Autor - A&R Aparelhos Auditivos

Saiba como funciona a prática de esportes com o uso de aparelhos auditivos

Saiba como funciona a prática de esportes com o uso de aparelhos auditivos

A prática de esportes é muito importante para manter o organismo saudável, livre de doenças que prejudicam a nossa saúde, como é o caso da obesidade, diabetes, osteoporose e acidentes cerebrovasculares. Além disso, essa prática melhora a autoestima, fazendo com que a pessoa se sinta satisfeita com a sua imagem.

No caso das pessoas que sofrem com a deficiência auditiva, a prática de esportes também é recomendada. Isso, porque todos os modelos de aparelho auditivo podem ser usados no momento da atividade física.

Não sabia disso? Então continue a leitura deste artigo para saber como funciona a prática de esportes com o uso de aparelhos auditivos.

Quais esportes são indicados com o uso de aparelhos auditivos?

Quais esportes são indicados com o uso de aparelhos auditivos?

Existem diversos modelos de aparelhos auditivos no mercado, sendo assim, ao realizar a escolha para a prática de esportes, é importante que ele seja confortável o suficiente para o usuário. É por isso que o acompanhamento com o fonoaudiólogo se faz tão importante, pois, caso o paciente sinta algum desconforto, o profissional analisará o problema a fundo para encontrar a melhor solução.

No entanto é importante destacar que o uso do aparelho auditivo não é recomendado, principalmente, para o salto de paraquedas e mergulhos profundos, devido à alteração brusca de pressão.

Como funciona a prática esportiva com a utilização de aparelhos auditivos?

Como funciona a prática esportiva com a utilização de aparelhos auditivos?

O aparelho auditivo é visto como um equipamento eletrônico que faz parte da vida do usuário. Não é necessário tirá-lo, já que na maioria das situações é possível permanecer com o aparelho. A única contraindicação é nadar. Se o paciente vai nadar ou fazer hidroginástica, orientamos a tirá-lo e colocá-lo depois da prática. Isso, porque os aparelhos têm um IP de proteção, chamado IP 68, que permite receber umidade ou gotas de águas, mas não mergulhar. 

O microfone fica na caixa do aparelho, se o usuário o molha, afeta todo o circuito e o aparelho para de funcionar. Para as demais práticas, o indicado é que o paciente use o aparelho, porque, normalmente, ele tem dificuldades para ouvir os sons do ambiente. Muitos pacientes da terceira idade que fazem atividades de dança, por exemplo, precisam do aparelho para isso. Sendo assim, o indicado é que ele faça uso do aparelho nesse momento.

No caso dos usuários que praticam musculação, futebol ou jogam tênis, por exemplo, é importante usar o aparelho para não perder informação e localização sonora. Além disso, depois da prática da atividade, quando se transpira muito, é indicado colocar o aparelho no desumidificador. Esse é um acessório que o paciente recebe no ato da compra. Sendo assim, ele só precisa tirar o aparelho do ouvido, colocar no desumidificador sem a pilha e esperar por cerca de 30 minutos. 

Ainda sobre os cuidados durante a prática esportiva, é necessário informar que, para quando for realizaralguma atividade que exija tirar o aparelho, o paciente ganha uma discreta embalagem que cabe no bolso, para que possa guardá-lo e não corra o risco de danificá-lo ou perdê-lo. No mais, só é preciso ter o cuidado de colocar o aparelho no desumidificador todos os dias.

Caso o paciente acredite que não suou muito, não é necessário colocar o aparelho no desumidificador toda vez que realizar algum tipo de esporte. Como não é indicado que os usuários durmam com o aparelho auditivo, é aconselhável colocar no desumidificador todos os dias no momento que estiverem dormindo. Com isso, dentro do período de seis a oito horas de sono, o aparelho passará pelo processo de desumidificação. 

Também existem os aparelhos que são recarregáveis em que o próprio carregador, 90 minutos antes de dar a carga, desumidifica o aparelho auditivo. Hoje, os pacientes podem realizar a prática de esporte com o aparelho sem correr o risco de danificá-lo por conta do suor. 

Qual a importância da prática de esportes para a saúde?

Qual a importância da prática de esportes para a saúde?

Agora que você já sabe que o aparelho auditivo pode ser usado na prática de qualquer esporte, não tem mais desculpas para manter o sedentarismo na rotina. Veja por que a prática de esportes é tão importante.

Melhora o humor

A prática de esportes proporciona uma sensação de felicidade e relaxamento. Isso, porque as atividades físicas provocam a liberação de substâncias químicas cerebrais. Além disso, os esportes coletivos, em especial, proporcionam a possibilidade de enfrentar desafios sadios e satisfatórios e, ao mesmo tempo, melhoram a sua condição física. Por fim, esse tipo de esporte incentiva o convívio social, ação fundamental para quem sofre com a deficiência auditiva.

Reduz o estresse e depressão

Quando você ocupa sua mente com atividades que lhe proporcionam prazer, sua mente se distrai dos estresses diários. Nesse sentido, é possível afirmar que os esportes ajudam a diminuir os pensamentos negativos. 

Ademais, a prática de qualquer atividade física estimula a produção de endorfinas, as quais são responsáveis por aumentar os níveis de hormônios associados ao bom humor, mantendo, assim, depressão e estresse distantes das pessoas com deficiência auditiva.

Melhora a concentração

As principais habilidades mentais (que tendem a diminuir com o avanço da idade) ficam mais eficientes com a prática de esportes. Além da concentração, o pensamento crítico, com senso e aprendizado também sofrem melhoras. Esportes que incentivam as atividades aeróbicas e o fortalecimento muscular costumam ser ainda mais eficientes.

O aumento da concentração é muito importante para possibilitar que o usuário se sinta mais confiante para retomar o controle da sua rotina e vida pessoal.

Aumentam a autoconfiança

A autoconfiança também é beneficiada com a prática de esportes. Isso, porque, à medida que a sua resistência, sua habilidade e sua força aumentam, a sua autoestima melhora. Com a imagem renovada, o usuário consegue executar melhor as suas tarefas diárias, inclusive, as que são relacionadas à rotina profissional. Com isso, é possível se destacar naquilo que mais gosta de fazer, trazendo para a vida um sentimento de dever cumprido.

Percebeu como a prática de esportes também é indispensável para quem faz uso do aparelho auditivo? Essas atividades são de extrema importância para fazer com que a pessoa com deficiência auditiva não se isole e, consequentemente, desenvolva problemas emocionais e até físicos. Por essa razão, faça questão de incentivar essa prática para garantir uma boa qualidade de vida ao usuário.

Este artigo ajudou a solucionar o seu problema? Então nos ajude a disseminar esse conhecimento e compartilhe-o em suas redes sociais!

Cigarro e perda auditiva: entenda a relação entre eles

Cigarro e perda auditiva: entenda a relação entre eles

Quando se fala de tabagismo, estamos tratando de uma condição que afeta a saúde pública. Estima-se que cerca de 1,3 bilhão de pessoas têm o hábito de fumar e, desse total, 80% são habitantes de países subdesenvolvidos.

Os números por si só já são preocupantes, mas são capazes de alarmar ainda mais considerando que o cigarro é o maior responsável não só por mortes decorrentes de causas evitáveis, mas também por patologias que poderiam não surgir.

Uma dessas consequências são os problemas de audição que, embora possam parecer naturais com o avançar da idade, são agravados em indivíduos fumantes. Que tal entender melhor a relação entre cigarro e perda auditiva?

A audição e seus componentes

A audição e seus componentes

A capacidade de ouvir e compreender os sons envolve o bom funcionamento tanto de estruturas anatômicas, como também fisiológicas. Isso significa que há uma série de interações mecânicas, físicas e químicas entre componentes da orelha e do sistema nervoso.

Para entender melhor sobre a perda auditiva, é preciso saber que a orelha é dividida em três partes: externa, média e interna, sendo que cada uma delas apresenta uma função principal.

As duas primeiras estão focadas na captação e amplificação do som. Já a interna é mais associada em transformar os estímulos sonoros em estímulos elétricos, que serão enviados para o cérebro, e lá haverá todo o processamento da informação.

Parece complexo, certo? Fato é que qualquer problema ou irregularidade nos processos pode levar a uma perda auditiva e, segundo a OMS, essa condição atinge até 530 milhões de pessoas mundialmente.

Diante de tantos componentes, a perda é classificada, ainda, em condutiva e neurossensorial. A partir da explicação já feita, fica claro que a primeira perda está associada às orelhas externa e média, já a neurossensorial envolve a orelha interna e as vias auditivas do sistema nervoso.

Vale ressaltar que a perda neurossensorial é aquela que ocorre com o decorrer da idade, conhecida também como presbiacusia. Seu mecanismo está relacionado com o acúmulo de agentes oxidantes ao longo da vida.

A cóclea e seu funcionamento

Tendo isso em mente, podemos concluir que a cóclea, estrutura presente na orelha interna, é sensível o efeito oxidativo. Embora ele seja natural, algumas situações são nocivas e agravam tal efeito, sendo uma delas o tabagismo.

Portanto, diante da exposição contínua à fumaça do cigarro, a cóclea pode ser danificada cada vez mais. Outro fator importante é a presença de receptores de nicotina, um dos elementos do cigarro, nas células ciliadas, presentes na cóclea.

Além desse efeito tóxico, o indivíduo fumante apresenta déficit na oxigenação do sangue, bem como problemas vasculares e sanguíneos, como: obstrução dos vasos e aumento da viscosidade. Tudo isso pode impactar na audição.

O cigarro e seus componentes

Você já sabe então que uma das substâncias que prejudica a audição é a nicotina. Ela é encontrada não apenas no cigarro, mas em todos os derivados do tabaco. Além disso, é a principal responsável pela dependência causada no hábito de fumar.

Outra característica dessa substância é a tolerância que ela gera. Sendo assim, requer cada vez maiores quantidades para atingir a mesma satisfação que era obtida antes. Com todos esses fatores, a tendência é o indivíduo continuar fumando e fazendo isso cada vez mais.

Fazendo então uma associação com o acometimento da audição, a tolerância e a dependência tendem a piorar os efeitos ototóxicos com o decorrer dos anos. Na cóclea, existe ainda uma estrutura chamada órgão de Corti, essencial para o processo de transformação dos estímulos sonoros em elétricos.

 A toxicidade que a nicotina gera nas células diminui a potência de transmissão de sinais, por meio da redução da oxigenação e, consequentemente, diminuição da energia disponível na estrutura.

Complementando os problemas auditivos, sabemos que além da exposição aos agentes tóxicos do cigarro, existe ainda a exposição aos ruídos. Assim, há uma combinação entre os efeitos do cigarro como também elevados ruídos externos os quais, juntos, potencializam a perda auditiva.

A prevenção de danos maiores

O hábito de fumar é sabidamente relacionado a uma série de patologias, as quais vão muito além de cânceres. De fato, os tumores malignos representam as principais, podendo ser de boca, laringe, esôfago e pulmões, atingindo também pâncreas, rins e bexiga.

Além disso, contribui para o agravamento de doenças sistêmicas, como arteriosclerose, aneurismas e acidentes vasculares, o que mostra como o fumo é nocivo para a vascularização. Ressalta-se também que os fumantes passivos também estão sujeitos a todos esses efeitos nocivos das substâncias envolvidas.

Estudos comprovam que a perda auditiva já foi observada até mesmo em ex-fumantes, o que indica que o efeito é permanente, além de acumulativo. Também foi observado no estudo o aumento do zumbido no grupo de fumantes. É um sintoma de relevância pois, assim como a diminuição da audição, é uma das queixas mais frequentes na clínica médica.

O zumbido representa então a percepção de um som sem que haja de fato uma fonte sonora. Isso acontece devido a um aumento das atividades ciliares, resultado de lesões nas mesmas. Assim, há o estímulo nas fibras como se houvesse de fato algo provocando o som.

Para acompanhar as condições auditivas, o melhor exame a ser realizado é a audiometria de alta frequência, que auxilia a monitorar e detectar precocemente algum acometimento na capacidade de audição.

Porém, a melhor forma de evitar os prejuízos do cigarro é buscando ajuda para cessar o tabagismo. Diante de todos os prejuízos causados pela perda de audição, ainda devem ser considerados os danos psicossociais, visto que pode levar o indivíduo ao isolamento, depressão e afastamento de atividades.

Portanto, a associação entre cigarro e perda auditiva envolve uma série de mudanças fisiopatológicas que levam ao mau funcionamento das estruturas envolvidas na captação e interpretação sonora, tudo isso provocado pelas substâncias nocivas do tabaco.

Se você é fumante e começou a perceber diminuição na capacidade de ouvir, procure ajuda! Com as orientações corretas, é possível minimizar os impactos do cigarro e, junto de seu empenho, seguir o caminho de abandonar o hábito de fumar.

Gostou do conteúdo? Compartilhe-o agora mesmo em suas redes sociais e ajude mais pessoas a descobrirem como o cigarro pode ser prejudicial para a audição!

Aprenda como falar ao telefone com o aparelho auditivo!

Aprenda como falar ao telefone com o aparelho auditivo!

Atender ou fazer chamadas telefônicas são atividades que a maioria das pessoas realizam de forma automática. Entretanto, esse ainda é um grande desafio enfrentado por quem tem perda auditiva. Por se tratar de um tipo de comunicação apenas pelo som, ou seja, sem que o indivíduo possa ver as expressões ou ler os lábios, muitos se recusam a falar ao telefone.

Contudo, graças ao avanço da tecnologia dos aparelhos auditivos, foram desenvolvidas soluções para que as pessoas com perda auditiva consigam falar ao telefone sem problemas, tornando-as mais independentes e melhorando sua qualidade de vida. Ao longo deste post, você entenderá como essas inovações funcionam e quais aparelhos auditivos podem ser utilizados para esse fim. Acompanhe!

Compreenda a importância do telefone no dia a dia

Obviamente, hoje em dia, há outros meios de se comunicar, tendo em vista o aumento do uso das redes sociais e dos aplicativos. No entanto, não há dúvidas de que o telefone facilita muito a vida, aproxima as pessoas e agiliza vários serviços, a exemplo dos 0800 dos bancos. Ainda, o equipamento ajuda a entrar em contato com empresas responsáveis pela luz, água etc.

Conversar com amigos e parentes sem falar ao telefone também é uma grande dificuldade. Por mais que existam outros recursos, ouvir a voz de quem está longe torna a conversa mais próxima e íntima, seja por meio de um telefone fixo, seja pelo papo via videochamada no smartphone.

Em geral, pessoas com perda auditiva acabam se afastando do convívio social devido à dificuldade de comunicação. Possibilitar o uso do telefone é uma das maneiras de integrá-los e de melhorar sua autonomia.

Entenda as dificuldades enfrentadas por pessoas com perda auditiva ao falar ao telefone

Como vimos, falar ao telefone é uma atividade útil e, muitas vezes, necessária. Então, ocorreu uma evolução dos aparelhos auditivos. Assim, pessoas com problemas de audição puderam se tornar mais ativas, independentes e mais próximas de quem gostam.

Tempo atrás, o que havia era somente uma bobina de telefone. Em seguida, foi desenvolvido um programa para o equipamento. Atualmente, há a tecnologia da conectividade do aparelho auditivo com o celular, fazendo a transmissão direta.

Antes disso, outra dificuldade enfrentada era posicionar corretamente o telefone fixo ou o celular no microfone do aparelho de audição. De forma automática, colocamos o telefone na orelha, mas o usuário do aparelho auditivo precisa fazer diferente: posicionar o equipamento acima da curva da orelha, que chamamos de pavilhão, onde está o microfone.

Ao não posicionar o telefone no lugar correto, o usuário não entende a fala do outro lado, não a escuta ou tem grandes incômodos durante a ligação.

Mais um obstáculo se refere aos problemas técnicos. O sistema de telefonia celular pode causar interferência elétrica nos aparelhos auditivos, trazendo ruídos e microfonia, o que impede que o usuário consiga conversar ao telefone. Por esses e outros motivos, é necessário contar com aparelhos para a audição modernos e de qualidade.

Descubra como o aparelho auditivo pode favorecer a comunicação via telefone

Descubra como o aparelho auditivo pode favorecer a comunicação via telefone

Conforme mencionamos, a evolução dos aparelhos auditivos permitiu que houvesse a transmissão direta com o telefone, por meio do pareamento do celular com o acessório para a audição. Desse modo, o som sai na orelha do ouvinte. É como se os aparelhos auditivos fossem fones de ouvido sem fio.

Para os telefones fixos, há um programa que identifica o campo magnético, mudando-o automaticamente para a função telefone. O aparelho pode ser regulado com volume mais alto, a fim de que o usuário consiga compreender melhor o interlocutor.

Tanto o pareamento quanto o programa são da marca Signia, que antes era Siemens. É importante ressaltar que o pareamento pode ser feito tanto em sistema Android (a partir da última atualização) quanto em iOS.

Os profissionais da A&R Aparelhos Auditivos têm o conhecimento técnico para analisar qual equipamento é compatível, fazer o pareamento e elaborar uma cartilha de linguagem simples e detalhada do passo a passo para o uso. Desse modo, caso o usuário troque seu aparelho de audição, poderá fazer sozinho o procedimento.

Conheça os principais produtos oferecidos pela A&R Aparelhos Auditivos

Conheça os principais produtos oferecidos pela A&R Aparelhos Auditivos

Infelizmente, ainda há acessórios que não são compatíveis com essa tecnologia no mercado. Para facilitar o acesso a esse recurso, todos os produtos com os quais a A&R Aparelhos Auditivos trabalha utilizam essa inovação. Assim, ela é apresentada a todos os pacientes. Veja, abaixo, os principais itens que permitem falar ao telefone:

  • Pure BTTM: opera com o aplicativo myControlApp, enviando informações aos aparelhos auditivos para permitir a melhor audição possível enquanto o usuário está em movimento, garantindo a tranquilidade e a segurança pelo caminho;
  • SilktmTM: esse modelo é praticamente invisível na orelha, sendo ideal para quem procura uma solução simples e discreta. Por ter três diferentes tipos de sonda, pode ser adequado a qualquer orelha, sem a necessidade de um molde personalizado;
  • CellionTM: livre de pilhas, esse modelo conta com um carregador por indução (sem contatos) e funciona o dia todo com apenas uma carga. Ele oferece alta performance mesmo em ambientes ruidosos e é resistente à água;
  • PureTM: tem microfones direcionais que ajudam a ter mais foco na conversação. Além disso, oferece uma excelente experiência auditiva binaural, um recurso extremamente sofisticado que apresenta alto desempenho até em situações de escuta desafiadora, como em festas;
  • MotionTM: esse modelo aprende a se adaptar às necessidades e preferências do usuário. Também tem gerador de som para tratamento de zumbido e melhora a audição integrada;
  • InsioTM: é quase imperceptível e apresenta uma tecnologia que permite que ele se ajuste automaticamente às preferências auditivas do usuário, oferecendo uma excelente qualidade de entendimento da fala mesmo em ambientes ruidosos.

Como vimos, falar ao telefone já não é mais um obstáculo para quem tem problemas de audição. A tecnologia avançou e desenvolveu aparelhos auditivos modernos que oferecem a possibilidade de atender telefones fixos e celulares. Isso permite que os usuários tenham mais independência, autonomia e maior contato com seus amigos e familiares via telefone e videochamadas.

Gostou de saber como a tecnologia inovou os aparelhos auditivos para melhorar a qualidade de vida dos usuários? Quer saber mais sobre o assunto? Então, siga nossas páginas nas redes sociais — Facebook e YouTube — e acompanhe os melhores conteúdos sobre o tema!

Acúmulo de cera no ouvido entenda quais são os problemas

Acúmulo de cera no ouvido entenda quais são os problemas

Quem nunca sentiu um incômodo no ouvido e ficou com vontade de utilizar o cotonete? Ou mesmo ter notado a presença de uma secreção amarela e o primeiro impulso tenha sido retirar? Seja com hastes, seja com a própria unha, remover a cera é uma ação já quase involuntária.

Porém, por que existe o cerúmen? Ele precisa ser realmente removido? Embora seja a vontade de muitos, o ideal é não interferir nesse processo fisiológico do organismo. Assim, mesmo quando houver o excesso não são necessários cuidados adicionais?

Diante de tantas dúvidas, existe a principal: o que fazer quando há o acúmulo de cera no ouvido? Pensando em todos esses questionamentos, vamos esclarecer os principais aspectos associados ao assunto. Confira!

Como a anatomia está associada com o cerúmen?

Quando pensamos na audição, é preciso ter em mente que é um sentido que exige bom funcionamento de estruturas anatômicas e fisiológicas. Muito se diz sobre a importância do tímpano e da cóclea e, de fato, são alguns componentes indispensáveis para o processo.

Porém, para entender melhor, o sistema auditivo é divido em algumas partes, de modo que cada uma tem seu papel essencial para captação e compreensão do som. A orelha interna, por exemplo, compreende principalmente a cóclea e sua comunicação com o sistema nervoso central, para onde envia as informações sonoras as quais serão processadas.

Já a orelha média é composta pelos chamados ossículos, que têm papel importantíssimo em transmitir para a orelha interna as vibrações que as ondas sonoras produzem na membrana timpânica. Por fim, a orelha externa é essa parte que nós conseguimos enxergar, seja do pavilhão, seja conduto auditivo.

Não sabe o que significa esses nomes? O pavilhão auditivo é essa região bem visível, conhecida popularmente apenas como orelha, onde são colocados brincos e o aparelho auditivo. Já o conduto representa o canal pelo qual o cotonete é introduzido na tentativa de limpar o cerúmen que fica na região.

O que é de fato essa secreção?

O que é de fato essa secreção?

Agora que você já sabe onde fica a cera, vamos entender um pouco da sua composição e da sua função. Voltando na anatomia, o canal auditivo apresenta em sua parede glândulas sebáceas e sudoríparas. Como toda glândula, elas produzem e liberam uma secreção que, nesse caso, é a cera.

A composição do cerúmen consiste em várias substâncias, sendo as principais a queratina e ácidos graxos de cadeia longa. Isso resulta em uma consistência lipídica e, de certa forma, até mesmo gordurosa. Complementando, o pH da secreção é naturalmente ácido e isso auxilia na sua principal função: a proteção.

Por mais que a vontade seja retirá-la, a cera deve ser mantida no ouvido. Seu papel é proteger as estruturas que mencionamos acima. Por meio do seu pH ácido, o ambiente torna-se desfavorável para proliferação de microrganismos, evitando as infecções conhecidas como otites.

Além de ser uma barreira química poderosa, sua ação mecânica também é importante. Ela protege o conduto contra a entrada de pequenas estruturas, como gotículas de água, poeira do ambiente e cristais de areia. Sendo assim, remover o cerúmen é o mesmo que diminuir a proteção natural ao seu sistema auditivo.

Quais os sintomas do acúmulo de cera no ouvido?

Quais os sintomas do acúmulo de cera no ouvido?

Sabemos que a produção de cera tem o intuito de proteção. Contudo, existe um certo limiar que pode ser prejudicial para o indivíduo: quando há o acúmulo do cerúmen. Tal excesso pode ser resultado tanto de uma produção excessiva como também do mau uso das hastes flexíveis.

Portanto, o primeiro sintoma que pode ser identificado é o prurido, ou seja, um incômodo semelhante à coceira, que leva a pessoa a introduzir no canal auditivo algum instrumento na tentativa de retirar a cera.

Com isso, há o risco de conduzir a secreção para a região ainda mais profunda, de modo que a remoção se torna inviável e ela se acumule próximo à membrana timpânica. O problema disso é a diminuição da audição, visto que a barreira mecânica é suficiente para bloquear a plena passagem das ondas sonoras.

Há ainda relatos de zumbidos. Esse sintoma é bem subjetivo e deve ser relatado pelo paciente. O zumbido nada mais é do que a percepção de determinado som sem que haja de fato uma fonte emitindo ele.

Quais são as causas desse excesso?

Quais são as causas desse excesso?

Que o acúmulo de cera no ouvido pode causar diminuição da audição e percepção de zumbido você já sabe, mas o que exatamente resulta nesse excesso?

O primeiro motivo é produção excessiva, que pode variar de pessoa para pessoa. A consequência do excesso é vontade de remover e, assim, outra causa de acúmulo é o uso de cotonete. Com o tamanho da haste comparado ao diâmetro e profundidade do conduto, a tendência é levar as secreções cada vez mais para dentro em vez de remover.

Além do cotonete, outros instrumentos podem contribuir para aprofundar o cerúmen. Um deles é o fone de ouvido intra-auricular, cujo uso é cada vez mais disseminado. Complementando, tampões auditivos também atuam como causa.

É preciso considerar ainda as doenças dermatológicas, como dermatite seborreica e psoríase. Em ambos os casos, a pele fica com aspecto de descamação, sendo que as estruturas expelidas são aderidas pela cera que fica com consistência mais espessa.

Existe tratamento para a condição?

Existe tratamento para a condição?

Embora tenha sido reforçada a função do cerúmen, nem sempre seu acúmulo oferece apenas proteção. Nos casos que a secreção se torna prejudicial, é necessário buscar ajuda com profissionais especializados, preferencialmente otorrinolaringologistas.

Assim, será a avaliada qual a melhor conduta para o caso. Em algumas situações, recomenda-se o uso de medicamentos tópicos, capazes de deixar a cera de ouvido com uma consistência menos dura e viabilizar sua remoção.

Porém, essa remoção não é feita utilizando as conhecidas hastes flexíveis, mas por meio de técnicas específicas, sejam elas de lavagem, sejam elas por meio da remoção mecânica especializada.

Concluímos, enfim, que o acúmulo de cera pode ser prejudicial, a partir do momento que resulta na perda parcial da audição ou chega a provocar zumbidos. Contudo, não devemos esquecer qual o principal papel do cerúmen: a proteção.

Sendo assim, evite o uso de instrumentos na tentativa de remoção não recomendada. Em alguns casos, além de aprofundar as secreções, há o risco de causar traumas auditivos e agravar um quadro que inicialmente era natural do organismo.

Vimos que a tentativa de remoção do cerúmen pode prejudicar a audição devido ao acúmulo. Então, quais cuidados devem ser adotados com a audição?

Confira a relação entre hipertensão e perda auditiva

Confira a relação entre hipertensão e perda auditiva

Uma das realidades demográficas que o mundo vive hoje é o envelhecimento populacional. Seja pelo aumento da expectativa de vida, seja pela baixa natalidade, a população idosa tem aumentado cada vez mais.

Associado a isso, é preciso voltar o olhar para as condições de saúde características dessa faixa etária. De fato, as doenças crônicas tendem a acompanhar as pessoas ao longo da vida, e, complementando, a presbiacusia também é uma condição inerente ao envelhecimento.

Sendo assim, a relação estabelecida entre hipertensão arterial e perda auditiva requer atenção dos profissionais da saúde, exigindo monitoramento e estabelecimento de condutas. Saiba mais!

O panorama da hipertensão no Brasil

O panorama da hipertensão no Brasil

A hipertensão arterial é um dos problemas crônicos mais prevalentes em todo o mundo. No Brasil, mais de 30% da população sofre com essa condição, sendo que ela acompanha cerca de 60% dos idosos.

Os números por si só já mostram como a patologia é marcante na sociedade. Porém os riscos associados a ela agravam ainda mais o quadro: 50% das mortes por doenças cardiovasculares estão relacionados aos níveis pressóricos elevados.

Mas, afinal, o que é hipertensão? Popularmente, as pessoas sabem reconhecer quando a pressão está elevada ou não apenas de ouvir os resultados da aferição. Em suma, ao dizer “12 por 7” geralmente se tranquilizam.

Analisando de uma forma mais técnica, o “12 por 7” na verdade é 120 x 70 mmHg. A título de curiosidade, a primeira medida retrata a chamada pressão sistólica e a segunda a pressão diastólica. A medida em questão é considerada, sim, ideal.

Então a hipertensão arterial é definida como a elevação sustentada dos níveis pressóricos, de modo que sejam iguais ou superiores a 140 e/ou 90 mmHg — na linguagem corriqueira, 14 por 9. Ressalta-se, ainda, que o diagnóstico não é feito apenas com uma medida, e sim após acompanhamento e associação aos riscos cardiovasculares do indivíduo.

Portanto alguns fatores também devem ser considerados, como:

  • idade (maior incidência com o envelhecimento);
  • sobrepeso e obesidade;
  • sedentarismo;
  • excesso de sal;
  • consumo de bebidas alcóolicas.

Conforme dito, a hipertensão está direta ou indiretamente relacionada a, pelo menos, metade das mortes por problemas cardiovasculares. Além disso, resulta e agrava condições, como: AVCs, insuficiência cardíaca, problemas renais e acometimento de vasos periféricos.

Diante desse cenário, é importante incentivar que as pessoas busquem aferir as medidas, seja num consultório, seja com aparelhos no ambiente domiciliar. Detectar o estágio de pré-hipertensão, por exemplo, já ajudaria na adoção de medidas que pudessem reverter o quadro antes que a condição se estabelecesse de fato.

O funcionamento da audição

O funcionamento da audição

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a hipertensão, vamos entender como ela está relacionada com a perda auditiva. Para isso, é preciso ter uma mínima noção sobre o funcionamento das estruturas do sistema auditivo. Vamos explicar melhor!

A audição é um sentido que requer a percepção do som e a interpretação dele. Para isso, as estruturas que compõem o sistema em questão devem estar aptas para captar e amplificar o som, bem como transmitir informações para o sistema nervoso central.

A membrana timpânica e os chamados ossículos da orelha estão mais voltados para a primeira função, de detectar as ondas sonoras e amplifica-las até que cheguem na cóclea. Já o ouvido interno, onde se localiza a cóclea, transforma as vibrações sonoras em impulsos elétricos que são enviados e interpretados pelo cérebro.

Todo esse processo requer um bom funcionamento que envolve anatomia e fisiologia. No primeiro caso, as estruturas devem estar íntegras e, no segundo, devem receber aporte de oxigênio e nutrientes adequados.

Esses elementos são transportados na corrente sanguínea e, portanto, dependem da integridade do coração e dos vasos que os conduzem. Nesse momento, o quadro de hipertensão pode ser determinante para prejudicar a audição.

A hipertensão e a perda auditiva

A hipertensão e a perda auditiva

As alterações que a hipertensão causa estão tanto no aumento da pressão em si como também na viscosidade do sangue. Com a elevação dos níveis pressóricos, os vasos tornam-se mais susceptíveis a hemorragias.

Pensando no ouvido interna, sua irrigação sanguínea é feita pelas artérias coclear e vestibular anterior. Essa informação é importante pois ambas são derivadas da artéria cerebelar inferior, que apresenta grande importância clínica.

Embora haja o risco de hemorragias, o que mais preocupa é a viscosidade do sangue. Quando ela aumenta, a consequência direta é diminuir o fluxo sanguíneo. Com tal diminuição, há impacto na quantidade de nutrientes e oxigênio para aporte das estruturas auditivas.

Isso faz com que diminua a atividade devido às condições fisiológicas desfavoráveis, que inclui não apenas a baixa oxigenação, mas também modificações nas concentrações de íons que são indispensáveis no processo de transmissão dos estímulos sonoros e elétricos.

Os cuidados para uma vida mais saudável

Os cuidados para uma vida mais saudável

Estamos, então, diante de duas condições que são prejudiciais e, quando associadas, tornam-se piores. Começando pela perda auditiva, embora o foco tenha sido sua relação com a hipertensão, existem outros motivos que a agravam.

Um dos que merece destaque é a exposição constante a ruídos externos. Existe um limiar de decibéis que, quando ultrapassado, acarreta lesões nas células do sistema auditivo. Portanto, além de realizar o controle da hipertensão, é importante se policiar diante da exposição aos ruídos.

Contudo, além de ter atenção com fatores ambientais, o controle da hipertensão também é fundamental. Para isso, deve-se focar no diagnóstico precoce e na adesão ao tratamento. Quando diagnosticada tardiamente, já podem ser encontrados problemas sistêmicos.

Por outro lado, se as alterações forem percebidas em tempo hábil, o comprometimento é menor e o tratamento é mais efetivo. Seja por meio de medicamentos, seja pela mudança de hábitos, seja pela menor exposição aos ruídos externos, tudo isso contribui para uma menor degeneração das estruturas do sistema auditivo.

Concluímos, enfim, que hipertensão e perda auditiva são duas condições que podem estar associadas, sendo que tal relação é ainda mais forte considerando o envelhecimento populacional e o aumento de doenças crônicas. Sendo assim, a detecção precoce de ambas auxilia no tratamento adequado e evita com que as complicações de cada morbidade afetem diretamente a qualidade de vida de quem as apresenta.

Agora que você já sabe a relação entre hipertensão e perda auditiva, que tal entender como a diabetes também se associa ao quadro?

Conheça mais sobre a TeleCare e quais seus benefícios

Conheça mais sobre a TeleCare e quais seus benefícios

A tecnologia é uma grande aliada na área da saúde. Apesar de algumas pessoas apresentarem resistência, é importante considerar que muitos avanços tecnológicos fazem com que determinados processos sejam muito mais comunicativos e rápidos. 

É nesse contexto que apresentamos a TeleCare, uma grande aliada no atendimento e acompanhamento do uso de aparelhos para o restabelecimento das capacidades auditivas. Então, se você quer saber mais sobre o assunto e ter informações sobre sua saúde auricular, acompanhe o conteúdo abaixo!

O que é TeleCare?

O que é TeleCare?

O objetivo do TeleCare é oferecer um atendimento especial, confortável e adequado para idosos ou pessoas que tenham algum impedimento para locomoção. A ideia principal é fornecer uma assistência em que a pessoa continue em sua casa e, ainda assim, tenha o suporte necessário para a sua saúde.

Esse é um serviço que é composto por uma equipe de especialistas treinados e experientes que oferecem apoio por meio de um aplicativo de celular. Ele é composto por diversas funções, que ajudam, por exemplo, na utilização do aparelho auditivo e na adaptação.

Assim, com o aplicativo é possível aumentar ou diminuir o controle do aparelho, ter acesso ao manual do usuário, fazer testes de utilização e ter um atendimento online feito por fonoaudiólogos.

Com todas essas facilidades, é possível compreender a importância que o TeleCare tem para a segurança do paciente e também garantir o seu êxito no processo de adaptação do uso do novo dispositivo.

Qual o benefício do TeleCare?

Qual o benefício do TeleCare?

Umas das principais queixas de muitos pacientes, principalmente idosos, é a dependência que eles têm para fazer determinadas locomoções ou realizar diferentes tipos de atendimento. Isso acontece, muitas das vezes, devido ao grande cuidado que alguns parentes têm com seus familiares, algo que pode causar, sem intenção, um desconforto. 

No entanto, com o TeleCare será possível obter a independência a partir de vários aspectos, pois o próprio paciente poderá recorrer ao aplicativo quando achar necessário e obter o suporte de que precisa naquele momento.

É assim que ele se sentirá mais confortável e encontrará um atendimento online e personalizado, a partir de um contato mais próximo entre a empresa e o cliente.

Além disso, o usuário poderá realizar suas consultas ao aplicativo em qualquer lugar, pois o TeleCare traz a possibilidade de encontrar os melhores serviços de fonoaudiologia e reduzir as barreiras para as pessoas que residem em locais distantes dos centros auditivos e não podem dirigir ou usar transportes públicos. 

Com o TeleCare é possível ter um suporte rápido, sem filas, com uma comunicação ágil, conveniente e adequada aos compromissos do cliente. Assim, tanto o profissional quanto o cliente economizarão tempo e ganharão eficiência.

Como o TeleCare complementa o tratamento?

Como o TeleCare complementa o tratamento?

Após a implementação do aparelho, o acompanhamento é parte essencial dessa nova etapa para p paciente, e o TeleCare é capaz de garantir o bom resultado, pois é a oportunidade que a empresa terá de fazer o suporte que garantirá bons frutos de seu investimento. 

O TeleCare, portanto, é um serviço ou uma tecnologia que complementa o tratamento do paciente com aparelho auditivo e permite ajustar o dispositivo para melhor utilização. Veja abaixo como! 

Atendimento online

Algumas pessoas têm resistência a chats ou conversas online. Entretanto é importante reconhecer que essa é uma realidade que não podemos mais evitar e, por isso, devemos observar e utilizar o que há de melhor no campo tecnológico e utilizar a nosso favor.

O atendimento online é capaz de proporcionar um serviço rápido e instantâneo, no momento em que o paciente achar necessário. Assim, o usuário terá a autonomia para aprender sobre o seu novo aparelho, encontrar e compreender suas dificuldades ou facilidades.

Todo esse processo será feito a partir de um trabalho de apoio entre empresa, clientes e fonoaudiólogos, o que garante um trabalho profissional e com excelência.

O cliente fará o teste

Quando o cliente sentir que algo não está tão bem quanto espera, será possível, por meio do aplicativo, fazer um teste e verificar se está tudo certo. Dessa forma, fica mais fácil descobrir se há alguma falha e como reajustar, caso seja necessário.

Essa é uma informação importante, pois é mais um aspecto que auxilia na independência do paciente. Logo ele poderá fazer as verificações recomendadas sem a necessidade de buscar diretamente a empresa e, assim, poder resolver qualquer impasse de casa mesmo. 

Suporte durante a adaptação

O processo de adaptação do novo aparelho pode ser um pouco demorado. Assim como qualquer coisa nova que colocamos em nosso corpo, é necessário tempo para que a adequação aconteça de forma progressiva. Sendo assim, o TeleCare pode oferecer orientações sobre algum desconforto, como ruídos ou sons inadequados.

Além disso, é possível que o cliente receba as orientações no momento em que algum desconforto ocorrer, por meio de mensagens. Esses fatores possibilitam uma adaptação rápida, pois tanto o aconselhamento do suporte, quando do fonoaudiólogo são essenciais para que o cliente sinta-se auxiliado e cuidado pela empresa. 

Ajuste do aparelho por meio do aplicativo 

Algumas das funções mais importantes são os ajustes que o aplicativo permite que sejam feitos no aparelho auditivo, por exemplo, volume mais baixo ou mais alto e amplificação de sons mais graves ou mais agudos.

É por isso que o TeleCare funciona como um controle remoto do aparelho auditivo, permitindo o acesso a algumas atividades que são importantes para que o cliente se sinta à vontade com os sons que escuta, de modo a certificar que a prótese esteja de acordo com as suas expectativas. 

Como A&R Aparelhos Auditivos pode ajudar?

Como A&R Aparelhos Auditivos pode ajudar?

A maioria das empresas, atualmente, querem oferecer mais que um produto para seus clientes. Elas querem trazer conforto, boas experiências e acessibilidade para todos. Nesse caso, a A&R Aparelhos Auditivos, buscando aprimorar seus tratamentos em reabilitação auditiva, aliou o seu conhecimento de aparelhos auditivos à tecnologia, colocando o melhor serviço ao alcance dos clientes. 

A A&R Aparelhos Auditivos, portanto, vem para satisfazer, valorizar e respeitar seus clientes, a partir de bons produtos e serviços. O TeleCare é um serviço oferecido pela A&R e garante um trabalho seguro tanto para a empresa, que terá certeza que seu cliente está recebendo o suporte que merece, quanto para o paciente, que estará amparado em qualquer dificuldade.

E então, notou como o TeleCare é uma revolução no atendimento ao cliente no mercado auditivo? Se você quer saber mais sobre o assunto, entre em contato! Estamos dispostos a oferecer um bom suporte!

Antes e depois do aparelho auditivo veja como seu dia a dia vai mudar!

Antes e depois do aparelho auditivo: veja como seu dia a dia vai mudar!

Independentemente do grau e tipo de problema com a audição, sabemos que o impacto na vida da pessoa que sofre com isso é grande. Dito isso, o antes e depois do aparelho auditivo apresenta uma diferença bastante perceptível, capaz de melhorar o bem-estar e facilitar o dia a dia de quem o usa e faz acompanhando profissional.

Veja bem, praticamente todas as atividades cotidianas exigem esse sentido para facilitá-las e torná-las mais fluidas, afinal, ele faz parte da comunicação, que geralmente está muito presente em nossas convivências. Buscar pelo uso de um aparelho auditivo é uma excelente opção para acabar com essas dificuldades e se sentir muito melhor.

Ficou curioso para saber quais são as mudanças que o uso de aparelho auditivo pode proporcionar para você? Então, continue acompanhando a leitura para conferir!

Traz facilidade no trabalho

A maioria dos trabalhos envolve a necessidade de comunicação com outras pessoas, seja outros funcionários ou clientes, sem falar nas conversas que ocorrem à sua volta que podem ser importantes de escutar. Essas situações acabam tornando a vida profissional um pouco mais dificultada na hora de transmitir informações, atender, receber ordens e interagir de forma geral.

Toda essa circunstância durante as 8 horas de trabalho por dia e ao longo da semana torna as tarefas muito cansativas e faz com que você precise de um esforço em dobro nas interações. Se você se identifica com essas situações, saiba que o uso de aparelhos auditivos é uma excelente opção para mudar isso e tornar a vida profissional mais simples.

Ficar antenado nos acontecimentos

Quando temos problemas auditivos é comum perder frases em conversas ou mesmo assistindo à televisão. Dessa forma é comum não conseguir acompanhar acontecimentos, ter aquela sensação de que você não entendeu a piada por que não escutou, não entender partes de reportagens e mesmo de coisas que acontecem ao seu redor.

Então, imagine poder escutar tudo isso sem dificuldades? Isso não precisa ser uma situação frequente na sua rotina e você pode, sim, ficar antenado aos acontecimentos do dia a dia e que ocorrem a sua volta.

Consegue responder às pessoas

Nós sabemos que, para quem escuta pouco, o convívio social pode ser um grande incômodo, pois isso tem um amplo impacto nas conversas, especialmente em festas e lugares com maior quantidade de pessoas interagindo.

Devido a isso, muitos tendem se afastar um pouco e fugir de festas, churrascos, cinema, teatro e locais onde pode ser ainda mais difícil de participar de rodas de conversa. É comum ficar perdido no assunto, sem compreender o que estão falando e não se sentir confortável para pedir que as pessoas repitam várias vezes o que disseram para que você possa entender.

Afinal, além de ser chato ficar pedindo para que falem novamente o tempo todo, isso atrapalha o fluxo das conversas e também gera impaciência nos familiares e pessoas que convivem com quem tem esse problema. Com o uso do aparelho, adaptação e ajustes, tudo isso se torna muito mais fluido e confortável.

Tem mais independência para tarefas simples

É comum que pessoas com perda auditiva reclamem de precisar da assistência de familiares e amigos o tempo todo para que possam fazer tarefas simples, como ir às compras e sair de casa no dia a dia, tanto para idosos quanto para os mais jovens.

Já no caso de quem consegue escutar, mas em menor frequência, é preciso de auxílio para participar de conversas, atender ao telefone, entre outras situações. Quando é possível utilizar aparelhos auditivos para melhorar a qualidade da audição, isso faz com que você tenha mais autonomia nesses momentos, sem ter que depender de familiares.

Diminui o estresse

Não dá para negar: no começo pode ser um pouco estranho conseguir ouvir tantos sons que antes você não percebia ou escutava com uma frequência muito menor. Porém, tudo isso é resolvido com um processo de adaptação e acompanhamento com fonoaudiólogo, até que se sinta mais confortável em todas as situações e se acostume a elas.

Após esse processo, sem dúvidas você terá muito menos estresse em sua vida por não precisar evitar situações, ter autonomia no dia a dia, conseguir participar das conversas, levar uma convivência social melhor, não ter que ficar pedindo para as pessoas repetirem constantemente o que eu falam, entre outras mudanças já citadas.

Todas essas questões, quando não estão resolvidas, acabam trazendo muito desconforto. Elas se somam e geram bastante estresse na vida da pessoa por sempre ter que pensar muito no que fazer. Ao mudar isso, você sentirá que as situações fluem mais e que não precisa se preocupar com tantas coisas como antes. 

Ouve a campainha ou telefone

Ouve a campainha ou telefone

Não conseguir ouvir a campainha tocar quando se está sozinho em casa pode ser um problema, visto que você pode não escutar visitas, entregas, entre outras pessoas que chamam à sua porta.

Já no caso do telefone não é só em casa que a dificuldade está presente. Muitas vezes não é possível escutar o próprio celular tocar no bolso ou na bolsa, visto que nem sempre percebemos a vibração do dispositivo dependendo de onde o aparelho estiver.

O aparelho auditivo permite que você escute esses sons de pessoas chamando, de campainhas e toques do telefone para que não perca nada. Além disso, com o alto desenvolvimento desses dispositivos, alguns permitem, até mesmo, que você atenda ao celular no próprio equipamento, o que auxilia bastante no uso.

Melhora a saúde mental

Melhora a saúde mental

Só quem sofre de perda auditiva grave sabe como essa situação influencia a saúde mental. É comum se isolar, se sentir sozinho, estar estressado com frequência, não sentir compreendido, entre outras questões que são constantemente o motivo de tristeza e chateação.

É por isso que escutar melhor é uma mudança capaz de melhorar a sua saúde mental como um todo, reduzindo riscos de depressão, ansiedade e fazendo com que você se sinta mais seguro, não se isole e tenha mais bem-estar.

A comunicação está em todo lugar, sendo a verbal a mais comum em nossos convívios. Não conseguir participar dela é um grande incômodo experienciado por quem apresenta esse problema. Só ao testar esse dispositivo você saberá como o antes e depois do aparelho auditivo pode mudar sua vida por completo para melhor.

Gostou de saber mais sobre como ao usar esse equipamento você pode levar uma vida muito melhor? Venha conferir também nosso conteúdo sobre o funcionamento do aparelho auditivo e os cuidados que ele necessita!

Entenda como o aparelho auditivo melhora a qualidade de vida do usuário na hora de usar o telefone

Entenda como o aparelho auditivo melhora a qualidade de vida do usuário na hora de usar o telefone

Falar ao telefone, apesar de ser uma ação simples do nosso cotidiano, pode virar um grande tormento para quem tem perda auditiva. A questão é que, mesmo com o surgimento de outras ferramentas — que permitem a comunicação por mensagem ou vídeo —, a ligação telefônica ainda é bastante utilizada no dia a dia, principalmente no trabalho.

A boa notícia é que existem tecnologias nos aparelhos auditivos que têm a função de permitir que a pessoa com dificuldade para ouvir possa conversar tranquilamente, sem ficar confusa por não entender o que é falado.

Quer saber mais sobre o assunto? Então acompanhe nosso post, entenda por que o telefone causa tensão nesses indivíduos e como as inovações nos aparelhos auditivos são sinônimo, não só de praticidade, mas também de qualidade de vida. Boa leitura!

Por que as pessoas com perda auditiva tem dificuldade de falar ao telefone?

Por que as pessoas com perda auditiva tem dificuldade de falar ao telefone?

O telefone toca, você posiciona o aparelho no ouvido e começa a conversar. Apesar de ser algo corriqueiro para muitas pessoas, essa ação pode trazer muito transtorno para quem sofre com algum grau de perda auditiva, mesmo nos casos mais leves.

É fácil entender por que isso ocorre: em primeiro lugar, a única referência para a comunicação, nesse caso, é pura e simplesmente o som da fala. Acontece que o indivíduo com dificuldade auditiva acostuma-se a conversar e a entender o outro observando também os gestos e os lábios da pessoa.

Além disso, a conversa na ligação telefônica tem muitos ruídos, o que também dificulta a compreensão por esse usuário.

Nesse contexto, podemos pensar: ora, é só não usar esse equipamento para conversar com as pessoas. Contudo, muitas das atividades rotineiras que realizamos dependem do telefone, seja para conversar com a família e os amigos, seja para ligar na operadora e desbloquear seu cartão de crédito, por exemplo. Sem contar que muitas ocupações também incluem, entre as diversas tarefas do profissional, falar ao telefone.

É claro que hoje contamos com diversos avanços na comunicação, que incluem aplicativos de mensagens e até conversas por vídeo. Ainda que essas ferramentas facilitem muito essa questão, a perda auditiva não pode ser um empecilho que impede a pessoa de se valer de toda a agilidade que falar ao telefone oferece. Imagine não conseguir receber ou repassar uma informação importante na mesma hora por ter pânico de usar esse equipamento?

Qual a importância da tecnologia dos aparelhos auditivos nessa questão?

Qual a importância da tecnologia dos aparelhos auditivos nessa questão?

A tecnologia não para de avançar quando se trata de aparelhos auditivos. O objetivo é sempre trazer conforto à vida do usuário, permitindo que ele consiga realizar suas atividades normalmente.

Aqui, destacamos que existem dispositivos com conexão sem fio, via Bluetooth, que conectam o aparelho auditivo ao telefone. O som é enviado por um sinal eletrônico ao dispositivo e permite que a pessoa atenda a ligação com um simples toque no celular.

Assim, o usuário consegue conversar sem ter que segurar o telefone, ou seja, fica com as suas mãos livres. É, portanto, uma tecnologia digital que permite falar e escutar o outro sem nenhum obstáculo, pois isola os ruídos do ambiente.

Outro ponto muito importante a destacar é que você encontra essa forma de conexão nos aparelhos auditivos para diferentes celulares, independentemente de o modelo ser Android ou iOS.

Além de facilitar as ligações telefônicas, o dispositivo também permite ouvir músicas, assistir a vídeos e jogar no smartphone com mais facilidade. Existem tecnologias que se conectam também ao computador, à televisão e ao telefone comum.

Diante de tantas opções de aparelhos auditivos compatíveis com o Bluetooth, é necessário pesquisar qual opção se encaixa melhor na sua rotina, para que você possa usufruir de todas essas vantagens.

Quais os benefícios para a qualidade de vida do usuário que utiliza essas inovações?

Quais os benefícios para a qualidade de vida do usuário que utiliza essas inovações?

Confira a seguir quais os principais benefícios dos aparelhos auditivos que se conectam a outros dispositivos eletrônicos, como o telefone, para a pessoa com dificuldade de ouvir.

Aumenta as possibilidades de comunicação

O telefone deixa de ser sinônimo de transtorno ou até mesmo de fobia para os indivíduos com dificuldade auditiva. Dessa maneira, eles podem utilizar esse equipamento normalmente, facilitando a comunicação com outras pessoas e melhorando o acesso a uma série de serviços, como aqueles que fazem o atendimento preferencialmente via 0800.

Oferece uma experiência auditiva personalizada

Os aparelhos auditivos com conectividade Bluetooth se adéquam às necessidades auditivas do usuário e também ao ambiente, o que permite uma experiência auditiva personalizada.

Dessa forma, a pessoa consegue atender o telefone no meio de um shopping center, mesmo com muito ruído, e entender com clareza a ligação devido à qualidade sonora que essa tecnologia oferece.

Elimina os empecilhos para assumir uma vaga de emprego

Imagine o candidato ter todas as competências para um cargo, mas ser dispensado pela dificuldade que tem de falar ao telefone? Os aparelhos auditivos com conexão via Bluetooth para outros dispositivos quebraram essa barreira, permitindo que o usuário conquiste todos os seus sonhos profissionais.

Permite aproveitar todas as opções de entretenimento

A qualidade sonora proporcionada pela tecnologia desses aparelhos permite às pessoas desfrutarem de diversas opções de entretenimento, como filmes, séries e jogos de futebol na TV.

Nesse caso, o usuário pode ouvir o som no volume mais confortável para ele, sem precisar alterá-lo para as outras pessoas que também estão assistindo à televisão.

Traz praticidade e conforto ao dia a dia

Atualmente, os diferentes modelos de aparelhos auditivos são pequenos, discretos e não incomodam o usuário, permitindo que ele aproveite todas as funcionalidades da conexão sem fio com muito conforto.

Viu só como a tecnologia dos aparelhos auditivos pode trazer mais qualidade de vida aos usuários, permitindo que eles explorem tudo aquilo que o mundo digital oferece? Falar ao telefone, por exemplo, torna-se uma ação relativamente simples, o que melhora muito as formas de comunicação, na vida pessoal e no trabalho, para quem tem perda auditiva.

Gostou das informações que trouxemos neste post? Então, já que estamos falando dos avanços dos aparelhos auditivos, veja também o que esperar dessa tecnologia no futuro!

Veja boas práticas que melhoram a rotina de pessoas com perda auditiva

Veja boas práticas que melhoram a rotina de pessoas com perda auditiva

De acordo com dados da OMS — Organização Mundial da Saúde — cerca de 14% dos brasileiros apresentam algum grau de perda auditiva. Esse problema pode ter várias causas e reduz a qualidade de vida caso não seja tratado. Afinal, muitas tarefas da rotina se tornam bastante complicadas, como participar de encontros com amigos e familiares, assistir à televisão ou falar ao telefone.

Isso sem citar as atividades ligadas ao trabalho ou estudo. Como consequência, os afetados acabam se isolando e deixando de praticar atividades que tanto gostam e trazem bem-estar. Felizmente, há maneiras de proporcionar mais conforto e melhorar o dia a dia das pessoas com perda auditiva. Neste post, você conhecerá as principais práticas que melhorarão sua vida. Acompanhe!

Aproveite os benefícios da tecnologia

Aproveite os benefícios da tecnologia

A tecnologia não para de evoluir, o que possibilita o desenvolvimento de aparelhos auditivos cada vez mais modernos. Como há vários fatores que desencadeiam a perda auditiva e em diversos níveis, é preciso que haja aparelhos específicos para cada caso. E isso só tem sido possível graças aos avanços tecnológicos da ciência.

Com isso, há modelos que conseguem diferenciar a voz do usuário e de outras pessoas, permitindo que o paciente entenda melhor a própria voz. Ainda, dispositivos que diminuem o eco, proporcionando uma experiência melhor para quem frequenta igrejas, concertos e palestras.

Outro ponto positivo é que atualmente existem inúmeros aplicativos por meio dos quais o paciente pode regular seu aparelho. Ou seja, com a ferramenta, é possível entrar em contato com o fonoaudiólogo e receber os ajustes remotamente.

Do mesmo modo, o mercado oferece baterias recarregáveis. Não é necessário que o paciente retire a bateria. Basta colocar o aparelho no carregador e aguardar. Isso facilitou muito a vida principalmente dos que apresentam algum tipo de dificuldade motora ou visual.

Faça uso de acessórios para aparelhos auditivos

Conforme mencionamos, a tecnologia aliada à medicina trouxe grandes avanços para tratamentos para perda auditiva. Não só os aparelhos ficaram mais modernos, como também foram desenvolvidos acessórios para potencializar o desempenho e aumentar a praticidade de seu uso.

Assim, o usuário consegue gerenciar melhor as funções do dispositivo e ter ainda mais conforto em sua rotina. Outra vantagem é que a vida útil do aparelho é prolongada. A seguir, conheça os principais acessórios disponíveis no mercado:

  • desumidificador: esse equipamento conta com uma sílica responsável por retirar a umidade acumulada do aparelho ao longo do dia;
  • carregadores de bateria: permite deixar seu aparelho carregando durante a noite e evita a troca frequente de baterias;
  • bateria Siemens: apresenta excelente desempenho devido à longa durabilidade e alta voltagem, mantendo-se estável e com bons níveis de amplificação sonora;
  • controle easyTek: trata-se de um colar capaz de realizar várias funções, como controle de volume, atendimento de chamadas telefônicas, administração de programação e conexão a outros equipamentos;
  • controle easyPocket: possibilita o acesso a todas as funções e opções do aparelho auditivo;
  • StreamLine TV: transmite o sinal de áudio da televisão para o aparelho auditivo. Dessa forma, o volume da TV fica compatível e adequado ao usuário;
  • StreamLine Mic: distribui o som para qualquer dispositivo via Bluetooth e funciona como um microfone remoto, sendo muito utilizado em salas de aula como uma importante ferramenta de aprendizado;
  • aplicativos: como o TouchControl App e o Signia MyHearing, além de poder gerenciar as funcionalidades do aparelho como volume e microfone, ainda permite uma comunicação direta com o fonoaudiólogo, seja por vídeo, seja por mensagem.

Faça acompanhamento médico

Faça acompanhamento médico

Cada quadro de perda auditiva é bastante particular. Isto é, o grau e causa do problema são alguns dos fatores que determinarão o tipo de atendimento a ser efetuado. De qualquer forma, é essencial contar com um centro auditivo de confiança para realizar um acompanhamento.

Ao auxiliarem na adaptação do indivíduo com perda auditiva, os profissionais melhoram a qualidade de vida e a rotina do usuário. Isso é feito por meio da seleção e adaptação do aparelho auditivo, determinando o melhor modelo para as necessidades do paciente. Também, ajuda a escolher os acessórios ideais para otimizar a experiência.

Os retornos periódicos são importantes para que os profissionais possam analisar a evolução do paciente, bem como para realizar ajustes e regulagens nos aparelhos e acessórios sempre que necessário.

Outro serviço fundamental é a audiometria anual para ter a certeza de que a utilização do aparelho está sendo satisfatória. Afinal, vale ressaltar que o processo de adaptação é gradual e depende tanto do profissional quanto do próprio paciente. Por esse motivo, o acompanhamento deve ser constante.

Cuide bem do seu aparelho auricular

Cuide bem do seu aparelho auricular

Tomar os devidos cuidados com o seu aparelho faz com que ele tenha uma vida útil prolongada, além de evitar mau funcionamento ou a necessidade de substituição. Para isso, algumas práticas simples conseguem manter a integridade do seu aparelho auricular. A primeira delas é cuidar do seu manuseio. Não permita que ele tenha contato com objetos pontiagudos, com substâncias corrosivas ou fique ao alcance de crianças.

A rotina de cuidados diários requer que ele seja guardado no local correto, seja em um equipamento desumidificador, seja em um carregador de baterias. Outro hábito importante é evitar o contato com água, pois isso pode causar corrosão e estragá-lo permanentemente.

Cosméticos, hidratantes e protetores solares fazem parte da rotina de diversas pessoas. Então, não utilize esses produtos nas regiões próximas às orelhas, pois podem favorecer o acúmulo de resíduos e danificar o aparelho.

Todos os modelos de aparelhos têm especificações descritas pelo fabricante. Leia-as com atenção e siga todas as recomendações, como manutenção, revisões periódicas, funcionalidades, manuseio, como proceder em caso de danos, entre outras considerações.

Enfim, a perda auditiva é um problema que atinge uma parcela significativa da população. No entanto, é possível tratá-lo e fazer com que o paciente tenha um dia a dia sem dificuldades, conseguindo interagir com as outras pessoas, sem deixar de fazer as atividades que tanto gosta e dão prazer.

Isso contribui muito para ter uma qualidade de vida melhor e uma rotina de independência e liberdade. Para isso, é imprescindível contar com profissionais capacitados para prestar todo o auxílio necessário.

Então, entre em contato conosco agora mesmo e saiba o que podemos fazer pela sua vida!

Distúrbio do processamento auditivo o que é e quais os sintomas

Distúrbio do processamento auditivo: o que é e quais os sintomas?

Ouvir bem, mas não conseguir compreender o que é dito, trocar letras na fala e na escrita, ter dificuldade de interpretar padrões sonoros: você sabia que esses problemas podem indicar uma disfunção no sistema auditivo?

O distúrbio do processamento auditivo, muitas vezes, é confundido com dislexia ou transtorno do déficit de atenção, devido aos sinais semelhantes. Desse modo, é fundamental conseguir diferenciar tais condições, pois somente assim o paciente poderá receber o tratamento adequado para viver melhor e superar os desafios decorrentes do problema.

Interessado no assunto? Então, continue a leitura deste post. Assim, você entenderá melhor o que é esse distúrbio, quais são os principais sintomas e o que fazer para melhorar o dia a dia de quem tem essa disfunção. Confira!

Afinal, o que é o distúrbio do processamento auditivo?

Afinal, o que é o distúrbio do processamento auditivo?

Primeiramente, é preciso entender o que é o processamento auditivo. Basicamente, trata-se da capacidade do cérebro de utilizar as informações que chegam aos ouvidos. Em outras palavras, é o que o cérebro faz com o que o indivíduo ouve. Nesse sentido, o distúrbio do processamento auditivo central (DPAC) é um problema de interpretação do som. O paciente consegue detectar o som, no entanto, o cérebro não consegue compreendê-lo totalmente.

O distúrbio também pode ser denominado de transtorno do processamento auditivo ou disfunção auditiva central. Ele afeta as vias centrais da audição, isto é, as regiões do cérebro ligadas às habilidades auditivas responsáveis por uma série de processos, desde a detecção do som até a interpretação das informações sonoras.

Então, a pessoa que tem DPAC ouve claramente os sons e a fala humana, mas apresenta dificuldade de interpretar a mensagem recebida e os ruídos ambientes. Dessa maneira, o paciente não apresenta alterações no exame de audiometria, necessitando de outros exames para diagnosticar o distúrbio do processamento auditivo, pois se trata de uma falha no sistema nervoso central.

O que causa essa disfunção?

Há várias causas para o surgimento desse tipo de disfunção. As mais comuns são:

  • hereditariedade;
  • acidente vascular cerebral;
  • lesões cerebrais, como traumatismo craniano, tumor cerebral ou meningite;
  • otite de repetição;
  • envelhecimento natural do cérebro;
  • doenças degenerativas, como esclerose múltipla;
  • exposição a neurotoxinas, como envenenamento por chumbo;
  • problemas durante a gestação ou no momento do parto;
  • nascimento prematuro;
  • perda auditiva condutiva causada por otosclerose.

Quais são os sintomas do distúrbio do processamento auditivo?

Quais são os sintomas do distúrbio do processamento auditivo?

Os sintomas são variados e têm diferentes formas de manifestação em cada pessoa. Como vimos, o distúrbio pode ser facilmente confundido com transtorno de déficit de atenção ou dislexia, visto que o quadro é semelhante. Essa situação é mais comum em crianças e adolescentes.

Isso ocorre porque a criança não consegue processar de forma correta ou na velocidade adequada as informações. Como consequência, vai mal na escola, é desatenta e apresenta problemas na escrita, trocando as letras, por exemplo.

Vale ressaltar que a disfunção pode afetar indivíduos de todas as idades, mas é mais fácil de ser diagnosticada na infância ou na adolescência, justamente pelo prejuízo no aprendizado.

A seguir, veja quais são os principais sintomas apresentados por quem sofre com o DPAC:

  • dificuldade de memorização em atividades diárias;
  • piora do desempenho auditivo em locais ruidosos, pois os sons do ambiente podem fazer com que a pessoa tenha dificuldade de se concentrar no que o interlocutor fala;
  • dificuldade na compreensão de conceitos abstratos ou de duplo sentido, como ironias ou piadas;
  • lentidão para entender a mensagem, pois o paciente demora mais para processar as informações passadas;
  • entendimento equivocado e errôneo da mensagem;
  • desatenção e distração;
  • fadiga atencional em aulas e palestras;
  • necessidade de o interlocutor repetir ou explicar melhor a mensagem;
  • dificuldade de transmitir recados;
  • dificuldade de localizar o som;
  • troca de letras na fala (principalmente das letras l e r) ou na escrita, com a inversão das letras b, d, p e q;
  • troca de sons semelhantes, como p/b, t/d, f/v, m/n.

Como é feito o diagnóstico?

Como é feito o diagnóstico?

O fonoaudiólogo é o profissional mais indicado para realizar o diagnóstico do DPAC. São feitos testes selecionados para a avaliação de acordo com a faixa etária, a capacidade de respostas e os sintomas apresentados. Uma audiometria é realizada para descartar perda auditiva. Os testes simulam situações de escuta difícil, ou seja, que exigem bom desempenho das habilidades auditivas.

Assim, conforme os resultados, é indicado um tipo de tratamento e de acompanhamento em um centro auditivo, para que o paciente receba o atendimento adequado por meio dos profissionais que auxiliarão na adaptação.

Há tratamento para o DPAC?

Há tratamento para o DPAC?

Se o profissional constatar que o indivíduo de fato apresenta o DPAC, deverá ser realizado um treinamento auditivo, que pode ou não ser feito utilizando equipamentos específicos para monitorar os estímulos sonoros. Ainda, são estimuladas as habilidades da audição por meio de estratégias auditivas, bem como da fala, da escrita e da memória.

Dependendo do caso, pode ser recomendada a utilização de aparelhos auditivos para complementar o tratamento e otimizar os resultados, pois eles ampliam a capacidade de ouvir do paciente.

O tratamento com profissionais capacitados é imprescindível para que o indivíduo consiga ter uma qualidade de vida melhor, possa interagir socialmente, não se isole e não tenha sua autoestima nem sua vida acadêmica prejudicadas.

As pessoas que convivem mais intimamente com quem tem DPAC podem (e devem) auxiliar no tratamento. Para isso, o ideal é se certificar de que a pessoa está pronta para ouvir e olhando para o interlocutor.

Falar frases curtas, simples e de maneira pausada também ajuda muito na compreensão da mensagem e na atenção na conversa. Outro ponto que ajuda bastante é reduzir, sempre que possível, os ruídos no ambiente.

Portanto, o distúrbio do processamento auditivo é um problema realmente sério, que precisa ser diagnosticado da maneira correta para que não seja confundido com outras disfunções. Somente dessa forma será possível prescrever o tratamento adequado para melhorar o bem-estar e a qualidade de vida da pessoa com DPAC, evitando prejuízos no convívio social, na aprendizagem e na autonomia.

Agora que você compreendeu o que é esse distúrbio, que tal saber mais sobre problemas de audição? Não deixe de ler nosso post para conhecer os graus e os tipos de perda auditiva. Boa leitura!