Autor - A&R Aparelhos Auditivos

É possível reutilizar o aparelho auditivo de outra pessoa? Entenda

Você sabia que é possível fazer a reutilização dos aparelhos auditivos? Mas para isso, precisamos fazer algumas observações importantes sobre o assunto. Nesse momento, é fundamental que o usuário e o profissional tenham uma conversa bem detalhada para que a reutilização ocorra da melhor forma possível.

Portanto, para que não ocorra nenhum equívoco ou prejuízo às partes, desenvolvemos este artigo para explicar quais são as etapas da reutilização de aparelhos auditivos e mostrar como funciona o programa da A&R Aparelhos Auditivos. Vamos começar?

Reaproveitar aparelhos auditivos

Antes de reaproveitar os aparelhos auditivos é preciso ter alguns cuidados. A A&R, por exemplo, trabalha com dois tipos de aparelho: o retroauricular e o intracanal. No intracanal, o usuário não consegue retirar o aparelho sozinho e repassar para outra pessoa, pois o conduto é diferente — mas isso não significa que ele não pode ser reutilizado.

Nesse caso é indicado um profissional terceirizado, que vai colocar esse chip em outro molde. Isso gerará um custo para o paciente, mas os profissionais da A&R oferecem o auxílio necessário para verificar se isso será financeiramente viável — ou seja, se vale a pena ou não fazer esse procedimento.

Já o aparelho retroauricular pode ser adaptado para outra pessoa. A primeira coisa a se fazer nesse caso é avaliar se o aparelho está em perfeitas condições e comunicando bem com o software. Também é essencial analisar se ele tem sinal de danos, oxidação e, principalmente, se é compatível com a perda de audição do outro usuário.

Vida útil de cada aparelho

É possível identificar a vida útil do aparelho de duas maneiras; a primeira é olhando o estado físico do aparelho. Isso porque existem os contatos elétricos onde fica a pilha. Se esse contato estiver muito longe da cor normal, significa que é um produto mais velho e precisará ser mandado para o laboratório. Lá será feita a limpeza necessária para o aparelho durar mais. Do contrário, ele começa a funcionar e depois para.

Outra questão é em relação aos aparelhos da Siemens. Na A&R, o profissional pode inserir no seu software alguns dados e ver qual é o nome do aparelho. Com essa informação em mãos, é possível ter uma noção do ano em que ele foi lançado. Assim, é viável verificar se é um produto mais novo ou mais velho, se ainda tem peças no laboratório e ter acesso a mais dados que precisam ser levados em consideração.

Para se ter uma ideia, essa marca é bem antiga no mercado. Se hoje, em 2019, o profissional adaptar um aparelho de 2008, ele não tem mais peças no laboratório. Então, nesse caso, é preciso orientar o paciente de que não compensa ele fazer essa adaptação, pois vai gerar mais custos do que benefícios.

Também é importante frisar que antes de fazer essa reutilização de aparelhos auditivos é necessário cumprir certos protocolos para verificar se a adaptação dará certo. Como o aparelho é um produto médico, o profissional precisa fazer uma avaliação médica para ver se é possível adaptar esse produto para outra pessoa.

Isso porque muitas pessoas chegam no consultório querendo que o fonoaudiólogo coloque o aparelho sem passar pelos procedimentos necessários. É preciso seguir com cuidado todos os processos pois, como já abordamos, o aparelho é um produto médico.

Além disso, existe a possibilidade de o paciente não se adaptar ao aparelho, mas isso é possível identificar com esses procedimentos. Para ter uma base do quanto seguir todos esses passos é importante, ressaltamos que, mesmo na adaptação para terceiros, isso gera um custo para o paciente.

Agora, imagina se ele não se adapta a esse aparelho e o profissional cobra a consulta? O paciente ficará no prejuízo, certo? Então, antes mesmo de gerar um custo, a A&R avalia o estado daquele produto para que o usuário não seja lesado financeiramente.

Etapas para reutilizar aparelhos auditivos

Em situações em que o paciente não tem um exame de audiometria, ele precisa ter tempo disponível para realizá-lo. Caso ele já tenha o exame em mãos, é recomendado que esse exame tenha menos de um ano, para possibilitar uma avaliação mais precisa.

É claro que o fonoaudiólogo terá que realizar alguns ajustes, já que é muito difícil encontrar a mesma perda de audição em pessoas diferentes. Então, são necessárias novas modificações, estudar a melhor maneira de adaptação com relação ao molde etc. Assim, depois de toda essa avaliação, o profissional consegue adaptar o aparelho para outra pessoa.

Os cuidados após a aquisição dos aparelhos reutilizados são os mesmos. Na A&R é disponibilizado para o paciente um kit de limpeza, o qual serve para fazer a higienização e junto vai um acessório chamado desumidificador para poder retirar a umidade da prótese.

Programa de reaproveitamento na A&R Aparelhos Auditivos

O programa de reaproveitamento da A&R é novo e se chama “O prazer de ouvir a vida”. Como os profissionais têm muitos pacientes adaptados aos seus produtos, várias trocas de aparelhos são feitas anualmente, já que os pacientes vão adquirindo novos aparelhos ao longo do tratamento.

Quando um aparelho mais moderno era lançado, eles juntavam os aparelhos antigos e perguntavam aos profissionais o que fariam com esse aparelho, pois não conseguiam nem vender e nem doar, e a A&R não tinha como ajudar.

Esse programa, “O prazer de ouvir a vida”, foi desenvolvido com o propósito de receber esse aparelho que o paciente não está usando mais, oferecer um desconto para a compra de um novo e, então, doar o aparelho usado para alguém que realmente precise. É um programa que teve início há pouco tempo e ainda está sendo trabalhado.

Por enquanto eles estão no processo de recolher os aparelhos para a doação e depois avaliar se doa para instituições ou alguma pessoa. Isso se faz necessário porque estão sendo recolhidos aparelhos que até mesmo não são da marca que eles trabalham.

A reutilização de aparelhos auditivos pode beneficiar muitas pessoas, as quais não têm condições financeiras suficientes de comprar um aparelho de qualidade. Além do mais, você também poderá ser beneficiado, tendo em vista que o programa da A&R disponibiliza descontos na compra de um novo para quem oferece o seu aparelho antigo.

O que você acha de marcar uma avaliação gratuita? Entre em contato conosco para conhecer de perto os nossos serviços.

Como funciona um desumidificador para aparelho auditivo?

Só quem sofre com a perda da audição e usa um aparelho auditivo como tratamento sabe como é importante tomar certos cuidados para preservar o funcionamento e ampliar o tempo de vida útil desse equipamento. No topo da lista de desafios que merecem mais atenção está a limpeza, especialmente quanto ao excesso de umidade — o que torna a utilização de um bom desumidificador para aparelho auditivo algo essencial.

A água presente no ar, a transpiração corporal, a oleosidade da pele e o cerúmen que fica acumulado nos ouvidos são responsáveis pela umidade que atinge o aparelho. Ela pode causar danos nos seus circuitos internos, incluindo o microfone, o receptor e também a bateria, que pode até queimar. Por isso, é fundamental prezar pelo seu equipamento e investir em algo que o proteja desses problemas.

Neste artigo, separamos tudo o que você precisa saber sobre o desumidificador para aparelho auditivo. Continue conosco e descubra a sua importância!

O que são os desumidificadores e como funcionam?

O desumidificador é um equipamento desenvolvido com a finalidade de manter os aparelhos auditivos em bom estado de conservação, absorvendo a umidade acumulada ao longo do dia de uso. Dessa forma, ele preserva o funcionamento dos seus sistemas internos e prolonga o tempo de utilização do aparelho auditivo, garantindo o seu tratamento.

Embora os desumidificadores tenham mecanismos diferentes de funcionamento, todos eles desempenham a mesma função, que é extrair a umidade absorvida pelo aparelho auditivo.

A seguir, vamos abordar as principais características dos tipos de desumidificadores presentes no mercado para que você conheça quais são as suas opções.

Tipos de desumidificadores

Existem 2 tipos diferentes de desumidificador para aparelho auditivo. Veja quais são eles e as suas principais vantagens e desvantagens.

Desumidificador com sílica em gel

Esse tipo de desumidificador trata-se de um recipiente que contém microcápsulas de sílica em gel no seu interior, um produto químico que tem a propriedade de mudar de cor à medida que absorve umidade.

Por meio dessa mudança, que pode ser do roxo para o rosa, por exemplo, é possível saber quando está na hora de trocar de sílica. Assim, o seu desumidificador estará sempre pronto para cumprir o seu papel de extrair água.

A economia, portanto, é um dos principais benefícios desse equipamento, pois não é preciso realizar a troca completa do desumidificador, somente do refil de sílica.

Além disso, algumas delas ainda podem ser reativadas, ou seja, a sílica pode se tornar útil novamente. Para isso, basta submetê-la a altas temperaturas, entre 100 e 200 graus Celsius, o que faz com que a água absorvida evapore. Leia as recomendações do fabricante para verificar a possibilidade deste processo.

Esse tipo de desumidificador funciona muito bem no verão e mantém todos os componentes do aparelho auditivo livres do perigo do excesso de umidade.

Desumidificador elétrico

Com ação profunda na desumidificação de aparelhos auditivos, o desumidificador elétrico funciona por meio da luz ultravioleta, que também ajuda na limpeza e eliminação de germes do aparelho.

O ciclo de desumidificação dura em torno de 30 minutos e, ao concluir o processo, o equipamento desliga sozinho. Além disso, caso a tampa do equipamento seja aberta enquanto ainda está funcionando, ele desliga automaticamente.

Eficiente, ágil e prático, para usá-lo você precisa conectar o desumidificador a uma tomada de 110 ou 220 volts ou a um cabo USB inserido em um computador.

Esse tipo de desumidificador funciona sozinho, exclusivamente com a função de extrair água, ou como parte do sistema carregador de pilhas, no qual você insere o seu aparelho auditivo junto com a bateria recarregável e, além de recuperar a sua carga, retira também a sua umidade, processo que leva, em média, umas 7 horas para ser concluído. Este último processo é presente apenas em modelos específicos. Consulte o manual do fabricante para verificar se existe a possibilidade deste processo.

Forma correta de uso

Como já falamos em um vídeo no nosso canal do youtube, a forma correta de uso é à noite, antes de dormir, retirar o seu aparelho auditivo e colocar dentro do desumidificador. Durante o sono, o processo vai secar o aparelho auditivo e protegê-lo da umidade.

Ademais, é recomendado deixar o aparelho dentro do desumidificador sempre que ele não estiver nos seus ouvidos. Além disso, no caso do desumidificador de sílica em gel, a orientação é fazer a troca da sílica, no mínimo, a cada 6 meses.

Devo retirar as pilhas antes de colocar o aparelho no desumidificador?

A bateria presente nos aparelhos auditivos também pode ter seu funcionamento afetado pelo clima e pela transpiração. Portanto, é preciso pesar esses dois fatores.

No verão, ou caso você more em uma cidade de clima sempre quente e muito úmido, o que faz com que você transpire com mais intensidade e frequência, as pilhas do seu aparelho auditivo podem ficar inchadas e enferrujar com maior facilidade.

Nesse caso, a orientação é retirar a bateria do aparelho quando ele não estiver sendo utilizado. Para minimizar ainda mais os danos, você pode colocá-la no desumidificador, mas sempre separada do aparelho auditivo, para evitar o risco de vazamento.

No inverno, período em que o clima é mais seco e frio, o que também diminui o índice de transpiração, o ideal é inserir o seu aparelho auditivo dentro do desumidificador sem as pilhas — e deixá-las fora do equipamento. Assim, você estará preservando a qualidade de todo o aparelho.

Como escolher o melhor?

Você provavelmente deve estar se perguntando agora: qual é o tipo ideal de desumidificador para aparelho auditivo? Podemos afirmar que ambos cumprem o seu papel com eficiência e protegem o aparelho de danos causados pela umidade.

O que você deve observar com mais atenção é a marca do equipamento. Essa é a melhor forma de conhecer a qualidade e garantia do produto escolhido. A A&R Aparelhos Auditivos, por exemplo, tem uma gama de modelos de desumidificador, nos quais você pode confiar de olhos fechados.

Usar o desumidificador para aparelho auditivo é um cuidado indispensável para protegê-lo dos riscos que o excesso de umidade proveniente do ar, da transpiração, da oleosidade e do cerúmen pode provocar. Escolha o seu modelo certo e faça o uso correto para garantir o bom funcionamento e qualidade do seu aparelho por muitos e muitos anos.

E aí, gostou do nosso post? Agora, que tal descobrir um pouco mais sobre a importância de outros acessórios para melhorar o desempenho do seu aparelho auditivo? Leia nosso artigo sobre o tema e informe-se!

Perda auditiva leve: por que devo usar aparelho?

O tratamento para a perda da audição vem avançando a passos largos nos últimos anos. Aparelhos mais confortáveis, menores e artificialmente inteligentes já fazem parte da rotina de muitas pessoas. No entanto, ainda pode haver certa dúvida de quando iniciar o uso desses equipamentos. Afinal, por que usar o aparelho na perda auditiva leve?

Quem pensa que a única utilidade do aparelho auditivo é melhorar a audição, está enganado. Além de poder evitar a progressão da doença, o uso precoce do equipamento melhora a adaptação e a compreensão de vozes. Preparamos, a seguir, tudo o que você precisa saber sobre esse uso na perda auditiva leve. Vamos lá?

Tipos de perda auditiva

Há vários graus de perda auditiva entre os extremos “ouvir bem” e “não ouvir nada”. Para compreendermos o que causa essa diminuição na acuidade auditiva, precisamos compreender um pouco sobre como o som é formado: as vibrações sonoras chegam ao ouvido e passam pelo pavilhão auditivo, alcançando o tímpano. Ele é uma camada bem fina, que vibra facilmente e transmite essa vibração para os três ossículos do ouvido: martelo, bigorna e estribo.

A amplificação do som nesses ossículos transmite o impulso para o ouvido interno, que é onde ocorre a captação nervosa. Nesse local, existe uma estrutura em formato de caracol chamada cóclea, revestida por pequenos cílios; eles estão conectados a terminações nervosas, que levam a informação do som para o cérebro.

Uma alteração em qualquer um desses mecanismos pode gerar a perda auditiva. O tipo mais comum é a perda auditiva sensorioneural, que afeta as estruturas do ouvido interno. Aqueles cílios presentes em sua superfície vão diminuindo com o tempo, causando uma perda auditiva irreversível que piora gradativamente.

Para identificar o grau da perda auditiva, é necessário realizar um exame chamado teste auditivo. Ele identificará até qual intensidade dos sons você não consegue ouvir. Até 25 decibéis consideramos a audição normal. Pessoas com perda auditiva leve não conseguem ouvir de 26 a 40 decibéis: nessa fase, elas começam a ter dificuldade para ouvir o canto dos passarinhos e entender quem fala muito baixo.

A perda auditiva moderada é caracterizada pela incapacidade de ouvir sons de 41 a 70 decibéis. A partir daí, a compreensão da fala se torna mais difícil e ruídos do dia a dia — como latidos de cachorros — já são menos identificados. A perda severa é de 71 a 90 decibéis e, acima desse nível, a perda auditiva é considerada profunda.

Causas da perda auditiva leve

Qualquer doença que afete as estruturas envolvidas na captação das ondas sonoras pode levar a uma perda auditiva leve. Algumas causas — como infecções ou traumas locais — possuem um início muito abrupto dos sintomas: se você já teve uma otite na vida, provavelmente se lembra que, em questão de horas ou dias, a audição piorou muito. Por isso, perdas auditivas leves estão relacionadas, principalmente, com causas crônicas.

Podemos dividir essas causas entre condutivas e sensorioneurais. As condutivas afetam estruturas do ouvido externo ou do ouvido médio. Acúmulo de cera, por exemplo, dificulta a passagem do som pelo conduto auditivo e gera uma perda auditiva condutiva leve. Para as perdas sensorioneurais, a causa mais comum é o próprio envelhecimento: com o passar do tempo, os cílios da cóclea tendem a diminuir e prejudicar a audição.

Isso não significa, é claro, que seja normal perder a audição com o envelhecimento. Outras causas também podem estar associadas com esse processo degenerativo, como o uso de antibióticos e exposição frequente a ruídos. Por isso, o uso de aparelhos auditivos — principalmente nessa faixa etária — também está indicado para a perda auditiva leve.

Por que usar aparelho auditivo para perda auditiva leve

Os estágios iniciais da perda auditiva são críticos para o sucesso do tratamento. Isso ocorre porque, ao enfrentar uma dificuldade na audição, o cérebro passa por um processo chamado de privação auditiva — como ele não consegue processar corretamente sons baixos, a maneira como passa a compreender a fala é modificada.

Por isso, pacientes com uma evolução de anos de perda auditiva podem estranhar o início do uso do equipamento. Nesses casos, não é apenas a audição que está prejudicada; o processamento dos sons no cérebro também está afetado. Quanto mais cedo o tratamento for iniciado, portanto, maiores são as chances de você se acostumar com o aparelho e evitar a progressão da doença.

Além disso, os aparelhos para a perda auditiva leve são muito mais versáteis do que os outros. Como não há uma necessidade de potência muito grande, você pode optar por modelos menores e mais discretos. O melhor exemplo, nesses casos, é o aparelho Pure: com um design minimalista e confortável, ele permite uma audição superior até a de pessoas normais em festas, por exemplo. Esse modelo também conta com uma experiência auditiva binaural e uma conectividade wireless premium.

Outra opção de muito prestígio é o Styletto, da marca Signia. Sendo a escolha de 8 em cada 10 pessoas, ele é acompanhado de uma pequena capa que serve tanto para o carregamento quanto para o transporte. Além da facilidade de carregamento, ele conta com uma integração completa com o smartphone, podendo ser controlado pelo seu aparelho. Sua alta inteligência artificial também é uma referência na transformação da qualidade do som.

Se você conhece alguém que faz uso de aparelhos auditivos, pode ser que tenha uma imagem distorcida desses equipamentos: modelos mais antigos ou com maior necessidade de potência precisam ficar no lado externo do ouvido, muitas vezes, dando a volta no pavilhão auditivo. Em modelos mais atuais, o aparelho fica dentro do conduto auditivo, podendo ser mais leve e fácil de usar em pacientes com perda auditiva leve.

Está à procura desses modelos inovadores? A A&R Aparelhos Auditivos pode ser a solução ideal para o seu problema. Somos especializados em reabilitação auditiva e atendemos desde os casos mais severos até as perdas leves. Contamos com uma equipe multidisciplinar para essa recuperação, com médicos, fonoaudiólogos e técnicos.

Nossos aparelhos auditivos possuem as tecnologias de última linha, que são apreciadas no mundo todo: carregadores portáteis, conexão bluetooth e possibilidade de customização de cores já é uma realidade no mercado de aparelhos auditivos. Se você está enfrentando uma perda auditiva leve, não deixe para depois e comece já o seu tratamento para evitar problemas futuros!

Se gostou de saber sobre a utilidade dos aparelhos para a perda auditiva leve, que tal se aprofundar mais no assunto? Baixe nosso e-book sobre a perda auditiva leve e as suas consequências!

Veja boas práticas de saúde na terceira idade!

Cuidar da saúde na terceira idade é fundamental para manter uma boa qualidade de vida. Isso porque, como nessa fase da vida nosso metabolismo e imunidade já não são mais como antes, todo cuidado é essencial para assegurar que nenhum problema surgirá ao longo do caminho.

Hoje em dia, as pessoas idosas são mais conectadas, ativas e produtivas, além de estarem em maior número em relação a antigamente. Isso é uma excelente notícia, pois significa que elas procuram cuidar mais do seu bem-estar a fim de poder aproveitar mais o seu dia a dia.

Para ajudar você a criar hábitos melhores do que já tem, separamos neste artigo algumas boas práticas que ajudam na manutenção da saúde e precisam fazer parte do seu dia a dia. Veja a seguir!

Pratique atividades físicas

As atividades físicas são fundamentais para evitar o desenvolvimento de doenças relacionadas ao sedentarismo, como obesidade, hipertensão arterial, diabetes, entre outras. Portanto, comece a se movimentar o quanto antes.

O tipo de atividade realizada depende dos seus objetivos. Se você deseja praticá-la apenas para não ficar parado o dia todo, por exemplo, o ideal é investir em exercícios ao ar livre, como caminhadas e corridas. Caso opte pela musculação ou outra atividade que exija mais esforço e preparo físico, procure um profissional de sua confiança para realizar todos os procedimentos com segurança.

As atividades físicas melhoram a capacidade respiratória e cardiovascular. Além disso, elas também ampliam a mobilidade, fazendo com que você consiga desenvolver seus afazeres diários sem a ajuda de terceiros.

Exercite o seu cérebro

Renovar o cérebro é fundamental na terceira idade, mas você sabe como fazer isso? Buscando conhecimento sobre os assuntos que mais lhe interessam. Independentemente da idade, o aprendizado precisa ser estimulado, porque ele possibilita que novas conexões sejam estabelecidas por meio de incentivos.

Nesse momento, atividades que incitam a intelectualidade são indispensáveis. Sendo assim, aposte em palavras-cruzadas, exercícios e jogos para memória e, inclusive, não esqueça de assistir seus filmes favoritos.

Manter o cérebro ativo diminui as chances do desenvolvimento de doenças que afetam a memória, como o Alzheimer. Além do mais, essas atividades funcionam como uma verdadeira terapia mental, uma vez que estimulam o raciocínio e melhoram a sua qualidade de vida.

Saia para dançar

A dança proporciona tanto benefícios físicos quanto mentais, acredita? Não pense que isso serve apenas para quem é jovem — muito pelo contrário! Esse exercício vai ajudar você a se sentir bem consigo mesmo, mais bonito e novo além de fazer com que a sua coordenação motora se torne mais ágil e exercitar diversos grupos musculares.

Além disso, haverá melhoria na sua atividade cardiorrespiratória e você sentirá que tem mais ânimo para cumprir com os seus compromissos diários, o que diminui os riscos de desenvolvimento de ansiedade e depressão.

Por fim, podemos destacar que a dança incentiva a concentração e melhora o equilíbrio, o que por si só ajuda a reduzir os riscos de quedas e lesões.

Faça passeios durante o dia

Ficar em casa é bom, aproveitar a sua TV e o seu espaço é muito importante, mas você precisa ter em mente que é necessário sair um pouco para espairecer e ter contato com outras pessoas. Aproveite para visitar aquele seu amigo ou parente que não vê há muito tempo ou, então, dê uma volta no seu bairro, no centro da cidade, saia para almoçar fora, visite parques, etc.

Há muitas atividades que podem ser realizadas durante o dia, basta se programar e ir passear um pouco. Se possível, convide seu filho ou neto para ir junto, assim, vocês podem aproveitar para ter mais momentos especiais.

Alimente-se bem

Você sabia que é possível evitar o envelhecimento precoce por meio da ingestão de alimentos antioxidantes, como linhaça, frutas cítricas, aveia, mamão, etc.? Pois bem, incluí-los na sua dieta ajudará a cuidar melhor da sua pele, tornando-a mais firme por mais tempo.

Durante a terceira idade, as mudanças fisiológicas são naturais. Por esse motivo, ter uma alimentação diferenciada ajudará na manutenção da sua saúde. Sendo assim, recomendamos a diminuição do consumo de sal, açúcar e também de alimentos ricos em gorduras saturadas.

A sua dieta deve ser rica em frutas, verduras, grãos, fibras, legumes, leites e derivados desnatados. Não se esqueça da água, que é indispensável para o bom desenvolvimento do organismo.

Melhore o seu convívio social

Melhorar o convívio social é muito importante para cuidar da sua saúde emocional. Algumas pessoas chegam na terceira idade acreditando que são um peso na vida dos outros, o que não é verdade. Você é muito especial e, por isso, é preciso lutar todos os dias para ser feliz.

Reúna-se com seus amigos e familiares para fazer aquele churrasco ou, melhor, escolha uma data na sua agenda e vá viajar. Convide as pessoas que lhe fazem bem para acompanhá-lo nessa jornada.

Dessa maneira, além de descansar e curtir pessoas queridas, você terá a oportunidade de conhecer gente nova. Isso também ajudará a diminuir as chances de desenvolvimento de depressão e outras doenças emocionais.

Tome sol nos horários apropriados

A exposição ao sol garante maior absorção da vitamina D, que é fundamental para a boa manutenção da saúde na terceira idade. Isso porque a ausência dessa vitamina está associada a processos inflamatórios, elevação dos riscos de doença cardíaca, aumento da pressão arterial, depressão, enfraquecimento dos ossos, obesidade, diabetes, entre outras patologias de alto risco.

Além disso, a falta de vitamina D faz com a imunidade diminua, abrindo portas para o desenvolvimento de muitas doenças. Porém, é válido ressaltar que o sol deve ser tomado nos horários adequados, como antes das 10h e depois das 16h.

Percebeu como cuidar da saúde na terceira idade não é tão difícil assim? Com algumas mudanças nos seus hábitos, você conseguirá ter uma qualidade de vida muito maior além de se sentir mais forte e renovado a cada dia. Então, não perca tempo e insira todas essas atividades na sua lista de afazeres. Não precisa fazer tudo em um dia só, é claro, mas é importante que elas estejam presentes na sua rotina.

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Amplificador Auditivo vs Aparelho Auditivo: qual a melhor opção?

Por mais que tenham algumas semelhanças, um amplificador auditivo não é a mesma coisa que um aparelho auditivo. Na verdade, eles são dispositivos que apresentam uma grande distinção nas suas funcionalidades.

O aparelho é indicado para quem tem perda auditiva e apenas ele pode resolver esse problema. No entanto, não é nada incomum encontrar pessoas que passam a usar erroneamente um amplificador de som logo que notam um determinado grau de déficit de audição.

A orelha interna é um órgão muito sensível e, por isso, todo cuidado é pouco para mantê-la em bom funcionamento. Por esse motivo, montamos este post para ajudar você a identificar com facilidade a diferença entre esses dois aparelhos. Vamos lá?

Diferenças entre o amplificador auditivo e o aparelho auditivo

Vamos começar tratando sobre o aparelho auditivo, também conhecido como prótese. Ele serve para auxiliar uma pessoa a preservar ou recuperar algumas características da audição, sendo indicado assim que o médico percebe um grau de surdez.

O amplificador auditivo se trata de um dispositivo usado para ampliar a capacidade de ouvir sons, porém seu uso somente é recomendado para quem não tem nenhum tipo de deficiência auditiva. Usar inadequadamente o amplificador pode trazer sérias consequências à saúde auricular de um indivíduo, afinal, ele apenas serve para aumentar o som e não para ajudar alguém a ouvi-lo. Desse modo, seu uso não trata a condição do paciente e pode, inclusive, agravar o caso.

Esse equívoco pode ser causado, principalmente, pelo seu preço atrativo, ainda mais se for comprado em lojas virtuais. Alguns sites, inclusive, colaboram para deixar o consumidor confuso e acreditar que essa ferramenta pode ser usada para suprir as necessidades de alguém que predispõe de um nível de surdez.

Portanto, o que é aconselhado por todos os profissionais da área é ir em busca de um médico especializado na saúde auditiva. Assim, é possível ter acesso ao diagnóstico correto e receber o tratamento mais adequado. Além disso, é preciso ressaltar a importância dessa consulta ser presencial para que o atendimento seja completo e efetivo.

Dessa forma, você terá conhecimento do tipo de dispositivo que está autorizado a usar sem causar danos à sua audição, além de receber a assistência para uma adaptação correta e para realizar ajustes, se necessário, diretamente com profissionais qualificados para esse tipo de atividade.

Riscos de usar um amplificador auditivo

Como você pôde ver, o uso indevido de um amplificador auditivo é capaz de causar danos ainda maiores à sua audição. Um motivo pelo qual muitas pessoas confundem os dois dispositivos é o formato semelhante, apesar de, como vimos, eles apresentarem funções distintas.

Ao usar um amplificador auditivo quando você já apresenta condições sensíveis no órgão auditivo, você coloca o seu ouvido sob o risco de desgaste por esforço e redução de suas funções normais, podendo agravar o seu caso de surdez.

Além disso, o uso de um amplificador de som, na maioria das vezes, não conta com a orientação de um profissional qualificado, podendo ser aplicado de maneira errônea e causar algum tipo de lesão. Por essa razão, é importante ressaltar que todo amplificador comprado pela internet não é regulamentado, por isso, fuja totalmente de anúncios que dão um fim terapêutico a ele e evite os malefícios.

Principais sintomas da perda auditiva

Como você já sabe, para decidir se deve ou não usar um amplificador auditivo é preciso saber se você não tem nenhum nível de perda auditiva. Os primeiros sinais são bastante discretos, o que pode dificultar a sua identificação. No entanto, existem alguns padrões que boa parte das pessoas que começam a perder a audição apresenta. Confira a seguir alguns deles!

Assistir TV com o som muito alto

Quando alguém aumenta demais o som da televisão, música ou afins é um sinal de que a sua capacidade auditiva não está muito boa. A dificuldade frequente de compreensão do que alguém diz também é outra forma de perceber que algo está errado e ir em busca de um aconselhamento médico.

Ouvir melhor apenas de um lado

Esse teste pode ser feito com um fone de ouvido. Coloque um som constante, em volume médio — a fim de não danificar as suas estruturas de audição — e ouça um lado por vez. Caso note a existência de alguma diferença de percepção da altura do som, é importante procurar pela ajuda de um profissional para começar a realizar os exames adequados.

Falar muito alto

A audição está muito relacionada à capacidade de fala. Quando alguém fala muito alto constantemente, ele pode não estar conseguindo ouvir sons baixos e, consequentemente, apresenta algum déficit auditivo. Se esse é o seu caso, preste atenção se a sua capacidade de identificar ruídos baixos está comprometida e busque se informar mais sobre o assunto, com o propósito de iniciar um tratamento o mais rápido possível, se for o caso, evitando o agravamento da situação.

Gesticular bastante ao falar

A gesticulação intensa também é outra forma de identificar a possibilidade de perda auditiva, mesmo que seja em baixo nível. Quando falamos e não conseguimos ouvir muito bem as palavras que pronunciamos, temos a impressão de que o ouvinte também não consegue e, por isso, gesticulamos mais para que ele compreenda a mensagem.

Por isso, ao notar a necessidade desse comportamento para conseguir se expressar, considere-o como um sinal para prestar mais atenção na sua sensibilidade auditiva e procurar por ajuda.

A ênfase na dica de procurar por um profissional especializado não é por acaso. Ele será o responsável por iniciar um tratamento que consiga oferecer os melhores resultados assim que os primeiros sinais de perda auditiva surgem, favorecendo o seu conforto e bem-estar.

Por isso, antes de decidir usar um amplificador auditivo, procure um otorrinolaringologista para que ele possa avaliar as condições do seu órgão, dizer se o uso é indicado e recomendar os melhores modelos, a fim de evitar danos na estrutura externa do ouvido. Apenas lembre-se: em casos de perda da audição, o aparelho auditivo é aquele que pode ajudar.

Gostou de saber mais sobre a diferença entre um amplificador uma prótese auditiva? Então aproveite e baixe já o nosso e-book “Guia Completo sobre Aparelhos Auditivos” para entender tudo sobre o assunto!

Entenda a relação entre demência e perda auditiva em idosos

Conforme envelhecemos, é normal que algumas complicações de saúde comecem a surgir. Um bom exemplo disso é a demência e perda auditiva. Em um primeiro momento, você pode até imaginar que ambos os problemas são completamente distintos. Correto?

Porém, o que muitos não fazem ideia é que, na maioria das vezes, a perda auditiva pode estar associada ao risco de demência de um indivíduo. E o melhor caminho para driblar a situação, é procurar um especialista e, principalmente, entender melhor sobre o assunto — além de investir em algumas práticas capazes de prevenir o agravamento da demência.

Pensando nisso, e para ajudar você nessa tarefa, criamos um material exclusivo e repleto de informações valiosas. Acompanhe a leitura, anote as dicas e garanta uma terceira idade sem preocupações!

O que é a demência?

Antes de começar a sua busca por alternativas de prevenção, que tal entender a fundo o que é a demência? Para começar, é possível definir esse problema como um quadro em que o indivíduo perde, gradativamente, as suas funções cerebrais.

Ou seja, é uma junção de sintomas que atingem o bem-estar e a qualidade de vida do paciente, fazendo com que a pessoa apresente os seguintes sintomas:

  • problemas cognitivos;
  • falta de memória;
  • piora no raciocínio;
  • paranoia;
  • dificuldade em se comunicar;
  • agitação constante;
  • mudanças na personalidade e no comportamento diário;
  • alucinação, nos casos mais graves.

De modo geral, a demência pode ser classificada em dois tipos. O primeiro diz respeito às complicações que são reversíveis. Estas, nada mais são, do que aquelas situações em que, mesmo causando danos ao organismo, os sintomas conseguem ser eliminados. Esse é o caso de indivíduos que desenvolvem tumores cerebrais, apresentam deficiência de vitamina B12 e por aí em diante.

Já os quadros irreversíveis, também conhecidos como degenerativos, são aqueles em que a demência surge de forma progressiva e vai se agravando ao longo do tempo. O Alzheimer é um tipo de demência irreversível bastante comum e é responsável por causar danos ao cérebro que, infelizmente, não podem ser interrompidos.

Quando o problema tem mais chances de aparecer?

Existem diversos fatores de risco que podem contribuir para o surgimento da demência. Dentre os mais comuns, estão a idade avançada, o histórico de indivíduos na família que também sofreram com esse problema, além de outras complicações de saúde, como a perda de audição. A seguir, explicaremos melhor sobre cada um deles. Veja:

Idade avançada

O primeiro — e mais comum — fator que pode estimular o desenvolvimento da demência, é a idade avançada. Conforme o tempo passa, o cérebro humano fica mais propenso a sofrer alterações, principalmente, após os 65 anos.

Vale lembrar que essa não é uma regra, já que pessoas mais jovens também podem ser atingidas por essa complicação.

Histórico familiar

Indivíduos que apresentam histórico familiar de demência, têm mais chances de desenvolver essa complicação. Contudo, esse fator não deve ser encarado como algo definitivo, uma vez que existem diversos outros elementos capazes de contribuir para o surgimento desse cenário.

Por que a perda auditiva pode acelerar esse processo?

Outro fator — um tanto desconhecido pela população — que pode aumentar, significativamente, o risco de demência em um indivíduo é a perda auditiva. Isso mesmo!

De acordo com uma pesquisa, realizada pelo jornal científico Archives of Neurology, as chances para desenvolver a demência aumentam conforme o idoso perde a sua audição. Mas afinal, por que isso acontece?

Explicamos: à medida que o indivíduo envelhece, ele apresenta mais chances de perder a sua audição periférica (que diz respeito à região auditiva do ouvido interno) e também a sua função auditiva central.

Ao mesmo tempo, também ocorre outro fenômeno interessante: depois de muitos estudos, os especialistas notaram que existe uma espécie de sobreposição entre a audição periférica, as funções cognitivas e o processamento auditivo do indivíduo. Juntos, esses fatores são capazes de influenciar o surgimento e o desenvolvimento de outras complicações de saúde, como a demência.

Apesar de muitos idosos não perceberem — ou, tampouco, se incomodarem —, a perda de audição pode ser a principal vilã da nossa saúde mental. Conforme os estímulos auditivos vão diminuindo, a parte do cérebro responsável por processar e bloquear alguns tipos de sons começa a acelerar a chamada perda encefálica.

Isso faz com que, mesmo sem perceber, o indivíduo receba menos estímulos auditivos e, consequentemente, que o cérebro deixe de realizar boa parte das suas conexões que são estabelecidas a partir desses impulsos. Preocupante!

Como prevenir o problema?

A demência e perda auditiva são duas complicações pra lá de preocupantes, é verdade. Mas a boa notícia é que existem alternativas para prevenir esse cenário e conquistar uma terceira idade bem mais tranquila e repleta de qualidade de vida. Acompanhe.

Praticar exercícios físicos com frequência

Não tem jeito! Um dos principais mandamentos para prevenir a demência é realizar atividades físicas com regularidade. Ao manter o corpo em movimento com atividades aeróbicas e de resistência, você conseguirá estimular o seu cérebro, evitando, assim, o aparecimento da demência. O ideal é se exercitar, no mínimo, cinco vezes por semana.

Ter uma boa alimentação

Pode até não parecer, mas os hábitos alimentares são capazes de influenciar — e muito — sua saúde com a chegada da terceira idade. Uma maneira bastante eficaz de prevenir, não somente o desenvolvimento da demência, como outras doenças, é realizando uma alimentação balanceada e rica em determinados nutrientes.

A dieta mediterrânea, por exemplo, é pautada em um alto índice de ácidos graxos e ômega 3, além de contar com muitas frutas, vegetais e pouca gordura. Tais ingredientes são excelentes para manter o desempenho do sistema nervoso em dia e preservar a memória do indivíduo.

Usar aparelhos auditivos

Por último, está o uso de aparelhos auditivos. Como falamos acima, a perda da audição é um dos fatores que influenciam, diretamente, o surgimento da demência. Sendo assim, que tal contornar essa situação quanto antes?

Atualmente, a maneira mais prática, e bastante eficiente, de reverter o quadro é utilizando aparelhos auditivos. Esse cuidado permitirá que o seu cérebro continue realizando as suas funções auditivas normalmente, diminuindo consideravelmente o risco elevado de demência.

Antes de escolher o seu aparelho, é importante ter atenção. A dica é adquirir produtos de alta tecnologia e que sejam capazes de atender todos os tipos de perda auditiva — das mais leves até as mais severas.

E então, gostou de saber mais sobre a relação da demência e perda auditiva? Agora que você já está por dentro do assunto, aproveite para entrar em contato conosco e conhecer os nossos aparelhos auditivos de extrema qualidade. Você não vai se arrepender!

Saiba quais são os principais direitos do deficiente auditivo

O fato de não poder ouvir como os demais, infelizmente, limita as pessoas. Por esse motivo, é fundamental conhecer os principais direitos do deficiente auditivo para que ele possa exigir seus benefícios e não ser lesado por terceiros que não entendem ou não querem dar atenção à essa lei.

Pelo fato de não conseguir se comunicar bem com as pessoas, o usuário de aparelho auditivo prefere, muitas vezes, isolar-se, o que compromete o seu relacionamento social e emocional. Tendo em vista essa e outras dificuldades é que ele passou a ter direitos especiais.

Quer conhecer os principais? Então continue a leitura deste artigo para se manter informado e não perder grandes oportunidades.

Lei de Libras

Muitas vezes, os deficientes auditivos têm dificuldades de ingressar em uma faculdade, por exemplo, pela falta de profissionais capacitados para se comunicar com eles. No entanto, é válido ressaltar que é um direito ter acesso a intérpretes em órgão públicos e universidades.

De acordo com a Lei 10.436/2002, o poder público deve garantir atendimento e tratamento adequado às pessoas que sofrem com a deficiência auditiva. Portanto, fique atento para não perder oportunidades devido à falta de conhecimento dos seus direitos.

Aposentadoria especial

A Reforma da Previdência está dando muito o que falar, mas, enquanto o governo ainda planeja a operação, você precisa entender os direitos do deficiente auditivo para poder ter uma vida mais tranquila e se aposentar com dignidade. Esse é um fator que merece atenção, pois você também tem alguns privilégios especiais.

Como você bem sabe, pessoas com deficiência auditiva têm dificuldades para ingressar no mercado de trabalho. Levando isso em consideração, foi criada a Lei nº 142/2013, a qual permite que você se aposente mais cedo, desde que comprove o seu grau de perda de audição — que pode ser leve, moderada ou severa. Essa comprovação deverá ser feita por meio de perícias realizadas pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Passe livre

O passe livre também é um dos principais direitos do deficiente. Essa é uma iniciativa do Governo Federal que consiste em permitir que as pessoas com deficiência auditiva viagem entre os estados brasileiros sem a necessidade de pagar a passagem. Isso possibilita que você possa viajar para visitar seus familiares, conhecer novos lugares e, até mesmo, realizar consultas em outras cidades sem precisar desembolsar algum valor para isso.

No entanto, é válido ressaltar que essa lei abrange os transportes coletivos interestaduais realizados de trem, ônibus e barco. No caso dos transportes públicos municipais, é preciso verificar junto à prefeitura de sua cidade a existência de uma lei que beneficie o passe livre.

Assistência social

Além de sofrer com a perda de audição, algumas pessoas, ainda, enfrentam a questão de passar necessidades financeiras. Caso você se enquadre nessa situação e seja uma pessoa carente que não tenha condições físicas de trabalhar, é possível contar com ajuda da assistência social da sua cidade.

Cada município tem seus programas de apoio, por isso, é importante procurar a assistente social para verificar quais são os documentos necessários para adquirir esse tipo de benefício. É importante destacar que a incapacidade física de trabalhar precisará ser comprovada e quem avaliará essa questão, por meio de uma perícia, será o INSS.

Bolsas em cursos de graduação

Estudar é fundamental para ganhar espaço no mercado. Você já deve ter reparado o quanto um currículo se valoriza com a adição de um curso de graduação. Pois bem, o que dificulta a formação das pessoas com deficiência física é a falta de acessibilidade nas universidades do país. Mas essa questão tem sido superada com o uso de aparelhos auditivos, os quais têm evoluído constantemente nos últimos tempos.

Sanado esse problema, você precisa saber que bolsas em cursos de graduação, também, são um dos principais direitos dos deficientes auditivos. O ProUni (Programa Universidade para Todos) é uma medida que garante a você bolsas parciais ou integrais em instituições de ensino superior privadas.

Vagas de emprego

Sabendo da necessidade da inclusão das pessoas com deficiência auditiva no mercado de trabalho é que foi criada a Lei de Cotas. Ela determina que toda empresa privada que tenha mais de 100 funcionários precisa reservar de 2% a 5% de suas vagas para pessoas com algum tipo de deficiência física.

De acordo com dados do Governo Federal, as pessoas que apresentam algum nível de surdez representam mais de 22% dos trabalhadores que têm algum tipo de deficiência no Brasil.

Sendo assim, mapeie as empresas que têm esse número de funcionários e envie suas qualificações por meio de um currículo. É claro que se quiser trabalhar em um negócio menor, também é possível, mas é importante compreender que em empresas maiores suas chances serão melhores, pois já existem vagas destinadas a você.

Concursos públicos

Passar em um concurso público é realmente algo muito gratificante, isso porque é o reconhecimento de todo o esforço realizado para ter uma melhor qualidade de vida. Nesses casos, a pessoa que sofre com a deficiência auditiva bilateral também tem oportunidades especiais.

De acordo com o artigo 37 do Decreto 3.298/99, as instituições são obrigadas a destinar, pelo menos, 5% de suas vagas para portadores de necessidades especiais. Essa medida objetiva a inclusão dessas pessoas no mercado de trabalho, a fim de garantir que elas também tenham a oportunidade de usufruir de uma estabilidade profissional e financeira, a qual é proporcionada pelos concursos públicos.

Por fim, apenas quem sofre com a perda de audição sabe o quanto é difícil realizar certas atividades. Todas essas leis têm o objetivo de proteger o deficiente auditivo para que ele possa ter a chance de melhorar o seu bem-estar e não tenha que depender de terceiros para tudo.

Nesse momento, é necessário frisar a importância do aparelho auditivo. Alguns deles possibilitam que a pessoa possa até atender a uma chamada telefônica e ouvir o que é falado na televisão. Esses aparelhos, aliados aos direitos do deficiente auditivo, contribuem para a sua independência e autoconfiança, fazendo com que você possa realizar suas atividades como antes.

Quer ajudar outras pessoas que sofrem do mesmo problema? Então leia o nosso artigo no qual explicamos como lidar com pessoas que têm deficiência auditiva.

Autonomia do idoso: o que fazer para deixá-lo mais independente?

Estimular a autonomia do idoso é uma das estratégias para minimizar os problemas advindos com a velhice. Enquanto alguns idosos se sentem mais inseguros com as fragilidades do envelhecimento, outros relutam em não pedir ajuda.

Além disso, alguns problemas de saúde, que porventura surgirem ou se intensificarem com a idade, podem influenciar a qualidade de vida e a forma de lidar com outras questões, como viuvez, ninho vazio, entre outros.

Por isso, é importante compreender as principais carências fisiológicas, psicológicas e financeiras desses indivíduos e elaborar as medidas possíveis para garantir a autonomia dos idosos.

Quer saber como deixá-los mais autônomos? Então, não perca as informações deste post!

Situações clínicas desenvolvidas na velhice

O envelhecimento é inerente ao indivíduo, sendo influenciado significativamente pelos comportamentos inadequados da juventude, como também por condições clínicas apresentadas no decorrer da idade.

Uma delas é a perda de audição, situação que pode causar constrangimento e vergonha para os idosos e dificultar a relação social e familiar. Outras situações clínicas de grande impacto são a dificuldade de se locomover e a falta de equilíbrio, causas comuns de queda.

No entanto, alternativas terapêuticas e fisioterápicas podem ser implantadas para minimizar o problema e restaurar a vitalidade e a qualidade de vida, a fim de reintegrar os idosos que se sentem fragilizados.

Propostas terapêuticas para estimular a autonomia do idoso

Para os idosos com perda de audição, uma vez diagnosticado o problema por meio dos testes auditivos e da fundamentação dos profissionais clínicos, é possível optar por diversos aparelhos modernos que se adaptam conforme o nível de dificuldade auditiva e os recursos financeiros disponíveis para compra.

Para os indivíduos da terceira idade com problemas de locomoção, é possível sugerir bengalas estáveis, exercícios de fortalecimento da musculatura ou cadeiras de rodas, dependendo da complexidade do problema.

Ressalta-se que toda proposta terapêutica deve ser analisada continuamente por especialistas para acompanhar a evolução clínica do idoso, alterar as ferramentas, quando necessário, e verificar a satisfação do indivíduo.

Incentivos à independência do idoso

O idoso com perda de audição tende a se isolar do convívio social, ele diminui significativamente suas atividades cotidianas e pode desenvolver diversos problemas psicológicos como depressão e ansiedade.

Especial atenção deve ser dada a essas questões psicológicas que propiciam isolamento social, falta de motivação para higienização corporal, redução do sono e ideias suicidas.

Sabendo isso, é fundamental identificar as dificuldades em ouvir sons e convencê-los dos benefícios clínicos e sociais nessa utilização, principalmente em relação às atividades que estavam sendo realizadas parcialmente.

Assim, a proposta dos médicos, amigos e familiares é motivar o idoso a fazer pequenas ações com o uso dos aparelhos auditivos e analisar o progresso a longo prazo, para que ele se sinta mais seguro e confiante na adaptação a essa tecnologia. Os resultados podem ser constatados em diversos momentos. Confira alguns deles!

Em situações prazerosas

Escutar uma melodia, brincar com os netinhos ou fazer compras no supermercado sem ajuda de outras pessoas são atividades prazerosas que podem ser perdidas pelo idoso com surdez. Com a inserção do aparelho, elas podem fazer parte do dia a dia e motivá-los novamente.

Participar de jogos de tabuleiro e carteado, assistir filmes na televisão ou cuidar de animais domésticos, que para muitos idosos são considerados os companheiros mais fiéis, são outros eventos aproveitados.

Dessa forma, os indivíduos da terceira idade que perderam a capacidade de ouvir adequadamente poderão se emocionar novamente com as atividades sem necessitarem de ajuda e paciência constante de outras pessoas.

Nos casos emergenciais

Ouvir barulhos estranhos ou mesmo o som das sirenes de polícia e do corpo de bombeiros é importante para identificar o perigo, tomar providências seguras e avisar aos demais indivíduos.

Por essa razão, o idoso que recuperou a capacidade de escutar esses ruídos conseguirá alertar outras pessoas, pois, se tornará mais atento a qualquer situação que possa causar ameaça, estando ele em diversos locais.

Além disso, em casos de emergência como uma queda inesperada na rua ou em acidentes automobilísticos, se os idosos estiverem em condições de conversar com os socorristas, poderão compreender os principais questionamentos nesse momento crucial e facilitar a intervenção médica.

Em situações cotidianas

Fazer compras em lojas de decoração e aviamentos e ir aos consultórios médicos ou academias de ginástica são atividades recorrentes na vida de um idoso ativo, que podem ser comprometidas com a diminuição da acuidade auditiva.

Nesse sentido, a falta de autonomia para realizar essas atividades, principalmente as que envolvam cuidados com a saúde, pode ser um indício da perda também da capacidade cognitiva, o que mostra um prognóstico desfavorável do aspecto clínico. No entanto, outras que se referirem apenas à dificuldade auditiva podem ser melhoradas rapidamente.

Com a adaptação do aparelho auditivo, os idosos manterão essas rotinas, diminuindo a dependência de outras pessoas e realizando algumas dessas atividades no horário de sua conveniência.

Esses gestos de autonomia podem parecer pequenos para quem cuida profissionalmente dos idosos, mas é considerado um marco na independência desses indivíduos, principalmente para aqueles que nunca precisaram desse suporte em outros momentos de sua vida.

Nas questões familiares

A autonomia do idoso é almejada tanto pelo próprio paciente, quanto pela família e amigos que esperam o retorno daquele indivíduo que se fechou em suas limitações auditivas e físicas.

Às vezes, a simples inserção do aparelho auditivo pode melhorar significativamente o convívio nos encontros familiares, pois o idoso compreenderá as mensagens sem necessitar de um intermediador.

Assim como poderá desenvolver um diálogo com qualquer membro da família para descobrir as novidades da juventude, dos acontecimentos das crianças ou das dificuldades físicas e financeiras de seus parentes mais próximos.

Incentivar a autonomia dos idosos resgata a independência perdida com os problemas clínicos da velhice, além de ser uma forma de lidar com a perda auditiva nessa idade. Fora isso, com as estratégias clínicas adequadas, carinho, atenção e a paciência de sempre, é possível recuperar a vitalidade e alegria que porventura tenham sido perdidas devido a limitações físicas e auditivas.

Agora que já se convenceu de que existem estratégias para estimular a autonomia do idoso, não deixe de ler também sobre as vantagens do uso de aparelhos auditivos.

Futuro dos aparelhos auditivos: o que esperar dessa tecnologia?

A tecnologia evolui constantemente, principalmente quando o assunto é a perda da audição. Nesse caso, é muito importante estar atento para o futuro dos aparelhos auditivos, a fim de saber como essa ferramenta poderá auxiliar a pessoa com deficiência auditiva a superar seus limites e ter uma melhor qualidade de vida.

Hoje, o mercado oferece diversos aparelhos que facilitam o dia a dia do usuário, eles possibilitam que as pessoas com deficiência auditiva possam falar ao telefone, assistir TV com a família e, até mesmo, recuperar a sua independência pessoal.

Neste artigo vamos explicar a você o que se deve esperar da tecnologia para a otimização dos aparelhos auditivos no futuro. Ficou curioso? Então, não deixe de ler este artigo até o final!

A evolução dos aparelhos auditivos

Quanto mais o tempo passa, mais tecnológico vai ficando o aparelho — tecnológico a ponto de que você pode manuseá-lo na palma da mão. Hoje, o mercado disponibiliza muitos aplicativos para que o paciente ajuste o aparelho por meio dessa ferramenta.

Nesse momento, ele consegue entrar em contato com o fonoaudiólogo e receber os ajustes a distância. Como você pode perceber, toda essa praticidade tem deixado tudo mais moderno.

Antigamente, os aparelhos eram maiores, tinham menos recursos para equalizar o som, o microfone conseguia trabalhar, mas de uma maneira mais restrita. Por isso, existiam algumas dificuldades nas reações sonoras, percepção do som. Também havia problemas em relação à durabilidade do produto, por ele não ter uma proteção contra o suor, por exemplo.

À medida que a tecnologia foi avançando, conseguimos ter aparelhos com bateria recarregável. No entanto, os pacientes com dificuldade motora ou visual tinham muita dificuldade para trocar a pilha e colocá-la no lugar correto, o que levava o aparelho a não funcionar, desmotivando-os a dar continuidade ao processo de adaptação.

Para esse perfil, foi criado o modelo com a bateria recarregável, em que apenas se coloca o aparelho no carregador e pronto. Essa questão evolui de tal maneira que, hoje em dia, não é preciso trocar essa bateria, pois ela é interna e acoplada ao aparelho. Dessa forma, o usuário só precisa tirá-lo do ouvido e colocá-lo para carregar.

Além disso, o aparelho está cada vez menor e mais parecido com uma joia, bem discreto e cheio de recursos que deixam ele mais confortável — o que facilita muito o entendimento de fala, que é o que as pessoas procuram.

Hoje, temos aparelhos extremamente inteligentes para identificar a voz do usuário e a voz de outra pessoa, para que o paciente entenda e perceba melhor o som da sua própria voz. Além disso, já contamos com recursos para suavizar o eco para pacientes que gostam de ir a igrejas e concertos, ou seja, ambientes que têm uma acústica particular.

Não podemos esquecer de mencionar que também temos os microfones que, hoje em dia, são muito mais avançados. Eles podem ser usados dentro dos carros, por exemplo, para ser usado pela pessoa que está dirigindo ou está sentada no banco da frente, a fim de que ela consiga identificar os sons que vêm das suas costas.

Os aparelhos auditivos atualmente

Hoje, o mercado oferece várias opções de aparelhos auditivos e, até mesmo, acessórios que ajudam a complementar a sua eficiência. Com a tecnologia Bluetooth, por exemplo, é possível ligar diretamente o aparelho auditivo ao celular ou à TV.

Além disso, os aparelhos modernos proporcionam uma melhor qualidade do som, diminuindo os ruídos que prejudicam a comunicação e o entendimento do usuário. Se o paciente tem facilidade em usar smartphones, ele pode usar seu celular para controlar os sons, visualizar o nível da bateria, trocar a programação e muito mais.

O que esperar dos aparelhos auditivos do futuro

Em um futuro bem próximo, podemos esperar um aparelho cada vez menor, tanto é que não será possível ver o aparelho no ouvido do paciente. Mas, apesar disso, será um aparelho completo e prático, com recursos e aplicativos providos de conectividade.

De acordo com um estudo divulgado no Journal of Neural Engineering, os pesquisadores conseguiram separar a voz desejada das demais, por meio de sinais captados da atividade cerebral dos ouvintes. Esse estudo melhorará ainda mais o futuro dos aparelhos auditivos, pois seus resultados ajudarão os usuários a distinguir exatamente a voz que eles querem se concentrar.

Como as empresas encaram essas mudanças

Todas as empresas correm atrás de inovação. Se uma lança um produto, certamente no próximo encontro de prótese, outra também já terá lançado para não ficar fora do mercado — e acredite, fica fora mesmo, pois a exigência dos pacientes é tão grande que eles não vão (nem devem!) descansar até encontrar o mais tecnológico e que se adéqua a sua situação.

Então, as empresas se comportam assim: elas se organizam e lançam o produto com similaridades, porém, com características e algumas funcionalidades diferentes, já que cada marca terá o seu chip e seus mecanismos, o que causa diferença na percepção do som e na qualidade sonora.

As exigências mais comuns de quem usa o aparelho auditivo

Uma das exigências mais comuns dos usuários é em relação à praticidade de entrar em contato com o profissional que, às vezes, está longe e não pode atender nem mesmo para tirar uma dúvida. Nesse momento, é preciso aguardar ou agendar um horário para falar com o fonoaudiólogo, o que pode demorar alguns dias.

A excelente notícia é que, com o auxílio da tecnologia, a A&R Aparelhos Auditivos conta como Telecare, um aplicativo que o paciente conversa diretamente com o fonoaudiólogo.

Agora, ficou mais prático para o paciente tirar suas dúvidas em relação à bateria e realizar os ajustes, por exemplo, sem a necessidade de o profissional estar presente. O nosso último lançamento — a plataforma MX — veio com esse diferencial, em que o aparelho aprende a voz do usuário e trabalha nela forma inovadora.

Como você pôde observar, o futuro dos aparelhos auditivos é promissor. Por esse motivo, não deixe de acompanhar as novidades do mercado e realizar esse investimento. Melhorar a sua qualidade de vida é essencial para ter uma rotina mais feliz e motivadora.

Quer conhecer os aparelhos auditivos mais modernos do mercado? Visite o nosso site e conheça nossos produtos!

Perda auditiva e depressão: entenda a relação e como lidar com esse problema

Ao contrário do que muitos pensam, há uma ligação direta entre perda auditiva e depressão. Isso ocorre tendo em vista que a redução da audição dificulta as interações sociais, tanto em reuniões de trabalho quanto em encontros com os amigos e os familiares, o que pode ocasionar o afastamento do indivíduo em diversas situações.

Assim, essas pessoas são afetadas por limitações funcionais que geram mudanças bruscas na rotina, como o isolamento social, a dificuldade em se relacionar, o surgimento de outros problemas de saúde, entre outros. Todas essas limitações podem ocasionar um quadro sério de depressão.

Segundo uma pesquisa realizada pela National Health and Nutrition Examination Survey, foi constatado que a perda da audição está ligada à depressão principalmente entre mulheres e pessoas com menos de 70 anos. Ou seja, se o problema auditivo não for devidamente abordado, é possível o surgimento de um quadro de transtorno depressivo.

Ficou interessado e quer saber mais sobre a relação entre a perda auditiva e a depressão? Então, acompanhe a leitura do texto que preparamos especialmente para você!

O que liga a perda auditiva à depressão?

A perda auditiva pode levar à depressão por uma série de motivos. Entenda cada um dos fatores a seguir.

Dificuldade de relacionamento

A pessoa com problema auditivo fará de tudo para evitar ambientes muito barulhentos e encontros com os amigos e familiares. Logo, a sua vida social, com o tempo, vai se reduzindo e a dificuldade de se relacionar vai se agravando.

É preciso estar atento ao relacionamento no trabalho também, uma vez que a audição diminuída faz com que a pessoa seja menos produtiva, refletindo diretamente no seu desempenho, no alcance das suas metas estipuladas e no desenvolvimento de sua carreira. Isso acontece, pois é mais difícil participar de reuniões, interagir em conversas no telefone e nas videoconferências, e a socializar com os colegas de trabalho e, até mesmo, com o chefe.

Além disso, ficar muito tempo forçando a atenção para entender a comunicação que está acontecendo entre todas as pessoas é uma situação que promove o estresse e o cansaço físico e mental. Com isso, o indivíduo prejudicado por esse problema estará cada vez mais sem energia, ânimo e disposição, o que acarretará em perda de eficiência laboral e, consequentemente, em uma pessoa com autoestima e autoconfiança no trabalho debilitadas.

Isolamento

O isolamento ocorre tendo em vista que a comunicação com as pessoas fica cada vez mais complicada. Afinal, a capacidade reduzida para ouvir faz com que seja difícil entender as conversas em ambientes sociais, como no trabalho ou na rua, e, até mesmo, em casa com os familiares.

Ao não escutar o que está sendo debatido, a pessoa com deficiência auditiva, muitas vezes, tem vergonha em pedir para que os outros repitam o que foi dito de forma mais clara e em um volume de voz mais alto. Como consequência, tem-se o isolamento dessa pessoa que prefere ficar só e não ter que passar por uma situação que pode ser vista como de vulnerabilidade.

O afastamento social também pode ser observado em algumas atividades comuns do dia a dia, desde a uma simples conversa ao telefone, a não escutar música no carro. Uma outra situação bastante comum é a escolha de não assistir a um filme com a família, por ser mais difícil escutar as falas na televisão em um volume baixo para mediano.

Depressão

Vale ressaltar que o isolamento, com o tempo, gera sentimentos e pensamentos negativos, como angústia, irritabilidade e ansiedade, que levam à depressão. Portanto, é preciso agir o quanto antes para evitar a recorrência desse quadro de insatisfação e tristeza.

Todas as situações de interação pessoal também geram estresse, tornando a pessoa desagradável aos olhos dos outros em vários casos, o que dificulta a convivência diária em casa, no trabalho e em relacionamentos interpessoais. Ou seja, a perda auditiva deve ser tratada o quanto antes com muita seriedade para evitar que os transtornos depressivos se instalem.

Outros problemas de saúde

A irritabilidade e o estresse constantes, por ter que lidar com a dificuldade de escutar, geram outros problemas para a saúde, como a possibilidade de diversos tipos de câncer e o desenvolvimento de doenças cardíacas. Assim, prejudicando a qualidade de vida do indivíduo.

As pessoas que se tornam socialmente isoladas por conta da perda auditiva ainda podem sofrer com demência, tendo em vista a falta do estímulo que mantém a função cerebral em atividade e promove a atuação da função cognitiva. Portanto, trazendo mais problemas para quem sofre com essa deficiência e não busca uma solução.

Como lidar com esse problema?

Agora que você já entendeu melhor a relação entre perda auditiva e depressão, confira as soluções para lidar com o problema.

Aparelhos auditivos

Os aparelhos auditivos podem ser grandes aliados para quem tem deficiência auditiva, já que proporcionam mais qualidade de vida, possibilitando a interação social sem complicações, o que facilita as atividades do dia a dia e, ao mesmo tempo, dificulta o isolamento da pessoa.

Vale ressaltar que há empresas especializadas hoje em dia que atuam com a reabilitação auditiva por meio de aparelhos auditivos de alta tecnologia. Eles atendem a perda da audição leve, moderada, severa e profunda. Ou seja, há a possibilidade da melhora significativa de qualquer grau de perda auditiva.

Terapia

Fazer terapia é uma forma de entender melhor o que esse tipo de deficiência causa na pessoa. Assim, modificando a forma como ela encara as situações difíceis que geram tristezas e inseguranças. Com a ajuda de um psicólogo também é possível encontrar meios de contornar a ansiedade e os momentos de estresse durante o dia a dia, seja em casa ou depois de um expediente agitado no trabalho.

Viu como é importante entender melhor as consequências da perda auditiva na vida de uma pessoa? Para evitar que qualquer problema se instale como reflexo dessa deficiência, deve-se tomar as medidas necessárias o mais rápido possível. Portanto, procure os tratamentos adequados o quanto antes para voltar a ter uma vida plena, sem irritação, isolamento e outros sentimentos negativos.

Agora que você já entendeu melhor a relação entre perda auditiva e depressão, que tal aprender como lidar com idosos depressivos? Confira o nosso post e saiba mais a respeito!