essa especialidade é observando os itens comercializados tanto na loja física quanto na virtual. Se a empresa estiver ofertando além dos produtos necessários para ouvir melhor, não é um bom sinal, pois seus atendentes não terão domínio mercadológico dos aparelhos, fornecendo informações vagas ou pouco válidas para a compra desses itens.

Cuidado pós-venda

A empresa que se preocupa com os produtos comercializados mantém uma relação eficiente com os pacientes após a compra. Sabe-se que o cuidado pós-venda garante a confiabilidade na instituição.

Sendo assim, um contato telefônico e mensagens via aplicativos ou e-mails podem ser a porta de entrada para solucionar dúvidas sobre o manuseio da tecnologia ou elogiar a empresa pelo produto adquirido.

Isso aproxima o consumidor, facilita a propagação positiva das ações das empresas e pode servir como um gatilho para melhorar a percepção em relação ao atendimento prestado. Também servirá como levantamento estatístico para nortear as próximas ações em prol de benefícios aos usuários

Bom relacionamento com os fonoaudiólogos

Uma empresa de aparelho auditivo não deve se importar somente com o volume de vendas dos produtos. É preciso ampliar os contatos profissionais e favorecer a troca de oportunidades.

Esse processo precisa ser facilitado principalmente com os fonoaudiólogos, profissionais que indicam o uso de aparelhos para seus pacientes. Sendo assim, é interessante mantê-los sempre atualizados sobre as novidades tecnológicas no ramo auditivo.

Algumas empresas também realizam treinamentos com esses profissionais sobre as principais indicações dos aparelhos, as tendências do mercado audiológico e como está a aceitação sobre determinadas tecnologias — tanto pelo paciente quanto pelo mundo afora.

Bom atendimento

Atender bem é uma tarefa essencial nos dias de hoje. Porém, é possível ir além da educação e da disponibilidade para sanar todas as dúvidas do futuro comprador do aparelho auditivo.

Cabe aos profissionais do atendimento esclarecer sobre as diferenças entre os dispositivos, alertando quanto aos cuidados de manuseio, armazenamento e custos de cada produto. Também é aconselhável que os atendentes selecionem as opções do item conforme as recomendações dos especialistas, de forma a contemplar a necessidade dos pacientes.

Qualidade dos aparelhos

Uma empresa de excelência deve comercializar produtos otológicos de qualidade e reconhecidos internacionalmente, além de sempre avaliar a linha de tecnologias oferecida. Para tanto, é fundamental conhecer profundamente o mecanismo de ação dos aparelhos auditivos, prover informações em linguagem acessível aos usuários e realizar trocas mediante as condições preestabelecidas.

Da mesma maneira, é interessante oferecer os aparelhos mais inovadores a um custo-benefício favorável aos usuários, facilitando a aquisição. Isso significa que a empresa deve contar com itens condizentes com a situação econômica do indivíduo, mas que sejam igualmente eficientes em seus propósitos.

Tal processo agrega confiança ao relato dos atendimentos e diminui o caráter mercantilista da situação. Como resultado, é possível satisfazer a esses usuários e outros que serão positivamente indicados pelos compradores.

Por que buscar informações sobre a empresa?

Como se trata de um mercado relativamente pequeno, é crucial que os futuros compradores já se encaminhem para as empresas com nome fortalecido pelos usuários e profissionais. Portanto, as companhias que oferecem diferenciais ao cliente e um contato proveitoso com os fonoaudiólogos, além de produtos de excelente qualidade, serão as mais cotadas pelo indivíduo interessado.

Nesse sentido, a A&R proporciona uma experiência gratificante para seus clientes e preza por aprimorar constantemente sua relação com eles. Prova disso é o recebimento do prêmio de 1º lugar no Brasil em desempenho de atendimento, entregue pela Sivantos.

Buscar pelas referências de uma empresa de aparelho auditivo é essencial para quem valoriza a compra do produto. Deve-se observar a assistência técnica que será prestada antes, durante e após a aquisição da tecnologia mais adequada à limitação auditiva. Também é importante verificar a qualidade dos produtos comercializados, o tipo de atendimento dado aos fonoaudiólogos e a capacidade de resolução dos problemas.

Agora que você já se convenceu da excelência na prestação de serviços da A&R, entre em contato conosco e obtenha mais detalhes!

Revisão de aparelhos auditivos: quando fazer e qual a importância?

Quem tem deficiência auditiva sabe que não é tão simples se adaptar ao aparelho auditivo. Embora o processo seja um pouco longo, ele vale a pena. Voltar a ter a oportunidade de falar ao celular, assistir TV, conversar com seus amigos e familiares sem contratempos é fundamental para melhorar a sua qualidade de vida. Mas existe um fator muito importante dentro desse processo: a revisão de aparelhos auditivos.

Para garantir a eficiência dessa ferramenta é preciso revisá-la, a fim de identificar se o aparelho está realmente entregando aquilo que foi prometido. Dessa forma, você consegue aproveitar melhor os benefícios que ele oferece para otimizar a sua rotina.

Mas você sabe quando é necessário fazer a revisão de aparelhos auditivos? Sabe por que ela é tão importante? Então, fica tranquilo porque vamos explicar essas questões neste artigo. Acompanhe a leitura até o final e tire suas dúvidas!

Qual é a importância da revisão dos aparelhos auditivos?

Todo aparelho auditivo tem uma vida útil — em média cinco anos —, mas quanto mais o usuário cuida desse produto, mais tempo ele vai durar. Na A&R, os profissionais fazem a revisão anualmente e os produtos têm sua garantia. Hoje, eles oferecem produtos com garantia de dois, três e cinco anos e as revisões são feitas dentro desse prazo.

Essa revisão precisa ser feita mesmo que o paciente não tenha queixas e não há sinais de corrosão ou danos no aparelho.

O laboratório desmonta o produto e faz uma limpeza interna, o que o profissional não consegue fazer no consultório. Essa prática é muito válida para o paciente, pois ele terá acesso a mais um cuidado importante e uma limpeza profunda para que o aparelho dure por mais tempo.

Além dessa questão da garantia, é possível mandar o aparelho auditivo para a revisão sempre que o usuário achar que ela precisa ser feita, seja por alguma queixa ou quando algum problema é identificado no produto, o qual apenas o laboratório conseguirá solucionar.

Isso tudo é importante para que o produto dure mais. Sendo assim, é possível afirmar que, quanto maior é o cuidado, maior será a vida útil do aparelho.

Quando fazer essa revisão de aparelhos auditivos?

A revisão de aparelhos auditivos é feita anualmente e sem custo, já que está dentro da garantia. Quando o prazo da garantia é excedido, é possível participar de um projeto da A&R, chamado “Projeto Reparo”, no qual os profissionais calculam o tempo de expiração da garantia e quanto o usuário terá que pagar para fazer a revisão.

Em relação a essa revisão, é importante ressaltar que o laboratório está sempre aberto para que os produtos sejam enviados para a análise de um técnico, já que alguns casos não são possíveis de resolver no consultório.

Conforme mencionado, dentro da garantia esse custo não existe, porém se o paciente danificar o aparelho, será gerado um valor a ser pago, mesmo que ainda esteja dentro do prazo.

O prazo do laboratório para concluir a revisão é bem curto, mas o prazo total de entrega é maior, já que a entrega do aparelho é feita pelos Correios. Sendo assim, o laboratório leva de três a quatro dias para terminar o serviço, mas o prazo passado para o paciente é de, em média, quinze dias.

Isso porque é preciso aguardar o retorno do laboratório, colocar o aparelho no sistema e enviá-lo pela Agência de Correios.

É importante destacar que existe uma linha de aparelhos exclusiva, a linha 7, em que o paciente tem direito a um aparelho reserva.

Quais os tipos de revisão dos aparelhos auditivos da A&R?

A A&R oferece dois tipos de revisão de aparelhos auditivos: a simples e a revisão completa. A seguir, explicamos como essas duas opções funcionam. Confira!

Como é feita a revisão simples?

A revisão simples acontece quando não há queixas do paciente ou do profissional a respeito das funcionalidades do aparelho auditivo. O responsável apenas vai verificar como está a higienização do produto, não sendo necessário realizar a troca de peças, por exemplo.

E a revisão completa?

A revisão completa é recomendada quando o aparelho não está funcionando bem. É necessário fazer uma descrição para o laboratório sobre os problemas ocorridos com o item. Nesse caso, eles demoram um pouco mais para concluir o trabalho porque precisarão fazer a análise, limpeza e troca de peças, que é algo mais complexo.

Quais os benefícios de manter o aparelho revisado de forma adequada?

O principal benefício é a extensão de vida útil desse aparelho. É difícil estimar essa prolongação, mas há casos de pacientes que passarão dez a quinze anos usando o mesmo aparelho.

Cada um deles tem uma vida útil, mas no caso dos aparelhos intracanal — aqueles que ficam dentro do ouvido — é preciso tomar um cuidado maior por causa da umidade e produção de cera.

Já os aparelhos retroauriculares — como eles têm a caixa fora do ouvido — são mais resistentes e têm uma proteção externa, o que faz com que tenham uma vida útil maior. Mas isso varia muito de acordo com o cuidado realizado. Assim, mais uma vez, vale a premissa do quanto mais cuidado o usuário tem com o aparelho, mais ele vai durar.

Na A&R, os profissionais fazem o contato com o paciente quando é chegada a hora da revisão. Então, a cada retorno, eles sabem qual o período de uso daquele paciente, se ele está usando o aparelho e já verificam quando será o próximo retorno dele.

Assim, o retorno é marcado e o aparelho é enviado ao laboratório. Apesar disso, o paciente pode não autorizar o envio por achar que o aparelho está muito bom, portanto, isso fica a critério dele.

A revisão de aparelhos auditivos é de suma importância para garantir a qualidade do produto. Além disso, você terá a oportunidade de prolongar a vida útil do seu aparelho, sem precisar comprar um novo simplesmente porque uma peça precisa ser trocada.

Para conhecer o nosso Projeto Reparo e saber quais são os outros tipos de serviços que oferecemos, entre em contato com a nossa equipe. Será um prazer conversar com você e esclarecer suas dúvidas sobre o assunto!

Financiamento para aparelho auditivo: é possível? Venha descobrir!

Obter financiamento para aparelho auditivo é uma escolha viável para o indivíduo que não tem como arcar com os custos totais da aquisição imediata dessa tecnologia em parcela única.

No entanto, é preciso se atentar para as particularidades do contrato, verificar a qualidade do aparelho a ser adquirido e fazer uma programação financeira para não perder a oportunidade de iniciar ou continuar com o uso do aparelho auditivo.

Além disso, é fundamental analisar as propostas existentes, verificar quais cláusulas estão mais condizentes com a situação financeira atual, solicitar ajuda de especialistas no assunto e ficar por dentro do contrato estabelecido.

Quer saber como funciona o financiamento para aparelho auditivo? Então, não perca as informações que daremos a seguir!

Por que optar pelo financiamento para aparelho auditivo?

O financiamento para aparelho auditivo é uma boa opção para aqueles indivíduos com diagnóstico de perda auditiva, mediante exame específico, porém, sem recursos financeiros necessários para adquirir o dispositivo recomendado.

Sabendo da importância de uso do aparelho e das possibilidades de parcelamento via contrato bancário, muitos pacientes optam por essa modalidade para não onerar drasticamente as despesas pessoais, uma vez que esse novo custo não estava previsto anteriormente.

No entanto, muitas pessoas desconhecem essa possibilidade e, com isso, deixam de utilizar o aparelho auditivo, prejudicando as relações pessoais e profissionais e diminuindo a qualidade de vida. Ou, então, não procuram investigar as possibilidades de financiamento e o limite disponível para cada situação.

Quais são as vantagens desse financiamento?

Quando os indivíduos são diagnosticados com perda auditiva e passam a necessitar do uso constantemente dos aparelhos auditivos, além da frustração por ter descoberto essa limitação, também é possível notar que eles ficam preocupados com os custos de aquisição dessa tecnologia, que podem ser elevados.

Com isso, ficam apreensivos por não terem como arcar com os custos rapidamente e de não ouvir adequadamente os diálogos. A tendência pode ser o isolamento e a mudança de humor dessas pessoas.

Sabendo desses problemas, muitas instituições bancárias auxiliam no processo de compra de um aparelho auditivo discreto ou em diversas modalidades, conforme indicação do médico. Dessa forma, o indivíduo parcela o valor em diversas prestações, dissolvendo o montante financeiro e obtendo os benefícios imediatos do uso do aparelho.

Como funciona o programa de financiamento do aparelho auditivo?

As entidades bancárias possuem planos para quem deseja adquirir aparelhos auditivos. Esses programas de financiamento são denominados de acessibilidade, propiciando melhorias na condição de vida dos futuros usuários dos dispositivos auriculares.

São passiveis dessa modalidade de financiamento bancário outros recursos que facilitam o cotidiano dos indivíduos com limitação física, auditiva, visual e motora, conforme as condições estabelecidas em cada banco.

Em geral, os pacotes oferecem opções de um número maior de parcelas, com taxas de juros reduzidas, sendo o valor debitado em conta-corrente — nos mesmos moldes de um crédito consignado.

Sendo assim, é preciso que o paciente busque informações na instituição bancária de sua preferência e compare as opções de financiamento com ofertas sobre essa modalidade proveniente de outros bancos.

Quais são os bancos credenciados para fazer essa negociação?

Banco do Brasil

Essa instituição bancária oferece linhas de crédito para adquirir cadeiras de rodas, aparelhos auditivos, dispositivos que serão implantados internamente no organismo (órteses e próteses) do indivíduo, bem como financiamento para readaptação do imóvel para melhorar a mobilidade residencial.

O contrato pode ser feito pelo paciente ou por outra pessoa, desde que para a mesma finalidade. Além disso, dependerá do limite de crédito disponível e da condição de que as parcelas não influenciarão significativamente no orçamento mensal.

Para tanto, é necessário apresentar a nota fiscal de compra em nome do cliente e todas as informações referentes ao produto no prazo máximo de 30 dias após a contratação do financiamento.

Caixa Econômica Federal

A Caixa Econômica Federal, por meio de seu programa Viver sem Limites, também oferece opções de financiamento para diversos aparelhos — que vão desde um triciclo elétrico até dispositivos auditivos.

Para conseguir o benefício, os indivíduos devem ser correntistas do banco e optar por um valor de financiamento que varia entre R$ 500 até R$ 10 mil, com juros de 1,96% a.m, sendo descontado o montante mensal na conta-corrente.

Todavia, a aprovação dessa linha de crédito está sujeita à análise financeira do requerente, como aquela relacionada à possibilidade de arcar com esse desconto mensal, considerando o período total do financiamento.

Banco Bradesco

Assim como as demais instituições bancárias preocupadas em melhorar a qualidade de vida dos pacientes com algum tipo de limitação, o Bradesco também possui uma linha de crédito para essa finalidade.

Nesse caso, o financiamento pode ser de até 70% do valor do bem a ser adquirido, que será descontado em parcelas pré-fixadas, com taxas de juros que variam entre 2,56% a.m até 2,94 a.m, para pagamento em até 48 meses.

Outra facilidade é a data para início do desconto das parcelas em conta-corrente, que poderá variar de 15 a 59 dias, possibilitando a programação financeira dos indivíduos que desejam contratar o serviço.

Banco Santander

Dentre os diversos financiamentos que esse banco oferece, é possível contratar o programa de acessibilidade, que auxilia na aquisição de plataformas de elevação, cadeiras de rodas, aparelhos auditivos e equipamentos de acessibilidade.

Assim com todas as instituições bancárias citadas anteriormente, o limite disponível e o número de parcelas para o financiamento de aparelhos auditivos estão condicionados à análise e ao perfil do correntista.

Demais informações devem ser solicitadas nas agências, onde o indivíduo deve apresentar documentações comprobatórias referentes ao orçamento do projeto para que o gerente faça uma simulação da contratação.

Conseguir o financiamento para aparelho auditivo via instituição bancária é possível, desde que você obtenha a documentação solicitada. Lembre-se de verificar condições de cada empresa e analisar o tempo que terá para arcar com essa despesa.

Além disso, é fundamental obter o aparelho auditivo de empresa idôneas, que forneçam produtos de qualidade comprovada, para não incorrer em prejuízos financeiros e clínicos, frustrando todas as expectativas na melhoria da sua qualidade de vida.

Agora que já sabe que é possível adquirir o seu aparelho auditivo por financiamento, entre em contato conosco para conhecer nossa linha de produtos!

Conheça 5 principais problemas auditivos em idosos e como tratá-los

As pesquisas demográficas retratam que o mundo está passando por um envelhecimento populacional. Embora seja um grande marco alcançado pelas políticas públicas, essa nova realidade requer medidas para combater os principais acometimentos na saúde, como os problemas auditivos.

A perda auditiva decorrente do envelhecimento recebe o nome de presbiacusia e sua prevalência varia de 30% a 90%, sendo maior em idades mais avançadas.

Apesar de serem valores tão variáveis, é sabido que a presbiacusia ocupa o terceiro lugar de patologia mais prevalente na faixa etária em questão, ficando atrás apenas da artrite e da hipertensão arterial. Continue a leitura e saiba mais!

A presbiacusia na saúde dos idosos

Conforme já dito, a presbiacusia figura como a perda auditiva neurossensorial e bilateral que ocorre em decorrência do envelhecimento.

Muitas vezes, o início da doença apresenta manifestações sutis e quase imperceptíveis, visto que afeta as frequências mais altas. Porém, a progressão do quadro faz com que as frequências médias e baixas também sejam afetadas, acentuando a perda auditiva.

A manifestação principal é, de fato, a baixa acuidade auditiva. Isso atrapalha a compreensão de falas e até mesmo a detecção do local onde o som é originado. Sendo assim, os diálogos tornam-se grandes desafios.

Analisando com um olhar mais amplo, essa dificuldade em manter uma conversa pode provocar o isolamento social e, consequentemente, um declínio cognitivo. Por essa perspectiva, aumentam as chances de desenvolver outros transtornos, como:

  • ansiedade;
  • baixa autoestima;
  • depressão;
  • e privação de atividades diárias.

As causas dos problemas

Pensando na saúde do idoso como um todo, o organismo passa por diversas mudanças sistêmicas e metabólicas, as quais direcionam o cuidado para um contexto diferente de indivíduos mais jovens.

Quando se fala especificamente das condições auditivas, a perda na detecção sonora pode ser explicada por fatores genéticos. Além disso, as doenças crônicas e sistêmicas, como hipertensão arterial e diabetes, também podem ser cruciais na perda.

Por fim, os fatores ambientais também influenciam de forma incisiva, como no caso de exposição a ruídos em excesso nos anos anteriores da vida. Complementando, o padrão alimentar adotado e os medicamentos utilizados figuram como outras possíveis causas da presbiacusia.

Os principais tipos de problemas auditivos

Agora que você já sabe o que é a presbiacusia e quais são algumas causas orgânicas que a predispõem, vamos conhecer os principais tipos de problemas auditivos na terceira idade. Veja a seguir!

1. Tímpano perfurado

O tímpano é uma fina membrana que se localiza entre a orelha externa e a orelha média. Sua função é transmitir as vibrações sonoras para os chamados ossículos do ouvido.

São diversos os fatores que podem resultar na perfuração timpânica, como:

  • infecções de ouvido;
  • corpos estranhos e perfurantes;
  • mudança de pressão abrupta;
  • e exposição a ruídos intensos.

O sintoma mais característico é uma dor aguda e imediata. Pode, ainda, resultar no surgimento de um zumbido, além da perda de audição temporária.

Para que o tímpano retorne à sua condição íntegra, é preciso que o indivíduo aguarde o processo de cicatrização natural. Porém, é viável consultar um especialista para que ele analise a necessidade de outras condutas, como tratamento medicamentoso contra infecções.

2. Obstrução no ouvido

A obstrução no ouvido é uma condição mais associada à região da orelha externa, ou seja, do conduto auditivo até chegar na membrana timpânica. Geralmente, há dois tipos de obstrução: por cerume ou por corpo estranho.

No primeiro caso, a cera representa um elemento orgânico, produzido, principalmente, com a finalidade de proteção e lubrificação do canal auditivo externo.

Contudo, quando não é expelido naturalmente pelo organismo, pode haver a sua impactação decorrente do acúmulo e do endurecimento. Além disso, o uso de cotonetes representa um grande problema, visto que empurra a secreção cada vez mais para o interior.

A outra situação mencionada é a obstrução causada por corpo estranho. Nesse caso, embora o pensamento tenda a se voltar para as crianças, todos estão sujeitos a acidentes com objetos ou entrada de insetos de forma imperceptível.

Muitas vezes, a pessoa só identifica que tem algo errado quando chega a sofrer com uma infecção. Em ambos os casos relatados, a remoção do agente que obstrui é fundamental, bem como o tratamento da infecção, caso ela chegue a ocorrer.

3. Zumbido no ouvido

zumbido no ouvido é uma percepção sonora que ocorre sem nenhum estímulo externo. Além disso, as causas para o problema podem ser as mais diversas.

Sendo assim, o principal ponto é identificar o que está motivando a existência do zumbido, pois só assim será possível tratar e eliminar a origem do problema.

Vale ressaltar que, na terceira idade, uma das causas pode ser a deterioração das estruturas. Nesse caso, o uso de aparelhos auditivos pode minimizar a manifestação do sintoma.

4. Otite

Diferentemente da obstrução, a otite é um problema associado à orelha média, ou seja, à região posterior ao tímpano. A patologia consiste na infecção por microrganismos, sejam eles vírus, bactérias ou fungos.

Sendo assim, as secreções produzidas na infecção preencherão o espaço da região, causando dor e sensação de pressão no ouvido. Além disso, aparecem sintomas clássicos, como febre e até mesmo tonturas seguidas de perda de equilíbrio.

O tratamento básico é contra o agente agressor. Se for viral, os medicamentos visam amenizar os sintomas. Se o causador for fungo ou bactéria, os fármacos atacam diretamente os microrganismos. Por vezes, é necessário, ainda, drenar as secreções.

5. Otosclerose

A otosclerose, por fim, está associada à perda funcional de reabsorção do tecido ósseo. A consequência disso é o endurecimento dos ossículos, os quais ficam com movimentos limitados e passam a não conduzir bem as vibrações recebidas.

A causa da doença está mais associada a fatores genéticos. Portanto, o tratamento é voltado a atrasar a manifestação da doença por meio de medicamentos, mas também pode requerer intervenção cirúrgica.

Os problemas auditivos na terceira idade não se limitam apenas ao prejuízo biológico em si, mas interferem em questões psicossociais. Dessa forma, a busca pela ajuda de um especialista auxilia a melhorar a qualidade de vida. Por meio de equipamentos e testes, é possível chegar a um diagnóstico preciso, favorecendo a elaboração de uma conduta adequada para cada caso.

Que tal saber mais sobre os testes auditivos? Acesse nosso post e confira!