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O Som do Desconforto

Nosso mundo é cheio de sons.
São muitas risadas, músicas, ondas na praia, enfim, vivemos entre barulhos tão variados que esses passam a fazer parte de nossas vidas, como se fossem músicas para nossos ouvidos. Mas o que acontece quando um outro tipo de som de repente toma conta?

Zumbido
Aproximadamente 25% da população dos países industrializados já sofreram de ruídos sonoros desconfortáveis pelo menos uma vez na vida, sendo que de 10 a 20% sofrem cronicamente deste sintoma.
O zumbido nada mais é do que uma percepção de som na ausência de fonte sonora externa nos ouvidos, o que pode ser um indicativo de problemas no sistema de processamento do som.
É importante lembrar que pessoas que sofrem desse incômodo, geralmente, também têm dificuldades de audição, porém o zumbido pode estar relacionado a uma variedade de outras doenças.
Possíveis causas
Apesar de todas as pesquisas, as causas do zumbido dificilmente são identificadas. Na maioria dos casos, a origem desse desconforto não está clara e, por diversas vezes, trata-se de uma combinação de fatores. O certo é que uma investigação otorrinolaringológica profunda e meticulosa é sempre necessária.
Diagnóstico
Como o zumbido é percebido de modo diferente por cada pessoa, um diagnóstico preciso é essencial. O primeiro passo é determinar se o caso pode ser tratado por meio de medicamento ou não. Para isso, os especialistas devem realizar exames otorrinolaringológicos, odontológicos, ortodônticos e ortopédicos. Além disso, a intensidade e a frequência do zumbido podem ser determinadas por testes específicos e o exame de audição também pode revelar se existe uma perda auditiva associada.

Tratamento
Embora, atualmente, não haja uma cura para a maioria dos casos de zumbido, existem modos de aliviá-lo.
A A&R é certificada pela Sivantos do Brasil, fabricante dos aparelhos Siemens, para tratar desse sintoma oferecendo tratamentos diferenciados que proporcionam alívio ao paciente até que essa adversidade não o perturbe mais.
Você pode conhecer as soluções de tratamentos para esse e outras dificuldades auditivas oferecidas pela A&R, para isso basta acessar o site www.aeraudiologia.com.br‬
A saúde auditiva está diretamente ligada à qualidade de vida, assim sendo,o melhor momento para cuidar da sua audição é agora. Caso perceba alguma alteração, não hesite em buscar a ajuda de um especialista.

Lançamento da nova plataforma Primax

Novidades por aqui! Nos dias 5 e 6 de maio, aconteceu o lançamento da nova plataforma Primax, a primeira linha de aparelhos auditivos apresentada pela Signia Hearing. A garantia é de aparelhos com a tecnologia mais avançada que proporcionam ao usuário uma audição sem esforço* ao longo do dia, em qualquer ambiente. Mais detalhes você pode conferir aqui: www.signia-pro.com.br . Apesar de não estarem disponíveis em todos os países ainda, estamos orgulhosos em já poder oferecer mais essa novidade aos nossos clientes! A&R Aparelhos Auditivos, o prazer de ouvir a vida.

Perda auditiva infantil no Brasil

Mais de 10 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência auditiva, de acordo com o IBGE. Desse total, a perda auditiva infantil no Brasil chama a atenção por abranger cerca de um milhão de crianças e jovens até 19 anos. Por conta disso, é fundamental que os pais fiquem atentos aos sinais emitidos pelos filhos durante o seu desenvolvimento.

De acordo com o vice-presidente da Sociedade Baiana de Otorrinolaringologia, Marcos Juncal, “ver televisão no volume alto, ter dificuldade no aprendizado e falar em tom superior ao das outras crianças são os principais indícios da perda auditiva infantil”. O médico ainda conta que, “dois anos é a idade ideal para o princípio da fala, em relação aos bebês de colo”.

A audição desempenha um papel crucial no desenvolvimento da voz e na linguagem da criança. Se os sintomas não forem detectados e a doença não for tratada, “a perda auditiva também pode afetar negativamente a capacidade de comunicação e socialização”, destaca Juncal.

“Em crianças mais velhas, assim como em adultos, o exame indicado é a audiometria. Para os bebês, a suspeita pode ser esclarecida através do teste da orelhinha, realizado pelo otorrino. Portanto, é fundamental ficar atento aos sinais e procurar auxílio de um profissional”, explica o médico.

Quando diagnosticada a perda auditiva em crianças, é natural que os pais procurem saber os motivos. Diante do problema, Juncal relata que, “dentre as principais causas, estão gravidez de alto risco, ingestão de medicamentos, álcool, drogas no período de gestação, além de doenças hereditárias e infecciosas”. O especialista ainda destaca que, após o nascimento da criança, “pode acontecer a surdez após acidentes, tratamentos de quimioterapia, doenças crônicas de inflamação nas orelhas, entre outros fatores”.

Ainda assim, Marcos Juncal informa que “não há nenhuma razão para que uma criança com problemas auditivos tenha uma infância prejudicada. Se o quadro for irreversível, aparelhos auditivos já são adaptados para resistirem à dinâmica dos pequenos, bem como proporcionar uma boa qualidade de vida”.

É importante destacar também que, para todos os níveis de surdez, existem tratamentos com implantes auditivos, com modelos diversificados, seja proporcionando a amplificação sonora, transmissão por via óssea ou estimulação coclear. No Brasil, os pacientes já podem optar pelo tipo de amplificação implantável. Nesse caso, o aparelho é instalado atrás da orelha, embaixo do couro cabeludo.

 

Matéria de Juliana Tavares, jornalista, empreendedora, editora de conteúdo e diretora de atendimento da j2 Comunicação. É, ainda, colaboradora da Eaxdesign, em portais de negócios, inclusão social e turismo. Escrita em: 30 de outubro de 2015 para o site www.deficienciaauditiva.com.br

O aumento da incidência de Otite no Verão

Verão, sol, praia, piscina, otite. A relação é evidente e direta: nos meses mais quentes do ano, aumenta a incidência de otite na população.

Otite é um processo infeccioso e/ou inflamatório que pode atingir a orelha externa e a orelha média. No verão é registrado um aumento de incidência da otite externa, causada pela maior exposição da população à água, seja no mar ou nas piscinas.

Ao ficar no mar ou na piscina por várias horas ao longo do dia, o indivíduo permite que seu meato acústico externo, um orifício revestido de pele, fique em contato com a água, ocasionando descamação dessa pele. Com isso, ocorre uma proliferação de fungos e bactérias, gerando coceira e diluição do cerúmen ali existente, provocando obstrução do conduto.

A Dra. Norma Penido, otorrinolaringologista da Sociedade brasileira de Otologia, orienta que o ideal é não coçar nem introduzir hastes flexíveis ou outros objetos no ouvido. Ao tentar desobstruir ou coçar, o paciente pode traumatizar a região, ocasionando a penetração do microrganismo, gerando infecção. A medida mais indicada é procurar um otorrinolaringologista, para que ele faça a retirada do excesso de cerúmen e indique o tratamento adequado.

Muitas pessoas questionam se existe relação entre a Otite e a perda auditiva. Geralmente a otite associada à perda auditiva não é a otite mais comum no verão, localizada na porção externa do ouvido. A chamada otite média, que se relaciona à perda auditiva, é mais comum no inverno e normalmente está associada a gripes e resfriados. Nesses casos, pode se registrar a chamada perda auditiva condutiva, que é reversível. O importante é procurar orientação médica especializada sempre que os sintomas aparecerem – prurido, dor local, perda auditiva, eventualmente febre e secreção. Otites médias não tratadas podem se tornar crônicas e levar a complicações sérias.

Dicas para se prevenir

1. Evite banhos prolongados de mar, rio ou piscina.
2. Diversifique seu lazer, aproveite seu tempo livre também para um passeio de bicicleta na praia ou para fazer trilhas.
3. Não introduza hastes flexíveis no canal auditivo. Em caso de coceira, sempre consulte um otorrinolaringologista.

Fonte: Entrevista da Dra. Norma Penido à Siemens Audiologia (Jornal Near ––  2, n.3)